Digestivo nº 345 | Digestivo Cultural

busca | avançada
55703 visitas/dia
1,7 milhão/mês
Digestivo Cultural
O que é?
Quem faz?

Audiência e Anúncios
Quem acessa?
Como anunciar?

Colaboração e Divulgação
Como publicar?
Como divulgar?

Newsletter | Disparo
* RSS, Twitter e Facebook
Últimas Notas
>>> Eu Maior, o filme de Fernando, Paulo e Marco Schultz e Andre Melman
>>> Diálogos de Platão, pela editora da Universidade Federal do Pará
>>> Porta dos Fundos
>>> Os Enamoramentos, de Javier Marías
>>> One Click, a História da Amazon, de Richard L. Brandt
>>> Amores & Arte de Amar, de Ovídio
>>> Gonzaga - De Pai pra Filho, de Breno Silveira
>>> Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade
Temas
Mais Recentes
>>> Maffesoli, Redes Sociais e o Mundo Reencantado
>>> Clube de leitura da Livraria Zaccara: um ano!
>>> Os EEUU e o golpe de 64
>>> Todas as Tardes, Escondido, Eu a Contemplo
>>> Família e Maldade
>>> O Corno em Série
>>> A Cidade do Improvável
>>> Um Lugar para Fugir Antes de Morrer
>>> O goleiro que ganhou o Nobel
>>> O Amor é Sexualmente Transmissível
Colunistas
Mais Recentes
>>> Millôr Fernandes
>>> Daniel Piza (1970-2011)
>>> Steve Jobs (1955-2011)
>>> 11/9: Dez Anos Depois
>>> Séries de TV
>>> Discoteca Básica
Últimos Posts
>>> José Luiz Tejon no #MitA
>>> Araquém Alcântara #EuMaior
>>> John Huston: cinema e armas
>>> Paulo de Tarso Lima #EuMaior
>>> The Doors Live at The Bowl 68
>>> The Doors com Eddie Vedder
>>> Ricardo Lindemann #EuMaior
>>> AnaE lança novo livro em SP
>>> Professor Hermógenes #EuMaior
>>> Waldemar Falcão #EuMaior
Mais Recentes
>>> Sergio Britto & eu
>>> Para o Daniel Piza. De uma leitora
>>> Joey e Johnny Ramone
>>> A Cultura do Consenso
>>> De Kooning em retrospectiva
>>> Delírios da baixa gastronomia
>>> Jane Fonda em biografia definitiva
>>> Psicodelia para Principiantes
Mais Recentes
>>> Luis Salvatore
>>> Catarse
>>> Chico Pinheiro
>>> Sheila Leirner
>>> Guilherme Fiuza
>>> Antonio Henrique Amaral
Mais Recentes
>>> 40 mil seguidores no Twitter
>>> Comentários via Facebook
>>> Obrigado, Daniel Piza
>>> Seção Mais Acessados
>>> Digestivo no Facebook
>>> Você no Twitter do Digestivo
Mais Recentes
>>> Harry - A Biografia
>>> Dentro da maré cósmica: Saint-John Perse
>>> Estatuto da Criança e do Adolescente
>>> Nem aos Domingos
>>> O escritor e as cenas: mostrar e não dizer
>>> Glenn Gould: caso de amor com o microfone
>>> Caixa de Memórias
>>> Sergio Britto & eu
>>> Free: o futuro dos preços é ser grátis
>>> por que as drogas devem ser legalizadas
LIVROS
Mais Recentes
>>> Via Férrea
>>> Refúgio do Olhar
>>> E então Paulette...
>>> Vida Após a Morte
>>> Puro
>>> Pensar Bem, Sentir-se Bem
>>> No Limite da Atração
>>> Na Companhia das Estrelas
>>> O Livro da Loucura e das Curas
>>> O Livro da Economia
Mais Recentes
>>> CRESS-SP lamenta a não votação da PL Educação
>>> MC Indee Styla, de Barcelona, se apresenta no Rio
>>> Pedro Lemos e Serginho Lacerda sobem ao palco do Santa Comédia
>>> Estância do Lago oferece pacotes românticos para Dia dos Namorados
>>> Amor sem limites
>>> Mário Sabha Jr autografa 'Você ama ou fantasia tudo?' em Florianópolis
>>> EdUFSCar participa do XXI Seminário Nacional Universitas/Br
>>> Titular da UFSCar lança coleção na 36ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química
>>> MANDALAS TRANSLÚCIDOS
>>> CDI é a nova agência da Atos
DIGESTIVOS

Sexta-feira, 21/9/2007
Digestivo nº 345
Julio Daio Borges

+ de 2100 Acessos




Imprensa >>> O Google na capa da Economist
E até a Economist não resistiu e mandou brasa em uma capa sobre o Google. Esperamos pelo grande dossiê que desvendaria os labirintos do Googleplex, mas, tirando um editorial como sempre brilhante, nenhuma outra informação além do que já obtivemos antes, na internet e em outros periódicos. De certa forma, quando o Google chega definitivamente ao mainstream, parece que acaba justamente sua fase de "mudar o mundo". O tom geral, até na Economist, é aquele da grande empresa que, agora, tem de sobreviver, perpetuando performances de crescimento histórico, depois de lançar suas ações na bolsa. O Google, como um universo em expansão, é provável que diminua de ritmo em algum momento e opte, no médio prazo, pelo "foco" ou mesmo pela retração. Até Eric Schmidt, o arquiteto responsável pela atual forma "tentacular" (CEO), admite à reportagem que o Google cresceu além da conta. Deveria admitir, também, que levou longe demais sua obsessão em derrotar Steve Ballmer, o número 2 da Microsoft. (Derrotou?) O fato é que o Google, o mesmo que ontem encantava a todos, hoje assusta um pouco (até a quem está dentro do Googleplex). Seu maior desafio - além de tentar contentar os acionistas - é sobreviver, conservando sua hegemonia, na chamada Web 2.0. Por isso, as aquisições estratégicas como do YouTube, a presença da sua publicidade entre a geração MySpace e algum lançamento sempre mirabolante (estilo Google Earth), tentando antecipar o futuro. Mas será que alguma empresa mantém o "monopólio" da inovação, por mais que sua cultura se preocupe com esse assunto? Faz parte da rebeldia da internet derrubar o gigante da vez - e o Google tem de tomar cuidado para não virar, de repente, Golias na mira de zilhões de Davis... [1 Comentário(s)]
>>> Who's afraid of Google?
 



Literatura >>> Deus, um delírio, de Richard Dawkins
Desde Nietzsche, provavelmente, que não se atacava Deus com tanta veemência. Nietzsche, há mais de um século, em O Anticristo, estava, conforme o título, mais preocupado com o cristianismo. Richard Dawkins mira e atira em todas as religiões, e usa a palavra "Deus" mais como uma alegoria. Com elogios rasgados de gente como Ian McEwan e Steven Pinker, Deus, um delírio é um livro efetivamente brilhante, mas avançamos nas páginas sempre nos perguntando o que Dawkins pretende com toda essa artilharia. Afinal, é bastante difícil que os fundamentalistas leiam seu livro (é mais fácil, por exemplo, condená-lo à morte em vida, como fizeram com Salman Rushdie); e o "estado religioso", dos republicanos nos EUA, é passageiro, não é? Qualquer pessoa minimamente informada sabe que toda discussão de idéias, hoje, passa pela ciência e pelos cientistas. Se ainda existe uma "vanguarda do pensamento", ela está mais inclinada para o lado dos homens de ciência do que para os humanistas puros (estes desnorteados diante da supremacia do capitalismo, do avanço das novas tecnologias e do fim de seus antigos "feudos"). Ainda assim, ainda que Deus, um delírio acerte em cheio nos argumentos, sentimos falta de um certo brilho na linguagem, de um repertório ― vá lá ― erudito e até de alguma ambição, digamos, filosófica. O grande problema em matar "Deus" (leia-se: as religiões) ― mesmo desde Nietzsche ― talvez seja colocar outra "visão de mundo", com um acabamento de séculos, no lugar. Dawkins está certo: a religião sobreviverá como mitologia apenas; mas parece que ainda não surgiu o primeiro "filósofo" desta nova era... [21 Comentário(s)]
>>> Deus, um delírio
 



Música >>> Aida, com Lorin Maazel e a Symphonica Toscanini
A ópera que vemos hoje é no cinema, ou na televisão. Trechos de ópera. Mesmo "ao vivo". Nossa atenção parece se dispersar depois de mais do que um trecho. É a "medida" exata para a nossa atual capacidade de processar sons, e até para a nossa sensibilidade musical. Então é, no mínimo, um acontecimento quando uma ópera inteira desembarca no Brasil. E é um luxo passar algumas horas no que soa como um tour de force entre orquestra, maestro, cantores, e, no presente caso, até coro. Estamos falando da apresentação da Aida, de Verdi, pela Temporada 2007 do Mozarteum Brasileiro, na Sala São Paulo, no final de agosto - sob direção de Lorin Maazel, à frente da Symphonica Toscanini, acompanhado pelo Coro del Maggio Musicale. Maazel, sempre incansável nos bons serviços prestados à música, trata de consolidar ainda mais sua Toscanini - e é, obviamente, um privilégio assisti-lo em plena ação, depois de ouvi-lo regularmente pelo rádio, numa carreira iluminada entre os maiores e as maiores do mundo. Já entre as vozes, o destaque foi, claro, para Maria Guleghina, como Aida, e para Juan Pons, como Amonasro; produzindo, ainda, um empate técnico entre Walter Fraccaro, como Radamés, e Ana Smirnova, como Amnéris. Contrariando a previsão de quem, volta e meia, prega o fim da ópera, esta manteve a capacidade de emocionar - mesmo àqueles que não conheciam profundamente os trechos, simplesmente porque a interpretação trazia sua dose particular de verdade. Sala lotada, público respeitoso, concentração até o final, palmas de satisfação. É um sinal de que a ópera ainda vive entre nós; e de que iniciativas assim devem continuar. [Comente esta Nota]
>>> Mozarteum Brasileiro
 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site
Hedra
WMF Martins Fontes
Editora Record
José Olympio
Intrínseca
Nova Fronteira
Editora Conteúdo
Companhia das Letras
Editora Perspectiva
Civilização Brasileira
Globo Livros
Cortez Editora
Madras Editora
Best Seller
Editora Francis
Bertrand Brasil
MercadoLivre
LIVROS


O SONHO DA ALDEIA DING


VIOLÊNCIA E MODERNISMO - IBSEN, JOYCE E WOOLF


NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA


PARA ESCREVER BEM


TRIO DE VÊNUS


O PROFETA DA INOVAÇÃO


POESIA BASCA


OS ÓCULOS DE HEIDEGGER


PURO


PÂNICO NA ESTRADA


CODEPENDÊNCIA NUNCA MAIS


PENSAR COMO JESUS PENSOU


A BIOGRAFIA ESPIRITUAL DE GEORGE HARRISON


ASSASSINS CREED 3 - A CRUZADA SECRETA


NÃO CONTEM COM O FIM DO LIVRO


busca | avançada
55703 visitas/dia
1,7 milhão/mês