Digestivo nº 400 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
26080 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Esquina: Conversas sobre o Centro
>>> Leilão de arte pelo contragolpe acontece amanhã na Funarte SP
>>> Caminhos da Reportagem discute o empreendedorismo em tempos de crise
>>> Leda Nagle entrevista Ney Latorraca e Ignácio de Loyola Brandão no Sem Censura
>>> Santa Cruz Shopping promove Campanha de Adoção de Cães e Gatos
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Notas confessionais de um angustiado (IV)
>>> A Imagem do Som
>>> A noite do meu bem, de Ruy Castro
>>> Quando (não) li Ana Cristina César
>>> Elon Musk
>>> Tempos de Olivia, romance de Patricia Maês
>>> Eu blogo, tu blogas?
>>> A melhor Flip
>>> Brasil em Cannes
>>> Radiohead e sua piscina em forma de lua
Colunistas
Últimos Posts
>>> Lançamento e workshop em BH
>>> Reid Hoffman por Tim Ferriss
>>> Software Programs the World
>>> Daphne Koller do Coursera
>>> The Sharing Economy
>>> Kevin Kelly por Tim Ferriss
>>> Deepak Chopra Speaker Series
>>> Nick Denton sobre Peter Thiel
>>> Bill & Melinda Gates #Code2016
>>> Elon Musk Code Conference 2016
Últimos Posts
>>> A história da canção: entrevista Paulinho Moska
>>> O chato
>>> *Black flag*, etapas da criação em GIF
>>> Amor de A, a Z - Poema
>>> Filme: Um dia Perfeito - Fernando Léon Aranoa
>>> Escrever sobre o quê?
>>> O quadro
>>> Meta linguagem nisso
>>> Muralha de 8 bits, pintura digital
>>> Individualismo do bem
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Américas Antigas, de Nicholas Saunders
>>> Cisne Negro: por uma inversão na ditadura do gozar
>>> A Arte da Entrevista
>>> Moda e modismos prêt-à-porter
>>> Questões de Honra
>>> Valsa para Bruno Stein
>>> Curriculum vitae
>>> Um estranho incidente literário
>>> Cheio de dedos
>>> 5ª MUMIA em BH
Mais Recentes
>>> Blondel e Teilhard de Chardin- Correspondência Comentada
>>> 1968- O Ano Que Não Terminou
>>> Necrotério
>>> A longa noite
>>> A quinta mulher
>>> O lobo-do-mar
>>> Restos mortais
>>> Corpo de delito
>>> O fator Scarpetta
>>> A lista
>>> Pedaço do meu coração
>>> Nas Asas do Efeito Borboleta- O Despertar do Novo Espírito Científico
>>> Perto de casa
>>> Todas as cores da escuridão
>>> Filosofia da Religião- curso moderno de filosofia
>>> 1 e 2 Timóteo, Tito, Filemon
>>> A Ordem dos Livros- Leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os séculos XIV e XVII
>>> A interpretação dos Sonhos
>>> Reflexos Condicionados, Inibição e Outros Textos
>>> Minhas memórias de Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> Los tres mosqueteros (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> A vida acidentada de um Vampirinho (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> O fantástico mistério de Feiurinha (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> Teatro e Política: Arena, Oficina e Opinião - Uma interpretação da cultura de esquerda
>>> Minervino Francisco Silva (Literatura de Cordel)
>>> Se correr o bicho pega, Se ficar o bicho come (Obra teatral)
>>> Reich 1980 - José Angelo Gaiarsa
>>> A terra dos meninos pelados - Graciliano Ramos (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> O menino do dedo verde (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> Rick e a Girafa - Carlos Drummond de Andrade (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> Darcy Ribeiro (Coleção: Pensamento Americano)
>>> José Martí (Coleção: Pensamento Americano)
>>> Cem Poemas Chineses
>>> Viejas Historias contadas hace poco tiempo (Foclore Colombiano)
>>> Genocídio Americano: A guerra do Paraguai
>>> Arte Retórica e Arte Poética - Aristóteles
>>> Correspondência de Abelardo e Heloísa
>>> Calafrios
>>> Face a Face - Ingmar Bergman
>>> Sonata de Outono - Ingmar Bergman
>>> AMACORD - Federico Fellini
>>> Alegorias do subdesenvolvimento (Cinema Novo, Tropicalismo, Cinema Marginal)
>>> Deuses, Túmulos e Sábios (O romance da arqueologia)
>>> O Supermacho - Alfred Jarry
>>> O canto do Pajé - Villa-Lobos e a música popular brasileira
>>> O diário de ZLATA - A vida de uma menina na guerra
>>> BÁBI IAR - Documentário sobre os horrores do Nazismo
>>> GRETA GARBO - Su historia
>>> Poesia Completa de JOSÉ MARTÍ (Edición Crítica) - 2 volumes
>>> Os milionários
DIGESTIVOS

Sexta-feira, 30/1/2009
Digestivo nº 400
Julio Daio Borges

+ de 1200 Acessos




Internet >>> Surf Hype, o maior blogueiro de São Paulo
Ter Robert Altman como cineasta hoje em dia é um luxo só. O homem não dá a mínima para coisas como a “viabilidade comercial” de seus filmes; despreza solenemente o público (que majoritariamente não o entende); persiste num ideal de “independência artística” (suicida e acintosa, ante a política dos grandes estúdios). Sobrevive graças à condescendência da indústria; a mais absoluta veneração da classe artística; o deslumbrar premeditado dos críticos; a curiosidade mórbida da audiência (que não cansa de se ver ridicularizada na tela grande). Essa aparente tranqüilidade, e até uma certa bonomia (que o permite produzir), terminaram conduzindo-o ao mar da acomodação. “Gosford Park” persiste no virtuosismo estético, na máxima de que Deus está nos detalhes, e na maestria do “timing”. Mas não vai além. É um mero exercício de estilo. Uma prova de que o velho capitão ainda continua no vigor de suas habilidades. Não convence, porém, aqueles que esperavam dele um passo adiante. Sim, são boas as tiradas sobre os ingleses (esnobes) e os americanos (mundanos). Claro, o diretor espreme o “cast”, extraindo de cada qual performances memoráveis (de quinze minutos cada). E, óbvio, a trama se fecha engenhosamente (apesar de desandar do meio para o final). “Gosford Park”, enfim, não compromete. Ao mesmo tempo, não acrescenta nada à cinematografia de Robert Altman. Ironicamente – ou não – conceder-lhe-á um Oscar. [2 Comentário(s)]
>>> Surf Hype, o maior blogueiro de São Paulo
 



Imprensa >>> A Democracia Traída, de Raymundo Faoro
Ter Robert Altman como cineasta hoje em dia é um luxo só. O homem não dá a mínima para coisas como a “viabilidade comercial” de seus filmes; despreza solenemente o público (que majoritariamente não o entende); persiste num ideal de “independência artística” (suicida e acintosa, ante a política dos grandes estúdios). Sobrevive graças à condescendência da indústria; a mais absoluta veneração da classe artística; o deslumbrar premeditado dos críticos; a curiosidade mórbida da audiência (que não cansa de se ver ridicularizada na tela grande). Essa aparente tranqüilidade, e até uma certa bonomia (que o permite produzir), terminaram conduzindo-o ao mar da acomodação. “Gosford Park” persiste no virtuosismo estético, na máxima de que Deus está nos detalhes, e na maestria do “timing”. Mas não vai além. É um mero exercício de estilo. Uma prova de que o velho capitão ainda continua no vigor de suas habilidades. Não convence, porém, aqueles que esperavam dele um passo adiante. Sim, são boas as tiradas sobre os ingleses (esnobes) e os americanos (mundanos). Claro, o diretor espreme o “cast”, extraindo de cada qual performances memoráveis (de quinze minutos cada). E, óbvio, a trama se fecha engenhosamente (apesar de desandar do meio para o final). “Gosford Park”, enfim, não compromete. Ao mesmo tempo, não acrescenta nada à cinematografia de Robert Altman. Ironicamente – ou não – conceder-lhe-á um Oscar. [1 Comentário(s)]
>>> A Democracia Traída
 



Além do Mais >>> São Paulo, que dá nome à nossa cidade
Ter Robert Altman como cineasta hoje em dia é um luxo só. O homem não dá a mínima para coisas como a “viabilidade comercial” de seus filmes; despreza solenemente o público (que majoritariamente não o entende); persiste num ideal de “independência artística” (suicida e acintosa, ante a política dos grandes estúdios). Sobrevive graças à condescendência da indústria; a mais absoluta veneração da classe artística; o deslumbrar premeditado dos críticos; a curiosidade mórbida da audiência (que não cansa de se ver ridicularizada na tela grande). Essa aparente tranqüilidade, e até uma certa bonomia (que o permite produzir), terminaram conduzindo-o ao mar da acomodação. “Gosford Park” persiste no virtuosismo estético, na máxima de que Deus está nos detalhes, e na maestria do “timing”. Mas não vai além. É um mero exercício de estilo. Uma prova de que o velho capitão ainda continua no vigor de suas habilidades. Não convence, porém, aqueles que esperavam dele um passo adiante. Sim, são boas as tiradas sobre os ingleses (esnobes) e os americanos (mundanos). Claro, o diretor espreme o “cast”, extraindo de cada qual performances memoráveis (de quinze minutos cada). E, óbvio, a trama se fecha engenhosamente (apesar de desandar do meio para o final). “Gosford Park”, enfim, não compromete. Ao mesmo tempo, não acrescenta nada à cinematografia de Robert Altman. Ironicamente – ou não – conceder-lhe-á um Oscar. [1 Comentário(s)]
>>> São Paulo, 455 anos
 

 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




REFLEXIONES DEL ACTOR - LOUIS JOUVET
LOUIS JOUVET
EDITORIAL PSIQUE
(1956)
+ frete grátis



AMANHÃ 2-O SILÊNCIO DA NOITE
JOHN MARDSEN
FUNDAMENTO
(2009)
+ frete grátis



TRATADO DA CONFORMIDADE COM A VONTADE DE DEUS
SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO
NEBLI
(2015)
+ frete grátis



CURA DAS FERIDAS DO DIVÓRCIO
BARBARA LEAHY SHLEMON
RABONI
(1995)
+ frete grátis



AS SANDÁLIAS DO PESCADOR
MORRIS WEST
ABRIL
(1981)
+ frete grátis



MAIGRET E OS HIOMENS DE BEM
GEORGES SIMENON
NOVA FRONTEIRA
(2006)
+ frete grátis



OVELHA OU PROTAGONISTA- A IGREJA E A NOVA AUTONOMIA DO LAICATO NO SÉCULO 21
RENOLD BLANK
PAULUS
(2006)
+ frete grátis



A VELA DO DEMÔNIO
KARIN FOSSUM
SUMA DE LETRAS
(2012)
+ frete grátis



O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO (VOLUME DOIS DA SÉRIE O MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS)
DOUGLAS ADAMS
SEXTANTE
(2009)
+ frete grátis



GESTALT-TERAPIA EXPLICADA-GESTALT-THERAPY VERBATIM
FREDERICK S. PERLS
SUMMUS
(1977)
+ frete grátis





busca | avançada
26080 visitas/dia
1,0 milhão/mês