Digestivo nº 400 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
26083 visitas/dia
757 mil/mês
Mais Recentes
>>> Teatro do Incêndio realiza encontro com Os Favoritos da Catira e Samba de Umbigada
>>> Cozinha prática: Miyoko Schinner lança guia para preparar e armazenar ingredientes básicos veganos
>>> Tordesilhas traz ao Brasil "As Invernas" prestigiado romance espanhol que mescla gêneros literários
>>> Monahyr Campos no Sarau do Ó
>>> Últimas vagas para oficinas gratuitas de música e ballet em Horizontina
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Revolusséries
>>> Mais espetáculo que arte
>>> Thoreau, Mariátegui e a experiência americana
>>> Meu querido aeroporto #sqn
>>> Essas moças de mil bocas
>>> Como uma Resenha de 'Como um Romance'
>>> Quem é mesmo massa de manobra?
>>> Imprimam - e repensem - suas fotografias
>>> Um Cântico para Rimbaud, de Lúcia Bettencourt
>>> Longa vida à fotografia
Colunistas
Últimos Posts
>>> Fórum de revisores de textos
>>> Temporada 3 Leve um Livro
>>> Suplemento Literário 50 anos
>>> Ajudando um amigo
>>> Ebook gratuito
>>> Poesia para jovens
>>> Nirvana pra todos os gostos
>>> Diego Reeberg, do Catarse
>>> Ed Catmull por Jason Calacanis
>>> Lançamento e workshop em BH
Últimos Posts
>>> Convite para as coisas que não aconteceram
>>> Faca de estrelas
>>> Estalactites
>>> A economia que a politicagem comeu
>>> "Duas Ninfas", processo de criação da pintura
>>> Se correr o bicho pega. Se ficar o bicho come...
>>> Suores
>>> DOIS POEMETOS E UM SONETO INÉDITO
>>> O encontro improvavel
>>> Trêmulo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O chamado de Cthulhu
>>> Harry Potter e o Gladiador
>>> Felicidade: reflexões de Eduardo Giannetti
>>> Michael Moore e o grande mentecapto
>>> Fabio Weintraub, poesia em queda livre
>>> O futuro do jornalismo
>>> Moinho de sonhos
>>> São Paulo: veneno antimonotonia
>>> As lições de Jack Bauer
>>> Kleztival: celebrando a música judaica
Mais Recentes
>>> Pretinha, Eu?
>>> O Vale das Utopias
>>> História de Mulheres na Bíblia
>>> O Poder da Oração no Casamento
>>> Para entender a versificação espanhola e gostar dela
>>> Comédias Para se Ler na Escola
>>> Municipalização do ensino no Brasil (novo)
>>> A Chama Viva do Amor- A Festa do Espírito Santo
>>> Os princípios de liderança de Jack Welch
>>> O manual do novo gerente
>>> Bórgia: o poder e o incesto
>>> Bórgia: tudo é vaidade
>>> Bórgia: as chamas da fogueira
>>> Bórgia: sangue para o Papa
>>> The walking dead
>>> Como fazer amgos e influenciar pessoas na era digital
>>> Os milionários do Gênesis
>>> Brasil: 100 comentários
>>> Era uma vez uma empresa
>>> Como se tornar um lider servidor
>>> O homem mais rico da Babilônia
>>> A arte de ganhar dinheiro
>>> Um bom professor faz toda a diferença
>>> Os segredos da mente milionária
>>> Casais inteligentes enriquecem juntos
>>> Sonho Grande
>>> Os cães nunca deixam de amar
>>> O maior vendedor do mundo
>>> Economia e espiritualidade
>>> O milionário Moisés
>>> Design Thinking
>>> A estratégia do oceano azul
>>> Mais esperto que o diabo
>>> O milionário Josué
>>> Psicologia Econômica
>>> Monstros e monstrengos do Brasil
>>> Decifrando o Enigma do Eu-Em busca da Autodescoberta
>>> O Espírito do Xamanismo- Uma visão contemporânea de uma Tradição milenar
>>> A Palavra Sagrada para o Reavivamento Matinal
>>> O Santíssimo Nome de Jesus
>>> Viverás em Mim
>>> Vinde, Ó Espírito de Deus
>>> O tapete do rei Salomão
>>> Como ler o Livro dos Salmos -Espelho da Vida do Povo
>>> Parapsicologia Hoje e Amanhã
>>> Conversas no Adro da Igreja
>>> A Palavra e o Espírito
>>> O Profeta
>>> As Brumas de Avalon- A grande rainha - Livro 2
>>> Unidos para sempre
DIGESTIVOS

Sexta-feira, 30/1/2009
Digestivo nº 400
Julio Daio Borges

+ de 1300 Acessos




Internet >>> Surf Hype, o maior blogueiro de São Paulo
Ter Robert Altman como cineasta hoje em dia é um luxo só. O homem não dá a mínima para coisas como a “viabilidade comercial” de seus filmes; despreza solenemente o público (que majoritariamente não o entende); persiste num ideal de “independência artística” (suicida e acintosa, ante a política dos grandes estúdios). Sobrevive graças à condescendência da indústria; a mais absoluta veneração da classe artística; o deslumbrar premeditado dos críticos; a curiosidade mórbida da audiência (que não cansa de se ver ridicularizada na tela grande). Essa aparente tranqüilidade, e até uma certa bonomia (que o permite produzir), terminaram conduzindo-o ao mar da acomodação. “Gosford Park” persiste no virtuosismo estético, na máxima de que Deus está nos detalhes, e na maestria do “timing”. Mas não vai além. É um mero exercício de estilo. Uma prova de que o velho capitão ainda continua no vigor de suas habilidades. Não convence, porém, aqueles que esperavam dele um passo adiante. Sim, são boas as tiradas sobre os ingleses (esnobes) e os americanos (mundanos). Claro, o diretor espreme o “cast”, extraindo de cada qual performances memoráveis (de quinze minutos cada). E, óbvio, a trama se fecha engenhosamente (apesar de desandar do meio para o final). “Gosford Park”, enfim, não compromete. Ao mesmo tempo, não acrescenta nada à cinematografia de Robert Altman. Ironicamente – ou não – conceder-lhe-á um Oscar. [2 Comentário(s)]
>>> Surf Hype, o maior blogueiro de São Paulo
 



Imprensa >>> A Democracia Traída, de Raymundo Faoro
Ter Robert Altman como cineasta hoje em dia é um luxo só. O homem não dá a mínima para coisas como a “viabilidade comercial” de seus filmes; despreza solenemente o público (que majoritariamente não o entende); persiste num ideal de “independência artística” (suicida e acintosa, ante a política dos grandes estúdios). Sobrevive graças à condescendência da indústria; a mais absoluta veneração da classe artística; o deslumbrar premeditado dos críticos; a curiosidade mórbida da audiência (que não cansa de se ver ridicularizada na tela grande). Essa aparente tranqüilidade, e até uma certa bonomia (que o permite produzir), terminaram conduzindo-o ao mar da acomodação. “Gosford Park” persiste no virtuosismo estético, na máxima de que Deus está nos detalhes, e na maestria do “timing”. Mas não vai além. É um mero exercício de estilo. Uma prova de que o velho capitão ainda continua no vigor de suas habilidades. Não convence, porém, aqueles que esperavam dele um passo adiante. Sim, são boas as tiradas sobre os ingleses (esnobes) e os americanos (mundanos). Claro, o diretor espreme o “cast”, extraindo de cada qual performances memoráveis (de quinze minutos cada). E, óbvio, a trama se fecha engenhosamente (apesar de desandar do meio para o final). “Gosford Park”, enfim, não compromete. Ao mesmo tempo, não acrescenta nada à cinematografia de Robert Altman. Ironicamente – ou não – conceder-lhe-á um Oscar. [1 Comentário(s)]
>>> A Democracia Traída
 



Além do Mais >>> São Paulo, que dá nome à nossa cidade
Ter Robert Altman como cineasta hoje em dia é um luxo só. O homem não dá a mínima para coisas como a “viabilidade comercial” de seus filmes; despreza solenemente o público (que majoritariamente não o entende); persiste num ideal de “independência artística” (suicida e acintosa, ante a política dos grandes estúdios). Sobrevive graças à condescendência da indústria; a mais absoluta veneração da classe artística; o deslumbrar premeditado dos críticos; a curiosidade mórbida da audiência (que não cansa de se ver ridicularizada na tela grande). Essa aparente tranqüilidade, e até uma certa bonomia (que o permite produzir), terminaram conduzindo-o ao mar da acomodação. “Gosford Park” persiste no virtuosismo estético, na máxima de que Deus está nos detalhes, e na maestria do “timing”. Mas não vai além. É um mero exercício de estilo. Uma prova de que o velho capitão ainda continua no vigor de suas habilidades. Não convence, porém, aqueles que esperavam dele um passo adiante. Sim, são boas as tiradas sobre os ingleses (esnobes) e os americanos (mundanos). Claro, o diretor espreme o “cast”, extraindo de cada qual performances memoráveis (de quinze minutos cada). E, óbvio, a trama se fecha engenhosamente (apesar de desandar do meio para o final). “Gosford Park”, enfim, não compromete. Ao mesmo tempo, não acrescenta nada à cinematografia de Robert Altman. Ironicamente – ou não – conceder-lhe-á um Oscar. [1 Comentário(s)]
>>> São Paulo, 455 anos
 

 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




HISTÓRIA DE MULHERES NA BÍBLIA
EVA MUNDLEIN
SBB
(2017)
R$ 8,00



REVISTA CIÊNCIA E CULTURA VOLUME 26 - Nº 12
VÁRIOS
SBPC
(1974)
R$ 10,00



QUANDO O ESPÍRITO VEM COM PODER- SINAIS E MARAVILHAS ENTRE O POVO DE DEUS
JOHN WHITE
ABU
(1998)
R$ 28,70



VANISH
TOM PAWLIK
TYNDALE HOUSE PUBLISHERS
(2008)
R$ 49,00



TRÁFEGO - TEORIA E APLICAÇÕES
SEBASTIÃO MÁRCIO CARDOSO GOMES
MCGRAW-HILL
(2017)
R$ 6,00



O FUTURO DA DEMOCRACIA - 7ª EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA
NORBERTO BOBBIO
PAZ / TERRA
(2000)
R$ 9,90



UMA QUESTÃO DE AMOR - ROMANCE ENTRE MULHERES
SAXON BENNETT
GLS
(2000)
R$ 15,00



O PÁSSARO AZUL - MAURICE MAETERLINCK (TEATRO BELGA)
MAURICE MAETERLINCK
DELTA
(1962)
R$ 10,00



PCN PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS VOLUME 4 CIENCIAS NATURAIS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(2001)
R$ 12,00



COLMÉIA MAÇÔNICA EM PROSA E VERSO
ANE LISE FURLAN
VELOSO
(2016)
R$ 27,00
+ frete grátis





busca | avançada
26083 visitas/dia
757 mil/mês