Digestivo nº 449 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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Sexta-feira, 15/1/2010
Digestivo nº 449
Julio Daio Borges

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Literatura >>> Literatura em 2009
Nem só de arte moderna vive o Mam. No último dia 23, lançou uma coletânea de música eletrônica intitulada “Cafémamsp”. É a tal da “lounge music”, que hoje está em toda parte: desde desfiles de moda até eventos de decoração; desde festas descoladas até comerciais de televisão; desde reuniões de amigos até vitrines de lojas. Eduardo Muszkat, responsável pela compilação, define-a como “adequada para criar o ambiente de algum tipo de encontro social”. O fato é que os DJs deram os primeiros passos no sentido da homogeneização dos gêneros e dos ritmos já nas últimas décadas do século XX. O que houve, então, foi um fenômeno que embala expoentes da criação musical no mundo, acomodando-os dentro de um pacote “eletrônico” palatável e identificável ao redor do globo. Assim, a Bossa Nova não soa tão Bossa Nova; nem o Tango soa tão Tango; nem o Samba Rock soa tão Samba Rock. Aparadas as arestas “regionais” e realçados os aspectos “universalistas”, chega-se a um concentrado que basicamente repete um leitmotiv, como num slogan publicitário. É a globalização chegando à música. Antes que se levantem os dedos em riste, é preciso afirmar que a discussão crítica já passou da hora: a “lounge music” está sendo consumida, digerida e regurgitada por jovens de espírito no planeta inteiro. Espera-se, logicamente, que desperte o interesse pela produção brasileira; afinal, o Brasil é manancial que abastece toda esse multidão de remixes, samplers e remasters (vide Bebel “Tanto Tempo” Gilberto e Jorge “Mas, Que Nada!” Ben Jor). Na seleta do Mam, os compatriotas: Suba, BPM e Kau; os alemães: Dissidenten e Mo’Horizons; os franceses: Laurent Garnier, The Youngsters, Alexkid e Llorca; e o italiano: Nicola Conte. É ouvir e participar da nova ordem cósmica. [Comente esta Nota]
>>> Mais Literatura
 



Música >>> Música em 2009
Nem só de arte moderna vive o Mam. No último dia 23, lançou uma coletânea de música eletrônica intitulada “Cafémamsp”. É a tal da “lounge music”, que hoje está em toda parte: desde desfiles de moda até eventos de decoração; desde festas descoladas até comerciais de televisão; desde reuniões de amigos até vitrines de lojas. Eduardo Muszkat, responsável pela compilação, define-a como “adequada para criar o ambiente de algum tipo de encontro social”. O fato é que os DJs deram os primeiros passos no sentido da homogeneização dos gêneros e dos ritmos já nas últimas décadas do século XX. O que houve, então, foi um fenômeno que embala expoentes da criação musical no mundo, acomodando-os dentro de um pacote “eletrônico” palatável e identificável ao redor do globo. Assim, a Bossa Nova não soa tão Bossa Nova; nem o Tango soa tão Tango; nem o Samba Rock soa tão Samba Rock. Aparadas as arestas “regionais” e realçados os aspectos “universalistas”, chega-se a um concentrado que basicamente repete um leitmotiv, como num slogan publicitário. É a globalização chegando à música. Antes que se levantem os dedos em riste, é preciso afirmar que a discussão crítica já passou da hora: a “lounge music” está sendo consumida, digerida e regurgitada por jovens de espírito no planeta inteiro. Espera-se, logicamente, que desperte o interesse pela produção brasileira; afinal, o Brasil é manancial que abastece toda esse multidão de remixes, samplers e remasters (vide Bebel “Tanto Tempo” Gilberto e Jorge “Mas, Que Nada!” Ben Jor). Na seleta do Mam, os compatriotas: Suba, BPM e Kau; os alemães: Dissidenten e Mo’Horizons; os franceses: Laurent Garnier, The Youngsters, Alexkid e Llorca; e o italiano: Nicola Conte. É ouvir e participar da nova ordem cósmica. [Comente esta Nota]
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Cinema >>> Cinema em 2009
Nem só de arte moderna vive o Mam. No último dia 23, lançou uma coletânea de música eletrônica intitulada “Cafémamsp”. É a tal da “lounge music”, que hoje está em toda parte: desde desfiles de moda até eventos de decoração; desde festas descoladas até comerciais de televisão; desde reuniões de amigos até vitrines de lojas. Eduardo Muszkat, responsável pela compilação, define-a como “adequada para criar o ambiente de algum tipo de encontro social”. O fato é que os DJs deram os primeiros passos no sentido da homogeneização dos gêneros e dos ritmos já nas últimas décadas do século XX. O que houve, então, foi um fenômeno que embala expoentes da criação musical no mundo, acomodando-os dentro de um pacote “eletrônico” palatável e identificável ao redor do globo. Assim, a Bossa Nova não soa tão Bossa Nova; nem o Tango soa tão Tango; nem o Samba Rock soa tão Samba Rock. Aparadas as arestas “regionais” e realçados os aspectos “universalistas”, chega-se a um concentrado que basicamente repete um leitmotiv, como num slogan publicitário. É a globalização chegando à música. Antes que se levantem os dedos em riste, é preciso afirmar que a discussão crítica já passou da hora: a “lounge music” está sendo consumida, digerida e regurgitada por jovens de espírito no planeta inteiro. Espera-se, logicamente, que desperte o interesse pela produção brasileira; afinal, o Brasil é manancial que abastece toda esse multidão de remixes, samplers e remasters (vide Bebel “Tanto Tempo” Gilberto e Jorge “Mas, Que Nada!” Ben Jor). Na seleta do Mam, os compatriotas: Suba, BPM e Kau; os alemães: Dissidenten e Mo’Horizons; os franceses: Laurent Garnier, The Youngsters, Alexkid e Llorca; e o italiano: Nicola Conte. É ouvir e participar da nova ordem cósmica. [2 Comentário(s)]
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Julio Daio Borges
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