Digestivo nº 461 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Quinta-feira, 29/4/2010
Digestivo nº 461
Julio Daio Borges

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Imprensa >>> E o iPad não salvou os jornais e as revistas...
A Cult, antes a publicação onde os acadêmicos da USP divulgavam o resumo de suas teses, depois da aquisição pela Editora 17 (gestão Daysi Bregantini), vem conquistando seu lugar ao sol das bancas de revista. Manuel da Costa Pinto, o heróico fundador, permanece na direção do periódico, mas o agente catalisador dessa “renovação” tem sido, fica claro, Luís Antônio Giron, um dos pais do legendário Caderno Fim de Semana, da Gazeta Mercantil. Giron assina, neste mês de junho, a reportagem de capa (primeira na história da Cult): “Crepúsculo dos Gramáticos”. Nela, fomenta a discussão que está na iminência de acontecer (mas que todos os lados desejam evitar): por que, de repente, os guardiões da inculta e bela saíram de cena? e por que, também de repente, fomos invadidos pelos consultores, pelos apresentadores de tevê e pelos professores de cursinho? A contenda obviamente gira em torno de duas figuras-chave: Pasquale Cipro Neto (o eterno “darling” da mídia letrada, de quem Giron colheu depoimentos) e Evanildo Cavalcante Bechara (o último bastião do português castiço, de quem se tem uma entrevista). Para completar a paisagem, há ainda a injunção dos revisores e copidesques dos grandes jornais que, graças a seus manuais de redação (num País cujo ensino público e privado anda à beira da indigência), converteram-se nos derradeiros oráculos do que é “certo” e do que é “errado”. Como se não bastassem os galicismos (seculares), os anglicismos (turbinados pela era da informática), as aberrações (vide “gerundismo”) e as arbitrariedades (vide Folha de S. Paulo, que aboliu o uso do trema), o idioma luso-português viu-se retalhado em feudos, onde os senhores têm poder de vida e de morte sobre seus vassalos. Que a intelligentsia local silencie a esse respeito, não é fato que configure propriamente uma novidade. Que a Cult traga à baila esse assunto é sinal de que, apesar dos pesares, alguém ainda se importa. [1 Comentário(s)]
>>> Google's Chief Economist: The iPad Is Not Going To Save Newspapers
 



Literatura >>> Chá das Cinco com o Vampiro, de Miguel Sanches Neto
A Cult, antes a publicação onde os acadêmicos da USP divulgavam o resumo de suas teses, depois da aquisição pela Editora 17 (gestão Daysi Bregantini), vem conquistando seu lugar ao sol das bancas de revista. Manuel da Costa Pinto, o heróico fundador, permanece na direção do periódico, mas o agente catalisador dessa “renovação” tem sido, fica claro, Luís Antônio Giron, um dos pais do legendário Caderno Fim de Semana, da Gazeta Mercantil. Giron assina, neste mês de junho, a reportagem de capa (primeira na história da Cult): “Crepúsculo dos Gramáticos”. Nela, fomenta a discussão que está na iminência de acontecer (mas que todos os lados desejam evitar): por que, de repente, os guardiões da inculta e bela saíram de cena? e por que, também de repente, fomos invadidos pelos consultores, pelos apresentadores de tevê e pelos professores de cursinho? A contenda obviamente gira em torno de duas figuras-chave: Pasquale Cipro Neto (o eterno “darling” da mídia letrada, de quem Giron colheu depoimentos) e Evanildo Cavalcante Bechara (o último bastião do português castiço, de quem se tem uma entrevista). Para completar a paisagem, há ainda a injunção dos revisores e copidesques dos grandes jornais que, graças a seus manuais de redação (num País cujo ensino público e privado anda à beira da indigência), converteram-se nos derradeiros oráculos do que é “certo” e do que é “errado”. Como se não bastassem os galicismos (seculares), os anglicismos (turbinados pela era da informática), as aberrações (vide “gerundismo”) e as arbitrariedades (vide Folha de S. Paulo, que aboliu o uso do trema), o idioma luso-português viu-se retalhado em feudos, onde os senhores têm poder de vida e de morte sobre seus vassalos. Que a intelligentsia local silencie a esse respeito, não é fato que configure propriamente uma novidade. Que a Cult traga à baila esse assunto é sinal de que, apesar dos pesares, alguém ainda se importa. [Comente esta Nota]
>>> Chá das Cinco com o Vampiro | Blog do Livro
 



Cinema >>> Coco antes de Chanel, com Audrey Tautou
A Cult, antes a publicação onde os acadêmicos da USP divulgavam o resumo de suas teses, depois da aquisição pela Editora 17 (gestão Daysi Bregantini), vem conquistando seu lugar ao sol das bancas de revista. Manuel da Costa Pinto, o heróico fundador, permanece na direção do periódico, mas o agente catalisador dessa “renovação” tem sido, fica claro, Luís Antônio Giron, um dos pais do legendário Caderno Fim de Semana, da Gazeta Mercantil. Giron assina, neste mês de junho, a reportagem de capa (primeira na história da Cult): “Crepúsculo dos Gramáticos”. Nela, fomenta a discussão que está na iminência de acontecer (mas que todos os lados desejam evitar): por que, de repente, os guardiões da inculta e bela saíram de cena? e por que, também de repente, fomos invadidos pelos consultores, pelos apresentadores de tevê e pelos professores de cursinho? A contenda obviamente gira em torno de duas figuras-chave: Pasquale Cipro Neto (o eterno “darling” da mídia letrada, de quem Giron colheu depoimentos) e Evanildo Cavalcante Bechara (o último bastião do português castiço, de quem se tem uma entrevista). Para completar a paisagem, há ainda a injunção dos revisores e copidesques dos grandes jornais que, graças a seus manuais de redação (num País cujo ensino público e privado anda à beira da indigência), converteram-se nos derradeiros oráculos do que é “certo” e do que é “errado”. Como se não bastassem os galicismos (seculares), os anglicismos (turbinados pela era da informática), as aberrações (vide “gerundismo”) e as arbitrariedades (vide Folha de S. Paulo, que aboliu o uso do trema), o idioma luso-português viu-se retalhado em feudos, onde os senhores têm poder de vida e de morte sobre seus vassalos. Que a intelligentsia local silencie a esse respeito, não é fato que configure propriamente uma novidade. Que a Cult traga à baila esse assunto é sinal de que, apesar dos pesares, alguém ainda se importa. [Comente esta Nota]
>>> Coco antes de Chanel
 



Literatura >>> Franz Kafka, por Louis Begley
A Cult, antes a publicação onde os acadêmicos da USP divulgavam o resumo de suas teses, depois da aquisição pela Editora 17 (gestão Daysi Bregantini), vem conquistando seu lugar ao sol das bancas de revista. Manuel da Costa Pinto, o heróico fundador, permanece na direção do periódico, mas o agente catalisador dessa “renovação” tem sido, fica claro, Luís Antônio Giron, um dos pais do legendário Caderno Fim de Semana, da Gazeta Mercantil. Giron assina, neste mês de junho, a reportagem de capa (primeira na história da Cult): “Crepúsculo dos Gramáticos”. Nela, fomenta a discussão que está na iminência de acontecer (mas que todos os lados desejam evitar): por que, de repente, os guardiões da inculta e bela saíram de cena? e por que, também de repente, fomos invadidos pelos consultores, pelos apresentadores de tevê e pelos professores de cursinho? A contenda obviamente gira em torno de duas figuras-chave: Pasquale Cipro Neto (o eterno “darling” da mídia letrada, de quem Giron colheu depoimentos) e Evanildo Cavalcante Bechara (o último bastião do português castiço, de quem se tem uma entrevista). Para completar a paisagem, há ainda a injunção dos revisores e copidesques dos grandes jornais que, graças a seus manuais de redação (num País cujo ensino público e privado anda à beira da indigência), converteram-se nos derradeiros oráculos do que é “certo” e do que é “errado”. Como se não bastassem os galicismos (seculares), os anglicismos (turbinados pela era da informática), as aberrações (vide “gerundismo”) e as arbitrariedades (vide Folha de S. Paulo, que aboliu o uso do trema), o idioma luso-português viu-se retalhado em feudos, onde os senhores têm poder de vida e de morte sobre seus vassalos. Que a intelligentsia local silencie a esse respeito, não é fato que configure propriamente uma novidade. Que a Cult traga à baila esse assunto é sinal de que, apesar dos pesares, alguém ainda se importa. [Comente esta Nota]
>>> O mundo prodigioso que tenho na cabeça
 

 
Julio Daio Borges
Editor

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