Digestivo nº 461 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
35394 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Espetáculo 'As Filhas da Mãe' completa 35 anos.
>>> Bloco Fogo e Paixão faz a festa na Zona Portuária
>>> Papo Astral: guia astrológico para o leitor se conhecer melhor
>>> JORNALISTA REESCREVE CONTOS DE FADAS À BRASILEIRA
>>> Aspirando & Expelindo
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Os Doze Trabalhos de Mónika. 9. Um Cacho de Banana
>>> Os Doze Trabalhos de Mónika. 8.Heroes of the World
>>> Os Doze Trabalhos de Mónika. 7. Um Senador
>>> Os Doze Trabalhos de Mónika. 6. Nas Asas da Panair
>>> Como se me fumasse: Mirisola e a literatura do mal
>>> Os Doze Trabalhos de Mónika. 5. Um Certo Batitsky
>>> A vida dos pardais e outros esquisitos pássaros
>>> Blockchain Revolution, o livro - ou: blockchain(s)
>>> Bates Motel, o fim do princípio
>>> Bruta manutenção urbana
Colunistas
Últimos Posts
>>> Jeff Bezos é o mais rico
>>> Stayin' Alive 2017
>>> Mehmari e os 75 anos de Gil
>>> Cornell e o Alice Mudgarden
>>> Leve um Livro e Sarau Leve
>>> Pulga na praça
>>> No Metrópolis, da TV Cultura
>>> Fórum de revisores de textos
>>> Temporada 3 Leve um Livro
>>> Suplemento Literário 50 anos
Últimos Posts
>>> O preço
>>> Você já atualizou sua história hoje?
>>> Sorvedouro
>>> Reter ou não reter
>>> O Peregrino
>>> Sismógrafos
>>> La ansiedad
>>> Barrados no baile
>>> Fluxogramas
>>> Fio de Eros II
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Preparar Para o Impacto
>>> Cultura pop
>>> O Paciente Steve, de Sam Lipsyte
>>> Deus não é Grande, de Christopher Hitchens
>>> Para pecar, vá de manga
>>> Para pecar, vá de manga
>>> Samba da benção
>>> A ilusão da alma, de Eduardo Giannetti
>>> Do maior e do melhor
>>> Eumeswil, de Ernst Jünger
Mais Recentes
>>> A odisséia da vida
>>> Napoleão Ataca Outra Vez
>>> Artemis Fowl - O Menino Prodígio Do Crime
>>> Atrás do espelho
>>> Como Gerenciar Seu Chefe
>>> 60 Verdades para administrar sua carreira
>>> Nana Nenê
>>> A Vendeta
>>> A República
>>> Escola Preparatória de Piano Op. 101
>>> Japonês o melhor guia de conversação
>>> 1º Centenário da Morte de Chopin
>>> Japonês Português expressões idiomáticas
>>> Aprender a viver filosofia para os novos tempos
>>> Quem mexeu no meu dinheiro ?
>>> Todos os nomes do mundo
>>> Jack definitivo segredos do executivo do século
>>> Pitágoras- Português- livro 10
>>> O Falso Câncer
>>> Os Pulmões e a Respiração
>>> Oomoto- A Vida de Nao e Onisaburo Deguchi
>>> Crime e Castigo - Dostoiévski (Literatura Russa)
>>> Viagem ao céu/O saci - Monteiro Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> Histórias de Tia Nastácia - Monteiro Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> Fábulas - Monteiro Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> A chave do tamanho - Monteiro Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> O poço do visconde - Monteiro Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> História do mundo para crianças - Monteiro Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> Caçadas de Pedrinho/Hans Staden - Monteiro Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> A reforma da natureza/O minotauro - Monteiro Lobato (Literatura Infanto-Juvenil)
>>> Soluções positivas da Política Brasileira - Pereira Barreto (Política)
>>> Avaliação do Doente - Coleção Modernas Técnicas de Enfermagem
>>> Solo de clarineta
>>> O romance das equações algébricas. A história da Álgebra.
>>> Proteger e Defender
>>> Revolta em 2100
>>> A justiça de Caim
>>> Mulheres que atraem os homens e mulheres que os afastam
>>> O Ateneu
>>> Uma Breve História do Mundo
>>> Saga Crepúsculo - Com 5 Livros (Português) Capa Comum - Box set, 1 jan 2013
>>> 1822 - Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil - um país que tinha tudo pra dar errado.
>>> 1889 - Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil
>>> A Coroa, a Cruz e a Espada - Lei, ordem e corrupção no Brasil
>>> Capitães do Brasil - A saga dos colonizadores
>>> Náufragos, Traficantes e Degredados - As primeiras expedições ao Brasil
>>> A Viagem do Descobrimento - Um olhar sobre a expedição de Cabral
>>> História do medo no Ocidente 1300-1800. Uma cidade sitiada
>>> Virginia Woolf - Uma Biografia
>>> Histórias para assustar o Mão Branca
DIGESTIVOS

Quinta-feira, 29/4/2010
Digestivo nº 461
Julio Daio Borges

+ de 2000 Acessos




Imprensa >>> E o iPad não salvou os jornais e as revistas...
A Cult, antes a publicação onde os acadêmicos da USP divulgavam o resumo de suas teses, depois da aquisição pela Editora 17 (gestão Daysi Bregantini), vem conquistando seu lugar ao sol das bancas de revista. Manuel da Costa Pinto, o heróico fundador, permanece na direção do periódico, mas o agente catalisador dessa “renovação” tem sido, fica claro, Luís Antônio Giron, um dos pais do legendário Caderno Fim de Semana, da Gazeta Mercantil. Giron assina, neste mês de junho, a reportagem de capa (primeira na história da Cult): “Crepúsculo dos Gramáticos”. Nela, fomenta a discussão que está na iminência de acontecer (mas que todos os lados desejam evitar): por que, de repente, os guardiões da inculta e bela saíram de cena? e por que, também de repente, fomos invadidos pelos consultores, pelos apresentadores de tevê e pelos professores de cursinho? A contenda obviamente gira em torno de duas figuras-chave: Pasquale Cipro Neto (o eterno “darling” da mídia letrada, de quem Giron colheu depoimentos) e Evanildo Cavalcante Bechara (o último bastião do português castiço, de quem se tem uma entrevista). Para completar a paisagem, há ainda a injunção dos revisores e copidesques dos grandes jornais que, graças a seus manuais de redação (num País cujo ensino público e privado anda à beira da indigência), converteram-se nos derradeiros oráculos do que é “certo” e do que é “errado”. Como se não bastassem os galicismos (seculares), os anglicismos (turbinados pela era da informática), as aberrações (vide “gerundismo”) e as arbitrariedades (vide Folha de S. Paulo, que aboliu o uso do trema), o idioma luso-português viu-se retalhado em feudos, onde os senhores têm poder de vida e de morte sobre seus vassalos. Que a intelligentsia local silencie a esse respeito, não é fato que configure propriamente uma novidade. Que a Cult traga à baila esse assunto é sinal de que, apesar dos pesares, alguém ainda se importa. [1 Comentário(s)]
>>> Google's Chief Economist: The iPad Is Not Going To Save Newspapers
 



Literatura >>> Chá das Cinco com o Vampiro, de Miguel Sanches Neto
A Cult, antes a publicação onde os acadêmicos da USP divulgavam o resumo de suas teses, depois da aquisição pela Editora 17 (gestão Daysi Bregantini), vem conquistando seu lugar ao sol das bancas de revista. Manuel da Costa Pinto, o heróico fundador, permanece na direção do periódico, mas o agente catalisador dessa “renovação” tem sido, fica claro, Luís Antônio Giron, um dos pais do legendário Caderno Fim de Semana, da Gazeta Mercantil. Giron assina, neste mês de junho, a reportagem de capa (primeira na história da Cult): “Crepúsculo dos Gramáticos”. Nela, fomenta a discussão que está na iminência de acontecer (mas que todos os lados desejam evitar): por que, de repente, os guardiões da inculta e bela saíram de cena? e por que, também de repente, fomos invadidos pelos consultores, pelos apresentadores de tevê e pelos professores de cursinho? A contenda obviamente gira em torno de duas figuras-chave: Pasquale Cipro Neto (o eterno “darling” da mídia letrada, de quem Giron colheu depoimentos) e Evanildo Cavalcante Bechara (o último bastião do português castiço, de quem se tem uma entrevista). Para completar a paisagem, há ainda a injunção dos revisores e copidesques dos grandes jornais que, graças a seus manuais de redação (num País cujo ensino público e privado anda à beira da indigência), converteram-se nos derradeiros oráculos do que é “certo” e do que é “errado”. Como se não bastassem os galicismos (seculares), os anglicismos (turbinados pela era da informática), as aberrações (vide “gerundismo”) e as arbitrariedades (vide Folha de S. Paulo, que aboliu o uso do trema), o idioma luso-português viu-se retalhado em feudos, onde os senhores têm poder de vida e de morte sobre seus vassalos. Que a intelligentsia local silencie a esse respeito, não é fato que configure propriamente uma novidade. Que a Cult traga à baila esse assunto é sinal de que, apesar dos pesares, alguém ainda se importa. [Comente esta Nota]
>>> Chá das Cinco com o Vampiro | Blog do Livro
 



Cinema >>> Coco antes de Chanel, com Audrey Tautou
A Cult, antes a publicação onde os acadêmicos da USP divulgavam o resumo de suas teses, depois da aquisição pela Editora 17 (gestão Daysi Bregantini), vem conquistando seu lugar ao sol das bancas de revista. Manuel da Costa Pinto, o heróico fundador, permanece na direção do periódico, mas o agente catalisador dessa “renovação” tem sido, fica claro, Luís Antônio Giron, um dos pais do legendário Caderno Fim de Semana, da Gazeta Mercantil. Giron assina, neste mês de junho, a reportagem de capa (primeira na história da Cult): “Crepúsculo dos Gramáticos”. Nela, fomenta a discussão que está na iminência de acontecer (mas que todos os lados desejam evitar): por que, de repente, os guardiões da inculta e bela saíram de cena? e por que, também de repente, fomos invadidos pelos consultores, pelos apresentadores de tevê e pelos professores de cursinho? A contenda obviamente gira em torno de duas figuras-chave: Pasquale Cipro Neto (o eterno “darling” da mídia letrada, de quem Giron colheu depoimentos) e Evanildo Cavalcante Bechara (o último bastião do português castiço, de quem se tem uma entrevista). Para completar a paisagem, há ainda a injunção dos revisores e copidesques dos grandes jornais que, graças a seus manuais de redação (num País cujo ensino público e privado anda à beira da indigência), converteram-se nos derradeiros oráculos do que é “certo” e do que é “errado”. Como se não bastassem os galicismos (seculares), os anglicismos (turbinados pela era da informática), as aberrações (vide “gerundismo”) e as arbitrariedades (vide Folha de S. Paulo, que aboliu o uso do trema), o idioma luso-português viu-se retalhado em feudos, onde os senhores têm poder de vida e de morte sobre seus vassalos. Que a intelligentsia local silencie a esse respeito, não é fato que configure propriamente uma novidade. Que a Cult traga à baila esse assunto é sinal de que, apesar dos pesares, alguém ainda se importa. [Comente esta Nota]
>>> Coco antes de Chanel
 



Literatura >>> Franz Kafka, por Louis Begley
A Cult, antes a publicação onde os acadêmicos da USP divulgavam o resumo de suas teses, depois da aquisição pela Editora 17 (gestão Daysi Bregantini), vem conquistando seu lugar ao sol das bancas de revista. Manuel da Costa Pinto, o heróico fundador, permanece na direção do periódico, mas o agente catalisador dessa “renovação” tem sido, fica claro, Luís Antônio Giron, um dos pais do legendário Caderno Fim de Semana, da Gazeta Mercantil. Giron assina, neste mês de junho, a reportagem de capa (primeira na história da Cult): “Crepúsculo dos Gramáticos”. Nela, fomenta a discussão que está na iminência de acontecer (mas que todos os lados desejam evitar): por que, de repente, os guardiões da inculta e bela saíram de cena? e por que, também de repente, fomos invadidos pelos consultores, pelos apresentadores de tevê e pelos professores de cursinho? A contenda obviamente gira em torno de duas figuras-chave: Pasquale Cipro Neto (o eterno “darling” da mídia letrada, de quem Giron colheu depoimentos) e Evanildo Cavalcante Bechara (o último bastião do português castiço, de quem se tem uma entrevista). Para completar a paisagem, há ainda a injunção dos revisores e copidesques dos grandes jornais que, graças a seus manuais de redação (num País cujo ensino público e privado anda à beira da indigência), converteram-se nos derradeiros oráculos do que é “certo” e do que é “errado”. Como se não bastassem os galicismos (seculares), os anglicismos (turbinados pela era da informática), as aberrações (vide “gerundismo”) e as arbitrariedades (vide Folha de S. Paulo, que aboliu o uso do trema), o idioma luso-português viu-se retalhado em feudos, onde os senhores têm poder de vida e de morte sobre seus vassalos. Que a intelligentsia local silencie a esse respeito, não é fato que configure propriamente uma novidade. Que a Cult traga à baila esse assunto é sinal de que, apesar dos pesares, alguém ainda se importa. [Comente esta Nota]
>>> O mundo prodigioso que tenho na cabeça
 

 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




PLANETA 47
VÁRIOS
TRÊS
(1976)
R$ 16,10



O FUNDADOR DO CRISTIANISMO
C. H. DODD.
PAULINAS
(1977)
R$ 29,90



CENTRO CIRÚRGICO (GUIAS PRÁTICOS DE ENFERMAGEM)
MERCEDES ARIAS LÓPEZ E MARIA DE JESÚS REDONDO
MCGRAW HILL
(2002)
R$ 15,00



O PODER DA PACIENCIA
M.J.RYAN
SEXTANTE
(2003)
R$ 5,00



MARKETING BÁSICO UMA VISÃO GERENCIAL - VOLUME 2
E JEROME MC CARTHY
ZAHAR
(1978)
R$ 10,00



A MÃO ESQUERDA DA ESCURIDÃO
URSULA K. LE GUIN
CÍRCULO DO LIVRO
(1985)
R$ 21,00



O LÓTUS E A CRUZ
RAIMUNDO CINTRA
PAULINAS
(1981)
R$ 15,00



O BOBO / O ARCO DE SANTANA - GRANDES ROMANCES UNIVERSAIS VOL. 10
ALEXANDRE HERCULANO; ALMEIDA GARRETT
W. M. JACKSON INC.
(1950)
R$ 10,00



CONTOS POPULARES DE PORTUGAL (LITERATURA PORTUGUESA)
JOSÉ VIALE MOUTINHO
AQUARIANA
(2012)
R$ 15,00



BAHIA DE TODOS OS SANTOS
JORGE AMADO
RECORD
(1983)
R$ 16,60





busca | avançada
35394 visitas/dia
1,0 milhão/mês