Digestivo nº 475 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
33287 visitas/dia
1,3 milhão/mês
Digestivo Cultural
O que é?
Quem faz?

Audiência e Anúncios
Quem acessa?
Como anunciar?

Colaboração e Divulgação
Como publicar?
Como divulgar?

Newsletter | Disparo
* Histórico & Feeds
TT, FB e Instagram
Últimas Notas
>>> Daily Rituals - How Artists Work, by Mason Currey
>>> Fernando Pessoa, o Livro das Citações, por José Paulo Cavalcanti Filho
>>> A Loja de Tudo - Jeff Bezos e a Era da Amazon, de Brad Stone
>>> Reflexões ou Sentenças e Máximas Morais, de La Rochefoucauld
>>> O Capital no Século XXI, de Thomas Piketty, o livro do ano
>>> Trágico e Cômico, o livro, de Diogo Salles
>>> Blue Jasmine, de Woody Allen, com Cate Blanchett
>>> The Devil Put Dinosaurs Here, do Alice in Chains
Temas
Mais Recentes
>>> O cão da meia-noite
>>> O problema da Petrobras são vários
>>> Joana a Contragosto, Mirisola em queda livre
>>> O fim do PT
>>> Doida pra escrever
>>> Por que o petrolão é muito diferente do mensalão
>>> Viagem a 1968: Tropeços e Desventuras
>>> Dando nome aos progres
>>> Sobre o caso Idelber Avelar
>>> O livro do Natal
Colunistas
Mais Recentes
>>> Copa 2014
>>> Copa 2010
>>> Idade
>>> Origens
>>> Protestos
>>> Millôr Fernandes
Últimos Posts
>>> Dia do Ram
>>> Escrever e defender o governo
>>> Mozart 11 com Barenboim
>>> Haddad merece no máximo nota 4
>>> Graça Foster também sabia
>>> Caminhos para Roma
>>> Por que Graça Foster vai cair
>>> A primeira formatura
>>> Privatiza, Presidente!
>>> Eric Santos 2014
Mais Recentes
>>> Lembranças de Ariano Suassuna
>>> Harold Ramis (1944-2014)
>>> Sergio Britto & eu
>>> Para o Daniel Piza. De uma leitora
>>> Joey e Johnny Ramone
>>> A Cultura do Consenso
>>> De Kooning em retrospectiva
>>> Delírios da baixa gastronomia
Mais Recentes
>>> Jaime Pinsky
>>> Luis Salvatore
>>> Catarse
>>> Chico Pinheiro
>>> Sheila Leirner
>>> Guilherme Fiuza
Mais Recentes
>>> O segundo e-book do Digestivo
>>> Momento cívico
>>> Digestivo Books
>>> Caixa Postal
>>> Nova Seção Livros
>>> Digestivo no Instagram
Mais Recentes
>>> E eu comprei um iPod; e a minha vida mudou
>>> Em terra de cego, quem tem olho é Pelé
>>> Um tal Lucas
>>> Uma literatura de sangue, suor, lágrimas e idéias
>>> O Espião que Sabia Demais
>>> Brasil em Contra-Reforma
>>> Machado de Assis: assassinado ou esquecido?
>>> O Mestre do seu Sistema
>>> O Agressor, de Rosário Fusco
>>> Vade Mecum Tributário
LIVROS
Mais Recentes
>>> O Segredo do Sucesso é ser Humano
>>> O que restou de mim
>>> Caça ao Homem
>>> Pássaro da Tempestade
>>> A Humanidade e Suas Fronteiras
>>> Os Grandes Impostores
>>> Como Gata e Rato, Como Cão e Gata
>>> Os Fidalgos da Casa Mourisca
>>> O Príncipe
>>> Conversas
>>> Os piores dias de minha vida foram todos
>>> Coração de Mãe
>>> Entre o Silêncio e a Obra
>>> Transportes - História, Crises e Caminhos
>>> Embuscadoamor.com
>>> Um tal Lucas
>>> O Outono do Patriarca
>>> Um Corpo na Neve
>>> Cinquenta Anos Esta Noite
>>> Pedagogia dos Sonhos Possíveis
>>> Enquanto Deus não Está Olhando
>>> O Sopro dos Deuses
>>> A Viagem Iniciática ou Os 33 Graus de Sabedoria
>>> The Rolling Stones - A Biografia Definitiva
>>> O Legado
>>> O Trovador
>>> Prisioneiro da Sorte
>>> O Pergaminho Sagrado
>>> Pergunte a Deepak Chopra Sobre Amor e Relacionamentos
>>> Amor até debaixo d'água
>>> Viagem à Calábria
>>> Quase Casados
>>> Ter e não ter
>>> A Lei do Triunfo
>>> Panteão
>>> O Guerreiro do Oeste
>>> Katherine
>>> A Vingança da Amante
>>> Em Nome do Mal
>>> Por onde você anda?
>>> Os 13 Segredos
>>> Herança de Sangue
>>> O Mistério dos Deuses
>>> Quartos Fechados
>>> Ossos Perdidos
>>> Três Macacos
>>> Quebrando Regras
>>> Êxodo
>>> A Bíblia do Estilo
>>> A Espada de Medina
DIGESTIVOS

Quarta-feira, 26/1/2011
Digestivo nº 475
Julio Daio Borges

+ de 2300 Acessos




Internet >>> Julian Assange, o homem por trás do WikiLeaks
Desde o 11 de Setembro que alguém não abalava tanto os Estados Unidos da América. Obama não vale, pois o medo venceu a esperança. (Ou o belo discurso não se concretizou.) Basta lembrar que nos Estados Unidos do mesmo Obama estão restringindo o acesso ao WikiLeaks em locais públicos como a Biblioteca do Congresso. E que, nesses mesmos Estados Unidos, um editorial do Washington Times sugeriu que Assange fosse tratado como "terrorista de alta periculosidade". Ato contínuo, a Interpol colocou o responsável pelo WikiLeaks na lista de "pessoas procuradas". E a própria Austrália — sua terra natal — está à sua caça; algo que — no chat do Guardian — levou-o a comentar: se o país obedece cegamente aos Estados Unidos, então "nada mais significa ser cidadão australiano"... Assange é descrito, na Wikipedia, como "internet activist". "Whistleblower" — denunciante, informante ou delator — é a palavra da moda. Nasceu na Austrália, em 1971. Seus pais foram praticamente saltimbancos. Até que se separaram e sua mãe se juntou a um músico. Dessa união, nasceu uma criança, pela qual ambos disputaram, e Assange se viu foragido pela primeira vez, por iniciativa da própria mãe. Tornou-se um hacker aos 16, assinava "Mendax" e se dizia parte de um grupo intitulado "International Subversives". Num dos manifestos da época, Assange concluía que o importante era "compartilhar informação". Era 1987 (antes da Web). Em 1992, Assange foi preso, acusado de 24 crimes de "hackerismo". Nessa altura, já vivia com sua namorada, já tivera um filho com ela, mas, no processo, se separara e perdera a guarda da criança. Com sua mãe, Assange fundou a Suburbia Public Access Network (depois do desgaste de tentar recuperar seu filho, em vão). A mãe de Assange diz que ele nunca se recuperou de uma crise de stress pós-traumático e todas fontes afirmam que, ao perder a guarda de seu filho, seus cabelos ficaram irreversivelmente brancos. Assange tentou estudar Física, em Melborne, justificando que apenas as abstrações dessa ciência poderiam aplacar sua fome intelectual de hacker. Não adiantou: em 2006, Assange lançou a iniciativa do WikiLeaks. E, quando não está no famoso bunker, sua vida tem sido "entre aeroportos". O WikiLeaks não tem empregados, não tem mesas, nem cadeiras, nem escritório. Quando embarcam num projeto — como o vídeo Collateral Muder —, o pequeno staff de voluntários do site trabalha sem parar. Assange sobrevive com poucas horas de sono e aguenta "uma boa dose de caos ao seu redor". Num perfil da New Yorker, conta que já ficou dois meses em Paris sem sair de casa (outras pessoas saíam para trazer-lhe comida). O WikiLeaks está distribuído em mais de 20 servidores e em mais de 100 domínios ao redor do globo. Assange garante que, para tirar o site do ar, seria preciso tirar a internet inteira do ar. Aparentemente inspirado em Kafka, Koestler e Solzhenitsyn, Assange se assumiu como um outsider. Seu orgulho maior é proclamar — até numa aparição surpresa no TED — que um time de 5 pessoas conseguiu levantar mais informações confidenciais do que toda a mídia mainstream. "Não é preciso mais procurar um jornalista para fazer uma denúncia", concluiu. O WikiLeaks já recebeu algumas centenas de milhares de dólares em doações. E o sonho de Assange é se estabelecer na Suíça, onde encontraria asilo político, criando, lá também, uma fundação WikiLeaks. Por enquanto, tem de responder por uma acusação de estupro (ainda que nada tenha sido provado). E acaba de ser liberado em Londres... A internet vai ter de esperar até que derrube outros governos, e humilhe novamente os jornalistas do mundo todo, com uma equipe de 5 pessoas ;-) [Comente esta Nota]
>>> WikiLeaks and Julian Paul Assange
 



Literatura >>> A desmoralização dos prêmios literários no Brasil
Foi o Piauí Herald quem prometeu instituir um prêmio para todos os não-premiados do nosso cinema. Apesar dos "festivais" de cinema pululando a cada cidadezinha, a Piauí brincava com o fato de ser quase impossível encontrar um filme brasileiro não-premiado. Ainda que não haja tantas "festas" literárias quanto festivais de cinema, a premiação excessiva da literatura contemporânea nos conduz a uma conclusão parecida... A estranheza começou com a vitória esmagadora de O Filho Eterno (2007), de Cristovão Tezza — que, apesar de ser um genuíno best-seller, estranhava que fosse tão absolutamente unânime. Em três anos, abocanhou o Jabuti, o APCA, o Prêmio Bravo!, o Portugal Telecom, o São Paulo de Literatura e o Passo Fundo. E a polêmica terminou agora, no Jabuti de 2010, com Chico Buarque perdendo para Edney Silvestre, na categoria romance, mas vencendo no resultado geral da premiação. No caso específico de Chico Buarque, o prêmio é sempre pelo "conjunto da obra", pois seus "romances" são, no máximo, razoáveis (não chegando a ser nem bons, nem ótimos). Fora que paira a suspeita, desde a década de 90, de que Chico Buarque não escreve, assim como Jô Soares não escreve, assim como Caetano Veloso teve uma boa ajuda de Rubem Fonseca etc. Lançar livros de celebridades é um bom negócio, porque quem compra, geralmente, não lê. Agora, lançar livros de unanimidades é um excelente negócio, pois quem compra, mesmo que leia, nunca se atreve a discordar. O fato é que não temos, atualmente, uma cena literária tão pujante, que justifique essa lista de prêmios literários, que acabam recaindo nos mesmos nomes. Para piorar, quem escreve, no Brasil, muito comumente, faz "crítica", às vezes edita, quase sempre divulga e, fatalmente, "julga" livros em premiações. E como faltam jurados — assim como faltam bons escritores, bons livros e bons críticos —, a cena literária, se é que ela merece essa denominação, vai ficando viciada. Não existe rigor, porque o defenestrado de hoje pode ser o editor de amanhã; o preterido na votação hoje pode ser o divulgador televisivo de amanhã; o criticado de agora pode ser o jurado do prêmio de amanhã. E assim por diante... Para usar uma metáfora futebolística — tão cara ao nosso loquaz ex-Presidente —, é como se um mesmo jogador pudesse, alternadamente, entrar em campo, apitar o jogo, treinar o time, comentar as partidas e, no limite, até fazer cartolagem. Não que o nosso futebol seja um exemplo de probidade. Mas a nossa "literatura", ou o que sobrou dela, tem passado por algo de nível igualmente baixo. E as pessoas ainda conseguem acreditar... [3 Comentário(s)]
>>> A política dos prêmios literários
 



Artes >>> Conversas com Paul Rand, por Michael Kroeger
Paul Rand foi um revolucionário do design. A cada década, como Miles Davis no jazz, revolucionava sua atividade. Nos anos 30, levou o que Steven Heller chama de "arte comercial" da prática artesanal à profissionalização. Nos anos 40, consolidou o papel do design na propaganda e nas capas de revistas e de livros. Nos 50, introduziu o conceito de "identidade visual" nas grandes corporações. E, nos 60, criou marcas eternas como IBM, ABC e Westinghouse (entre outras). Na visão do mesmo Heller, que prefacia Conversas com Paul Rand (Cosac Naify, 2010), combinou ideias do construtivismo russo, do De Stijl holandês e da Bauhaus alemã, desaguando tudo na pujante arte comercial norte-americana. E Rand foi longevo. Ainda dava seus pitacos em meados da década de 90, quando já passara dos 80 anos. Acumulou seis décadas de carreira e quarenta anos como professor, entre Yale e Brissago, na Suíça. Concebeu, por exemplo, a imagem da Big Blue, que a Apple combatia nos seus primórdios (com o computador pessoal), até receber um abraço de Steve Jobs — "um cliente durão" —, quando criava a marca da Next. Mas Rand não era, apenas, um artista brilhante. Era um pensador da atividade, tendo seu Thoughts on Design (de 1947, quando ele tinha apenas 32 anos) se tornado "a bíblia do design gráfico moderno", ainda segundo Heller. (Agora, pensando bem, talvez seja daí que Jobs tenha tirado inspiração para seu Thoughts on Music [2007] e até para seu mais prosaico Thoughts on Flash.) Rand, contudo, não considerava o design "um fim em si mesmo" (Heller), uma "arte", mas, modestamente, "um serviço". Ainda que buscasse inspiração na grande arte e nunca engolisse a chamada arte pop. Apontava a origem do design, como conceito, no biógrafo renascentista Giorgio Vasari, que já havia escrito que o design — ou, simplesmente, o "desenho" — era fundamental, servia de base para outras artes, como pintura, escultura, arquitetura e até escrita. Rand, aliás, criticava a proliferação das "fontes" na contemporaneidade. E olhava para o computador com bastante desconfiança. Achava que a poderosa máquina não deixava mais tempo "para se ser contemplativo". E que — em linguagem bem direta — o computador ficava dando sucessivos "chutes" no "traseiro" do usuário, impedindo que seu pensamento fluísse (na obrigatoriedade de transformar tudo em ação, em cliques de mouse). Rand, irascível, definia o design como conflito, "um conflito entre a forma e o conteúdo". Avisando aos navegantes: "Nunca discuta estética com seu cliente". Fechando ainda, com uma sabedoria que pode ser aplicada, novamente, às demais artes: "O processo vai da complexidade à simplicidade". O livro Conversas com Paul Rand reúne transcrições de duas aulas de Rand, em que, como um Sócrates do design, persegue as raízes dos problemas levantados. (Sem poupar os alunos ou interlocutores.) E termina com depoimentos de discípulos ou amigos seus, que contam um pouco sobre Paul Rand na intimidade. Numa época de correção política, faltam homens como Rand, que viviam e agiam conforme suas verdades. [Comente esta Nota]
>>> Conversas com Paul Rand
 



Imprensa >>> The Daily, de Rupert Murdoch, no iPad
Com o advento da internet, a imprensa mundial passou de crítica de Rupert Murdoch a entusiasta do bilionário da Austrália. Se antes da Web, ele era pior que Kane, depois dela, ele passou a ser elogiado por (ainda) comprar jornais impressos e, ao enfrentar o Google, terminou apontado como redentor da velha mídia. A jornalistas de papel, desesperados por um salvador, simplesmente não ocorre que Murdoch tem duração finita, seu império não tem sucessor claro e, nas suas atitudes contra a nova mídia, ele pode estar sendo apenas senil. É verdade, Murdoch comprou o MySpace, numa tentativa de se estabelecer na internet, mas, desde então, a empresa perdeu sua liderança para o Facebook, afastou seus fundadores e deixou de ter interesse (até para o próprio Rupert). Como todo bom jornalista de papel, cego para as inovações e arraigado em seus velhos princípios, Murdoch não é capaz de conceber um mundo sem jornais e, aproveitando o modismo do iPad, quer fazer mais uma tentativa. Seu "jornal", se é que podemos intitulá-lo assim, já tem nome: The Daily, ou "O Diário" (merecendo, no nascedouro, um prêmio de originalidade). A ideia de Murdoch é "fechar" The Daily toda a noite e dispará-lo, na madrugada, para seus assinantes via iPad. O leitor amanheceria e, em vez de pegar o impresso (se é que ainda tem esse hábito), devoraria The Daily, no iPad, durante o café da manhã. Mudorch, como tantos outros jornalistas, ainda não percebeu que, no mundo digital, "fechar uma edição" não faz mais sentido. O mundo continua girando, o Twitter continua sendo atualizado (e até as homepages do portais), só The Daily chegaria com notícias envelhecidas. Outra coisa: como uma app (aplicação) fechada dentro do iPad, The Daily poderia talvez "lincar" para fora, mas nunca seria "lincado" na Web, pois não teria URLs, perdendo um dos maiores canais de divulgação agora, o boca a boca on-line. Para completar, alguém precisaria avisar a Murdoch, e aos jornalistas de papel, que o modelo, generalizante, de trabalhar com muitos "cadernos", perdeu seu apelo. Como tem de ser genérico, o jornal não se aprofunda em nada; mas a internet, como trabalha com nichos hiperespecializados, dá um banho na cobertura impressa, em várias "editorias", todos os dias. Ryan Tate, no Valleywag, enumerou essas e outras questões, que apontam para o fracasso de The Daily, desde novembro. Tate acrescenta que esse sonho de ser resgatado pelo iPad — como uma aplicação paga —, que todos os veículos impressos nutriram, nos EUA não se concretizou. A Wired, uma publicação supostamente antenada, partiu de 100 mil aplicações vendidas, na primeira semana, para menos de 30 mil, na última contagem (estamos falando de uma revista que costumava vender, impressa, 750 mil exemplares). Como se não bastasse, a conta não fecha: Murdoch quer, com sua antiga cabeça de "redação", contratar 100 jornalistas; mesmo que venda quase 20 vezes mais que a Wired no iPad, alcançaria pouco mais da metade dos milhões que sua redação consumiria (pelas contas de Ryan Tate). Para terminar, mesmo com o apoio de Steve Jobs (ele apoia qualquer coisa que venda mais iPads), a News Corp, como tantas empresas jornalísticas, não tem nenhum cérebro especializado em tecnologia. Talvez porque — como observaram Jay Rosen e Dave Winer, no melhor podcast sobre mídia atualmente — nenhum programador vai trocar ações do Google ou do Facebook por participações em mortos vivos como a Newsweek e o The Independent. Mas os jornalistas de papel, naturalmente, preferem morrer abraçados a Murdoch e a seu Titanic do que reconhecer a hegemonia da Web. [1 Comentário(s)]
>>> Why the iPad Newspaper is Doomed
 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

>>> Leda Nagle recebe Ney Matogrosso no último Sem Censura ao vivo de 2014
>>> FOLHETIM DIGITAL O RIO E O MAR
>>> Além da pele: a beleza da alma e da família
>>> Estúdio Móvel recebe o diretor João Falcão nesta quarta (17)
>>> Série debate o amor e as diversas formas de casamento
>>> Retrospectiva 2014 no programa Observatório da Imprensa desta terça (16) na TV Brasil
* clique para encaminhar

Editora Conteúdo
José Olympio
Primavera Editorial
Editora Perspectiva
WMF Martins Fontes
Nova Fronteira
Bertrand Brasil
Busca Sebos
Cortez Editora
Civilização Brasileira
Hedra
Globo Livros
Best Seller
Arquipélago Editorial
Editora Record
Intrínseca
Companhia das Letras
LIVROS


CORAÇÃO DE MÃE
De R$ 45,00
Por R$ 27,99
Economize R$ 17,01



UM TAL LUCAS
Por R$ 24,95
+ frete grátis



GOLIAS
De R$ 58,00
Por R$ 40,59
Economize R$ 17,41



O TROVADOR
De R$ 45,00
Por R$ 35,99
Economize R$ 9,01



O MISTÉRIO DOS DEUSES
De R$ 50,00
Por R$ 31,36
Economize R$ 18,64



AMORES INFIÉIS - PSCICOLOGIA DA TRAIÇÃO
Por R$ 26,49
+ frete grátis



NARUTO 20
De R$ 9,50
Por R$ 7,85
Economize R$ 1,65



UM DIA NO SAFÁRI
Por R$ 23,95
+ frete grátis



MATHILDA SAVITCH
Por R$ 29,89
+ frete grátis



A CAMA NA REDE
De R$ 39,90
Por R$ 27,09
Economize R$ 12,81



busca | avançada
33287 visitas/dia
1,3 milhão/mês