Digestivo nº 475 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
33576 visitas/dia
1,2 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Feira Coro Come comemora aniversário da Tijuca com pratos até R$ 20
>>> Memorial Clara Nunes é o destino do Conhecendo Museus deste domingo (26)
>>> "A roda de cura pelo aiurveda" apresenta os princípios do milenar sistema medicinal indiano
>>> Lançamento da Editora Alaúde revela quais são os mito das dietas
>>> release banda BRVTO AMOR
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Radiohead e sua piscina em forma de lua
>>> O bosque das almas infratoras
>>> Notas sobre a Escola de Dança de São Paulo - I
>>> A literatura de Marcelo Mirisola não tem cura
>>> A Garota do Livro: uma resenha
>>> Sarkozy e o privilégio de ser francês
>>> Noturno para os notívagos
>>> Wanda Louca Liberal
>>> Transformação de Lúcifer, obra de Egas Francisco
>>> Um safra de documentários de poesia e poetas
Colunistas
Últimos Posts
>>> Daphne Koller do Coursera
>>> The Sharing Economy
>>> Kevin Kelly por Tim Ferriss
>>> Deepak Chopra Speaker Series
>>> Nick Denton sobre Peter Thiel
>>> Bill & Melinda Gates #Code2016
>>> Elon Musk Code Conference 2016
>>> 75 anos de Charlie Watts
>>> Blockchain by William Mougayar
>>> Caravana em BH
Últimos Posts
>>> Viva o Brasil
>>> A vida passa
>>> É normal casar duas vezes com o mesmo homem?
>>> Mesa de bar, livro de arte
>>> A estátua viva
>>> Deus é brasileiro ─ (Filmes)
>>> A constituição europeia
>>> Combustíveis
>>> Vibrações
>>> Existencialismo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Filhos de Francis
>>> O Cotton Club
>>> Ler para ficar acordado
>>> Um estranho incidente literário
>>> Necrófilos da vanguarda roqueira
>>> Muito além do bang bang
>>> A Economia das Crises, por Nouriel Roubini e Stephen Mihm
>>> Combates culinários
>>> A Guerrilha do Araguaia e...
>>> Em Tempos de Eleição
Mais Recentes
>>> REVISTA Placar Nº 1043 15/06/2016
>>> Cavaleiros Do Zodíaco - Nº 19 E 20
>>> gibi Edição Maravilhosa Nº 89 - Cangaceiros ( Ebal-1ª Série-1954
>>> RAUL SEIXAS - UMA ANTOLOGIA
>>> RAUL SEIXAS - O TREM DAS SETE
>>> DIZIONARIO COMPLETO - ITALIANO-PORTUGUESE (Brasiliano)
>>> DICIONÁRIO DE ESPANHOL-PORTUGUÊS
>>> O EVANGELHO HOJE
>>> NUNCA MAS (Informe de la Comisión Nacional sobre la Desaparición de Personas)
>>> E O VENTO LEVOU
>>> O ZERO E O INFINITO
>>> Lote 15 Gibis: Superaventuras Marvel Nº 101 Ao 115 Abril1991
>>> LAMPIÃO EM QUADRINHOS
>>> FÁBULAS DE LA FONTAINE
>>> IDEIAS TEATRAIS ( O século XIX no Brasil)
>>> FURACÃO SOBRE CUBA - Jean-Paul Sartre
>>> CONTOS DO ESCONDERIJO - Anne Frank
>>> MÉXICO REBELDE
>>> EL ÚLTIMO TESTAMENTO DE OSCAR WILDE
>>> O Guia da Viagem Perfeita - Nova York
>>> UM BOÊMIO NO CÉU (Teatro) - Catullo da Paixão Cearense
>>> Administração de Marketing
>>> Fisica 3
>>> O PRIMEIRO AMOR DE LAURINHA (Literatura juvenil)
>>> A BELA E A FERA E OUTROS CONTOS DE FADAS
>>> Fisica 2
>>> Fundamentos da Física 1 - Mecanica
>>> Fisica III - Eletromagnetismo
>>> Fisica IV - Ótica e Física Moderna
>>> Física II - Termodinamica e Ondas
>>> Física I - Mecanica
>>> Cálculo - Volume II
>>> Cálculo - Volume I
>>> Estatística Basica Probabilidade - Volume 1
>>> Vetores e Geometria Analítica
>>> Vetores e Geometria Analítica
>>> Contabilidade de Custos
>>> Matemática Financeira e Engenharia Economica
>>> Cálculo A - Funções, limite, derivação, integração
>>> Cálculo B - Funções de Várias Variáveis Integrais Duplas e Triplas
>>> Calculo Diferencial e Integral 3
>>> Marketing para Cosméticos uma abordagem internacional
>>> Garantia da Qualidade na Indústria Cosmética
>>> Algoritmos Elementares C++
>>> Cosmetologia - Descomplicando os princípios ativos
>>> Probabilidade - Aplicações à Estatística
>>> Mathcad 12 - Guia Prático
>>> VICTORIO GASSMAN (Entrevista sobre Teatro)
>>> O TEXTO NO TEATRO - Sábato Magaldi
>>> O INSTITUTO DE MARY WARD- A LUTA PELA IDENTIDADE
DIGESTIVOS

Quarta-feira, 26/1/2011
Digestivo nº 475
Julio Daio Borges

+ de 2500 Acessos




Internet >>> Julian Assange, o homem por trás do WikiLeaks
Catarse. Caos. Carnaval. Todas as considerações ficam menores diante da comemoração do Pentacampeonato. Talvez o dionisíaco de Nietzsche seja isso: uma impossibilidade de racionalizar o que quer que seja, entregando o corpo e a alma às festividades alucinadas. E o Brasil parou. E, pelo menos por um dia, fugimos à imposição do calendário. Até mesmo do domingo ficamos livres. Por um tempo. O dia seguinte exige, nem que seja, um esboço de explicação para o que aconteceu. Bem. O mais importante, e o mais duro para o brasileiro certamente, é admitir que essa seleção (tanto quanto a de 94) não faz jus às campeãs de 58, 62 e 70. Aliás, é quase um chavão. Apesar de Ronaldo Nazário (fenômeno para uns, amarelão para outros). Apesar de tantos outros (inclusive Luiz Felipe Scolari, para quem o futebol tático tinha como modelo supremo [adivinhe se puder...] Carlos Alberto Gomes Parreira). Ainda que a celebração tenha libertado, por algumas horas, os brasileiros das amarras, em campo, o talento nunca esteve tão sufocado. Não havia definitivamente uma “campanha” em curso. As oportunidades de gol pareciam, quase sempre, tão aleatórias que, por um momento, qualquer time poderia sair vencedor. Qualquer um (vide os arroubos de países como Coréia do Sul, Turquia e Senegal). A teoria da “caixinha de surpresas” nunca esteve tão em voga. Ainda que exorcizados por Ronaldinho, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo, é de se pensar que os melhores jogadores em campo tenham sido os goleiros, como Kahn e Marcos. Que raio de esporte é esse em que a defesa pode brilhar mais que o ataque? Mas, como foi dito, considerações como essa se tornam menores diante do Pentacampeonato. Por mais alienado que pareça aos nossos olhos, o País esteve unido, pôs as diferenças de lado, e acreditou em si mesmo. Não é um exercício fácil. Nem deve ser desprezado. E isso não tem nada a ver com gostar ou não de futebol. O Pentacampeonato está aí. Que inspire então as melhores ações e os melhores sentimentos. [Comente esta Nota]
>>> WikiLeaks and Julian Paul Assange
 



Literatura >>> A desmoralização dos prêmios literários no Brasil
Catarse. Caos. Carnaval. Todas as considerações ficam menores diante da comemoração do Pentacampeonato. Talvez o dionisíaco de Nietzsche seja isso: uma impossibilidade de racionalizar o que quer que seja, entregando o corpo e a alma às festividades alucinadas. E o Brasil parou. E, pelo menos por um dia, fugimos à imposição do calendário. Até mesmo do domingo ficamos livres. Por um tempo. O dia seguinte exige, nem que seja, um esboço de explicação para o que aconteceu. Bem. O mais importante, e o mais duro para o brasileiro certamente, é admitir que essa seleção (tanto quanto a de 94) não faz jus às campeãs de 58, 62 e 70. Aliás, é quase um chavão. Apesar de Ronaldo Nazário (fenômeno para uns, amarelão para outros). Apesar de tantos outros (inclusive Luiz Felipe Scolari, para quem o futebol tático tinha como modelo supremo [adivinhe se puder...] Carlos Alberto Gomes Parreira). Ainda que a celebração tenha libertado, por algumas horas, os brasileiros das amarras, em campo, o talento nunca esteve tão sufocado. Não havia definitivamente uma “campanha” em curso. As oportunidades de gol pareciam, quase sempre, tão aleatórias que, por um momento, qualquer time poderia sair vencedor. Qualquer um (vide os arroubos de países como Coréia do Sul, Turquia e Senegal). A teoria da “caixinha de surpresas” nunca esteve tão em voga. Ainda que exorcizados por Ronaldinho, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo, é de se pensar que os melhores jogadores em campo tenham sido os goleiros, como Kahn e Marcos. Que raio de esporte é esse em que a defesa pode brilhar mais que o ataque? Mas, como foi dito, considerações como essa se tornam menores diante do Pentacampeonato. Por mais alienado que pareça aos nossos olhos, o País esteve unido, pôs as diferenças de lado, e acreditou em si mesmo. Não é um exercício fácil. Nem deve ser desprezado. E isso não tem nada a ver com gostar ou não de futebol. O Pentacampeonato está aí. Que inspire então as melhores ações e os melhores sentimentos. [3 Comentário(s)]
>>> A política dos prêmios literários
 



Artes >>> Conversas com Paul Rand, por Michael Kroeger
Catarse. Caos. Carnaval. Todas as considerações ficam menores diante da comemoração do Pentacampeonato. Talvez o dionisíaco de Nietzsche seja isso: uma impossibilidade de racionalizar o que quer que seja, entregando o corpo e a alma às festividades alucinadas. E o Brasil parou. E, pelo menos por um dia, fugimos à imposição do calendário. Até mesmo do domingo ficamos livres. Por um tempo. O dia seguinte exige, nem que seja, um esboço de explicação para o que aconteceu. Bem. O mais importante, e o mais duro para o brasileiro certamente, é admitir que essa seleção (tanto quanto a de 94) não faz jus às campeãs de 58, 62 e 70. Aliás, é quase um chavão. Apesar de Ronaldo Nazário (fenômeno para uns, amarelão para outros). Apesar de tantos outros (inclusive Luiz Felipe Scolari, para quem o futebol tático tinha como modelo supremo [adivinhe se puder...] Carlos Alberto Gomes Parreira). Ainda que a celebração tenha libertado, por algumas horas, os brasileiros das amarras, em campo, o talento nunca esteve tão sufocado. Não havia definitivamente uma “campanha” em curso. As oportunidades de gol pareciam, quase sempre, tão aleatórias que, por um momento, qualquer time poderia sair vencedor. Qualquer um (vide os arroubos de países como Coréia do Sul, Turquia e Senegal). A teoria da “caixinha de surpresas” nunca esteve tão em voga. Ainda que exorcizados por Ronaldinho, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo, é de se pensar que os melhores jogadores em campo tenham sido os goleiros, como Kahn e Marcos. Que raio de esporte é esse em que a defesa pode brilhar mais que o ataque? Mas, como foi dito, considerações como essa se tornam menores diante do Pentacampeonato. Por mais alienado que pareça aos nossos olhos, o País esteve unido, pôs as diferenças de lado, e acreditou em si mesmo. Não é um exercício fácil. Nem deve ser desprezado. E isso não tem nada a ver com gostar ou não de futebol. O Pentacampeonato está aí. Que inspire então as melhores ações e os melhores sentimentos. [Comente esta Nota]
>>> Conversas com Paul Rand
 



Imprensa >>> The Daily, de Rupert Murdoch, no iPad
Catarse. Caos. Carnaval. Todas as considerações ficam menores diante da comemoração do Pentacampeonato. Talvez o dionisíaco de Nietzsche seja isso: uma impossibilidade de racionalizar o que quer que seja, entregando o corpo e a alma às festividades alucinadas. E o Brasil parou. E, pelo menos por um dia, fugimos à imposição do calendário. Até mesmo do domingo ficamos livres. Por um tempo. O dia seguinte exige, nem que seja, um esboço de explicação para o que aconteceu. Bem. O mais importante, e o mais duro para o brasileiro certamente, é admitir que essa seleção (tanto quanto a de 94) não faz jus às campeãs de 58, 62 e 70. Aliás, é quase um chavão. Apesar de Ronaldo Nazário (fenômeno para uns, amarelão para outros). Apesar de tantos outros (inclusive Luiz Felipe Scolari, para quem o futebol tático tinha como modelo supremo [adivinhe se puder...] Carlos Alberto Gomes Parreira). Ainda que a celebração tenha libertado, por algumas horas, os brasileiros das amarras, em campo, o talento nunca esteve tão sufocado. Não havia definitivamente uma “campanha” em curso. As oportunidades de gol pareciam, quase sempre, tão aleatórias que, por um momento, qualquer time poderia sair vencedor. Qualquer um (vide os arroubos de países como Coréia do Sul, Turquia e Senegal). A teoria da “caixinha de surpresas” nunca esteve tão em voga. Ainda que exorcizados por Ronaldinho, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo, é de se pensar que os melhores jogadores em campo tenham sido os goleiros, como Kahn e Marcos. Que raio de esporte é esse em que a defesa pode brilhar mais que o ataque? Mas, como foi dito, considerações como essa se tornam menores diante do Pentacampeonato. Por mais alienado que pareça aos nossos olhos, o País esteve unido, pôs as diferenças de lado, e acreditou em si mesmo. Não é um exercício fácil. Nem deve ser desprezado. E isso não tem nada a ver com gostar ou não de futebol. O Pentacampeonato está aí. Que inspire então as melhores ações e os melhores sentimentos. [1 Comentário(s)]
>>> Why the iPad Newspaper is Doomed
 

 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




EXCELÊNCIA NO SECRETARIADO
BETE D'ELIA, MAGALI AMORIM E MAURICIO SITA
SER MAIS
+ frete grátis



POR QUE OS HOMENS FAZEM SEXO E AS MULHERES FAZEM AMOR?
ALLAN E BARBARA PEASE
SEXTANTE
(2000)
+ frete grátis



ANÁLISE LITERÁRIA
RAÚL H. CASTAGNINO
MESTRE JOU
(1971)
+ frete grátis



TELEPATIA E O VEÍCULO ETÉRICO
ALICE A. BAILEY
LUCIS
(1986)
+ frete grátis



O SACERDÓCIO EXPIATÓRIO DE JESUS CRISTO
FRANK B. HOLBROOK
CASA PUBLICADORA BRASILEIRA
(2002)
+ frete grátis



LOTE 15 GIBIS: SUPERAVENTURAS MARVEL Nº 101 AO 115 ABRIL1991
VARIOS
ABRIL
(1991)
+ frete grátis



CRISTO
PIETRO UBALDI
FUNDAPU
(1985)
+ frete grátis



O MELHOR DE HAGAR, O HORRÍVEL VOL. 4
DIK BROWNE
L&PM
(2007)
+ frete grátis



O FIM DOS EMPREGOS- O DECLÍNIO INEVITÁVEL DOS NÍVEIS DOS EMPREGOSEA REDUÇÃO DA FORÇA GLOBAL DE TRABALHO
JEREMY RIFKIN
MAKRON
(1995)
+ frete grátis



O ALIENISTA
MACHADO DE ASSIS
ÁTICA
(1994)
+ frete grátis





busca | avançada
33576 visitas/dia
1,2 milhão/mês