Digestivo nº 478 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Quarta-feira, 27/4/2011
Digestivo nº 478
Julio Daio Borges

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Internet >>> O escandaloso blog de poesia de Maria Bethânia
Sinistro. É o clima que permeia o antigo prédio do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), originalmente projetado por Ramos de Azevedo (parte da São Paulo Railway e da Estrada de Ferro Sorocabana), que hoje, restaurado e reformado (por R$ 12 milhões, sob a condução do arquiteto Haron Cohen), vai abrigar museus, memoriais, exposições e mostras. É nítido o esforço feito para tentar reabilitar a construção. Apesar de seus 50 anos de Dops, a repressão nunca foi sua única e exclusiva vocação. É, por exemplo, um marco em termos de estrutura metálica na cidade, embora pouquíssimo estudado. Claro que as vítimas de ditaduras e governos militares, que por lá passaram, fora o pessoal dos Direitos Humanos, não quer que seja removida a nódoa. Durante a abertura para visitação, inclusive, algumas vezes aflorava a disputa entre o arquiteto responsável e o casal de ex-presos políticos (lá presentes). Há também um certo sadismo em, por exemplo, manter as celas da época dos regimes de exceção, com as portas e janelas intactas. É patente a sensação de desconforto dos visitantes, ainda que as paredes tenham sido pintadas de cinza grafite, o piso tenha sido trocado e o teto tenha ganhado holofotes. Como se não bastasse, houve quem se insurgisse contra a “descaracterização”. À parte a discussão ideológica, a iniciativa se inclui no programa de revitalização do centro, que já passou pela Sala São Paulo (logo ao lado), pelo Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (logo à frente), pelo Teatro São Pedro e pela Pinacoteca do Estado. Siron Franco é o primeiro artista convidado para preencher o novo espaço, com sua sugestiva mostra “Intolerância”. Também estão previstos trabalhos de Paulo Caruso, Maria Bonomi, Cláudio Tozzi e Mário Gruber. Que o novo centro cultural aproveite bem esse renascimento, e que a militância de esquerda lhe conceda uma chance de renovar-se. [7 Comentário(s)]
>>> Blog da Bethânia, o projeto
 



Imprensa >>> As Entrevistas da Paris Review, pela Companhia das Letras
Sinistro. É o clima que permeia o antigo prédio do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), originalmente projetado por Ramos de Azevedo (parte da São Paulo Railway e da Estrada de Ferro Sorocabana), que hoje, restaurado e reformado (por R$ 12 milhões, sob a condução do arquiteto Haron Cohen), vai abrigar museus, memoriais, exposições e mostras. É nítido o esforço feito para tentar reabilitar a construção. Apesar de seus 50 anos de Dops, a repressão nunca foi sua única e exclusiva vocação. É, por exemplo, um marco em termos de estrutura metálica na cidade, embora pouquíssimo estudado. Claro que as vítimas de ditaduras e governos militares, que por lá passaram, fora o pessoal dos Direitos Humanos, não quer que seja removida a nódoa. Durante a abertura para visitação, inclusive, algumas vezes aflorava a disputa entre o arquiteto responsável e o casal de ex-presos políticos (lá presentes). Há também um certo sadismo em, por exemplo, manter as celas da época dos regimes de exceção, com as portas e janelas intactas. É patente a sensação de desconforto dos visitantes, ainda que as paredes tenham sido pintadas de cinza grafite, o piso tenha sido trocado e o teto tenha ganhado holofotes. Como se não bastasse, houve quem se insurgisse contra a “descaracterização”. À parte a discussão ideológica, a iniciativa se inclui no programa de revitalização do centro, que já passou pela Sala São Paulo (logo ao lado), pelo Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (logo à frente), pelo Teatro São Pedro e pela Pinacoteca do Estado. Siron Franco é o primeiro artista convidado para preencher o novo espaço, com sua sugestiva mostra “Intolerância”. Também estão previstos trabalhos de Paulo Caruso, Maria Bonomi, Cláudio Tozzi e Mário Gruber. Que o novo centro cultural aproveite bem esse renascimento, e que a militância de esquerda lhe conceda uma chance de renovar-se. [Comente esta Nota]
>>> As Entrevistas da Paris Review | Leia um trecho em pdf
 



Cinema >>> Julie (Powell) & Julia (Child), com Meryl Streep
Sinistro. É o clima que permeia o antigo prédio do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), originalmente projetado por Ramos de Azevedo (parte da São Paulo Railway e da Estrada de Ferro Sorocabana), que hoje, restaurado e reformado (por R$ 12 milhões, sob a condução do arquiteto Haron Cohen), vai abrigar museus, memoriais, exposições e mostras. É nítido o esforço feito para tentar reabilitar a construção. Apesar de seus 50 anos de Dops, a repressão nunca foi sua única e exclusiva vocação. É, por exemplo, um marco em termos de estrutura metálica na cidade, embora pouquíssimo estudado. Claro que as vítimas de ditaduras e governos militares, que por lá passaram, fora o pessoal dos Direitos Humanos, não quer que seja removida a nódoa. Durante a abertura para visitação, inclusive, algumas vezes aflorava a disputa entre o arquiteto responsável e o casal de ex-presos políticos (lá presentes). Há também um certo sadismo em, por exemplo, manter as celas da época dos regimes de exceção, com as portas e janelas intactas. É patente a sensação de desconforto dos visitantes, ainda que as paredes tenham sido pintadas de cinza grafite, o piso tenha sido trocado e o teto tenha ganhado holofotes. Como se não bastasse, houve quem se insurgisse contra a “descaracterização”. À parte a discussão ideológica, a iniciativa se inclui no programa de revitalização do centro, que já passou pela Sala São Paulo (logo ao lado), pelo Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (logo à frente), pelo Teatro São Pedro e pela Pinacoteca do Estado. Siron Franco é o primeiro artista convidado para preencher o novo espaço, com sua sugestiva mostra “Intolerância”. Também estão previstos trabalhos de Paulo Caruso, Maria Bonomi, Cláudio Tozzi e Mário Gruber. Que o novo centro cultural aproveite bem esse renascimento, e que a militância de esquerda lhe conceda uma chance de renovar-se. [Comente esta Nota]
>>> Julie & Julia
 



Literatura >>> Mecanismos Internos: Ensaios sobre Literatura, de J.M. Coetzee
Sinistro. É o clima que permeia o antigo prédio do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), originalmente projetado por Ramos de Azevedo (parte da São Paulo Railway e da Estrada de Ferro Sorocabana), que hoje, restaurado e reformado (por R$ 12 milhões, sob a condução do arquiteto Haron Cohen), vai abrigar museus, memoriais, exposições e mostras. É nítido o esforço feito para tentar reabilitar a construção. Apesar de seus 50 anos de Dops, a repressão nunca foi sua única e exclusiva vocação. É, por exemplo, um marco em termos de estrutura metálica na cidade, embora pouquíssimo estudado. Claro que as vítimas de ditaduras e governos militares, que por lá passaram, fora o pessoal dos Direitos Humanos, não quer que seja removida a nódoa. Durante a abertura para visitação, inclusive, algumas vezes aflorava a disputa entre o arquiteto responsável e o casal de ex-presos políticos (lá presentes). Há também um certo sadismo em, por exemplo, manter as celas da época dos regimes de exceção, com as portas e janelas intactas. É patente a sensação de desconforto dos visitantes, ainda que as paredes tenham sido pintadas de cinza grafite, o piso tenha sido trocado e o teto tenha ganhado holofotes. Como se não bastasse, houve quem se insurgisse contra a “descaracterização”. À parte a discussão ideológica, a iniciativa se inclui no programa de revitalização do centro, que já passou pela Sala São Paulo (logo ao lado), pelo Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (logo à frente), pelo Teatro São Pedro e pela Pinacoteca do Estado. Siron Franco é o primeiro artista convidado para preencher o novo espaço, com sua sugestiva mostra “Intolerância”. Também estão previstos trabalhos de Paulo Caruso, Maria Bonomi, Cláudio Tozzi e Mário Gruber. Que o novo centro cultural aproveite bem esse renascimento, e que a militância de esquerda lhe conceda uma chance de renovar-se. [Comente esta Nota]
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