Digestivo nº 500 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Segunda-feira, 26/5/2014
Digestivo nº 500
Julio Daio Borges

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Literatura >>> Gabriel García Márquez (1927-2014)
No Brasil, além de informar, o jornalismo também assume uma função pedagógica. Quando os cidadãos de um país não têm uma formação mínima necessária, e nem meios para obtê-la, cabe ao jornalista ensinar o caminho das pedras. Alguns se aproveitam dessa prerrogativa para se impor como mestres de saberes muito duvidosos; outros, porém, estendem a vocação, naturalmente, até a sala de aula, com a autoridade que só o verdadeiro conhecimento confere. Dentre os últimos, está Luís Antônio Giron. Crítico com passagens pelo Estadão, pela Folha, pela Gazeta Mercantil, tendo consolidado um trabalho de renovação na revista Cult, colaborador de Bravo! e do jornal Valor Econômico, assumiu a cátedra sem sobressaltos - como conseqüência de uma obra que se afirma para além das contingências do dia-a-dia, tendo efetivamente formado gerações de leitores, músicos e melômanos. Num esforço que começou já em sua tese de mestrado (na década de 1990), Giron vem mapeando a trajetória da crítica no Brasil, desde as primeiras manifestações do folhetim até o que denominou "a maioridade crítica". Tese defendida e concluída, com respectivo livro já no prelo, nada mais natural que dividir o resultado da pesquisa com o público interessado, estendendo o alcance do debate a toda a sociedade. É o que tem feito Giron, na Escola de Comunicação e Artes da USP, desde os primeiros meses de 2002: uma investigação séria que remonta ao cânone europeu (Hoffmann, Stendhal, Steiner), colhendo referências também no americano (Mencken, Rosen), e que, neste segundo semestre, pretende atravessar desde o Modernismo até as últimas décadas do século XX. Enquanto se assiste ao desmantelamento da grande mídia e dos segundos cadernos (de cultura e variedades), Giron segue em sua busca pela identidade nacional, apontando caminhos para a música do futuro - como queria Wagner. [Comente esta Nota]
>>> García Márquez no Digestivo
 



Literatura >>> Salinger, de David Shields e Shane Salerno
No Brasil, além de informar, o jornalismo também assume uma função pedagógica. Quando os cidadãos de um país não têm uma formação mínima necessária, e nem meios para obtê-la, cabe ao jornalista ensinar o caminho das pedras. Alguns se aproveitam dessa prerrogativa para se impor como mestres de saberes muito duvidosos; outros, porém, estendem a vocação, naturalmente, até a sala de aula, com a autoridade que só o verdadeiro conhecimento confere. Dentre os últimos, está Luís Antônio Giron. Crítico com passagens pelo Estadão, pela Folha, pela Gazeta Mercantil, tendo consolidado um trabalho de renovação na revista Cult, colaborador de Bravo! e do jornal Valor Econômico, assumiu a cátedra sem sobressaltos - como conseqüência de uma obra que se afirma para além das contingências do dia-a-dia, tendo efetivamente formado gerações de leitores, músicos e melômanos. Num esforço que começou já em sua tese de mestrado (na década de 1990), Giron vem mapeando a trajetória da crítica no Brasil, desde as primeiras manifestações do folhetim até o que denominou "a maioridade crítica". Tese defendida e concluída, com respectivo livro já no prelo, nada mais natural que dividir o resultado da pesquisa com o público interessado, estendendo o alcance do debate a toda a sociedade. É o que tem feito Giron, na Escola de Comunicação e Artes da USP, desde os primeiros meses de 2002: uma investigação séria que remonta ao cânone europeu (Hoffmann, Stendhal, Steiner), colhendo referências também no americano (Mencken, Rosen), e que, neste segundo semestre, pretende atravessar desde o Modernismo até as últimas décadas do século XX. Enquanto se assiste ao desmantelamento da grande mídia e dos segundos cadernos (de cultura e variedades), Giron segue em sua busca pela identidade nacional, apontando caminhos para a música do futuro - como queria Wagner. [Comente esta Nota]
>>> Salinger
 

Televisão >>> Luciano do Valle (1947-2014)
No Brasil, além de informar, o jornalismo também assume uma função pedagógica. Quando os cidadãos de um país não têm uma formação mínima necessária, e nem meios para obtê-la, cabe ao jornalista ensinar o caminho das pedras. Alguns se aproveitam dessa prerrogativa para se impor como mestres de saberes muito duvidosos; outros, porém, estendem a vocação, naturalmente, até a sala de aula, com a autoridade que só o verdadeiro conhecimento confere. Dentre os últimos, está Luís Antônio Giron. Crítico com passagens pelo Estadão, pela Folha, pela Gazeta Mercantil, tendo consolidado um trabalho de renovação na revista Cult, colaborador de Bravo! e do jornal Valor Econômico, assumiu a cátedra sem sobressaltos - como conseqüência de uma obra que se afirma para além das contingências do dia-a-dia, tendo efetivamente formado gerações de leitores, músicos e melômanos. Num esforço que começou já em sua tese de mestrado (na década de 1990), Giron vem mapeando a trajetória da crítica no Brasil, desde as primeiras manifestações do folhetim até o que denominou "a maioridade crítica". Tese defendida e concluída, com respectivo livro já no prelo, nada mais natural que dividir o resultado da pesquisa com o público interessado, estendendo o alcance do debate a toda a sociedade. É o que tem feito Giron, na Escola de Comunicação e Artes da USP, desde os primeiros meses de 2002: uma investigação séria que remonta ao cânone europeu (Hoffmann, Stendhal, Steiner), colhendo referências também no americano (Mencken, Rosen), e que, neste segundo semestre, pretende atravessar desde o Modernismo até as últimas décadas do século XX. Enquanto se assiste ao desmantelamento da grande mídia e dos segundos cadernos (de cultura e variedades), Giron segue em sua busca pela identidade nacional, apontando caminhos para a música do futuro - como queria Wagner. [Comente esta Nota]
>>> Luciano do Valle
 



Internet >>> Os Arquivos Snowden, de Luke Harding
No Brasil, além de informar, o jornalismo também assume uma função pedagógica. Quando os cidadãos de um país não têm uma formação mínima necessária, e nem meios para obtê-la, cabe ao jornalista ensinar o caminho das pedras. Alguns se aproveitam dessa prerrogativa para se impor como mestres de saberes muito duvidosos; outros, porém, estendem a vocação, naturalmente, até a sala de aula, com a autoridade que só o verdadeiro conhecimento confere. Dentre os últimos, está Luís Antônio Giron. Crítico com passagens pelo Estadão, pela Folha, pela Gazeta Mercantil, tendo consolidado um trabalho de renovação na revista Cult, colaborador de Bravo! e do jornal Valor Econômico, assumiu a cátedra sem sobressaltos - como conseqüência de uma obra que se afirma para além das contingências do dia-a-dia, tendo efetivamente formado gerações de leitores, músicos e melômanos. Num esforço que começou já em sua tese de mestrado (na década de 1990), Giron vem mapeando a trajetória da crítica no Brasil, desde as primeiras manifestações do folhetim até o que denominou "a maioridade crítica". Tese defendida e concluída, com respectivo livro já no prelo, nada mais natural que dividir o resultado da pesquisa com o público interessado, estendendo o alcance do debate a toda a sociedade. É o que tem feito Giron, na Escola de Comunicação e Artes da USP, desde os primeiros meses de 2002: uma investigação séria que remonta ao cânone europeu (Hoffmann, Stendhal, Steiner), colhendo referências também no americano (Mencken, Rosen), e que, neste segundo semestre, pretende atravessar desde o Modernismo até as últimas décadas do século XX. Enquanto se assiste ao desmantelamento da grande mídia e dos segundos cadernos (de cultura e variedades), Giron segue em sua busca pela identidade nacional, apontando caminhos para a música do futuro - como queria Wagner. [Comente esta Nota]
>>> Os Arquivos Snowden
 

 
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