Digestivo nº 502 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Segunda-feira, 28/7/2014
Digestivo nº 502
Julio Daio Borges

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Artes >>> Daily Rituals - How Artists Work, by Mason Currey
Quem conheceu o Ettore Scola de "Concorrência Desleal" (2001) e "O Jantar" (1998) provavelmente não imagina o realizador denso e profundo que também está por trás de "Um Dia Muito Especial" (1977). Por que será que todo grande artista começa desafiador e revolucionário para depois assentar a poeira no conformismo e na trivialidade? Talvez porque a intensidade do gênio seja uma coisa insustentável a longo prazo. Não importa. O que importa é que Marcello Mastroianni e Sophia Loren estão nos esperando novamente na sala de cinema, para viver um dia insólito, deslocado no tempo e no espaço, quando Hitler foi visitar Mussolini e toda a Itália resolveu saudá-lo. O destino então uniu, de novo, um homem e uma mulher. E o mundo foi só deles outra vez - com apenas duas ressalvas: Sophia Loren era também uma tremenda dona de casa, mãe de família, e Marcello Mastroianni... bem, melhor não contar. A naturalidade, a falta de jeito e o aparente despropósito, vividos a cada cena pelo casal, enchem justamente de beleza os olhos do espectador - tão acostumado à previsibilidade, ao encadeamento dos atos e à lógica das ações; qualquer subversão de uma existência tão racional se torna, portanto, divinamente elevatória. A platéia, já condicionada a perguntar "por quê", "para quê" e "como", pode de repente jogar todas as suas perguntas fora - e desarmar-se perante a vida que, segundo Clarice Lispector, dispensa todo entendimento. Se hoje o cinema brasileiro quer impor o "desconforto" pelo mal-estar social, e o cinema americano, o entretenimento por força de sua indústria milionária, o cinema europeu (de ontem) ainda pode abrir uma porta para o realismo mágico. [Comente esta Nota]
>>> Daily Rituals - How Artists Work
 



Literatura >>> Fernando Pessoa, o Livro das Citações, por José Paulo Cavalcanti Filho
Quem conheceu o Ettore Scola de "Concorrência Desleal" (2001) e "O Jantar" (1998) provavelmente não imagina o realizador denso e profundo que também está por trás de "Um Dia Muito Especial" (1977). Por que será que todo grande artista começa desafiador e revolucionário para depois assentar a poeira no conformismo e na trivialidade? Talvez porque a intensidade do gênio seja uma coisa insustentável a longo prazo. Não importa. O que importa é que Marcello Mastroianni e Sophia Loren estão nos esperando novamente na sala de cinema, para viver um dia insólito, deslocado no tempo e no espaço, quando Hitler foi visitar Mussolini e toda a Itália resolveu saudá-lo. O destino então uniu, de novo, um homem e uma mulher. E o mundo foi só deles outra vez - com apenas duas ressalvas: Sophia Loren era também uma tremenda dona de casa, mãe de família, e Marcello Mastroianni... bem, melhor não contar. A naturalidade, a falta de jeito e o aparente despropósito, vividos a cada cena pelo casal, enchem justamente de beleza os olhos do espectador - tão acostumado à previsibilidade, ao encadeamento dos atos e à lógica das ações; qualquer subversão de uma existência tão racional se torna, portanto, divinamente elevatória. A platéia, já condicionada a perguntar "por quê", "para quê" e "como", pode de repente jogar todas as suas perguntas fora - e desarmar-se perante a vida que, segundo Clarice Lispector, dispensa todo entendimento. Se hoje o cinema brasileiro quer impor o "desconforto" pelo mal-estar social, e o cinema americano, o entretenimento por força de sua indústria milionária, o cinema europeu (de ontem) ainda pode abrir uma porta para o realismo mágico. [Comente esta Nota]
>>> Fernando Pessoa - O Livro das Citações
 



Internet >>> A Loja de Tudo - Jeff Bezos e a Era da Amazon, de Brad Stone
Quem conheceu o Ettore Scola de "Concorrência Desleal" (2001) e "O Jantar" (1998) provavelmente não imagina o realizador denso e profundo que também está por trás de "Um Dia Muito Especial" (1977). Por que será que todo grande artista começa desafiador e revolucionário para depois assentar a poeira no conformismo e na trivialidade? Talvez porque a intensidade do gênio seja uma coisa insustentável a longo prazo. Não importa. O que importa é que Marcello Mastroianni e Sophia Loren estão nos esperando novamente na sala de cinema, para viver um dia insólito, deslocado no tempo e no espaço, quando Hitler foi visitar Mussolini e toda a Itália resolveu saudá-lo. O destino então uniu, de novo, um homem e uma mulher. E o mundo foi só deles outra vez - com apenas duas ressalvas: Sophia Loren era também uma tremenda dona de casa, mãe de família, e Marcello Mastroianni... bem, melhor não contar. A naturalidade, a falta de jeito e o aparente despropósito, vividos a cada cena pelo casal, enchem justamente de beleza os olhos do espectador - tão acostumado à previsibilidade, ao encadeamento dos atos e à lógica das ações; qualquer subversão de uma existência tão racional se torna, portanto, divinamente elevatória. A platéia, já condicionada a perguntar "por quê", "para quê" e "como", pode de repente jogar todas as suas perguntas fora - e desarmar-se perante a vida que, segundo Clarice Lispector, dispensa todo entendimento. Se hoje o cinema brasileiro quer impor o "desconforto" pelo mal-estar social, e o cinema americano, o entretenimento por força de sua indústria milionária, o cinema europeu (de ontem) ainda pode abrir uma porta para o realismo mágico. [Comente esta Nota]
>>> A Loja de Tudo - Jeff Bezos e a Era da Amazon
 



Literatura >>> Reflexões ou Sentenças e Máximas Morais, de La Rochefoucauld
Quem conheceu o Ettore Scola de "Concorrência Desleal" (2001) e "O Jantar" (1998) provavelmente não imagina o realizador denso e profundo que também está por trás de "Um Dia Muito Especial" (1977). Por que será que todo grande artista começa desafiador e revolucionário para depois assentar a poeira no conformismo e na trivialidade? Talvez porque a intensidade do gênio seja uma coisa insustentável a longo prazo. Não importa. O que importa é que Marcello Mastroianni e Sophia Loren estão nos esperando novamente na sala de cinema, para viver um dia insólito, deslocado no tempo e no espaço, quando Hitler foi visitar Mussolini e toda a Itália resolveu saudá-lo. O destino então uniu, de novo, um homem e uma mulher. E o mundo foi só deles outra vez - com apenas duas ressalvas: Sophia Loren era também uma tremenda dona de casa, mãe de família, e Marcello Mastroianni... bem, melhor não contar. A naturalidade, a falta de jeito e o aparente despropósito, vividos a cada cena pelo casal, enchem justamente de beleza os olhos do espectador - tão acostumado à previsibilidade, ao encadeamento dos atos e à lógica das ações; qualquer subversão de uma existência tão racional se torna, portanto, divinamente elevatória. A platéia, já condicionada a perguntar "por quê", "para quê" e "como", pode de repente jogar todas as suas perguntas fora - e desarmar-se perante a vida que, segundo Clarice Lispector, dispensa todo entendimento. Se hoje o cinema brasileiro quer impor o "desconforto" pelo mal-estar social, e o cinema americano, o entretenimento por força de sua indústria milionária, o cinema europeu (de ontem) ainda pode abrir uma porta para o realismo mágico. [Comente esta Nota]
>>> Reflexões ou Sentenças e Máximas Morais
 

 
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