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BLOG

Sábado, 11/2/2017
Blog
Redação

 
Temporada 3 Leve um Livro

A coleção Leve um Livro, que publica 60 mil exemplares por ano de livretos de poesia contemporânea, entrou na terceira temporada. Em janeiro, foram distribuídos os títulos do poeta mineiro Ricardo Aleixo e da pernambucana Micheliny Verunschk. Em fevereiro, foi a vez do mineiro Leo Cunha, conhecido pela literatura infantil, e da carioca Alice Sant'anna. Os livros impressos circulam na capital mineira, mas é possível baixar todos, inclusive de coleções anteriores, pelo site.

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Postado por Ana Elisa Ribeiro
11/2/2017 à 00h28

 
Suplemento Literário 50 anos

Neste sábado, 10, são comemorados os 50 anos de existência robusta do Suplemento Literário de Minas Gerais, jornal impresso criado por Murilo Rubião e outros escritores de uma geração que, justamente, em MG, ficou conhecida como "geração Suplemento". Como a desinformação impera e os holofotes são concentrados, é sempre bom saber que um dos - se não o - jornais literários mais longevos do Brasil estão aí pela meia idade. Valem os parabéns e uma espiada inspirada na versão digital comemorativa. A festa presencial será na livraria Ouvidor, em Belo Horizonte, na manhã deste dia 10 de fevereiro, a partir das 11h, com entrada franca e jornais para levar para casa.

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Postado por Ana Elisa Ribeiro
11/2/2017 à 00h18

 
Shikasta, frontão em alto relevo *VÍDEO*



"Shikasta"


O relevo em cimento "Shikasta" é inspirado em romance homônimo da autora Doris Lessing, Nobel de Literatura. Narra o desenvolvimento da humanidade a partir da intervenção de seres divinos.

A narrativa se desenvolve da esquerda para a direita, como uma história em quadrinhos. Ao mesmo tempo, o painel é dividido por uma linha horizontal entre duas seções, superior e inferior.

Na inferior, vê-se uma parábola da história humana, através do uso da tecnologia em benefício da guerra.

Na parte superior, vêem-se figuras aureoladas que, como fabula Doris Lessing, intervém pelo bem da humanidade.

Descritivo

Frontão em relevo de cimento com incrustrações de chapas cortadas de cobre, latão e ferragens.
Dimensões: 4 mt. x 2 mts. (8 m².)
Localização: Ibiporã, PR.
Data da realização: 1986

*** veja o vídeo ***


João Werner em redes sociais:


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Postado por Blog de João Werner
10/2/2017 às 10h55

 
Piruá

Costumava eu dizer que em 3 coisas nos EUA eram melhores que o Brasil: a constituição, os parques nacionais, e as faculdades de artes liberais.

Porque a constituição era respeitada, os parque incentivam a visitação, e as faculdades ensinam para os alunos. Fora isso, a diferença é a bitola mais larga do papel higiênico.

Agora que o regime do Agente Laranja está rasgando a Constituição, é forçoso substituir o 1o item pelo milho de pipoca, que nos EUA estoura todo sem deixar piruá.

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Postado por O Blog do Pait
6/2/2017 às 16h18

 
Painel entalhado em pranchas de cedro *VÍDEO*



Alegoria à vida do 'Lugar sem nome'


Trabalhei neste painel durante 18 meses, aproximadamente.
Foi um período quase monástico para mim.
Entalhava diariamente, consumia muitas drogas.
Era um adolescente recém chegado de Nietzsche, Hermann Hesse e Dostoievsky.
Gostava da cultura grega.
O cheiro do cedro, o tac-tac do trabalho de "pica-pau" até hoje são lembranças muito emotivas.

Painel entalhado em pranchas de cedro.
Dimensões aproximadas de 18 m².
Localizado na cidade de Ibiporã, PR.
Realizado em 1982.

*** veja o vídeo ***

João Werner em redes sociais:


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Postado por Blog de João Werner
6/2/2017 às 11h33

 
DESLEMBRANÇAS

O tempo não tem pressa

e lentamente

erige em seu lugar as deslembranças

pedaços de hiatos

fragmentos de espaço

decompondo a memória

e sua história.


O sorriso paterno

esbatido na distância

já é um rictus

nem riso nem sorriso

e sua voz não soa mais no ouvido.


O retrato da casa em si tão vívido

desenhado em relevo na saudade

vira saudade só

sem corpo apenas mito.


Assim o tempo desconstrói a sua obra

acrônica e atópica

que se afirma por si

tão metafísica quanto metafórica

de vácuo preenchida

na sua imponderável engenharia.


Ayrton Pereira da Silva

(in Umbrais, Sette Letras, 1977)



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Postado por Impressões Digitais
5/2/2017 às 19h15

 
O fio de cabelo no lóbulo da orelha

Estava com o rosto diante do espelho contando as rugas quando percebi algo quase invisível se movendo.

Encostei o rosto até bem perto do espelho e me dei conta que havia um longo fio de cabelo no lóbulo da minha orelha direita.

Puxei o danado, gritei de dor.

Com o rosto abrasado, fiquei me perguntando por quanto tempo ele estava ali, sem que eu percebesse.

Por segundos insanos pensei em fazer com aquele fio de cabelo o mesmo que fazia com o cigarro nos tempos de fumante: puxar papo, conversar diversos assuntos.

Puxei novamente, a dor recuou porque já não existia a surpresa e no instante seguinte me preparei para dar fim ao incomodo, apanhei a tesoura e estiquei o fio até o fim, mas eis que reparando de perto, notei que o danado tinha um tom dourado.

Será que alguém vai acreditar que quando criança eu era loiro dos cabelos cacheados?

Talvez fosse o último remanescente dos meus tempos de cabelos cacheados e que tenha sobrevivido há mais de meio século.

Senti um inesperado apego por aquele fio de cabelo e até pensei em guardá-lo numa caixa de vidro.

Minha nossa, que louco é esse que guarda o fio de cabelo numa caixa de vidro?

Depois fiquei em dúvida se devia contar isso numa crônica.

Eis me aqui, decidido.

Devo declarar que desde muito moço sofro com a falta de cabelos.

Tenho cultivado ultimamente uma barba ralinha para disfarçar, que cuido com esmero, por vaidade e porque se tornou um motivo para eu ir a uma barbearia, costume que havia abandonado desde os anos noventa, quando os cabelos se foram e me tornei ligeiramente calvo.

Foi um tempo ruim, de repente, tudo despencou.

No começo, tentei disfarçar usando boné, mas não me acostumei, porque me pesava a cabeça e escondia os olhos.

Nunca entendi o sujeito que tem cabelos e usa boné.

Resolvi deixar para o outro dia o que fazer com o fio dourado. Quando acordei, corri para frente do espelho e procurei em vão o meu precioso fio dourado, mas notei apreensivo que só existia a maciez de sempre no lóbulo da minha orelha.

Será que durante o sonho puxei sem querer a ponta da orelha e o fio se soltou?

O que foi que sonhei, afinal?

Não me lembro de nada.

Mas recordei com riqueza de detalhes uma árvore imensa que existe bem à frente do colégio Dom Bosco, tão velha que deve ter visto de tudo, seus galhos secos insistem abraçar em tons cinza a cidade que engoliu o vilarejo, e lá no alto, bem no canto direito, num verde tão belo que emudece, despenca um fino galho de folhas verdes.

E me apeguei àquele galho verde para nunca mais, porque ele desperta a vitalidade, o conhecimento e toda a história que ainda pulsa na árvore antiga, talvez tal e qual o fio dourado, agora desaparecido na minha orelha.

Então pensei no amigo Marcos Estevão, que além de médico é poeta, psiquiatra dos bons, quem sabe numa boa conversa ele me indique algum remédio, ou apenas um bom gole de uísque, para por fim à falta que me faz aquele cabelo dourado, que sumiu sem se despedir, deixando esse inexplicável sentimento de vazio no lóbulo da minha orelha direita.

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Postado por Blog de ANDRÉ LUIZ ALVEZ
5/2/2017 às 18h25

 
Visitação a Gregório de Matos (série: sonetos)

Ao Deus pudesse então lançar-me à sorte
Em busca de alívio aos pesares nossos,
Bem o sentiria entre a pele e os ossos,
Do tempo, paz e peso, que eu suporte.

Jamais vos direi que desejo a morte,
Em nada meu sentir ao Cristo imita,
Não lhe reviverei a voz contrita
E aqui espero amor que me conforte.

Não vos direi da existência sofrida,
Inda que fugaz, conforta-me o dia,
Fortuita luz a incendiar-me a vida.

Do eterno tempo nesta romaria
Ao instante que sem corte o divida,
Em busca do amor, não me apartaria.


(Soneto até então inédito)

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Postado por Blog da Mirian
4/2/2017 às 08h31

 
Locomotiva do tempo

Somos passageiros do tempo,
Todos nós, para além da vida,
Seja nessa ou naquela estação,
Lembranças ficarão perdidas.

Não há tempo para despedidas,
Por vezes nem mesmo adeus,
A locomotiva no tempo avança,
Conforme os atos teus e meus.

No eterno sono de Morpheus,
Quem passou, se foi da vida,
Quem fica continua a viagem,
Escondendo no peito a ferida.

Mas, não há pessoa iludida,
Todos sabem, um dia partirão,
O comboio nunca ficará vazio,
Há sempre a próxima estação.

Uns chegam, outros se vão,
Nos vagões superlotados,
Todos buscam seus destinos,
Caminhos certos ou errados.

Não precisa tomar cuidados,
Ninguém desce em seu lugar.
Enquanto uns desembarcam,
Pretendo nesse comboio ficar.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/2/2017 às 17h48

 
Eu pássaro

Eu pássaro nas correntes quentes,
De vento que me leva norte e sul,
Eu pássaro voando na imensidão,
Desse céu branco e de anil azul.

Eu pássaro que voo, vou e volto,
Ao mesmo lugar de onde parti,
Eu pássaro canto o meu canto,
Daquela noite fria, eu já esqueci.

Suave canto, da alma o acalanto,
E do corpo, a indolente solidão,
Eu pássaro fremente nas alturas,
De volta, vibra firme o coração.

Eu pássaro não vivo longe de ti,
És chuva, terra, o sol e o vento,
Cobertor que aquece o meu corpo,
Retornar à vida que me dá alento.

Eu pássaro, sempre vou e volto,
Eu pássaro, sempre volto e vou,
Eu pássaro na terra, ares e mares,
Eu pássaro que nunca te enganou.


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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/2/2017 à 00h21

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