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BLOG

Quinta-feira, 25/5/2006
Blog
Redação

Eu amo jornalismo

Acordo sonolenta, preocupada com tudo que tenho que fazer. Um pouco mais tarde do que gostaria.

Faço café. Tomo uma caneca, daquelas que deixam meu pai extremamente preocupado com o bom funcionamento dos meus órgãos vitais.

Computador ligado, abro a caixa de e-mails e me pré-desespero com o trabalho que tropeça em vez de andar.

Tomo mais café. Quando me dou conta, vejo que já sequei um bule inteiro.

Em poucas horas, percebo que estou esfuziante e com mãos ligeiramente trêmulas. Mais empolgada com o trabalho, pelo menos.

Almoço creme de legumes, “pra desintoxicar”. O trabalho finalmente anda, e cafeinada no último, vou pro sofá ler um pouco.

Mais umas horinhas depois, e o trabalho engasgando voltando a andar, como uma colherzinha de doce de leite, pra liberar endorfinas. Tenho a impressão de acabei de reintoxicar tudo que eu desentoxiquei na hora do almoço.

O corpo humano é uma máquina maravilhosa. O que será que acontece se eu tomar um gole de conhaque?

Weronika, no seu A Dupla Vida.

[2 Comentário(s)] [Encaminhe este Post]

por Julio Daio Borges
25/5/2006 às
10h29
 
From push to pull

Over the past decade, the mass media have been transformed by the digitization of content (text, voice, and video) and by new ways for customers to access, assemble, and distribute it through the Internet. Rather than waiting for media companies to push out their content, for instance, their customers increasingly pull it in at will. New media distribution businesses are breaking down the traditional channels' shelf space constraints, radically expanding the range of content available, and providing robust tools to help users search for it.(...)

On the production side, a vibrant "remix" culture has emerged thanks to the availability of widely affordable digital audio-editing tools, which make it possible for DJs in nightclubs and other music fans to pull in tracks from a variety of music sources and to recombine them. "Blogging" tools help users "publish" their own writings, music, or photographs, most often by pulling in content from a broad range of sources and creatively mixing and commenting on it.(...)

The McKinsey Quarterly, porque as empresas já estão percebendo que a internet está mudando tudo (as empresas de mídia, claro, nem sempre...).

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por Julio Daio Borges
24/5/2006 às
18h35
 
As fases da vida

"Primero te ignoran, despues se ríen de tí, luego te atacan, entonces ganas."

Uma frase do Gandhi que às vezes eu gosto de citar (agora imagine em que fase está o Digestivo...).

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por Julio Daio Borges
23/5/2006 às
18h45
 
Primeiro post

Não consegui parar de escrever. Me acostumei a ler, a ir ao cinema, ao restaurante, a viajar, sempre pensando em como depois explicar essas experiências em frases, em textos. Sentia falta – depois de sair do Digestivo – de algum lugar em que pudesse escrever sobre tudo. Esta é minha idéia aqui.

Eduardo Carvalho – sim, ele mesmo – no seu recém-inaugurado blog (porque hoje é aniversário do Edu...).

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por Julio Daio Borges
22/5/2006 às
09h46
 
Microsoft's new brain

"Only 3.6 percent of that half-a-trillion [of annual worldwide advertising] today is being spent online (...), even though 20 percent of all media viewership - including instant messaging, et cetera - is online now. So just assume that 3.6 percent grows to match the media opportunity. We want to be part of as much of that 20 points as we can."

Ray Ozzie, o tal novo cérebro da Microsoft, explicando como a propaganda on-line ainda vai crescer...

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por Julio Daio Borges
19/5/2006 às
16h21
 
A Web 2.0 Critique

People have real needs, real bottlenecks in their personal and business lives, real work needs to get done. Can't we get to it? I have real hopes that technology can actually make things better, and many of the apps I use everyday do that. But there is so much left to do.

Stowe Boyd, com alguns bons insights sobre o que ainda falta na Web 2.0...

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por Julio Daio Borges
18/5/2006 às
16h16
 
Among the audience

"The era of mass media is giving way to one of personal and participatory media (...) That will profoundly change both the media industry and society as a whole(...)"

* * *

“The old media model was: there is one source of truth. The new media model is: there are multiple sources of truth, and we will sort it out(...)”

* * *

“We are entering an age of cultural richness and abundant choice that we've never seen before in history. Peer production is the most powerful industrial force of our time(...)”

The Economist, no dossiê sobre New Media (porque vale a pena citar de novo...)

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por Julio Daio Borges
17/5/2006 às
16h01
 
Isn't it semantic?

[Looking back on 15 years or so of development of the Web is there anything you would do differently given the chance?] I would have skipped on the double slash - there's no need for it. Also I would have put the domain name in the reverse order - in order of size so, for example, the BCS address would read: http:uk/org/bcs/members. This would mean the BCS could have one server for the whole site or have one specific to members and the URL wouldn't have to be different.(...)

Sir Tim Berners-Lee, o inventor da WWW, dando alguns palpites sobre ela hoje...

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por Julio Daio Borges
16/5/2006 às
15h55
 
Lifestyle Media

Consumers are increasingly calling the shots in today’s converged media environment: They use Apple iPods to make their own music playlists. Personal video recorders allow them to customize television line-ups. Satellite radios pump commercial-free music into their cars. They come together in online communities, generate their own content, mix it, and share it on a growing number of social networks. No longer a captive, mass media audience, today’s media consumer is unique, demanding, and engaged. (...) Content and services are overflowing, while consumer time and attention remains limited. A new approach that helps consumers maximize their limited time and attention to create a rich, personalized, and social media environment is needed.

Deborah K. Bothun, em relatório – disponivel em PDF – da PricewaterhouseCoopers.

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por Julio Daio Borges
15/5/2006 às
15h11
 
blé!

pelo meu pai

Sorrio todas as vezes que ouço aquela música. O Bob Dylan riu comigo ontem. Queria parar de tocar aquela música mágica mas não conseguia, simplesmente não conseguia, então sorria. Duas gotas de suor caíram de sua testa. Foi lindo. Pandorim, Pandorim, jogue suas notas para mim. Sonhei com um grupinho de menininhas pobres com chinelinhos baratos, pareciam de papéis e vestidinhos de filó, mas com sorrisos enormes no rosto, doentes de fome. Incrível!!!! Também com aspiradores de pó dementes, queriam sugar minhas roupas e objetos, falavam que queriam mostrar as pessoas pras pessoas como elas são de verdade; esqueleto e veias. Nada por cima, nada, só a carne, os orgãos moles, o esqueleto, o cérebro. HhahaHAHah, eles riram do cérebro, como uma coisinha tão feinha e nojenta daquelas podia pensar, inventar, criar, fazer algo para o nosso planeta de verdade. E, tudo que víamos era culpa daquele órgão tão frágil, feio, suculento, mas mera fantasia. Nada era real, nem a fome, nem os amigos, nem as festas, muito menos a faculdade, a idéia de família e amor. Fiquei olhando pra raiva que meu cérebro irradiava ao ouvir aquilo. Ele tremia, não tinha culpa; ou tinha. Cérebros uma vez foram mandados à Terra pra fazer os robôs idiotas serem mais sentimentais, fúteis e curvilíneos. Pensei em como achava aquilo horrível. Mas não fiquei triste. Me peguei lembrando de Puce Moment do Kenneth Anger, aquela mulher, a yvonne marquis, linda, elegante, em meio a todo aquele brilho, aqueles vestidos e aquele glamour. Onde estaria seu coração ali? Descansando sobre a almofadinha? Ou dentro do sapato brilhante? Seus cachinhos pareciam comidas e sua maquiagem, às suas brincadeiras de se tornar mulher quando pequenina. Meio misterioso. Igual ouvir o blixa cantar sabrina. I wish this would be your colour... Parece que você vai desaparecer no final.|||||||| Voltando aos aspiradores dementes, eles eram simpáticos até, articulavam-se de forma estranha, eram grosseiros e selvagens. Mas não tinham cabelos, nem aspirados HÁ! :P Apenas umas máquinas velhas, sem um lixão pra levá-las pro asilo das máquinas. Máquinas que dizem coisas que não se quer acreditar, pois a vida é tão bela!! HhahaHah tantas roupas, carros, televisões...Tanta esperança ;] Bom, no fim, elas derreteram e viraram ouro. Moedinhas de ouro. Que um homem às avistou no chão e foi logo trocar no Banco e após isso comprou uma casa muito grande e um carrro muito [F]útil. E as menininhas de vestidos de filó e chinelinhos de papéis continuaram a rodar, rodar, rodar e brincar esperando envelhecer pra enxergar. Enxergar. E se ALIMENTAR.

cristie, em dentesguardados, que, como sempre, linca pra nós.

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por Julio Daio Borges
12/5/2006 às
09h43
 

Julio Daio Borges
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