busca | avançada
28385 visitas hoje
1,1 milhão / mês
Digestivo Cultural
O que é?
Quem faz?

Audiência e Anúncios
Quem acessa?
Como anunciar?

Colaboração e Divulgação
Como publicar?
Como divulgar?

Newsletter
* Feeds & Twitter
Últimas Notas
>>> A morte do Jornal do Brasil
>>> Alfa, o leitor eletrônico da Positivo
>>> Amar la Trama, de Jorge Drexler
>>> Cachalote, de Daniel Galera e Rafael Coutinho
>>> A Economia das Crises, por Nouriel Roubini e Stephen Mihm
>>> A Questão dos Livros, de Robert Darnton
>>> Coders at Work, de Peter Seibel
>>> House, 6ª Temporada
Temas
Mais Recentes
>>> Por que a Geração Y vai mal no ENEM?
>>> A questão do fim do livro
>>> Meus álbuns: '00 - '09 ― Pt. 4
>>> Metade da laranja ou tampa da panela?
>>> Duas escritoras contemporâneas
>>> Arte e liberdade
>>> O Aspirante a Corrupto
>>> Entrando para ganhar
>>> Poesia, no tapa
>>> Ainda, sempre, Oranje!
Colunistas
Mais Recentes
>>> Copa 2010
>>> iPad
>>> Futuro do Cinema
>>> Livro Eletrônico
>>> Melhores de 2000-2009
>>> Melhores de 2009
Últimos Posts
>>> Entrevista a Karina Cedeño
>>> Claudia Leitte, articulista...
>>> 3 perguntas: Voa Viola
>>> O fenômeno Felipe Neto
>>> The Cure Vídeos
>>> Tom Zé por Giron
>>> The Cure em 2008
>>> Daddy Brother Lover Little Boy
>>> Arianna Huffington sobre o fim
>>> Agnaldo Farias no Supertônica
Mais Recentes
>>> Ponto de ruptura no jornalismo
>>> O entusiasmo de Lobato
>>> O senhor embaixador
>>> Novos caminhos para a cultura
>>> Onde botar os livros?
>>> Twitter versus Facebook
>>> Marina candidata
>>> Sereníssima
Mais Recentes
>>> Harry Crowl
>>> Ron Bumblefoot Thal
>>> Noga Sklar
>>> Paula Dip
>>> Luis Eduardo Matta
>>> Spacca
Mais Recentes
>>> Editoras como Parceiras
>>> Feeds dos Autores
>>> Comentários Liberados
>>> 10 mil seguidores no Twitter
>>> Newsletters à sua escolha
>>> 1,5 Milhão de Pageviews
Mais Recentes
>>> Metacronista? (Carlos Goettenauer)
>>> Nada se salva da mesmice (Sandra Chaves)
>>> Li o Jornal do Brasil (Liliane )
>>> A arte de escrever jornal (Manoel Messias Perei)
>>> Medo de morrer das editoras (Fabiula Neubern)
>>> Uma ameaça enorme aos jornais (Yuri Vieira)
>>> Os livros indispensáveis (Gil Cleber)
>>> Meu coração doeu (Sidcley)
>>> Que delícia ler a experiência (Paula Ribas)
>>> Viajei neste seu Rally (Celito Medeiros)
Mais Recentes
>>> A morte do Jornal do Brasil
>>> Os desafios de publicar o primeiro livro
>>> Os desafios de publicar o primeiro livro
>>> Os desafios de publicar o primeiro livro
>>> Amar la Trama, de Jorge Drexler
>>> A morte do Jornal do Brasil
>>> Alfa, o leitor eletrônico da Positivo
>>> House, 6ª Temporada
>>> Receita para se esquecer um grande amor
>>> Amar la Trama, de Jorge Drexler
Categorias Atualizadas
>>> Celulares e Telefonia
>>> Eletrônicos - Segurança para Casa
>>> Celulares - Bak
>>> TV a Cabo e Via Satélite - Outros
>>> Celulares - Nokia
>>> Celulares - Memória - Memory Stick Duo / Pro Duo
>>> Celulares - Siemens
>>> TV a Cabo e Via Satélite - Antenas
>>> Segurança para Casa - Campainhas
>>> TV a Cabo e Via Satélite - Receptores
>>> Filmadoras - 8 mm, Hi8 e Digital8
>>> Celulares - Foston
>>> GPS - Mapas e Cartas Náuticas
>>> Informática - Notebooks
>>> Móveis e Decoração
>>> Segurança para Casa - Fechaduras e Travas
>>> HP - iPAQ
>>> Televisores - Tela Plana
>>> Celulares - Memória - miniSD
>>> Eletrônicos - TV a Cabo e Via Satélite
>>> MP3, MP4 e MP5 Players - MP4
>>> Celulares - Memória - MMC - Multimedia Card
>>> Informática - Mídias - Blu-Ray
>>> Carregadores e Baterias - Carregadores
>>> Carregadores e Baterias - Pilhas

Itens Mais Recentes
>>> Celular Mp10 Midi 460 Similar Bak725 Dual Touch Tv curitiba
>>> Antena Aquario Dtv 3000 3 Em 1 Vhf Uhf Hdtv Tv Digital Fullh
>>> Smartphone Hp Ipaq 910c Business Messenger. Novissimo!
>>> Dvd Cd Mp3 Player Automotivo H Buster Hbd 9210 Av Tela 3 Pol
>>> Pre Amplificador Mic 100 Valvulado Behringer Mic100
>>> Placa Da Fonte Tv Samsung Lcd Ln26a330 Ln32r81bx Ln26a450
>>> Secretária Digital At&t
>>> Cd Player Portátil Ultra Compacto Coby
>>> Fone De Ouvido Headphone Leadership Microfone Pc Lan Mp3 Nf
>>> Flayback Fat3832 04 Germany
>>> Flayback At2079 B6
>>> Flayback At2079 S0
>>> Lote18 Ci Circuito Integrados Logica Epron Memoria Cmos Ttl
>>> Cd Player Sony Mex Bt4707u Mp3 Usb E Aux Frontal Bluetooth
>>> Anunciador De Presença Gravável Personalize Suas Saudações
>>> Cabo Net Digital Video Componente C Audio Original Garantia
>>> Osciloscopio Cs 4025 Kenwood
>>> Ferro De Solda Pistola 550w P Estanho Prof. Frete Gratis
>>> Titan 150 Esd Mix
>>> Estou Maluco ? Ipig Leilão A 1 Real ! Ipanda Celular Iphone
>>> No Break Apc Be600 Br Bivolt Automático 360 Watts
>>> Repelente A Energia Solar Sem Fio Mata Mosquito Pernilongo
>>> Pião Sonoro Em Alumínio Brinquedos Educativos Criança Antigo
>>> Tenda Dobrável 3x3 Alumínio Verde Azul Ou Branca Nf
>>> Data Show Projetor Sharp Xr10s 450 00
COLUNAS

Terça-feira, 21/4/2009
O curioso caso de Alberto Mussa
Rafael Rodrigues
+ de 1400 Acessos

Fosse feito um levantamento sobre qual o perfil dos personagens mais presentes na literatura brasileira contemporânea, certamente seria constatado que eles são homens, com idade entre 25 a 50 anos, geralmente escritores (ou aspirantes a), professores ou homens de negócios; são também, em sua maioria, solteiros e quase sempre estão atravessando uma crise existencial. Isso se analisarmos somente obras de autores do sexo masculino. Entre as escritoras, o caso é um pouco mais simples: as personagens são mulheres em alguma crise de idade (dos 20, 30, 40 ou 50), (mal) casadas ou à procura de um relacionamento estável (geralmente estão envolvidas com algum homem muito instável); no quesito profissão, ou elas são profissionais bem-sucedidas ou são donas de casa amarguradas.

Não obstante os pseudoescritores, herdeiros de Charles Bukowski, John Fante, Allen Ginsberg e companhia (estes, sim, escritores de verdade, não seus imitadores) e pseudoescritoras netas de Clarice Lispector, Florbela Espanca e Virginia Woolf (estas, sim, escritoras de verdade, não suas imitadoras), sem dúvida existem livros de qualidade contendo personagens tão comuns. Mas só aparentemente comuns.

Alguns escritores e escritoras conseguem tirar das influências mais batidas (Rosa, Lispector, Cortázar, Borges, Kafka) algo novo, original. Conseguem fazer de uma história aparentemente simples uma bela e tocante obra ― por vezes perturbadora ―, como fazem, por exemplo, Menalton Braff, Mayrant Gallo, Ronaldo Correia de Brito, Ruy Espinheira Filho e outros tantos. Mas isso porque esses autores não beberam apenas em fontes "batidas". A qualidade de todos vem também das suas vivências pessoais e da convivência (real ou apenas "literal", no sentido de que apenas através dos livros) com autores menos explorados pela maioria dos contemporâneos, ou seja, os clássicos, dos quais geralmente os "novos" escrevinhadores tomam distância ― talvez por preguiça de lê-los.

É por isso que casos curiosos como o de Alberto Mussa, que está alheio a tudo isso, devem ser alardeados.

Seu mais novo livro, Meu destino é ser onça (Record, 2009, 272 págs.), é tão original quanto os anteriores (Elegbara, O Enigma de Qaf, O movimento pendular e O trono da rainha Jinga) ― se não mais. No limiar entre o ensaio e a ficção, Meu destino é ser onça valeria a pena somente pelo Mito Tupinambá que é recriado por Mussa, digno de ser relido diversas vezes, tamanha sua fluidez (é quase hipnótico) e sua aura de mistério. Mas, além disso, o autor reproduziu trechos dos escritos de historiadores que documentaram suas passagens pelo Brasil na época do "Descobrimento", como André Thevet, Padre Manuel da Nóbrega, Gabriel Soares de Sousa e outros, sobre os índios. Esses trechos são um capítulo à parte, por serem relatos feitos no calor ― em ambos os sentidos ― e na urgência da hora. O conjunto da obra culmina num fundamental documento sobre a História do Brasil, imprescindível para estudiosos e também para os leigos. A todos os brasileiros, Mussa deixa um recado: "Há 15 mil anos somos brasileiros; e não sabemos nada do Brasil". Na entrevista abaixo, concedida por e-mail, o autor fala sobre sua carreira e, claro, sobre seu mais novo livro.

Uma obra singular como a sua não deve ter encontrado editores ávidos para publicá-la. Como foi o início da sua carreira, as primeiras tentativas de publicação? Você precisou bancar seus primeiros livros ou encontrou editores dispostos a apostar neles? E agora, que você é publicado pela maior casa editorial do país (Record)? A cobrança é maior ou a liberdade é maior (porque você está mais tranquilo, já que "tem uma editora")?

Minha história deve ser parecida com a de muita gente. Meu primeiro livro, Elegbara, foi edição paga. Depois, ganhei uma bolsa da Biblioteca Nacional para escrever O trono da rainha Jinga. E o livro foi aceito pela Nova Fronteira, que na época andou publicando autores que ganharam esse prêmio. Mas o livro não "aconteceu", teve só uma resenha, na época do lançamento, e a editora não estava animada a publicar o terceiro livro, O Enigma de Qaf. Foi aí que a Ana Maria Santeiro, que até hoje é a minha agente, me apresentou à Luciana Villas-Boas, e em menos de um mês eu tinha o contrato nas mãos. Foi meu primeiro sucesso (é claro, dentro das minhas circunstâncias) literário. Ganhei prêmios, tive matéria em vários jornais e revistas. Depois disso, as coisas ficaram mais fáceis. Minha relação com a Luciana, e com toda a equipe da editora, é a melhor possível. Sou amigo de todos. Hoje, todos os meus livros são publicados pela Record, que inclusive reeditou os dois primeiros. Sinto que ali é a minha casa, estou plenamente realizado.

A História do Brasil não está muito presente nos livros de autores brasileiros, você concorda? Exceto os anos de chumbo (a Ditadura), poucas são as épocas históricas que servem de "pano de fundo" para romances e contos brasileiros. Por que isso acontece? Você tem alguma teoria a respeito?

Não sei se chega a ser uma teoria, mas acho que nós vivemos um momento em que a cultura do imediato é quase uma obsessão. São transmissões em tempo real, é a virtualidade, o celular, o GPS, o MSN, a ideia do agora, do instantâneo, do contemporâneo. Um mundo assim não dá espaço para a reflexão, as pessoas ficam grudadas no computador obcecadas pelo seu próprio tempo, assistindo em tempo real as coisas que acontecem. Há um sentimento geral de que vivemos um período de revolução histórica, a revolução informática (similar em termos de impacto à revolução industrial ou à revolução neolítica). E estão deslumbrados consigo mesmos. Eu acho esse excesso de autorreferência uma coisa muito perigosa.

Fale um pouco sobre seu novo livro, Meu destino é ser onça. Como (e quando) surgiu a ideia de escrevê-lo? Quanto tempo levou para concluí-lo? Você diria que é seu livro mais ambicioso (até agora)? Foi o mais difícil de escrever (por causa das pesquisas que precisou fazer)?

Meu destino é ser onça é uma tentativa literária de reconstituir uma possível narrativa mítica tupinambá, que nunca deve ter existido. Nisso reside a literariedade do livro, é o mito do mito, o mito que poderia ter sido. Mas não consigo classificá-lo como um livro de estrita ficção, porque eu respeitei as fontes ao máximo.

Pensei em escrever logo depois que entreguei o O movimento pendular para a Record, no início de 2006, ou seja, levei cerca de dois anos e meio para escrever Meu destino é ser onça. Só consegui fazer nesse tempo tão curto porque tinha já muitas coisas anotadas, de leituras passadas, sobre o assunto, desde 1990, quando pensei em fazer um doutorado em línguas tupi-guarani.

Mas meu livro mais ambicioso, pretensioso mesmo, continua sendo, para mim, O movimento pendular. Nesse eu acho que fiz e disse as coisas mais importantes, mais originais. E foi esse também o mais difícil. Meu destino é ser onça foi mais cansativo, mas não o mais difícil, porque menos pretensioso.

Meu destino é ser onça está catalogado como "Ensaio brasileiro". Mas, como você deixa claro no início dele, você quis também fazer literatura, e não ficar preso ao Ensaio. Então, o que é Ensaio e o que é Ficção? O Mito é a Ficção e os capítulos sobre as fontes seriam o Ensaio (ou, se você preferir, "Não-Ficção")?

O problema da catalogação e das catalogações em geral é não prever as formas híbridas. Acabamos decidindo por classificar o livro como ensaio porque ficava mais estranho dizer que era romance, por exemplo. Mas só por isso. O que existe de ficcional no livro, de literário, é o propósito: a vontade de restaurar uma coisa que nunca existiu. Isso é a ficção. O resto é um trabalho, digamos, racional, que parte de um pressuposto absurdo.

Nota do autor
Mais perguntas a Alberto Mussa e mais sobre Meu destino é ser onça na matéria "Somos todos índios", publicada na revista Brasileiros.

Para ir além






Rafael Rodrigues
Feira de Santana, 21/4/2009

Mais Rafael Rodrigues
Mais Acessadas de Rafael Rodrigues em 2009
01. Meus melhores livros de 2008 - 6/1/2009
02. No line on the horizon, do U2 - 24/2/2009
03. Meus melhores discos de 2008 - 27/1/2009
04. Gênios e loucos - 10/2/2009
05. Sociedade dos Poetas Mortos - 10/11/2009


Mais Colunas Recentes

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.

Editora Objetiva
AIC
Editora Paz e Terra
Editora Planeta
Editora Unicamp
Livraria Cultura
Intrínseca
MercadoLivre
Editora Globo
Companhia das Letras
KindleBookBr
Hedra
Conrad Editora
Editora Record
Campus-Elsevier
Cosac Naify
Submarino
PROMOÇÕES
Campus-Elsevier

O Grande Recomeço
Richard Florida
por R$ 65,00


À Beira do Abismo Financeiro
Henry Paulson
por R$ 89,90


O cérebro do vencedor
Jeff Brown
Mark Fenske

por R$ 55,00


Como ensinar Física ao seu cachorro
Chad Orzel
por R$ 59,90


A Matemática pode mudar sua vida
James Stein
por R$ 59,90


A Inteligência não verbal
Joe Navarro
Tony Poynter

por R$ 49,90


Marketing 3.0
Philip Kotler
por R$ 55,00


Uma vida decodificada
J. Craig Venter
por R$ 51,90


Por que elas compram
Bridget Brennan
por R$ 75,90


O lucro não é tudo, mas é o que realmente importa
George Cloutier
por R$ 49,90


A Geração Y no trabalho
Nicole Lipkin
April Perrymore

por R$ 59,90


Como dizer tudo em inglês em viagens
Ron Martinez
por R$ 39,90


O inglês das estrelas de Hollywood
Christiano Barretto
por R$ 49,90


Motivação 3.0
Daniel Pink
por R$ 59,90


Nunca Faça a Primeira Oferta
Donald Dell
John Boswell

por R$ 55,00

OFERTAS
Celulares - Acessórios - Suportes Veiculares


Suporte Veicular Carro Para Gps Celular Mp4 Psp Pda Mp3
por R$ 19.90
até 17/8/2010



Kit Carro 10x1 Iphone 3g Ipod Transmissor Fm
por R$ 114.99
até 05/9/2010



Tomtom Car Kit Para Iphone Pronta Entrega
por R$ 449.00
até 26/8/2010



Kit Carro 10x1 Iphone Ipod Transmissor Fm Veicular Carro
por R$ 119.99
até 14/9/2010



Suporte Veicular Universal Para Iphone Navegador Gps Celular
por R$ 12.89
até 28/8/2010



Suporte Veicular Carro Para Gps Celular Mp4 Psp Pda Mp3
por R$ 19.90
até 29/8/2010



Suporte Veicular Universal Para Gps Iphone Ipod Touch Omnia
por R$ 9.89
até 07/9/2010



Suporte Universal Veicular Para Gps Celular Psp Pda Mp4
por R$ 21.99
até 22/8/2010



Suporte Veicular Universal Celular Gps Mp4 Pague A Receber
por R$ 8.99
até 16/9/2010



Suporte Universal P Celular E Controle Remoto Frete 6 00
por R$ 14.00
até 06/9/2010


Mais "Celulares - Acessórios - Suportes Veiculares"...

busca | avançada
28385 visitas hoje
1,1 milhão / mês