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COLUNAS

Segunda-feira, 11/3/2002
O do contra
Eduardo Carvalho

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+ 3 Comentário(s)

"I have been asked whether I wish to nominate a successor, an inheritor, a dauphin or delphino. I have decided to name Christopher Hitchens. "
Gore Vidal, escritor e polemista americano

"Christopher Hitchens is gorgeously and eternally pissed-off. "
Lee Siegel, editor contribuinte das revistas "Harper´s" e "The New Republic"

Provavelmente pelo mesmo descaso de Paulo Coelho estar - ao lado de Dickens, Tolstoi, Proust - na prateleira dos clássicos, fui encontrar o novo livro de Christopher Hitchens, "Letters to a Young Contrarian", na seção de "Business" "Planning Your Career". Apesar de o livro ser uma coleção de conselhos para jovens que pretendem seguir uma carreira como a de Hitchens, é um absurdo misturá-lo com manuais para profissionais desorientados. Hitchens escreveu um livro para quem tem idéias mas, massacrado pela mediocridade do seu ambiente social, tem dificuldade para articulá-las e divulgá-las. Seus companheiros de prateleira, ao contrário, dão idéias simples e organizadas a quem não as tem. Na última página do livro, Hitchens deixa um trecho esclarecedor escrito pelo húngaro George Konrad:

"Have a lived life instead of a career. Put yourself in the safekeeping of good taste. Lived freedom will compensate you for a few losses. If you don't like the style of others, cultivate your own. Get to know the tricks of reproduction, be a self-publisher even in conversation, and then the joy of working can fill your days."

Hitchens parece mesmo estar satisfeito com o seu trabalho. Formado em Sociologia, Economia e Filosofia na Universidade de Oxford, cedo percebeu que sua vocação é fazer oposição. Aos quinze anos, influenciado pela leitura de Arthur Koestler, já militava contra a pena de morte. Aos dezessete, marchava contra o desarme. Na universidade, integrou um grupo de Socialistas Internacionais.Depois de tentar uma frustrada carreira como escritor de ficção em Londres, onde conheceu Martin Amis, decidiu ir para os Estados Unidos, onde começou a escrever para a "The Nation". Pelas suas observações sobre a sociedade e a política americana, precisas e polêmicas, Hitchens é constantemente entrevistado pela CNN e mantém coluna regulares na "Vanity Fair" e ainda na "The Nation".

Entre suas colunas e seus livros, Hitchens já distribuiu reveladoras acusações a Henry Kissinger (com quem tem um caso em andamento na Justiça) em "The Trial of Henry Kissinger"; a mais um Prêmio Nobel da Paz, Dalai Lama; a Clinton (com quem, aliás, dividiu uma namorada quando estudaram juntos em Oxford), em "No One Left to Lie to: the Values of the Worst Family"; a Madre Tereza, que o levou a escrever "The Missionary Position: Mother Tereza in Theory and Practice" (em irônica referência a uma posição de Kama Sutra), que o levou ao Vaticano para apresentar suas opiniões e pesquisas como, literalmente, advogado do diabo; a Princesa Diana, sobre quem foi entrevistado para um documentário produzido para a televisão inglesa. Recentemente, Hitchens entrou em debate com Noam Chomsky, que acusa de ser "soft" contra o regime fascista do Taliban. Hitchens seguiu o conselho de Konrad e, vivendo sua vida, não poderia ter seguido melhor carreira.

"Letters to a Young Contrarian" é, como diz a orelha, o livro que ele nasceu para escrever. Parte da série "The Art of Mentoring", baseado no livro do Rainer Maria Rilke "Letters to a Young Poet", o livro de Hitchens, de apenas 140 páginas, é uma coleção de dezoito cartas com recomendações de como um jovem que pretende enfrentar a opinião média deve levar sua vida. "Most of people, most of time, prefer to seek approval or security. Nonetheless, there are in all periods people who feel themselves in some fashion to be apart." E é a essa espécie de dissidente - ou radical, ou rebelde, ou iconoclasta - que Hitchens, chamando carinhosamente de "Dear X", remete suas cartas. E que cartas.

Sua prosa é rápida e precisa, composta por frases geralmente curtas e elegantes. Não há qualquer exagero desnecessário. As cartas, apesar de se dedicarem a assuntos diferentes, são interconectadas, seguindo uma estrutura lógica e clara. Hitchens tem essa rara habilidade de transformar o complicado em simples, aproveitando sua erudição para ilustrar seus argumentos. Uma habilidade que, ele repara, não é comum a intelectuais. Normalmente, a função de um pensador é apresentar novos pontos de vista, mostrando que aquilo que parece simples é, na verdade, complexo. Mas às vezes as coisas são simples mesmo - e, neste caso, o trabalho do intelectual deve ser descobri-la assim, sem complicações. Como exemplo, Hitchens refere-se ao caso de Cuba, que persiste com problemas básicos, como o de liberdade civil e a doutrinação ideológica no sistema educacional, distorcendo essa realidade óbvia com uma retórica comunista torpe. O discurso, por mais bonito que seja, não pode substituir a realidade. E Hitchens não o deixa.

Antes que algum moleque ambicioso pretenda se transformar em ídolo político fazendo oposição, Hitchens adverte: não espere ser agradecido. A opinião pública não reconhece o esforço de quem, mesmo com a melhor das intenções, pretende mudá-la. É preciso estar firmemente preparado para receber acusações e ofensas, de personalidades isoladas e de grupos organizados. Ainda que nem a História reconheça apropriadamente todos os seus personagens, a humanidade, lembra o autor, mantém um débito impagável com essas pessoas - e só a anônima contribuição para um mundo melhor pode servir como recompensa: essa luta é, necessariamente, individual.

Estar em oposição, então, não pode ser um comportamento forçado. "It´s something you are, not something you do". Ou seja: não é pra qualquer um. E, para ajudar o leitor a reconhecer sua própria vocação, Hitchens indica o conselho de Rilke:

"There are only one thing you should do. Go into yourself. Confess to yourself whether you would have to die if you are forbidden to write. This most of all; ask yourself in the most silent hour of your night: must I write? Dig yourself for a deep answer. And if this answer rings out in assent, if you meet yourself with a strong, simple I must, then build your life in accordance with this necessity."

Que fique claro, então, que esta não é, de forma alguma, uma questão de vontade - é uma questão de necessidade. Expor sua própria opinião é, antes de um exercício de vaidade, uma legítima vocação. E só quem entende - e aceita - as condições desse desafio agüenta o tranco. Porque ele não é mole. A maioria das pessoas, e é natural que seja assim, procura conforto e segurança, o que não é exatamente o que se deve esperar quando se pretende entrar em combate. Porque o debate intelectual é isso mesmo: as idéias são as armas, e os argumentos, munição. E a luta, como criatividade requer independência, precisa ser solitária.

O estiloso pega-rapaz Em um dos pontos mais altos do livro, Hitchens discorre sobre a insistente mania de o acusarem de elitista. Antes, claro, faz uma pertinente observação: as cartas pretensamente ofensivas que ele recebe são normalmente muito mal escritas, com estilo infantil e erros grosseiros. Ele lembra, então, que quando intelectuais se dirigiam ao povo para tentar organizá-lo, uma indefinida elite era sempre a culpada pelo sofrimento da "minha gente", o que progressivamente incutiu um preconceito em relação à palavra. Mas a discussão inteligente de idéias não é demagogia barata - ela é, necessariamente, elitista. Afinal, nem todos somos inteligentes. Poder intrometer sua opinião em tudo é um privilégio de um país livre, mas que imbecilidades arrogantes sejam desprezadas e esquecidas é um princípio para a construção de uma sociedade civilizada. Hitchens também lembra, enfim, que muitas obras-primas literárias, como o discurso de Sócrates e "Ulysses", não foram salvas pela massa, mas precisamente pelo motivo de terem sido afastadas dela.

Sua insistência em posar para fotos com um cigarro aceso na mão, seu estiloso pega-rapaz e suas contundentes e convincentes opiniões lembram, no Brasil, Olavo de Carvalho. Mas as coincidências são superficiais. Hitchens é eminentemente anti-religioso, apesar de, também, ser politicamente incorreto. Talvez ele esteja mais próximo de Paulo Francis ou, nos Estados Unidos, de H. L. Menken. A repercussão de seu trabalho tem chacoalhado, quase como a de Menken no início do século passado, o ambiente acadêmico e jornalístico norte-americano. Suas eventuais aparições em programas de entrevistas, como o do Larry King, registram recordes de audiência. Hitchens ainda admira Marx e Gramsci, apesar de, hoje, estar em constante conflito com a esquerda. Entre os nomes que aparecem e reaparecem no livro, estão Albert Camus, Oscar Wilde, Emile Zola, J. P. Jacobsen, Aldous Huxley, Freud, Bertrand Russell e, especialmente, George Orwell, um de seus - se se pode dizer assim - ídolos, entre outros. As referências não são fracas, absolutamente. Nem quem as faz.

A mensagem principal de "Letters to a Young Contrarian", se se pode extrair uma, é aquela boa e velha: seja você mesmo - ainda que isso signifique discordar do próprio Hitchens. Nesse livro, porém, não é ela o que mais importa: mas a aliviante sensação de que, enquanto houver gente que assuma um compromisso desses, decidindo e gostando de carregar o peso do mundo nas suas próprias costas, nem tudo estará perdido. Nem a inteligência, tão cedo.

Para ir além


Eduardo Carvalho
Vancouver, 11/3/2002


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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
25/6/2002
16h57min
Eduardo, Você já pensou que muitos leitores podem não ser fluentes na língua inglesa? Não acha um pouco (ou muito) pedante fazer transcrições em inglês, sem sugerir ao menos uma tradução livre para elas (e suponho que você tenha capacidade de fazê-lo, já que, para ter lido e entendido os textos em inglês, deve ter fluência)? Não acha anti-democrático, restringindo a reflexão de suas idéias a grupos menores (e acho que se essa fora intenção do site, a princípio acessíverl a todos, realmente é uma grande pena)? No meu caso, tenho fluência em inglês, pude entender perfeita e inteiramente o sentido de seu texto. Mas sinto que sou uma minoria. O site não pode ter a pretensão de dirigir-se apenas a poliglotas, a pessoas de alto saber ou coisa assim (e não me diga que saber inglês é "básico", porque estamos no Brasil). Discutir cultura é essencial para todos - não basta criticar os "limitados", é preciso dar oportunidade e estímulo a todos para que pensem, reflitam também, criando assim um espírito crítico que não se restrinja a pequenos grupos de erudição superior (ou pretensa erudição pretensamente superior). Esse tipo de atitude não é digna do Digestivo Cultural e espero que vocês não queiram fechar-se em um grupinho de críticos voltados para um seleto público erudito ou quase erudito ou supostamente erudito (o que é pior). Obrigada, Vanessa
[Leia outros Comentários de Vanessa Rosa]
25/6/2002
18h03min
É claro que nem todo mundo é fluente em inglês, Vanessa. Mas quem não é pode, com facilidade, consultar um dicionário e traduzir por conta própria os trechos transcritos. Foi também assim que eu aprendi. Essa é uma oportunidade e o meu estímulo. Quem é incapaz desse pequeno esforço está fadado a se marginalizar culturalmente; e não adianta colocar a culpa nos outros - nem em mim. Concordo que discussões pretensiosamente eruditas são irritantes e, geralmente, confinadas em becos. E é exatamente a isso que o Digestivo se opõe. O que não significa que eu vá dar papinha na boca de quem não quer aprender.
[Leia outros Comentários de Eduardo]
24/9/2008
21h58min
Achei do c*** a resenha e lerei o livro. Para a Vanessa Rosa, indico esse trecho do próprio texto: "Mas a discussão inteligente de idéias não é demagogia barata - ela é, necessariamente, elitista. Afinal, nem todos somos inteligentes. Poder intrometer sua opinião em tudo é um privilégio de um país livre, mas que imbecilidades arrogantes sejam desprezadas e esquecidas é um princípio para a construção de uma sociedade civilizada." Abraço para os dois.
[Leia outros Comentários de dante]
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