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COLUNAS

Segunda-feira, 6/5/2002
Com a calcinha aparecendo
Eduardo Carvalho
+ de 39600 Acessos
+ 66 Comentário(s)

Esse programa “Saia Justa” provou exatamente o contrário do que pretendia: a ignorância orgulhosa e a vulgaridade barulhenta das participantes. Antes de tudo, porque qualquer conversa realmente interessante, antes de segregar sexos, os inclui. Talvez mais do que discussões sobre futebol, fofocas femininas, e especialmente desse tipo de mulher, beiram o insuportável. Programas femininos vespertinos já definiram a regra, e dificilmente outro programa no mesmo molde se afirmará como exceção. Porque, ainda que insista em ser diferente, “Saia Justa” é uma conversa fiada entre gente que simplesmente não sabe do que está falando: e seus telespectadores serão as mesmas mulheres que assistem aos programas vespertinos, mas que, à noite, reservaram um tempinho para um papo mais, digamos, “cabeça”. O problema todo é que as apresentadoras se julgam inteligentes.

A pretensão de uma conversa “nem informativa nem intelectualizada” é, na verdade, a justificativa para o baixo nível das opiniões que vigoram. Um bate-papo civilizado pode passar de Caravaggio a colheita, de política a peteca, de Berlioz a festa junina sem, jamais, cair no marasmo acadêmico ou no “papo-cabeça”. Acontece que, para variar naturalmente entre assuntos eruditos e corriqueiros, é preciso, antes de tudo, dominá-los ambos, sem pretensões arrogantes ou preconceitos paralisantes.

Mônica Waldvogel, Rita Lee, Marisa Orth e Fernanda Young procuram justamente comentar assuntos diversos, do jornal ou da cozinha: mas conversam entusiasticamente sobre os da cozinha e, quando chegam os do jornal, se confundem e se perdem, restando, da inteligência anunciada, apenas uma pose oca. Nos outros programas femininos, pelo menos, as apresentadoras se restringem a opinar sobre o que conhecem, alternando entre moda e novela, e, se se aventuram em assuntos que desconhecem, são simplesmente desprezadas ou, quando muito, engraçadas. Sem ser sofisticado, “Saia Justa” também consegue não ser engraçado.

Mas o motivo do provável sucesso da fórmula do “Saia Justa” é a identificação imediata entre o público feminino médio e as apresentadoras, e a posterior repetição, de quem ainda não aderiu, ao método de conversação moderna: ganha quem fala mais alto, é considerado inteligente quem adere ao discurso-inteligente-padrão, os assuntos “divertidos” são os babacas e os interessantes são tratados com irritante seriedade. Tentando escapar dos clichês, as apresentadoras do “Saia Justa” só conseguem reforçá-los. A multiplicação dessa imbecilidade, promovida como oposição ao modelo feminino estampado na mídia, parece ser premeditada. É impossível que essas participantes sejam a única alternativa. Mulheres verdadeiramente cultas e sensatas devem estar, além de desprezadas, ofendidas pela imagem que fazem delas: as integrantes do “Saia Justa” não são nem cultas nem sensatas.

A comparação de “Saia Justa” com “Manhattan Connection” é por dois motivos indevida. Primeiro, porque Lúcia Guimarães, que participa do “Manhattan”, é incomparavelmente mais bem preparada – e, conseqüentemente, mais divertida - do que a mulherada do “Saia Justa”. Segundo, porque o “Manhattan”, apesar de ter perdido a erudição de Francis e a simpatia de Nelson Motta, mantém uma conversa informal e informativa, culta sem ser “intelectualizada”, em um padrão que “Saia Justa” nunca alcançará. Porque a ignorância – especialmente quando disfarçada - é entediante.

O mapa da mina

Apesar da oferta ampla e constante, não é sempre fácil encontrar bons artigos na Internet. Digo: poderia ser mais. Para encontrar um ensaio interessante, é preciso às vezes visitar dezenas de páginas de jornais e revistas impressos ou eletrônicos, gastando um tempo que, existisse um mecanismo de busca que primasse pela qualidade, poderia ser economizado.

E pode, na verdade. Ela não é a coleção definitiva do que há de melhor na Internet simplesmente porque isso é, por motivos óbvios, impossível, mas a seleção de artigos, resenhas e ensaios do "Arts & Letters Daily" é de um bom gosto inegável. Diariamente, o site inclui links com chamadas para o que há de melhor e mais importante disponível na Rede, recolhendo-os de publicações como “The Guardian”, “The Boston Globe”, “The New Republic”, “The New Criterion”, “Reason”, “The Economist”, “The New York Times”, diferentes entre si, da periodicidade aos pontos de vista, mas indiscutivelmente respeitadas em suas áreas. Logo ao abrir a página, quando as chamadas aparecem, a vontade é de clicar e ler todos os textos indicados.

A variedade dos assuntos é pretensiosa mas respeitada, anunciada no topo da página: “Philosophy, aesthetics, literature, language, trends, breakthrough, ideas, criticism, culture, history, music, art, disputes, gossip”. Ainda falta alguma coisa?

Além da conveniente coleção de artigos, o site ainda oferece links para as mais importantes publicações em inglês do mundo, incluindo jornais e revistas, agências de notícias e cadernos de resenhas, dos alternativos aos acadêmicos, passando, ainda, por emissoras de rádio e pelos colunistas mais influentes. Há também, claro, os recomendados pelos próprios editores, como o inovador "Edge" ou o curioso "Junk Science"

Imperdível, para quem se interessa pelo que há de pertinente sendo discutido no mundo e, até pouco tempo, era condenado a debates nacionais, fechados e limitados, ou, quando muito, a poucas e caras publicações estrangeiras.

Organizando a inteligência dispersa, “Arts & Letters” confirma uma vocação da Internet, conectando pessoas e idéias de forma prática e rápida. Não há mais desculpas: a marginalização, agora, é voluntária.


Eduardo Carvalho
São Paulo, 6/5/2002

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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
6/5/2002
23h36min
Achei o programa chato e não consegui ficar até o final, talvez nestes últimos minutinhos que eu perdi elas podem ter conversado algo de interessante.Mas duvido, na maioria do tempo ficaram disputando espaços e moldando uma propraganda pessoal. Concordo com o que disse. Parabéns!
[Leia outros Comentários de Ana]
7/5/2002
00h35min
Assisti esse progama porque você, Eduardo, queria escrever sobre ele.Até aí, tudo bem. Afinal, eu não esperava que fosse ser tão ruim por comentários lidos e ouvidos de pessoas que, acho, não costumam ter mal gosto. Bom, passado algum tempo, não só eu, mas como todos que estavam na sala concordaram em desligar a tv. O progama ser ruim, até vai, afinal, é um programa de tv voltado para o público feminino. Eu sei, nem deveria estar comentando...;é que eu assisti,e sabia que ia ser ruim (pelo elenco, é claro),mas fui e assisti. Isso tudo para dizer que se tivesse esperado mais esse comentário, não ia estar pensando nessas besteiras. Valeu pelo seu comentário, e espero que, se algém ainda pensa em assistir "Saia Justa", o leia antes.
[Leia outros Comentários de Maria Alice]
7/5/2002
10h16min
Muito obrigado, Ana e Alice, pelas simpáticas observações. Bom saber que nem todas as mulheres se identificam com o modelo insistentemente divulgado pela televisão. Beijos,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
11/5/2002
08h41min
Motivado pelo seu texto, arrisquei uma "olhada" no programa. Realmente confirma a crítica contida no texto. Há, por outro lado, um espaço aberto na mídia, para um programa deste tipo, por exemplo com a Lucia Guimarães. Valeu a sugestão e a crítica.
[Leia outros Comentários de Oswaldo C. Neto]
29/5/2002
11h21min
Acho ridículo pessoas como vc serem permitidas a escrever para um público gnd como o da Internet... Seu discurso machista e fascista me dá nojo!!! Para vc, pelo visto, mulher culta são aquelas "apresentadoras" que ficam de tarde dando receitas e fofocas para mulheres???? Muito bom, né?! Vc deve ser daqueles machinhos que ñ arrumam ninguém e ñ fazem nada sozinho!!! Ah, vá catar coquinho e aprenda vc a dominar os assuntos sobre os quais comenta!!!!
[Leia outros Comentários de Vanessa]
29/5/2002
11h51min
Hey, Eduardo Você acha que o Arts & Letters é a única coisa boa que existe na face da terra? Você parece ser aquele tipo de pessoa que só considera bom o que vem dos USA, um americanizado metido a intelectual. Você simplesmente despreza no seu textos algumas das mentes femininas pensantes mais importantes do final do século XX. O Saia Justa é ótimo programa. Marisa Orth é uma mulher muito inteligente, talvez por ter feito durante muito tempo o papel de burra num programa televisivo as pessoas ainda confunde personagem/ator. Monica Waldvogel é a melhor reporter existente no momento, inteligente e além de tudo culta. Rita Lee, pelo amor de Deus, você dizer que esta mulher não é culta e inteligente chega ser uma heresia. Uma compositora de primeira, escritora, interpetrete.. uma verdadeira show-woman. Vai ver você acha que roqueiros não possuem cerebro. Talvez você devesse ler um pouco da biografia de cada uma das apresentadoras, se inteirar de suas vidas e de suas conquistas. Você é quem não passa de uma pessoa sem cultura, que se acha da elite cultural do país, simplesmente por ser um critico (no pior sentido da palavra). V6e se cresce e aprende um pouco que estas mulheres inteligentes, informadas e a frente do seu tempo.
[Leia outros Comentários de Yara Romero]
29/5/2002
12h03min
Eu fico espantado com a ousadia de um moleque de 22 anos de escrever tanta besteira na NET. O programa "Saia Justa" obteve logo na sua estréia alguns pequenos problemas técnicos já resolvidos, mas a qualidade das apresentadoras e os debates que elas promovem merecem altos elogios. Elas são as mais dignas representantes das mulheres brasileiras não siliconadas, afinal nem toda brasileira é "bunda"; um programa que tem Rita Lee como uma das integrantes merece aplausos. O senhor Eduardo surtou ao publicar esse artigo ridículo, ele deve preferir ver as "popozudas" na Casa dos Artistas. ViVa o Saia Justa ! ViVa as cabeças pensantes na televisão brasileira.
[Leia outros Comentários de Thompson/Recife]
29/5/2002
12h15min
Percebam o mesmo número: 200.213.203.195 em Ana, Alice e no próprio Eduardo, ou seja, ele mesmo escreveu as 3 mensagens hahahahahaha Tadinho, ficou com medo de só levar porrada.
[Leia outros Comentários de Thompson]
29/5/2002
12h51min
Cara, você é realmente muito patético! Eu já tinha percebido pelo texto que a tal de "Ana" e a tal de "Alice" eram com certeza tuas amigas, ou coisa no estilo. Mas o mesmo número de IP revela que as 3 mensagens foram escritas do teu micro, cara que coisa mais feia! Ah! Já tinha esquecido: O título da tua matéria (se poder ser chamada assim) é extremamente de mau gosto e totalmente machista.
[Leia outros Comentários de Yara Romero]
29/5/2002
13h57min
Só faltava essa...não dá pra acreditar que o cara é tão medíocre a ponto de escrever os comentários ele mesmo.Isso desacredita o nosso amado DC ...é o fim da picada mesmo...ainda se fosse um puta texto...
[Leia outros Comentários de andréa]
29/5/2002
14h39min
Eu deveria ir, como o estripador, por partes, começando com as acusações da Vanessa: mas preciso, antes, responder ao Thompson. Sabidinho, você. Dominando os recursos mais complicados para identificar comentários, descobriu que o meu, o da Ana e o da Alice vieram, sim, do mesmo computador - como se alguém tivesse tentando esconder isso: a própria Alice, despreocupadamente, escreveu que assistiu ao programa comigo. Pois elas são minhas irmãs, e, como leitoras, têm todo o direito de opinar sobre o que escrevo. Assim como vocês. Beijos e abraços,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
29/5/2002
14h40min
Vanessa, minha amiga. Eu sou machista, e escrevi que "qualquer conversa realmente interessante, antes de segregar sexos, os inclui"; e o meu discurso é fascista, sendo que você acha ridículo que exista espaço na Internet para que alguém como eu publique seus textos - ou seja, quer que eu cale a minha boca. Obrigado pelo conselho, mas catar coquinho não é muito divertido. Prefiro colecionar suas abobrinhas. Beijos,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
29/5/2002
15h09min
Ahhhhhhhh, agora eu entendi tudo!!!! São suas irmãs? Claro, só tendo o mesmo DNA pra concordar com você, afinal tem que dar uma forçinha pro irmãozinho adolescente que tá querendo se enfiar em alguma aréa que dê o que falar. Tá vendo que nem todo mundo que lê estas tais críticas são tão imbecis a ponto de não perceber estes 'recursos complicados da internet'? Aliás é complicado só pra você! Mas, como falou a Yara, quando vamos analisar qualquer coisa que seja, temos que ter cuidado pra tentar analisar com um mínimo de responsabilidade e seriedade porque quando não fazemos isto corremos o risco de sair por ai fazendo discursos alienados e que não condizem com a verdade, pelo simples fato de "agitar". Mônica Waldvoguel, além de ser uma excelente jornalista, é altamente culta e inteligente; Rita Lee é uma pessoa à parte, dispensa qualquer tipo de comentário, pois, até quando não fala nada, é inteligente, interessante, moderna, culta, sábia... Marisa Orth mostra que Magda e ela são pessoas dissociadas, embora poucos consiguam ter esta percepção. Tem se mostrado com boa desenvoltura e suas colocações etão a cada dia melhores. E a Fernada Young, com aquele discurso pós-moderno, também mostra que mesmo sendo escritora, tatuada, agitada, é o estereotipo da mulher brasileira atual. E desde quando o programa teve a intenção de mostrar uma conversa informal e informativa? Eles estão ali pra falar o que quiserem e muito bem. E olha que quem escreve isto aqui não é nenhuma mulherzinha medíocre que não tem o qu fazer nas quartas a noite e depois de Jade vai assistir ao Saia Justa. Ao contrário, posso dizer que faço parte da elite brasileira intelectualizada. Então, aconselho você a assistir mais uns programas e só depois disto se atrever a escrever qualquer tipo de comentário...
[Leia outros Comentários de Karla Albuquerque]
29/5/2002
15h23min
Yara,
Sinceramente, eu bem que queria levar as suas também: mas suas abobrinhas são tantas, e tão pesadas, que quase não cabem mais na minha cesta. Tentemos, porém.
Eu recomendei o "Arts and Letters" porque ele é um bom canal para o que há de interessante na Internet, o que significa, para quem ainda não tem os miolos queimados pelo "Saia Justa", que ele não é a "única coisa boa que existe na face da terra". Me desculpe se todas as suas referências intelectuais são brasileiras e fracas, a ponto de definir a Mônica Wxyowglw como a "melhor repórter existente no momento", as participantes do "Saia Justa" como "algumas das mentes femininas pensantes mais importantes do final do século XX", e eu como "um americanizado metido a intelectual". Meus pêsames. Mas vai nessa, vai: continue lendo a biografia da Marisa Orth - que eu tenho mais o que fazer. Vou voltar a catar coquinho. Beijos,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
29/5/2002
15h29min
Você está com a cesta cheia de abobrinhas? Que coisa, né? Vai ver pq os unicos elogios que vc recebeu foram das suas irmãs e do Oswaldo que no minimo deve ser seu amigo. Você simplesmente se acha "O Intelectual", ser intelectualizado não é apenas ler livros de autores estrangeiros, dar valor apenas ao artistas e pensadores externos. Mas parece que pra você só tem valor se algo for indicado pelo melhor canal, o Arts & Letters. Concordo que ele é excelente, mas não é o único. O Saia Justa tenta mostrar algo diferente, mulheres conhecidas e inteligentes sim dando a sua opinião sobre diversos assuntos. Mas para você só existe o Paulo Francis e o Nelson Motta. Eu assisto aos dois programas. Na verdade é uma perda de tempo discutir com alguem que estudou na FGV. Ah! Só mais uma coisa: o que você considera uma pessoa culta e inteligente?
[Leia outros Comentários de Yara Romero]
29/5/2002
20h16min
A todas as mocinhas histéricas que infelizmente abalaram ainda mais a péssima imagem que a machaiada tem do sexo feminino: não sou irmã do Eduardo, não sou amiga dele, não o conheço, sequer moramos na mesma cidade. Não tenho vinte e dois anos, tenho 37, sou professora em duas universidades cariocas, membro de um grupo de estudos de cultura celta e germânica - antiga e medieval - e acho que posso me considerar uma mulher inteligente, apesar de não achar que títulos ou uma carreira bem-sucedida sejam prova de intelectualidade. A Rita Lee é persona tão grata porquê?? Porque algum dia escreveu uma música que dizia "Baila comigo/como se baila na tribo"? Francamente, chamar isso de grande realização, ou mesmo de rima rica é um pouco demais. Pintar o cabelo de acajú, talvez? Ah, peraí vocês estão mesmo a fim de nivelar o sexo feminino por baixo, não é não? Eduardo, se você tem mesmo só 22 anos, então está de parabéns, não só pelo português bom e claro, que as mocinhas que o agrediram tão profunda e gratuitamente mal sabem usar, mas também pelo conteúdo. Infelizmente tenho de concordar com você. Hoje não há programa de qualidade feito por mulher alguma na TV, salvo, com ressalvas, o de entrevistas da Marília Gabriela. Nosso 'sindicato' é por deveras desorganizado e pueril. Um abraço, Sue
[Leia outros Comentários de Assunção Medeiros]
29/5/2002
21h01min
Oie, Sue Primerio, obrigado pelo mocinha. :-) Tenho 28 anos, sou Engenheira, tbm particpo de um grupo de estudos de cultura celta e germânica, mas com certeza não deve ser o mesmo tipo (estilo) que o seu. ainda bem que você tem acha que titulos e carreira bem sucedida não sejam prova de inteligencia e nem de cultura. Na faculdade tive muitos Prof. Doutores que não conseguiam falar de outro assunto além das pesquisas deles. Admira-me você, com 37 anos, achar que Rita Lee é persona tão grata só por ter escrito o citado verso e pintar o cabelo de acajú. O grande problema do povo brasileiro é uma amnésia gigantesca. Os Mutantes, grupo ao qual Rita Lee pertenceu durante o final dos anos 60 e inicio dos 70, foram os responsáveis pelas maiores inovações no cenário musical brasileiro. Juntamente com os Novos Baianos, Secos e Molhados, Gil e Caetano. Rita Lee é simplesmente a compositora com maior numero de letras censuradas durante o regime militar no Brasil. Rita Lee é uma defensora da natureza e dos animais há muito tempo, quando ninguém falava em preservar o meio-ambiente. Que você não goste da Mônica Waldvogel, Rita Lee, Marisa Orth e Fernanda Young, que discorde da opinião delas, perfeito. Afinal o mundo é feito de pessoas que pensam diferente. Mas não é por discordar do ponto de vista de uma pessoa ou do que ela aparenta ser na tela de uma TV que você pode dizer que estamos nivelando as mulheres por baixo. Estariamos nivelando por baixo se em vez delas, as apresentadoras fossem Carla Perez, Tiazinha, Feiticeira e as duas Sheilas. Elas sim, com suas bundas e peitos de silicone, vendem a idéia de mulheres objeto com a sua dança (sexo quase-explicito difarçado). Elas sim, rebaixam o sexo feminino.
[Leia outros Comentários de Yara Romero]
29/5/2002
21h20min
Tsc, tsc, tsc... pelo visto mam~~ae além de ñ ter ensinado a respeitar a mulher ñ ensinou interpretação de texto!! Como que alguém que ñ se considera machista acha que programas que realmente possuem "apresentadoras" de valor são aqueles que vespertinos que ensinam mulher a cozinhar, cuidar da casa e dão as últimas notícias de "artistas"? Eu nunca falei que era para proibirem seus textos... Só acho que um site, aparentemente de qualidade, não deveria se sujeitar a publicar um texto que ofende gnds mulheres!! Como alguém pode considerar Rita Lee uma pessoa burra????? Como alguém pode considerar burra uma mulher com tamanha cultura??? Só alguém que ñ aprendeu que antes de escrevermos um texto, temos que tomar conhecimento do seu assunto para poder publicá-lo!!!! Vc nunca deve ter lido, escutado ou visto as entrevistas dessa mulher! Ela tem muito o que ensinar, não só a vc, como muita gente!!! Agora eu me nego, a ficar discutindo que pede para "irmãs" e "amigas" escreverem comentários em seu próprio computador... Continue desse jeito, enquanto elas terão seus trabalhos, merecidamente, reconhecidos, vc vai continuar aí, no esquecimento... Ou ñ, se os programas feminos que passam a tarde são reconhecidos, quem sabe um dia vc ñ faz crítica do lado do Nelsdon Rubens, né?! Abraços para vc também, querido!!!
[Leia outros Comentários de Vanessa]
29/5/2002
22h20min
Boa noite, mocinha (ah, meus 28 anos!)... Primeiro, quanto ao estilo do meu grupo de estudos, não entendi direito o que você quis dizer com isso, mas lhe asseguro que é todo composto de professores universitários das áreas de história, arqueologia e letras, e estudamos a cultura celta com bastante seriedade. Ninguém no meu grupo de estudos quer recriar religiões extintas, das quais pouco se sabe, nem dançar pelado na lua cheia. Segundo, claro que títulos ou aprovação pública não significam prova de inteligência ou cultura, senão o Bambam do Big Brother era o cara mais inteligente do Brasil. Olha só, a Rita Lee nem de longe era líder musical dos mutantes, e como música ela é pouquíssisma coisa mais que medíocre. Ela teve foi sorte, ou talvez a esperteza - nunca disse que ela não era esperta - de se ligar a músicos maravilhosamente talentosos como Sérgio Dias, Arnaldo Baptista, e até o marido camisolão Roberto de Carvalho. (Me diz alguma coisa que ela tenha feito no período em que os dois estavam separados) Militância política, minha cara, não é sinal de inteligência, muito pelo contrário, é sinal de espírito de rebanho e fraqueza de alma, na minha opinião. A ativista Rita Lee é a razão de meu ligeiro desprezo por ela. Não tenho nada contra nenhuma destas mulheres, porque não estava, como acho que o Eduardo também não está, falando da pessoa delas. Estava falando do programa, e da falta de uma linha editorial séria nele. Não tem mesmo. Botar mulheres famosas, só porque são famosas, para falar de qualquer assunto é uma tremenda babaquice, se me permite a franqueza. Bom, se não permite, também, agora já era! :o) E nivela por baixo sim, porque só o fato de você achar que este programa é a salvação da mulher brasileira contra a síndrome da bunda perfeita já mostra o quão pouco as mulheres brasileiras esperam de si mesmas. E chega desta outra síndrome das "mulheres maravilhosas". Ou todas nós batalhamos para sermos mesmo maravilhosas, no nível intelectual e de cobrança dos homens, ou baixemos todas as orelhas e assistamos a PODEROSA (porque ela é mesmo) Ana Maria Braga. Beijo da Sue
[Leia outros Comentários de Assunção Medeiros]
30/5/2002
01h47min
Que bom, Karla, que você me avisou que faz parte da "elite brasileira intelectualizada". Se julgasse apenas pelas suas opiniões e pelo seu português, eu não ia perceber. Mas deveria: o nível dessa "elite" é tão baixo que inclui, além de você, de Marilena Chauí a Rita Lee. E, segundo meu professor de Marketing, também aqueles com nível superior, com acesso a computador e televisão, e que lêem aproximadamente dois livros por ano. Parabéns: você chegou lá. Boa sorte,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
30/5/2002
01h57min
Yara,
Se, para você, é impossível discutir comigo porque estudo na GV, conversar com você me parece inviável por um motivo menos obscuro: você é completamente incapaz de compreender um texto simples. Eu nunca escrevi que o "A&L" é o "melhor" site da Internet, e jamais disse que, para mim, só existe o Paulo Francis e o Nelson Motta. Mas dificuldades assim parecem fichinha para alguém que acha que, quanto mais censurado o artista, melhor o seu trabalho; e que militância politicamente correta é qualidade incontestável. Siga firme, assim: você tem tudo para, um dia, conseguir ser iluminadora do programa. Beijos,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
30/5/2002
02h27min
Eu, Vanessa, honestamente, não tenho nada contra programas que ensinam mulheres - ou homens - a cozinhar: nem nada, juro, particularmente contra as apresentadoras do "Saia Justa". Só acho que elas estão fora de contexto. Que fazem melhor o que faziam antes. E que vocês, telespectadoras, estão se submetendo à constrangedora situação serem avisadas disso por um moleque que acabou de completar 22 anos - e que não tem saco para cumprir a exaustiva tarefa de reeducar vocês: já está tarde demais. Fica pra próxima, beijos,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
30/5/2002
08h58min
Oie, Sue. Um grande problema de uma conversa atraves de um forum, é que as pessoas podem tirar as conclusões que bem entenderem. Então o teu grupo de estudo tbm é um grupo, sério. Excelente. Bem, quanto ao tal de Bambam, se ele é inteligente ou esperto ou sei lá oq, não posso opinar. Não vi nenhum capitulo, ou episodio ou qualquer que seja o nome que se dá, do tal de BBB ou Casa do Artistas. Bem, eu não afirmei que ela era a lider musical dos Mutantes. Eu afirmei que ela e os irmaos Batista (os 3 irmaos), eram responsaveis pelo lado criativo do grupo.Bem se a Rita Lee soube aproveitar as chances que apareceram e soube se manter na midia durante durante tanto tempo, é sinal que ela usa os neuronios dela. Caso bem diferente do Arnaldo Batista. Espirito de rebanho? Lutar pelos direitos de liberdade e igualdade é ser uma ovelha. Diga isto às familias das pessoas que morreram e que foram torturadas durante a ditadura militar. Muitos artistas da epoca expressavam suas ideias e ideais, de forma, em alguns casos, subliminar atraves da sua arte (musica, pintura, teatro, poesia, etc.). Eu não disse que acha o programa a salvação da mulher brasileira, apenas acho que o programa é bem feito e gosto de suas apresentadoras. Ele pode ser um pequeno passo, pois se colocassem apenas doutores discutindo um determinado assunto, só atrairia pessoas com interesse muito especifico. Quanto ao programa da Ana Maria Braga a minha mãe gosta, assiti todos os dias enquanto toma café.
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30/5/2002
19h49min
Ah, então opinião boas e sérias são aquelas que concordam com vc? Sinto muito... E português correto, qual é? Vc não entendeu o espírito da coisa: tive que baixar o nível pra poderes acompanhar. Posso me considerar de uma elite sim, pois tive oportunidades que infelizmente poucas pessoas no Brasil tem e, assim como vc Sue, também sou professora em 02 Universidades, participo de vários grupos de estudo e os 02 livros que leio não são por ano (se este é o seu hábito, Eduardo, desculpe mas não é o meu!). Concordo que isto não significa inteligência nem intelecualidade, nem tão pouco estou aqui pra defender esta ou aquela apresentadora. Apenas não concordo com o escrito no "texto" e sou livre pra expressar a minha opinião. Agora, ele é tão inseguro sobre o que escreve e ainda está tão preso a adolescência (fase pela qual eu já passei há alguns muitos anos), que responde mensagem a mensagem como se fosse uma agressão pessoal. O bom crítico tem que ter cacife pra aguentar as concordâncias e as discordâncias... E dizer que Rita Lee não é inteligente ou que não é um dos grandes expoentes da nossa música é lamentável! É a inteligência rebolante sobressaindo-se sobre a inteligência pensante... e que infantilidade ficar aqui discutindo sobre isto...
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30/5/2002
20h45min
Muito obrigado, Karla, por tentar descer de sua superior condição intelectual para se fazer entender por mim. Mas na minha terra a gente concorda verbo e usa vírgula adequadamente. Tente de novo. Se precisar, posso te emprestar a gramática que usamos aqui. Nós escrevemos em Português.
E não precisa concordar comigo, não. Fique à vontade: talvez mais do que receber elogios de quem admiro, acumular insultos de quem desprezo me anima a continuar escrevendo.
Acho divertidíssimo acompanhar a lucidez do raciocínio de vocês. É engraçadíssimo ler alguém me chamando de Mongol, de machinho encalhado, de pseudo-intelectual americanizado, de picareta falsificador de mensagens, de crítico incompetente, de fascista adolescente. Realmente, Karla, não recebi nenhuma agressão pessoal. Eu é que não sei interpretar texto. Nem escrever. Não na língua de vocês. Repito: eu me comunico em Português - não numa língua em que alguém que se considera elite, tentando me explicar quem são as "mentes femininas pensantes" do seu país, conjuga o presente do verbo "assistir" na terceira pessoa do singular como "assisti".
Nada poderia justificar mais a validade do meu texto do que os comentários de vocês. Muito obrigado a todos! Beijos e abraços,
Eduardo
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30/5/2002
26. ...
22h24min
Primeiro nunca afirmei fazer parte da elite intectual do país, seria muita presunção. Sou apenas uma pessoa que gosta de um bom livro, boa música, bons filmes, de viajar e conhecer novas culturas. Segundo, erros de digitação podem ocorrer. Isto talvez não aconteça com quem tem o hábito de repassar o texto algumas vezes antes de publicá-lo.
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31/5/2002
12h43min
Ui...já encheu.Vão bater boca em outro lugar,bando de chatos.Não dá mais para aguentar.Que saudades das discussões interessantes.Que saudades daqueles que não precisam dizer quantos livros/mês ou livros/ano vale suas cabeças...Sérgio Augusto,onde está você?Venha ensinar sua adorável modéstia e deliciosa inteligência a essas crianças ranhentas...
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1/6/2002
23h44min
Cara Yara, desculpe a demora da resposta, mas sabe como é feriado... não olhei o computador até hoje à noite. Bom (suspiro fundo) se eu for responder seu comentário com o cuidado que deveria, o MEU comentário vai ficar imenso. Deixa eu ver, então, o que eu posso fazer num espaço um pouco menor. Primeiro, se quiser ver o site do meu grupo de estudos, vá ao endereço www.brathair.cjb.net e olhe a nossa revista eletrônica. Se você também estuda história antiga e medieval com seriedade, vai gostar. Segundo, eu não tenho o hábito de fazer de conta que não conheço a dita "cultura popular" para me sentir mais elite. A televisão está lá, e invade nossa consciência. O BBB, o Casa dos Artistas, o Gugu, infelizmente são forças verdadeiras, que seria melhor que entendêssemos ao invés de ignorar. Terceiro, se a Rita Lee era responsável pelo lado criativo junto com três outras pessoas, então ela era no máximo 25% do poder criativo da banda. E eu acho que nem isso ela era. Eu não vou abanar o rabo e dizer "maravilhosa!" só porque ela é mulher. Conheço mulheres que são infinitamente superiores como instrumentistas e como compositoras. A Rita Lee é uma música medíocre, e sinto muito se isso ofende sensibilidades femininas. Quarto: quer um exemplo de pensamento de rebanho? Seu comentário "Diga isto às familias das pessoas que morreram e que foram torturadas durante a ditadura militar". Me diz uma coisa: quantas pessoas você acha que morreram durante a dita ditadura militar? E de que lado estavam? E que lado eram esses? Você já foi se INFORMAR a respeito, ou só gosta de repetir os slogans dos líderes do rebanho? Você não estava nem próxima de nascer quando tudo aconteceu, mas eu digo a você que o buraco é bem mais embaixo. Quinto, gostar do programa é direito seu, e acho que ninguém disse aqui que não se podia gostar dele. Eu gosto de jujuba, e sei que faz mal aos dentes e engorda, e tem pouquíssimo valor nutritivo. Mas eu gosto. O que eu estou dizendo é que concordo com o Eduardo quando ele fala "Porque a ignorância – especialmente quando disfarçada - é entediante." E que discordo quando as mocinhas gritam e dizem que ele é machista por falar isso. Você já reparou o quanto os homens se cobram e criticam OBJETIVAMENTE uns aos outros? Vamos largar essa coisa de feminino/masculino e julgar as coisas no seu sentido universal? Ou o programa é bom porque é bom, ou é ruim. Na mesma escala de valores de um programa "masculino" (eca! detesto ter de usar essa separação idiota). Um abraço, Sue. P.S.: Eu ADORO o programa da Ana Maria Braga, tiro receitas INCRÍVEIS de lá. Sua mãe tem bom gosto.
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2/6/2002
00h14min
Karla, você mencionou meu nome, então acho que merece uma resposta. Veja bem, eu só mencionei certas coisas porque o Eduardo foi ACUSADO de não poder emitir opinião devido à sua idade e sexo. Então eu quis pular por cima de objeções deste tipo e dizer que me considero pertencente ao grupo mais capacitado para criticar o dito programa, ou seja, parte do público-alvo do mesmo. Não sou? Pois é, e acontece que eu concordo plenamente com o moleque de 22 anos (desculpa aí Eduardo) no que ele diz a respeito do programa. E nada do que você - ou as outras meninas que se enfezaram com ele - disseram mudou minha opinião. No seu primeiro comentário você diz: "Rita Lee (...) até quando não fala nada, é inteligente, interessante, moderna, culta, sábia..." (!!!!!!!!!) Realmente, essa frase dispensa comentários, mas por favor, medite sobre ela. Qualquer pessoa calada pode fazer cara de inteligente, neguinha... e quanto ao sábia, ela deve ser mesmo muito sábia por ter sido presa por porte de drogas e agitação quando estava grávida, de oito meses, se não me engano. Exemplo de sabedoria, se drogar durante a gestação! E eu não vi nenhuma atitude dela desde entã o que justifique o uso da palavra "sábia"!!!! Por favor, pense antes de escrever! Depois você diz que o Eduardo responde os comentários um a um , "como se fosem agressão". Pois eu só vi agressão contra ele, tirando os três primeiros comentários. Eu escrevi um texto aqui no DC, e meu pai quase colocou um comentário elogioso, mas ele é mais velho e experiente que as meninas, e achou que ia pegar mal... mas eu dou o direito das meninas gostarem do que o irmão escreveu e terem vontade de expressar isso. Teria tido muito orgulho em ter um comentário do meu pai no DC. Você não teria? No que isso invalida o comentário delas, ou o dele? E se é infantilidade dizer que a Rita Lee NÃO É um expoente de nossa música bom, tragam minhas jujubas! E se é tã oinfantil discutir aqui, o que faz uma tão madura e sábia mulher por aqui? vá assistir ao saia justa! Um abraço, Sue.
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4/6/2002
09h57min
Mas que comentário machista do Sr Eduardo Carvalho!! Que coisa feia! Estamos no século XXI viu? Não há mais espaco para machistas e nem feministas! Isso éstá me parecendo o famoso "machista medroso"que se torna agressivo para se defender. Decepcionante, saber que ainda há homens com essa cabecinha atrasada!!! Daniela Brusco
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4/6/2002
10h22min
E o que é pior, já que você falou em termos de gênero: também “ainda há” mulheres que, com a mesma (ou maior) agressividade, referendam esse festival de baboseiras, em nome sabe-se lá do que...
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4/6/2002
10h34min
Oi Helion! Tava com saudades, lindo? Já tomou seu Gardenal hoje? O Alexandre Soares ainda está esperando sua resposta no Forum "Regras da Morte". Vociferar você sabe, né amor? Argumentar não. E eu só faço as coisas em meu próprio nome, o que não parece ser o seu caso, que definitivamente segue uma causa, e persegue algumas pessoas. Mas é sempre bom encontrar você, queridinho. Fique com Deus. Sue
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4/6/2002
11h19min
Se eu sigo uma causa, definitivamente não é a de bajular os colunistas do Digestivo e agredir os discordantes. Quanto a não saber argumentar, tem razão. Eu realmente não sei argumentar chamando as demais debatedoras de “mocinhas histéricas”, nem invocando minha autoridade por dar aula em “duas universidades cariocas” (waaal) ou por ser membro do famoso grupo de discussão em sei-lá-o-que.
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4/6/2002
11h38min
Se você, Daniela, também é inábil para entender o que escrevi, então continuará sendo para interpretar o que vou escrever. Console-se, então, com tudo que sabe: de acordo com meu calendário, nós estamos mesmo em 2002, no século XXI. Parabéns, você acertou! Siga em frente, beijos,
Edu
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4/6/2002
11h39min
Olha só, Helion, para variar você não entendeu nada. Ou está fingindo que não entendeu, o que é a mesma coisa. Uma mulher que chama o Eudardo de "patético", "pseudo-intelectual", "machista", "facista" e outras doçuras que foram escritas aqui, apenas por causa de uma opinião discordante, é melhor que esteja apenas histérica. Porque se não for histeria, é a incapacidade sistêmica de pensar mesmo. Obrigada pelo "doce", se é que é comigo. E eu não comecei com esta história de ter ou não autoridade, foi o Thompson de Recife que veio com a história de "mongol", e "moleque" para cima do Eduardo. Ah, cazzo mio, que diabos tem a ver a idade com a capacidade e o direito de emitir uma opinião?!?!?! Eu já declarei aqui, mais acima, várias vezes, que estou me lixando para isso, mas já que a lebre foi levantada, eu mostrei as minhas credenciais, esperando que ao menos me permitam o direito de opinar, já que este foi negado ao Eduardo. Quanto ao meu grupo de discussão, eu sei que você nada sabe a respeito dele. Coerente você é. Melhore logo, beijos, Sue.
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4/6/2002
12h44min
Nossa Eduardo: Segundo vc ninguém te entende!! Coitadinho!! Imagina se eu uma simples mulher formada, empresária, com a vida ganha (muito bem gracas a Deus) iria te entender. sou muito inábil para isso. E vc entende de que? Carinhosamente, Daniela
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4/6/2002
16h46min
Parabéns, Daniela, mais uma vez! Além de saber com impressionante precisão em que século estamos, você conseguiu concluir um curso superior no Brasil - ou onde quer que seja - e, não bastasse isso, se afirmar como uma empresária de sucesso. Coisa rara. Infelizmente, porém, nenhuma dessas suas incríveis qualificações garante que você tenha desenvolvido sequer uma precária habilidade de interpretação de texto. Ou, se quiser me chamar de machista, faça um favor: transcreva o trecho do meu texto em que eu digo algo tão imbecil como "homem é melhor do que mulher". Se não encontrar - porque eu não escrevi isso -, agregue também ao seu currículo esse detalhe esclarecedor: tecnicamente, você é uma analfabeta funcional. Espero que seu sucesso profissional compense esse defeito comum - a você e a suas companheiras de programa, que parece se divertirem expondo sua ignorância como se, lá vai, estivessem com a calcinha aparecendo. Arrumem a saia, beijos,
Eduardo
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4/6/2002
18h02min
Eduzinho querido! Vc acha que sabe escrever e diz que eu "me AFIRMEI" como empresária de sucesso?? Não seria me FIRMEI? Para certas imbecilidades não é necessário grandes interpretacões de texto. Não foi preciso dizer que "homem é melhor que mulher". Aprenda garotinho, que mulher consegue ler nas entrelinhas. (Ai! Será que vc sabe o que são entrelinhas?) Vc é um garotinho estúpido, metido a gente, mas precisa sair das fraldas para poder entender e principalmente TER uma mulher. Por enquanto ainda não é para o seu bico. Falado? Beijo carinhos Daniela
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4/6/2002
18h17min
Afirmar: 9. Fixar-se, estabelecer-se: afirmou-se no cargo de chefe de escritório. (Aurélio)
E nenhuma das 16 definições de "firmar" me parece mais adequada.
Não, não consigo "ler nas entrelinhas". Elas estão em branco. Prefiro ler as palavras mesmo, essas que com que você, mais uma vez, demonstra constrangedora falta de intimidade.
Já estava pegando mal. Mas agora preciso avisar, antes do seu strip-tease completo, que este aqui é um site sério. Eu já tinha percebido que sua saia estava curta. Nessas situações, porém, e mesmo que você seja empresária em um ramo não muito família - como título do seu comentário, "Leiam Garotas!!!", parece insinuar -, é recomendável usar calcinha. Com todo o respeito,
Eduardo
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4/6/2002
18h29min
Daniela, não conheço o Eduardo nem tenho razões pessoais para defendê-lo. Mas, sendo no mínimo tão mulher quanto você, posso dizer: você é, SIM, uma analfabeta funcional. O colunista escreve coisas como "é impossível que essas participantes sejam a única alternativa. Mulheres verdadeiramente cultas e sensatas devem estar, além de desprezadas, ofendidas pela imagem que fazem delas" -e você lê, "nas entrelinhas", uma apologia à suposta superioridade masculina. Ora, faça-me o favor! As "entrelinhas" não existem para que você invente significados e atribua ao colunista o que ele não disse. E o que Eduardo escreveu pode até ser contestado, mas com argumentos -não com agressões e ataques pessoais, como tem sido a regra aqui (a propósito, é perfeitamente possível empregar o verbo "afirmar" do modo que ele foi usado no comentário 37 -você é que desconhece noções elementares de português, como as regras sobre o uso da vírgula). Parabéns ao colunista -e força na inglória luta contra o analfabetismo funcional.
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4/6/2002
18h45min
Boa noite, Sue Cheguei de viagem e vim checar meu e-mail. Não vou respondender mais nada que for postado neste fórum. Mas só queria esclarecer que: 1- conheço pessoas que foram pressas e torturadas durante a ditadura. A minha mãe passou alguns dias presa durante o regime militar. 2- eu não finjo que a cultura-popular não existe, além de já ter afirmado que não me considero parte da elite cultural em outra mensagem. Eu simplesmente não gosto de "reality show", principalmente por achar (posso estar errada) que é tudo farsa, e não irei ver este tipo de programa somente pelo fato de todos estarem comentando. 3- Ana Maria Braga: o programa dela era muito melhor quando era apresentado na Record. Receitas do programa dela e de outros programas eu pego nos sites, pois o horário em que são apresentados coincide com o meu horário de trabalho. Abraços
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4/6/2002
19h17min
Muito obrigado, Sue e Isabel, pelos elogios. E, especialmente, pela paciência que tiveram respondendo, com argumentos, as ofensas que recebi. Curioso, aliás, que seus comentários sejam incomparavelmente mais bem escritos do que os da turma da calcinha. Beijos,
Edu
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5/6/2002
12h00min
Leiam o artigo abaixo, por favor. Em Saia Justa as mulheres pensam e falam com o corpo por ARNALDO JABOR Afinal de contas, o que quer a “mulher”? — perguntou o Freud, segurando seu charuto fálico. Bem, a “mulher” não quer nada porque ela não existe, respondeu o Lacan. Tem razão — existem as “mulheres”, com data, geopolítica, classe social. E aqui na TV, janela virtual do Brasil, surgiram agora quatro mulheres falando do que “querem” na televisão. Elas estão no canal GNT, no programa “Saia Justa”: Rita Lee, Fernanda Young, Marisa Orth e Monica Waldvogel. O programa está batendo todos os recordes da TV-cabo, comemoram Letícia Muhana, diretora da GNT, e Suzana Villas Boas, produtora executiva do show das quatro meninas que, aliás, é ao vivo, quase um reality show. As razões do sucesso total? Acho que sei. O mundo masculino está cansando as pessoas; não é à toa que Roseana bateu alto nas pesquisas, que Rita Camata é chamada para vice, que Marina Silva, a corajosa e sensual seringueira, pode vir a ser vice de Lula. Ninguém agüenta mais aqueles sujeitos de terno, com seus bigodes e gravatas decidindo os destinos mais finos da nação. A visão da mulher poderá ser mais democrática, mais tolerante, mais sutil nesta época tão dura de transição para uma democracia social — se é que ela virá... O que há de novo no “Saia Justa” é que, normalmente, se convocam as mulheres para mostrar que estão “integradas” no mundo atual. Nesse programa, ao contrário, as mulheres estão é “estranhando” o mundo. Essa é a diferença. As mulheres se integram no mercado, muitas imitam à perfeição os homens no trabalho, com seus tailleurs e invisíveis bigodes, mas em geral são vistas com uma curiosidade desdenhosa pelos machos oficiais da mídia. “Saia Justa” é um território livre. Rita Lee é aquele luxo. Faz um low profile defensivo, mas nós sabemos que S. Paulo não seria a mesma cidade se ela não existisse. Sob a capa de roqueira, ela é uma mulher política, faz uma análise cultural do país, desde os Mutantes. A escritora Fernanda Young é a pós-modernidade se expressando, uma mistura de mãe punk com intelectual pop, ostentando uma autoparódia na cara da gente, como arma crítica. Marisa Orth, a anti-Magda, inteligentíssima, destrói a caretice e a peruíce , tanto como atriz quanto como personagem, e Monica Waldvogel, sensata e doce, com o crivo da razão jornalística, faz o copidesque que orquestra um sentido para as idéias que explodem no belo cenário de Carla Caffé, sob a luz de cinema de Rodolfo Sanchez. Em “Saia Justa” as mulheres pensam com o corpo; suas reflexões são sempre repassadas de uma subjetividade emocionada de onde sai um pensamento não fálico, não definitivo. Novalis escreveu que “a mulher é o ponto de transição do corpo para a alma”. Nessa imprecisão está a sua riqueza, principalmente nestes tempos submissos a um “pensamento único”. Às vezes, escrevo sobre as mulheres no Brasil de hoje. Mas sou um pobre macho perplexo. Por isso, aqui vão algumas perguntas às meninas do “Saia Justa”. Vocês não acham que as brasileiras comuns desconhecem a liberdade sonhada pelas feministas? O que vemos aqui é uma libertação da “mulher-objeto”. Elas não estão virando “sujeitos” livres, mas querem ser mercadorias sedutoras, como um BMW, uma Ninja Kawasaki... O “objeto” é feliz, não sofre. As mulheres querem a felicidade das coisas. Querem ser disputadas, consumidas, como um bom eletrodoméstico. Verdade ou mentira? A gente viaja pelo mundo e vê que as européias ou americanas não ficam apregoando uma sexualidade berrante pelas ruas. Por que as brasileiras se exibem tanto como gostosas, peitos de silicone, coxas lipoaspiradas, bunda soerguida, vagina indomável, sorriso largo e debochado? Será isso prova de liberdade ou de fragilidade? Elas têm de oferecer sua carne nua o tempo todo porque são inseguras? Elas não prometem carinho; prometem “funcionamento”. Não é por acaso que são chamadas de “avião” ou de “máquina”... As mulheres brasileiras são amigas ou inimigas dos homens? Por serem oprimidas, é válido que a brasileira use uma estratégia de controle sobre os machos, a sedução pela histeria, pela fragilidade fingida, pela dissimulação da competência? Pode a brasileira “viver sem mentir”? O que é a perua? A perua seria uma conseqüência disso? Quais as categorias de peruas? A perua malvada é o “outro” do machão?... E a bunda? Não merece uma reflexão? As bundas estão virando uma utopia. Não há mais o que mostrar... Nunca as mulheres foram tão nuas no Brasil... Já mostraram o corpo todo, as vaginas, o interior delas... Só restará, um dia, os intestinos... O que mais? A revolução feminista no Brasil será apenas este strip-tease geral, essa dança da garrafa? O sexo total que nossas gostosas prometem é impossível. Os peitos de silicone estão cada vez maiores, estão virando depósitos de leite venenoso. A libertação da mulher no Brasil de hoje é uma vingança conservadora? Sim ou não? Ou “sei lá”? Ou não é nada disso e minhas críticas não passam do medo de um machista metido a fino? Será que toda esta loucura feminina, essas capas de revista, essas roupas de mau gosto em coquetéis e “Caras”, esses falsos brilhantes, essas gargantilhas com nome de marido, essas ladies querendo ser prostitutas e vice-versa, essas multidões de meninas lindas querendo se salvar pela passarela ou bordel, será que tudo isso, no fim das contas, não vai adoçar uma ordem excludente e discriminatória de séculos, por uma doce miscigenação de costumes e loucuras? Será que isso tudo não é bom? Talvez esteja surgindo no país, com vices e danças do ventre, uma nova política através de olhos femininos. Os homens têm destroçado tudo. Só as mulheres podem nos responder. E salvar. Talvez. Coluna do Segundo Caderno, Jornal O Globo, dia 28 de maio de 2002. Agora eu pergunto: Quem é mesmo Eduardo ? Aquele que escreve para um "ilustre" desconhecido site e tenta deixar as pessoas com uma indigestão cultural escrevendo blasfêmias para fazer alguma polêmica e ficar um pouco menos "apagado" e desprezado ?? Ah tá... Acho que já ouvi falar, através da família do próprio, já que é a única que dá algum valor a esse "troço" que ele escreve. Bem, é isso, minha função foi só ajudar a popularizar o EDUARDO. Gente, acordem, EDUARDO existe !! Abraços !! PS: Eduardo & amigas, parentes, passarinhos, gato e papagaio do próprio, aguardo vosso manifesto pois ler as ridículas mensagens individuais de vocês é a minha diversão de todas as tardes, consigo rir mais lendo-as do que vendo "Os Normais". À bientôt !
[Leia outros Comentários de Thompson - Recife]
5/6/2002
13h14min
Rendeu o tal programa "calcinha aparecendo".O fato é que nem sempre 4 mulheres inteligentes e bem sucedidas são capazes de sustentar uma conversa interessante. O currículo pessoal é irrelevante. Todas têm currículo melhor que o do Caio Blinder, por exemplo. Rita Lee nos alegrou nos anos 80, Marisa Orth é engraçada e intelegintes, Fernanda Young escreve o excelente "Os Normais" e Mônica, como disse a Yara, é ótima repórter. Nenhuma tem um vigésimo da simpatia culta e articulada da Lúcia Guimarães (berço?) que é, das 5, a menos conhecida. Um abraço
[Leia outros Comentários de jose maria Silveira]
5/6/2002
13h34min
Thompson, já que eu não me enquadro em nenhuma das curiosas categorias que você cita (Eduardo, amigas, parentes, passarinhos, gato ou papagaio do próprio), acho que posso responder. Até admito que as nossas mensagens sejam "divertidas". Mas as suas, decididamente, não o são: prolixas, maçantes, simplórias e agressivas (a primeira, aliás, chamava o colunista de "mongol". Que argumento inteligente, não?). Elas demonstram, sobretudo, que você é incapaz de pensar com o próprio cérebro -na hipótese otimista de que você tenha mesmo um. As "muletas" que o artigo do Arnaldo Jabor lhe oferece parecem imprescindíveis. Eu, ao contrário de você, não acho que a voz do Jabor seja a Palavra de Deus revelada ao mundo. Volte ao ensino fundamental, aprenda a ler e escrever e depois a gente conversa. Beijos da Isabel.
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5/6/2002
14h00min
Minha querida, que bom que apareceu alguém aqui com capacidade de ler, pensar e escrever. Eu já estava me sentindo num filme do Felini. Em que categoria enquadraremos o Thompson, já que ele gosta tanto de enquadrar os outros? Alguém que usa um texto obviamente escrito por uma pessoa que foi paga para fazer a propaganda de um programa - já que a GNT (leia-se Globosat)e o jornal O Globo fazem parte da mesma holding - como argumento para a qualidade do mesmo, podemos considerar como sendo o quê? Ingênuo? Tolinho? Inocente? Acho que não, porque uma pessoa assim não chegaria chutando o pau da barraca como ele chegou. Acho que Grosseiro e Maldoso caberiam melhor. O que você acha? Aguardo suas sugestões. Prazer imenso em conhecer você. Beijo da Sue
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5/6/2002
14h10min
Muito interessante seu aparte, José Maria, e muito verdadeiro também. Vou brincar de fazer perguntas, como o Seu Jabor fez acima (espero que você responda...) Porque é que você acha que essas mulheres tão famosas e bem-sucedidas não estão conseguindo estabelecer esse clima de "simpatia culta e articulada" da Lúcia Guimarães? Será que é berço mesmo? Ou será a linha editorial do programa? Ou será que existe hoje um "culto" a algumas "mulheres maravilhosas", as novas vestais de quem nada se pode falar, e que não podem ser criticadas como a mulher de César? E será que basta a presença santificadora de tais "mulheres maravilhosas" na telinha para transformar o programa em um "programa maravilhoso"? Hummm... Escreve um pouco mais, José, explica sua visão um pouco melhor. Um grande abraço, e muito prazer. Sue
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5/6/2002
17h10min
A todos e todas que postaram e postarão comentários neste Fórum, preciso fazer uma declaração. A Daniela Brusco me enviou um email pessoal, dizendo o seguinte: "Que necessidade de aparecer Eduardo! Quantas personalidades mais vc vai assumir? Isto já é caso de psiquiatria meu filho. Internação!!! Vc é louco demais da cabeça." (sic) Devo declarar que NÃO SOU O EDUARDO, NÃO O CONHEÇO, NEM MESMO MORO NA MESMA CIDADE QUE ELE. Adoraria conhecê-lo, porque demonstrou publica e notoriamente, com exemplos vivos, a qualidade não só do programa, mas do público que o assiste e a ele aplaude. Parabéns Eduardo, eu não imaginava que o mulherio estivesse TÃO impermeável a qualquer tipo de pensamento racional básico que preferisse a fantasia de que somos a mesma pessoa a enfrentar o fato de que a opinião delas não é a única, nem a melhor. Maluco é você... eu? você? eu? Hehehehehe.... Beijos da Sue.
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5/6/2002
17h41min
HAHAHAHAHHAHA Desse jeito vou acabar mais conhecido que a vedete deste Forum. Mandem mais, mais ! Estou adorando ! Só faltou o palhaço Eduardo se manifestar para completar o picadeiro, estou aguardando para cair na gargalhada. É realmente cômico, não sei o que eu seria sem vocês.Hehehehehe! PS: Tenta arrumar mais parentes porque assim fica mais animado.
[Leia outros Comentários de Thompson - Recife]
5/6/2002
19h00min
Thompson, não se engane: você, só você, é o centro do picadeiro aqui. Só posso lhe desejar o que para nós é impossível, que é a felicidade das hienas -aqueles bichos que comem o próprio excremento e vivem dando risada. Enjoy it. Quanto ao Clóvis, cujo textinho pífio deveria ser eliminado do site de acordo com as regras que estão aqui embaixo ("linguagem chula"), não creio que saiba sequer o que é "cônjuge". Não para ele, mas para quem sabe ler, explico de novo que não sou "casada" com o Eduardo nem "parente" dele. Nem sequer o conheço; achei apenas que ele merecia saber que nem todos os leitores de seu texto são imbecis irredimíveis. Um beijo para você, Sue. Isabel.
[Leia outros Comentários de Isabel]
5/6/2002
19h24min
Edu e Sue, os bobos da Corte Vocês não "acordam", não ? A tentativa de vocês em passar uma imagem de "gente que sabe" é nada mais que frustrada. Tenho pena do papel de alienados ao que estão se expondo. Quando li o texto do Arnaldo confirmei meu pensamento de que o texto do Eduardo é a mediocridade nua e crua. Meus pêsames.
[Leia outros Comentários de Ivete Lira]
5/6/2002
20h05min
Ivete Lira - IP começa com 200.199 Thompson - IP começa com 200.199 hmmmmmm... não tem algo cheirando mal nisso tudo?
[Leia outros Comentários de François Maltie]
5/6/2002
21h20min
Vocês ainda não perceberam que foi um ataque coordenado? Reparem as datas- do texto em si e das mensagens de ataque. Depois reparem que todas as mensagens de ataque têm os mesmos erros de português, os mesmos insultos, etc. Coincidência? Bom, de modo geral acho que quem é tão caipira, tão novo ao mundo das idéias que se irrita com textos e escreve para reclamar deles no fórum, vai necessariamente cometer erros de português, porque sempre são pessoas burras (reparem), não muito habituadas ao mundo da escrita. Mas será que ninguém desconfia da pessoa mais defendida pelos atacantes? Ou alguém ligado à direção do programa? Digamos até, a mãe furiosa de alguma das 4 mulheres do programa? Uma velhinha de dedos trêmulos, que escreve "assisti" no lugar de "assiste", "pressas" no lugar de "presas", etc? Hein? Hein?
[Leia outros Comentários de Alexandre Soares]
5/6/2002
22h05min
Alexandre, você acertou em cheio: ataque coordenado, defesa coordenada. A mamãe da Rita Lee versus as irmãzinhas do Eduardo. Acho que isso explica tudo.
[Leia outros Comentários de Helion]
5/6/2002
22h09min
Olha só, Eduardo, que divertido... no início éramos um par de fascistas machistas, depois nem mesmo éramos um par mas sim a mesma pessoa. Depois nem par, nem um: éramos um casal. Agora somos colegas de trabalho no picadeiro... que virá a seguir? Não, não é preciso que vocês continuem esta busca no meio da escuridão, eu mesma lhes darei a luz: eu e o Eduardo, na verdade, somos um casal de hermafroditas siameses, agentes secretos vindos do planeta Ômega, e a semelhança com palhaços é devida aos pés extremamente grandes, com ventosas na sola, que nos permitem subir pelas paredes e assistir ao saia justa de cabeça para baixo. Sabe que o programa fica melhor assim? Beijos da Sue.
[Leia outros Comentários de Assunção Medeiros]
6/6/2002
10h16min
Contando o número de intervenções sobre o "calcinha" concluo: o apoio do BNDES à TV a cabo é mesmo maracutaia. Tem assinante para dar com pau. Respondendo aos comentários da SUE: Eu comparei as ilustres senhoras do Saia Justa à Lucia Guimarães. Não devia. São públicos diferentes, interesses diferentes. Eu nunca encontraria as justas saias em um seminário sobre o Brasil, como encontrei a Lucia Guimarães. Elas não me indicariam a exposição G. Ritcher, como fez a Lúcia. Eu, por exemplo, não tenho nenhum imteresse em Beatles, nunca tive, em qualquer versão. Também não vejo aquele programa horrível da Marisa Orth (se ela é inteligente, o que faz lá, dinheiro?). Assisto aos "Normais", acho divertido exatamente em função da idiotia urbana dos personagens em um rítmo excelente, feito para TV. Isto não quer dizer que eu tenha interesse no que pensa a Fernanda. O marido era engraçado quando escrevia contos pornográficos no Planeta Diário (Com calor na bacurinha). A Mônica é boa... bem... prefiro o William Waack no Globo News Painel. Não gosto da Maria Bethânia, acho Gal irritante, assim como 99% da nossa música popular que "aparece", mas acho a Mônica Salmaso excelente, assim como a Beth Bruno e a Bel Padovani. Logo o problema da "editoria" do programa não me preocupa. Quando é chato, ruim, não assisto. Tendo público, parabéns. Vida longa. Um abraço cara Sue.
[Leia outros Comentários de Jose Maria]
6/6/2002
13h24min
Vanessa, que começou com toda essa brincadeira, se cadastrou com e-mail falso (vanpf@yahoo.com.br) e sumiu. Mas também participou com o mesmo IP (200.228.23.130) de um fórum sobre dragões(!) com o nome de Tobias em "http://books.dreambook.com/titiamat/guestb.html".
Thompson já é mais criativo. Em "http://books.dreambook.com/titiamat/guestb.html", com o mesmo IP 200.199.13.251, ele assinou como Rodrigo; e, em "http://www.somdomangue.com.br/wwwboard/messages/13.html", preferiu ser meu xará, assinando Eduardo Oliveira.
Em um mural de Caruaru (http://www.somdomangue.com.br/wwwboard/messages/13.html), Ivete Lira assina Zion e, em vez de discutir a escultura do Mestre Vitalino ou a crítica literária do Álvaro Lins, digita sequências incompreensíveis de letras e palavrões.
É essa a gente que, em intermináveis ataques convulsivos sobre o teclado, tenta desqualificar o que escrevo. E que, babando na frente da televisão, assiste e aprova o Saia Justa.
Voltem para sua turma, sejam felizes, beijos e abraços,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
6/6/2002
16h08min
Caro José, eu teria deixado esse fórum meio frustrada se não houvesse recebido sua resposta. Realmente, os públicos são diferentes, vide as diversas mensagens acima. Eu, por minha vez, gosto dos Beatles, aprecio uma que outra interpretação da Betânia, gosto muito de Legião Urbana... enfim, nada tenho contra rock ou música pop. Apenas não acredito que sejam produção cultural de alto valor. Também nada tenho contra as quatro apresentadoras. Apenas sinto ser errado o tratamento "especial" dado à elas, e mesmo ao programa como um todo, pelo fato de ser "feminino". A Marília Gabriela não faz um programa "feminino", faz um programa de entrevistas. A Lúcia não procurou as amigas "antenadas", mas com graça e seriedade enfrentou um programa onde teria de conversar de igual para igual com homens, e homens de peso. Não se saiu mal, e não contribuiu para a "cultura de gueto", onde mulheres recebem um espaço separado para brincar e se distrair, enquanto os homens fazem o "trabalho sério". É dessa mentalidade de gueto que não gosto no programa, e que acho tão errada quanto a mentalidade das 'popozudas' de plantão. A mulher não precisa de tratamento nem de espaço especial para brilhar, nem de um programa chamado "Saia Justa" (!!!) para justificar sua presença na televisão. Isso tudo é apenas um outro tipo de "cota", preconceito às avessas. A qualidade do programa achei mediana, mas, tendo entrado em contato com o PÚBLICO do programa aqui neste fórum, acho que ele devia ser rebatizado para "Turma da Mônica". Ou "Momento Pestalozzi". Foi muito bom te conhecer, e me despeço de você, do Eduardo e de todos que argumentaram e conversaram com civilidade e respeito aqui dentro. Beijos da Sue a todos estes.
[Leia outros Comentários de Assunção Medeiros]
9/6/2002
02h09min
Por que as pessoas que criticaram o texto apelaram para a ignorância? Coisinha mais besta, que confirma as palavras do autor no tocante ao público deste programinha chinfrim ... As que tiveram a leviandade de criticar a Sue, deveriam visitar o site de cultura celta no qual ela colabora, bem como ler seus dois textos publicados aqui no Digestivo. AO AUTOR: pena que os comentários ao seu texto não tiveram o mesmo nível dos feitos a outros. Ossos do ofício.
[Leia outros Comentários de RICARDO]
9/6/2002
13h45min
Muito obrigado, Ricardo, pela leitura e pelo elogio, deste texto e, especialmente, do "Em busca da pureza perdida". Volte sempre, abraço, do
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo]
19/6/2002
16h51min
É engraçado como algumas situações fazem valer aqueles famosos ditados de nossos avôs. Agora, foi a vez do "os homens nunca entendem as mulheres" e do "poxa, mas elas não vêm com manual de instrução". Apesar dos tapas e beijos, foi uma pena a conversa ter se nivelado por baixo. Outra pena é esses comentários não possuírem restrição de caracteres, assim algumas besteiras poderiam ter sido evitadas e os comentários fossem mais objetivos. Acho que no final das contas, se seguirmos o que nossos pais tanto sofreram para nos ensinar, como ser honrado e defender a honra de sua mulher ou não bater em uma mulher nem com um botão de rosa, no final, tudo acaba bem. Um bom vinho pode ser um bom atalho. O texto é bom, os comentários engraçados e é nítida a evolução do escritor a cada artigo publicado. Parabéns, Eduardo. PS - apesar de não o terem feito para ninguém, me perdoem qualquer eventual erro de português, sei que é uma vergonha cometê-lo, mas...
[Leia outros Comentários de Fred]
6/7/2002
12h24min
Caros participantes do Fórum: Acabo de descobrir este site (pesquisando no Google) e ainda estou em estado de choque com a crítica implacável do Eduardo ao nosso programa. É formidável descobrir como pessoas conseguem ter conceitos tão fechados e resolvidos num mundo em que nenhum dos bons e velhos paradigmas anda parando em pé. Estamos tentando fazer um programa para discutir os temas que nos impactam e que o público nos sugere. É um programa novo, em obras, reflexo de cabeças e mentes inquietas. Só isso. Ninguém ali está tentando dar as grandes respostas - e alguém as tem por aí? - nem buscando dar tratamento intelectual aos fragmentos dos fatos semanais que caem no colo de toda a gente nesses dias conturbados. Também não dá para levar tudo tão a sério neste começo de século, não é mesmo? É preciso um certo humor que vá além do banal e do clichê e nisso o 'Saia Justa' é pródigo. Para os que nos defenderam, em nome de Marisa Orth, Fernanda Young e Rita Lee, agradeço. Para Eduardo e seus seguidores, amém. Abraço, Mônica Waldvogel
[Leia outros Comentários de Mônica Waldvogel]
6/7/2002
13h41min
Eu que pensava que este assunto já tinha morrido (e acho que já deveria), percebo com indignacão que o Sr. Eduardo Carvalho ainda não está satisfeito com as exposicões de suas ridículas opiniões. Já procurou um psiquiatra para resolver seu caso de múltiplas personalidades? O programa está cada vez melhor, é pena que mentes doentes como a do Sr. Eduardo, não têm alcance suficiente para entendê-lo, pena também que pessoas mal-educadas, e grosseiras como esse tal de Eduardo Carvalho (será mesmo esse o nome dele?) têm espaco num site como esse. Enfim... ces les choses e la vie... Daniela Brusco
[Leia outros Comentários de Daniela Brusco]
9/7/2002
12h35min
É muito bom que a Mônica Waldvogel tenha se manifestado (de modo, aliás, claro e elegante). Mas convém fazer alguns reparos. Não acho que as opiniões do Eduardo cheguem a constituir uma "seita" para que ele tenha "seguidores". Eu, por exemplo, concordo com muito do que ele disse, mas discordo de alguns pontos. Minhas reações deveram-se à absoluta grosseria e à falta de argumentos da maioria das pessoas que defenderam o programa (com a exceção, muitíssimo bem-vinda, do José Maria). Penso que a Mônica deveria prestar atenção não só ao caráter "implacável" das críticas, mas à pobreza intelectual de algumas das pessoas que elogiam seu programa. Quanto à moça Daniela Brusco, é realmente impressionante o que a falta de senso de realidade pode fazer com algumas pessoas. No mesmo texto em que chama o colunista de "mal-educado", qualifica suas opiniões como "ridículas" e "grosseiras", sua mente como "doente" e sugere sua expulsão do Digestivo. Além disso, insiste na história das "múltiplas personalidades". Mocinha, eu já disse isso num e-mail a você, mas repito: NÃO SOU o Eduardo. É muito difícil que isso entre na sua cabeça? Quer marcar um encontro comigo para comprovar? Abraços da Isabel.
[Leia outros Comentários de Isabel]
10/7/2002
15h36min
Se exponho com clareza e sinceridade minha opinião sobre um simples programa de televisão, "tenho conceitos fechados e resolvidos" que são, segundo Mônica Waldwogel, incompatíveis com a época em que vivemos. (Mesmo que eu tenha, neste fórum, respondido e respeitado gente que não merece resposta nem respeito. Gente como, por exemplo, Daniela Brusco, que faz acusações tão absurdas quanto seus erros de português.) Se a Rita Lee, no entanto, opina sobre assuntos como economia ou religião, dos quais desconhece princípios elementares, então ela é "uma mente inquieta"? Tenha dó.
Na minha opinião, o Saia Justa é um programa banal e repetidor de clichês. E, por isso mesmo, sem graça. A maior prova disso e o nível dos defensores das apresentadoras e do programa, que, com mais precisão do que eu podia esperar, se revelaram grossos e analfabetos.
Cada um com a sua turma, Mônica. Mas eu, modestamente, prefiro a minha. Amém mesmo.
Muito obrigado a todos, pelo interesse e pelos comentários. Beijos e abraços,
Eduardo
[Leia outros Comentários de Eduardo Carvalho]
19/3/2006
08h50min
Eduardo, seu texto está muito bom. Mas seus comentários, bem humorados, melhores ainda. Estou aqui me escangalhando de rir de tudo que ocorreu... Dois anos mais tarde parece tão atual! Seria sinal dos tempos? Talvez as pessoas "independentes" pareçam ainda muito dependentes das sanções da sociedade... Os argumentos mais engraçados são aqueles que envolvem bordões ou então "sucesso profissional". Provavelmente, para muita gente, Ronaldinho Gaúcho é mais qualificado para fazer uma cirurgia do que um médico! Hahahaha...
[Leia outros Comentários de Ram]
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