Felicidade: reflexões de Eduardo Giannetti | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
23599 visitas/dia
757 mil/mês
Mais Recentes
>>> Marmita saudável está na moda!
>>> Editora Alaúde publica versão atualizada da prestigiada obra Palavras de Poder - vol. 2
>>> Tragédia em Mariana inspira livro infanto-juvenil
>>> Teatro do Incêndio realiza encontro com Os Favoritos da Catira e Samba de Umbigada
>>> Cozinha prática: Miyoko Schinner lança guia para preparar e armazenar ingredientes básicos veganos
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Amy Winehouse: uma pintura
>>> Casa Arrumada
>>> Revolusséries
>>> Mais espetáculo que arte
>>> Thoreau, Mariátegui e a experiência americana
>>> Meu querido aeroporto #sqn
>>> Essas moças de mil bocas
>>> Como uma Resenha de 'Como um Romance'
>>> Quem é mesmo massa de manobra?
>>> Imprimam - e repensem - suas fotografias
Colunistas
Últimos Posts
>>> Fórum de revisores de textos
>>> Temporada 3 Leve um Livro
>>> Suplemento Literário 50 anos
>>> Ajudando um amigo
>>> Ebook gratuito
>>> Poesia para jovens
>>> Nirvana pra todos os gostos
>>> Diego Reeberg, do Catarse
>>> Ed Catmull por Jason Calacanis
>>> Lançamento e workshop em BH
Últimos Posts
>>> Intransferível
>>> Germecontínuo
>>> Billie Holiday, Strange Fruit e 100 anos do Jazz
>>> O vôo e a queda
>>> Anil
>>> Aquarela do desejo
>>> Trilha dos séculos (série: Sonetos)
>>> Convite para as coisas que não aconteceram
>>> Faca de estrelas
>>> Estalactites
Blogueiros
Mais Recentes
>>> 1° Festival de Samba Paulista
>>> Ajudando um amigo
>>> Entrevista com Ron Bumblefoot Thal
>>> Receita para se esquecer um grande amor
>>> A Soma de Todos os Medos
>>> Paulo Francis e a Petrobras
>>> Em defesa da arte urbana nos muros
>>> A eternidade nos labirintos de Borges
>>> Na calada do texto, Bentinho amava Escobar
>>> A selfie e a obsolescência do humano
Mais Recentes
>>> Diários do Vampiro - reunião Sombria
>>> Diários do Vampiro - O despertar
>>> O filho de Netuno
>>> A casa de Hades
>>> O sangue do Olimpo
>>> A Escrava Isaura
>>> A marca de Atena
>>> A maldição do Titã
>>> A Filosofia da Liberdade- Elementos de uma cosmovisão moderna
>>> Historia de una Maga Negra
>>> A Volta ao Mundo em 80 Dias
>>> O Mergulho do Rei
>>> Santo Anselmo Abelardo
>>> Michael Jordan A História De Um Campeão E O Mundo Que Ele Criou
>>> Os Números do Jogo: Por Que Tudo Que Você Sabe Sobre Futebol Está Errado
>>> Firebird Essencial
>>> Scorpions - Minha História Em Uma Das Maiores Bandas de Todos Os Tempos
>>> O Ateneu
>>> Primeiro Anuário Brasileiro de Fórmula 1 1996-1997
>>> Vidas Paralelas. Cinco casamentos vitorianos
>>> Dorival Caymmi. O mar e o tempo
>>> Diálogos
>>> O Filósofo e a Teologia
>>> Alimento Diário- 1º Samuel - volumes 1,2 e 3
>>> Pântano De Sangue
>>> Psicologia Aplicada à Administração
>>> Nosso Lar
>>> Introdução à Teoria Geral da Administração
>>> A Revelação de Deus
>>> Guerra contra os Santos- Tomo 2- versão integral
>>> Evolução e Temporalidade em Teilhard, Vocabulário Teilhard ( 2 volumes)
>>> O Equilíbrio do Ser- Aristóteles
>>> Jogos Vorazes em Chamas
>>> Zona de Perigo
>>> Jogos Vorazes
>>> Davi, um Homem Segundo o Coração de Deus
>>> Moisés, um Homem Dedicado e Generoso
>>> José, Um Homem Íntegro e indulgente
>>> Espirito de Sabedoria e de Revelação-A Chave para conhecer as profundezas de Deus
>>> Teologia Sistemática- Três Volumes em UM
>>> Você na telinha - Como usar a mídia a seu favor
>>> Educação Financeira - Como educar seu filho
>>> O clube das segundas esposas
>>> O Amor do Espírito
>>> Pretinha, Eu?
>>> O Vale das Utopias
>>> História de Mulheres na Bíblia
>>> O Poder da Oração no Casamento
>>> Para entender a versificação espanhola e gostar dela
>>> Comédias Para se Ler na Escola
COLUNAS

Segunda-feira, 3/2/2003
Felicidade: reflexões de Eduardo Giannetti
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 32000 Acessos
+ 6 Comentário(s)

A vida é uma doença incurável (Abraham Cowley)

Há poucos dias o jornal O Estado de São Paulo publicou uma matéria com a seguinte chamada: A felicidade, numa fórmula matemática. Pesquisadores ingleses montam equação que mede o estado emocional. O artigo ainda dizia: se você é feliz e tem consciência disso, então seu estado de ânimo é o resultado de P+5E+3A. É a fórmula da felicidade. Havia um teste a responder e quanto mais pontos você fizesse, próximos de cem, mais feliz seria. Fiz o teste: 50 pontos, ou seja, estou no meio, mas longe de ser feliz.

O tema da felicidade é quase que abandonado por pensadores sérios da atualidade. Agora temos um que se aventurou no assunto. Eduardo Giannetti é um escritor corajoso. Quem ousaria, na atual conjuntura das excessivas e calhordas publicações de auto-ajuda, escrever um livro cujo tema seja a felicidade?

Outra questão interessante: quem ousaria comprar um livro cujo título, grafado em preto sobre um fundo abóbora, seja Felicidade? Fico imaginando uma legião de leitores mal-avisados, em busca de uma saída fácil para suas desgraçadas vidas cotidianas, comprando este livro e se decepcionando com sua leitura difícil para um leigo.

Pois bem... O livro existe e o que interessa é debater parte de seu conteúdo. Trata-se de Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização, de Eduardo Giannetti, publicado pela Companhia das Letras.

O livro é escrito em forma de diálogos. O termo Diálogo apresenta-se como uma forma literária na qual o autor procura transmitir idéias através de uma discussão de viva voz. Os exemplos mais antigos dessa forma são os diálogos de Platão, seguidos pelos de Xenofonte e mais tarde pelos de Aristóteles. No período tardio da literatura grega o escritor Luciano transformou essa forma literária num veículo para suas sátiras. Na literatura romana os melhores exemplos são os tratados de Cícero e Tácito (autor de Dialogus de Oratoribus, um diálogo sobre as causas do declínio da oratória).

No livro que ora tratamos, o autor reúne quatro ex-colegas de universidade que passam a se reunir para discutir questões relativas à problemática da felicidade no atual estágio de progresso civilizatório em que nos encontramos. São eles: Leila, estudiosa de ética clássica, militante do movimento ecológico, mãe de três filhos e professora universitária; Otto, economista liberal bem-sucedido, positivista e amante do golfe; Alex, filosófo analítico, ex-marxista que ganha a vida como roteirista; Melo, erudito historiador das idéias que leu demais e acha-se em dificuldade para acreditar em qualquer coisa, atualmente desempregado.

A partir de um primeiro encontro o grupo decide estabelecer uma regra básica para o debate: a cada encontro um dos participantes escreveria um texto e destribuiria uma bibliografia básica para ser discutida no próximo encontro. No cerne do conjunto dos debates firma-se basicamente a seguinte questão: até que ponto a civilização moderna tem promovido ou dificultado a busca da felicidade? Para resolver a questão (ou ao menos tensioná-la) é chamado um grupo de pensadores tais como Giordano Bruno, Baco, Kant, os iluministas, Freud, Nietzsche, Marx, Mill, Weber, entre tantos outros.

É simplesmente impossível resumir o livro em apenas poucas páginas, dado o grau e quantidade de questões que vão surgindo ao longo dos diálogos. Aos pensadores e suas idéias acrescenta-se, ao longo do livro, resultados de pesquisas sobre o que gera a felicidade ou o que a limita. Da realização profissional e amorosa à busca da felicidade pelo uso de drogas - todas tentativas meio que desesperadas - o livro discute o assunto de forma interessante e abrangente. Mas... para o leitor que busca encontrar qualquer espécie de discussão que o leve à uma solução segura, avisamos, pode tirar o cavalinho da chuva, pois o livro só aumenta nossas inquietudes.

As conclusões são variadas: nem a razão, nem o delírio podem nos leva à terra prometida; a riqueza, segundo pesquisas, também não é nenhuma tábua de salvação (embora proporcione alguma alegria, também gera mais incertezas e requer mais atenção - que por si inibe o prazer); os materiais tecnológicos ultramodernos também não proporcionam aumento da felicidade, não produzem o doce sentimento da existência. Ou seja, estamos perdidos no mundo que construímos. Nosso projeto civilizatório não pensou no essencial: a busca da felicidade humana. Se pensou, fracassou, pois estamos em meio a um mundo atroz, ainda perdidos nessa busca do mais elementar sentimento humano: a felicidade.

Aumentar o nível tecnológico do planeta resolveria nossa principal tensão existencial que é, afinal, vivermos em um constante bem-estar? Veja-se as seguintes questões colocadas pelo livro: I - será que os gostos e preferências dos consumidores não vêm sendo sistematicamente distorcidos por um bombardeio de estímulos e uma máquina de propaganda mais ferozes que qualquer poderio militar? II - a TV a cabo chegou ao Butão. De agora em diante, as crianças budistas estão expostas à radiação colorida da Cartoom Network e MTV. Em breve, os jovens butaneses estarão freqüentando shows de rock, comendo nos fast-foods e protestando contra a globalização - lutando com os jovens de todo o planeta por um mundo melhor. É patético.

Se você perguntar para um grupo razoável de pessoas o que traria felicidade, você obteria a resposta de que o dinheiro resolveria tudo, ou ao menos, ajudaria mais que tudo a trazer felicidade.

Segundo o livro de Giannetti, baseando-se em pesquisas e material filosófico, político e sociológico, a conclusão dessas pessoas está errada. Não é o dinheiro que traz felicidades. Atente para a grande questão: o comercio internacional de drogas movimenta cerca de 400 bilhões de dólares por ano, ou seja, oito por cento do fluxo mundial de comércio ou o equivalente do turismo e petróleo. Quem consome esta droga? Sabe-se que a maior parte desta droga é consumida por pessoas que têm um nível de vida acima do médio. Afinal, riqueza produz realmente felicidade? Se sim, porque essa busca desenfreada por uma evasão química auto-destrutiva? Quem recorre às drogas está buscando algum alívio ou paraíso artificial, ou seja, está em busca de meios químicos que proporcionem o que o seu ambiente social e os seus próprios recursos espirituais não são capazes de satisfazer. O sujeito toma a droga e pronto - não há mais do que reclamar. Resignação e êxtase. Ou seja, o pão e circo pós-moderno do novo império romano.

Segundo Adam Smith, para a maior parte das pessoas ricas a principal função da riqueza consiste em poder exibi-la. Ou seja, só interessa a posse do que pode despertar inveja. Então, se os pobres rissem e escarnecessem da riqueza e da ostentação dos ricos, o circo desabaria. Desse ponto de vista, se o rico não tiver seu expectador ele se tornará um frustrado permanente.

Para Smith, a verdadeira felicidade mora mais na imaginação das pessoas e na obtenção de uma certa tranqüilidade de espírito do que na satisfação ilusória da vaidade associada a níveis maiores de renda e consumo.

Esta é uma das afirmações do livro. Elas são variadas, esquentam o debate entre os personagens, fazem nossa cabeça refletir sobre o mundo que construímos, sobre a vida que construímos, sobre os desejos que achamos que podem nos levar a um tipo de satisfação perfeita. Não resolvem muito, não nos induzem a seguir uma trilha, mas produz a tensão essencial que precisamos para não nos deixar enganar por fáceis soluções.

Infelizmente a pesquisa sobre o tema a partir das tensões que a literatura e as artes em geral trazem não é feita, ficando essa dívida do autor para com seus leitores. Quem sabe num próximo volume o assunto não poderia ser discutido à luz da poesia, do romance, das temáticas musicais e operísticas?

De qualquer forma, vale a pena entrar em contato com o vasto universo de idéias sobre a felicidade, agrupadas de forma inteligente pelo livro de Giannetti.

Quando o assunto é felicidade, lembro-me sempre de uma frase do psicanalista Wilhelm Reich (aquele que afirmava que a função do orgasmo é produzir alegria, saúde psíquica e um contato com a energia cósmica). Ele dizia que viver na plenitude é abandonar-se plenamente ao que se faz, pouco importa que se estude, se ame, se dirija um carro, se faça um passeio ou plante um jardim. O que importa é o mergulho total no que se faz, mergulho apaixonado e, até, pode-se dizer, inconsciente.

Dessa forma, a felicidade existe somente e principalmente para aqueles que não sabem que são felizes. A máxima de Fernando Pessoa se aplica aqui: para ser feliz é preciso não saber-se feliz.

Vou terminar este texto com um poema do escrito Heinrich Heine, já que o autor nos deixou em falta nessa área. Trata-se de um poema que dá o que falar, intitulado FELICIDADE. Vamos a ele:

FELICIDADE

Oh, que dama fácil, a felicidade!
Mal se acostuma num lugar, ela já sai...
Afaga teu cabelo, cheia de vaidade,
beija-te às pressas, bate as asas e se vai.
Dona infelicidade, ao contrário,
te prende ao coração a ferro e corda.
Para ir embora, diz não ter horário,
senta-se contigo à cama e borda.

Para ir além





Jardel Dias Cavalcanti
Campinas, 3/2/2003


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Caso Richthofen: uma história de amor de Marcelo Miranda


Mais Jardel Dias Cavalcanti
Mais Acessadas de Jardel Dias Cavalcanti em 2003
01. Felicidade: reflexões de Eduardo Giannetti - 3/2/2003
02. Entrevista com o poeta Augusto de Campos - 24/3/2003
03. John Fante: literatura como heroína e jazz - 21/7/2003
04. Os Dez Grandes Livros - 15/10/2003
05. O Fel da Caricatura: André de Pádua - 3/3/2003


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
3/2/2003
09h09min
Muito bom poder ler o resumo desse livro , pelo jeito é muito especial.
[Leia outros Comentários de Vinicius Brown]
12/2/2003
12h31min
Desculpe discordar do início do texto. Mas a felicidade é discutida por pensadores serios da atualidade sim. André Comte-Spoville, filósofo frances, escreve sobre ela em Felicidade Desesperadamente. Um ensaio delicadissimo, e ainda aborda o assunto em Bom dia, Angustia! e ainda podemos ver a Felicidade em vários títulos do Dalai Lama. Além disso, temos atuais (sempre!) A arte de ser feliz, de Schopenhauer, e A Arte da Prudência (ou Oráculo Manual) de Baltazar Gracian. Todos reeditados no ano passado em formatos e preços populares (cerca de 10,00 cada). E por aí vai. A felicidade é atual e sempre. Porque é uma busca constante do ser humano. Por ela gira as únicas certezas humanas, sua realidade e seu destino (se há). Quanto à fórmula da felicidade, Epicuro, Aristotéles, o próprio Schopenhauer descrevem a seguinte fórmula: Paz de espírito, Serenidade de espirito e Sáude, além das necessidades naturais satisfeitas e outros mimos nem tão necessáriamente naturais assim, mas importantes para a obtenção de certa felicidade, mesmo que temporária. Enfim, a ausência de dor acrescentada de paz, serenidade e boa saúde já é uma bruta felicidade! A descoberta do tesouro pode estar aí: na consciência dessas coisas simples (as vezes nem tanto!). Enfim.. abraços! Lucia Helena
[Leia outros Comentários de Lucia Helena]
12/2/2003
15h20min
Cara Lucia Helena, obrigado pela leitura do texto e pelas sugestões. Só não gostei da inclusão do Dalai Lama, não o vejo como um pensador, aliás as posturas dele me desagradam. Mas a felicidade... Como dizia Nietzsche: "a dor diz "- passa!", mas a alegria quer toda a eternidade". abraço, jardel
[Leia outros Comentários de jardel]
14/11/2003
08h59min
Adoro todos os livros dele, são especiais e sempre tem algo mais a ensinar, já li Auto-Engano, Nada é Tudo e agora estou lendo Felicidade, ele além de um excelente economista também escreve muito bem.Adoro sua maneira de escrever sempre colocando pensamentos e grandes nomes da literatura e da história mundial. Eduardo Giannetti PARABÉNS!
[Leia outros Comentários de Alessandra Cristina]
18/6/2009
14h25min
Li o livro recentemente e foi uma surpresa incalculável. Sou portuguesa e tenho (confesso que tento despegar-me deste defeito há muito) imensas dificuldades em ler livros em português do Brasil. O que equivale a dizer que li muito pouco da literatura brasileira. Mas este senhor soube pegar em mim com tamanha cautela, que me deixou soberbamente envergonhada por esta minha inépcia tonta! É, sem dúvida, uma obra de referência da filosofia contemporânea. E, já agora, permita-me discordar, em relação à falta de poesia... esse poema que transcreve não diz mais do que um verso repetido no texto, em bom português: "Tristeza não tem fim, felicidade sim".
[Leia outros Comentários de Eugénia Brito]
17/2/2011
11h40min
O Eduardo Giannetti é um craque. Seus livros são fonte de puro prazer intelectual. Escritos com erudição e objetividade, respeitam o leitor, deixando espaço para que cada um tire suas próprias conclusões a respeito do tema abordado. Quanto à questão da felicidade, a melhor metáfora que eu conheço é a da cenoura colocada com uma vara de pescar na frente do burrinho para que ele continue em frente...
[Leia outros Comentários de Carlos Santanna]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A EXTRAORDINÁRIA JORNADA DE EDWARD TULANE
KATE DI CAMILLO
MARTINS FONTES
(2014)
R$ 14,00



HOWARD HUGHES EM HOLLYWOOD
TONY THOMAS
FRENTE
(2004)
R$ 24,90
+ frete grátis



A LOUCURA DO TRABALHO: ESTUDO DE PSICOPATOLOGIA DO TRABALHO
CHRISTOPHE DEJOURS
OBORÉ
(1987)
R$ 19,90



TEATRO E CIRCUNSTÂNCIA - OSWALDO MENDES (TEATRO BRASILEIRO)
OSWALDO MENDES
NÚCLEO
(2005)
R$ 10,00



SAGA
ÉRICO VERÍSSIMO
GLOBO
(1980)
R$ 19,80



A LEI DA ATRAÇÃO: O SEGREDO COLOCADO EM PRÁTICA
MICHAEL J. LOSIER
NOVA FRONTEIRA
(2007)
R$ 18,00



BIOQUÍMICA BÁSICA
BASTOS DE MARIA
INTERCIÊNCIA
(2008)
R$ 12,00



HISTÓRIA DE RATINHO / HISTÓRIA DE GIGANTE
ANNEGERT FUCHSHUBER
ATICA
(1999)
R$ 12,00



ANTOLOGIA ESCOLAR DE CONTOS BRASILEIROS (LITERATURA BRASILEIRA)
HERBERTO SALES (ORG.)
EDIOURO
R$ 5,00



INTRODUCCIÓN A LA HISTORIA DEL ARTE - ARNOLD HAUSER (EM ESPANHOL)
ARNOLD HAUSER
INSTITUTO DEL LIVRO - CUBA
(1969)
R$ 15,00





busca | avançada
23599 visitas/dia
757 mil/mês