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Domingo, 20/12/2009
Comentários
Américo Leal Viana


A primazia da lambida
Ana, tuas reflexões sobre lambidinhas provam a delíca que é provar algo que nos cativa: filhos, textos, livros, discos, enfim, tudo que nos pertence. Esse sentimento de posse, no entanto, é interessante, porque nos garante a primazia da lambida. Mas, durante a leitura de teu texto, ocorreu-me a lembrança de uma lambidinha que talvez nos escape, quando encontramos uma coisa que desejamos - mesmo sem saber que vamos encontrar. Isso me ocorre sempre quando encontro, por exemplo, um livro de Dinah Silveira de Queiroz. Já tive essa experiência/sensação por três vezes, depois que conheci a autora de "Margarida La Rocque": quando me deparei com "Floradas na Serra", "Verão dos Infiéis" e agora com esse "As Noites do Morro do Encanto", que estou acabando ler. São histórias bem interessantes, esses encontros, que pretendo contar, brevemente. Teu "Lambidinha", Ana, é humano, porque escrito com a alma. Parabéns e muito obrigado.

[Sobre "Lambidinha"]

por Américo Leal Viana
20/12/2009 às
09h47 200.208.171.189
 
Detesto aquele falatório
Ana, das coisas que elencaste, e que detestas, tomo a liberdade de... de... ("Puxa", tá difícil de sair a palavra!). Na falta de outra, vai essa aqui: negritar algumas: a) aqueles pelos enroscadinhos no sabonete novo nunca são nossos - é verdade; b) não entendi por que é irritante o barulho do suco caindo no copo. Um pouco ranzinza, não? c) irritante, sim, aquela tapadinha de olhos, principalmente se, depois, descobre-se que quem nos tapava não era quem esperávamos; d) de todas, esta é a pior: você entrega "aquele" livro ao sujeito, crente que ele vai "adorar" a tua indicação e ele, além de não dar a mínima para o "pobre", ainda o arregaça, folheando as páginas igual àquelas máquinas de contar dinheiro no banco. Dá uma dor! Enfim, Ana... Mas perguntavas das práticas femininas mais detestadas, e eu te respondo: são poucas - mas existem, e a que mais me incomoda é o falatório quando estou lendo ou tentando escrever. Só isso. Muito obrigado pelo texto e parabéns.

[Sobre "Das coisas que você detesta"]

por Américo Leal Viana
22/9/2009 às
17h20 200.174.182.196
 
Conselhos e mais conselhos
Se os conselhos do tal Raymundo são bons, melhores ainda são as observações e os comentários feitos por ti, Ana. A crônica do Raymundo se engrandece, hoje, por causa de teus arremates, tecidos de fina ironia e bom humor. Estou contente por teus esforços, mas ansiosíssimo pela próxima coluna. Mesmo assim, acho que ainda temos muito que aprender com nossos antepassados, ainda que desconheça os tais conselhos do Raymundo, para os moços. Parabéns e um grande abraço.

[Sobre "Aconselhamentos aos casais ― módulo I"]

por Américo Leal Viana
18/3/2009 às
08h30 200.223.252.194
 
o meu pé de cupuaçu
Não há como não associar árvores a pessoas e vice-versa. Assim como essas, aquelas também possuem suas histórias. Lendo teu texto de hoje, Elisa, lembrei-me de um pé de cupuaçu, que houve no quintal de minha casa. A muda, eu a trouxe de uma cidade vizinha, e a plantei logo que nos mudamos para a casa. Ela cresceu, mas, preguiçosa, só nos deu um fruto ao longo dos anos de sua existência. Por causa disso (eu até escrevi uma crônica sobre esse cupuzeiro), minha esposa passou a implicar com ele, e eu acabei mandando-o derrubar (e isso gerou um outro texto). Duro e triste golpe para mim, que amava o meu pé de cupuaçu, fruta tão gostosa, e que - entre tantas outros tipos de "comida", dá um "vinho" maravilhoso. Mas é assim mesmo, assim como as pessoas, as árvores - frutíferas ou não, também têm o seu momento de derrota. Um abraço e parabéns pelo teu texto.

[Sobre "Oiti"]

por Américo Leal Viana
20/11/2008 às
09h36 200.223.252.194
 
somos o que não jogamos fora
"Genial" esse teu texto, Pilar. Linhas, bordados, lembranças, fuxico, vida, enfim. Lixo? Ah, isso também é possível, às vezes, de se encontrar perdido em meio a tantas recordações. Mas, por que passaram a ser lixo? Antes, não eram - certamente. Que bom, quando as reencontramos, porque assim temos a oportunidade de perceber, o quanto um dia elas já foram valiosas para nós (por isso foram guardadas). Mas foi Ítalo Calvino que isse, que somos aquilo que não jogamos fora. Nossos melhores "lixos" são aqueles que mantemos em nosso poder, fazendo-nos companhia, como a linha, a agulha e o crochê deixados por tua avó. Mais uma vez, tu nos dá a chance, com esse texto, de rever pessoas e lembranças tão estimadas por nós. Obrigado e parabéns.

[Sobre "Os pontos de um crochê"]

por Américo Leal Viana
17/11/2008 às
10h19 200.223.252.194
 
Para o finalzinho de tarde
Pena que li esse teu texto pela manhã. Gostaria de tê-lo lido no finalzinho da tarde, porque foi essa a sensação que ele me passou. E isso tem a ver com o tempo? Só tem! As senhorinhas e os senhores de teu bairro estão no fim do dia, e o relojeiro - provavelmente - também. E nós, Ana, também caminhamos pra lá. Teu texto tem o cheiro de coisa antiga, de palavras antigas, que nossos filhos, hoje, desconhecem. Eles não sabem o que é "vasilhame", "cumbuca", "baiúca", porque essas palavras pertencem a uma época em que sentar em cadeiras em frente de casa era sentir o tempo passar, costume simples, de pessoas simples. Teu texto tem a simplicidade de tardes amenas, que relógio nenhum é capaz de contar. Um grande abraço.

[Sobre "Minha coleção de relógios"]

por Américo Leal Viana
3/11/2008 às
10h30 200.223.252.194
 
os bons não se candidatam...
Por causa de pensamentos como o teu (e de tantos outros), Rafael, é que a política brasileira está desse jeito. Se somente pessoas como tu se candidatassem a cargos eletivos para as câmaras, assembléias legislativas, senado, prefeituras, governadorias de Estados e presidência da República, certamente que teríamos uma "política" bem melhor do que a que temos. Não diria perfeita, mas menos corrupta. Acontece, que os "bons" não querem se arriscar, e aí acaba dando isso: os "maus" ocupam o lugar dos politicamente corretos. Se a nossa política está impregnada de desonestos, é porque os honestos não têm coragem de assumi-la.

[Sobre "Sobre política e políticos"]

por Américo Leal Viana
14/10/2008 às
09h03 200.223.252.194
 
O prazer de descascar!
Os tempos são outros e a vida mudou. O certo, porém, é que ninguém gosta de ser pequeno. A taberna se transformou em supermercado e a fábrica de sequilho da titia foi engolida pela multinacional. Outro dia, procurei por macaxeira em um supermercado de minha cidade, e não a encontrei no local de costume, mas, sim, em um balcão frigorífico, em um saco plástico e já devidamente descascada. Assustei-me, mas tive de comprá-la. Quer dizer, por conta dos tais avanços tecnológicos, acabei perdendo o prazer de descascá-la. Esse é apenas um dos preços que pagamos pelo conforto dos tempos modernos, onde tudo já vem pronto para consumo. Qualquer dia vão vendê-la já cozida. Mas, enfim, um grande texto o teu, Elisa. Parabéns.

[Sobre "Da indústria do sabor e do desgosto"]

por Américo Leal Viana
13/10/2008 às
11h05 200.223.252.194
 
A discussão é boa, Pilar
E, de acordo com o que levantas, penso que já esteja mais do que na hora de desconstruir a célebre "o poeta é um fingidor". Ele não é nada disso. O autor é livre, e - se assim não for, não será escritor. A ficção literária, porém, permite-lhe o disfarce, que, por sua vez, possui base real. Mas, ainda que se vista a caráter, não conseguirá ir muito além. A meu ver, estás coberta (mas não disfarçada) de razão. Parabéns pelo belíssimo texto. Um abraço.

[Sobre "O escritor está nu"]

por Américo Leal Viana
13/10/2008 às
10h43 200.223.252.194
 
revisor: tradutor disfarçado
Depois "reclamas" que vivo a te elogiar. Mas como deixar de fazê-lo a pessoa que tão bem escreve? Coincidência ou não, estive "ocupado" com a leitura de "Ensaio sobre a lucidez", de José Saramago, que, dessa vez, quase passo batido (o que faria o revisor sádico diante dessa expressão, hem?) Mas, sobre a revisão de textos, digo que o trabalho de alguém isento, independente, colabora muito com o do escritor, porque o bom revisor não necessita apenas de "conhecer a gramática", mas ser sensível à arte da escrita. O revisor é um tradutor, digamos, disfarçado (no bom sentido, é claro), mas, quando escrevo, procuro sempre facilitar o trabalho do revisor. Prefiro, portanto, "pecar" por excesso a por omissão. Um abraço.

[Sobre "Trocar ponto por pinto pode ser um desastre"]

por Américo Leal Viana
10/10/2008 às
16h58 200.223.252.194
 
sim, por que não?
Mais um caso "clássico" das tais 50 páginas iniciais de um livro - principalmente quando se trata do romance. Houve livros, que, mesmo não me cativando nessas primeiras páginas, tive que levar a leitura até o fim, porque se tratavam de "consagrados", e que precisavam ser lidos, mas que se tornaram para mim um "estorvo", isso nem se discute. Outros, porém, não tiveram a mesma sorte e foram abandonados pelo caminho sem a menor piedade. Minha tese é essa: independente do tema (leve/pesado), de palavras (altas/baixas) ou de ideologia (esquerda/direita), se a(s) "história(s)" me cativar, e a leitura fluir tranquilamente, não vejo porque não concluí-la. E tem mais: o autor pode "bater" em quem quiser, com ou sem razão, não me interessa, embora nem sempre tenha que concordar com ele. Esse tal de Mirisola pode ser um escritor, sim, por que não? Talvez ruim, como tantos outros que estão por aí, publicando livros todo ano. PS: Chico Buarque, para mim, é um grande escritor.

[Sobre "Três vezes Mirisola"]

por Américo Leal Viana
23/9/2008 às
15h17 200.223.252.194
 
União estável versus instável
Essa a questão. Encontrar pessoas que saibam conversar até que não é tão difícil. Mas, até quando uma boa conversa pode durar? Algumas se tornam intermináveis, e quando isso acontece, a união pode ser duradoura. Mas, só quando encontramos alguém que quer conversar conosco exatamente sobre aquilo de que gostamos de conversar, é que a união é para sempre. Sua amiga, Ana, não precisa sair por aí, procurando essa pessoa. Ela poderá surgir a qualquer momento, sem que se dê conta disso. Observação pode ser uma boa "dica", mas ela precisa "dizer" sobre o que mais gosta de conversar. Se for Literatura, ela pode passar a frequentar bibliotecas e/ou livrarias. Quem sabe, em uma dessas visitas, não surja o tal bom conversador dos anseios dela? Sei que isso é ficção, que essa sua amiga "não existe", mas como foi legal conhecê-la. Um abraço.

[Sobre "Mulheres, homens e outros insetos"]

por Américo Leal Viana
19/9/2008 às
11h41 200.223.252.194
 
um Boeing sobre a minha cama
Boa essa, mas, quer uma melhor? O Fantástico de ontem mostrou, "com exclusividade", uma "conversa" entre o piloto de um caça da FAB e um controlador de vôo do Acre, no momento em que um Boeing da GOL tirou um fino do caça. Ao fazer isso, o Fantástico acredita que está prestando um grande serviço à aviação civil brasileira, mostrando a "fragilidade" do nosso aparato aeronáutico. O que o Fantástico espera é que a reportagem seja vista pelas autoridades brasileiras responsáveis pela aviação, e que, uma vez informadas pela televisão, tomem as necessárias providências. Denúnicas à parte, a "matéria" serviu também para me comover e amedrontar, apesar de não "andar" regularmente de avião. Minha "sorte" foi que, logo após a reportagem, entraram os "gols" do campeonato brasileiro, e no final o "bola cheia" e o "bola murcha", do Tadeu Schimit. Deu pra relaxar um pouqinho, mas fui dormir com a sensação de que havia um Boeing sobre a minha cama.

[Sobre "Comunicado importante: TV mata!"]

por Américo Leal Viana
15/9/2008 às
10h03 200.223.252.194
 
Democracia é liberdade?
Se for, então, estamos no caminho errado. A lei eleitoral, "rigorosíssima", acabou por tirar aquele certo brilho de eleições passadas. Acabou com o brilho, não com as falcaturas de alguns candidatos, que ainda insistem em transformar a votação em um balcão de negócios, e quem acaba pagando o pato é sempre o eleitor, culpado pelos descalabros. Interessante, que, quem julga e condena o eleitor, são os "céticos", pessoas que se dizem politizadas o bastante para rejeitar o processo eleitoral brasileiro (parece que têm saudade dos áureos tempos da ditatura militar), tentando convencer os menos politizados a desisitir de votar, com o discurso de que a política é coisa "de" e "para" bandidos. Se não sei em quem votar, por que não assistir ao horário gratuito eleitoral, apesar da quantidade enorme de bobagens? Sim, preciso assisti-lo para comparar "quem é quem" no jogo eleitoral. Não há nenhum demérito nisso. O país mudou, porque a nossa democria mudou - e para melhor.

[Sobre "A evolução da nova democracia brasileira"]

por Américo Leal Viana
12/9/2008 às
09h29 200.223.252.194
 
Ainda o País de Leitores
O bom seria que fôssemos um país de leitores. É claro, que não alcançaríamos a totalidade. Mas, que tal 70% da população? Isso! Certamente nos daria "visões" desse tipo: um ônibus com metade da lotação, lendo; um trem, um navio ou um avião repletos de pessoas com um livros nas mãos; nos bares e restaurantes, as mesas cheias de gente se deliciando com uma boa história; nos escritórios ou em consultórios, bancos e cadeiras com clientes esperando, enquanto lêem; enfim. Mas, enquanto não atingimos "metas" como essas, não percamos a esperança, sem desconsiderar também aqueles, que, por razões diversas, preferem a "hora da química, da física ou da biologia" à "hora do conto", sem, contudo, rejeitarem por completo a literatura. Apenas, dedicam menos tempo (e dinheiro, é claro) a ela.

[Sobre "Literatura é coisa para jovem?"]

por Américo Leal Viana
12/9/2008 às
08h27 200.223.252.194
 
Julio Daio Borges
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