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Terça-feira, 31/8/2010
Comentários
Débora Carvalho

O interesse na alienação
Uau. Tanta lucidez chega a emocionar. Segundo o que aprendi no Ensino Médio, o interesse na alienação é do governo. Na verdade, as palavras alienação e ideologia aprendi foi na faculdade de jornalismo. Mas na disciplina de português do Ensino Médio a professora deixou bem claro que o governo tinha interesse no analfabetismo funcional, em que as pessoas sejam "ledoras" e não "leitoras"; que as pessoas não tivessem opinião própria, que não entendessem de política, e que, inclusive, grande parte continuasse desnutrida por uma má alimentação, pois, assim, teriam o raciocínio comprometido.

[Sobre "A quem interessa uma sociedade alienada?"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com / @debcaroli
31/8/2010 às
13h56 189.120.175.46
 
Ser inteiro é...
Carlos, é exatamente assim que eu penso. A dependência exagerada sufoca o outro. Precisamos, sim, de outras pessoas, de alguém em especial... mas não podemos jogar a responsabilidade da nossa felicidade nesse outro. Aí fica muito fácil achar um bode expiatório para tudo que dá errado na minha vida: eu sou infeliz por sua culpa, você não me faz feliz... você, você, você... e nunca eu. A gente tem que assumir a responsabilidade de muita coisa. Claro que alguém pode nos gerar algum sofrimento por determinado período de tempo. Mas não é tudo responsabilidade do outro. Tenho que assumir meus fracassos e frustrações... e até mesmo minhas conquistas e qualidade. Na minha visão, isso é ser inteiro.

[Sobre "Metade da laranja ou tampa da panela?"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
4/8/2010 às
16h38 189.110.209.201
 
Estamos sempre mudando
Carlos, adorei "1+1=2" é melhor que "0,5+0,5=1". Não creio que exista um limite. Amadurecer é algo que não acaba nunca. E, falando sério, a cada experiência que vivemos, algo muda dentro da gente. Eu, por exemplo, a cada ano me sinto diferente, mudo de opinião e até de gosto por comida. Tem coisas que eu não gostava e passo a gostar, e vice-versa. Mudamos os hábitos, as crenças, os sentimentos. Acho que sabemos que somos completos quando não necessitamos que alguém nos faça feliz. É quando estar sozinho não incomoda tanto. É quando eu posso sair para ir à festa só, na boa, mas prefiro ir com você ou te encontrar lá. Se não tiver a sua companhia, posso ter a de uma amiga ou amigo. Acho que é isso. Não vou deixar de ir porque você não vai comigo. E viva a felicidade inteira!!!

[Sobre "Metade da laranja ou tampa da panela?"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
4/8/2010 às
13h46 189.110.209.201
 
A felicidade tem seu preço
Olá, Célio. Quantas mulheres têm a mesma compreensão que eu? Posso garantir que muitas amigas e amigos que já vieram buscar conselhos... rs. Sim, eu sei bem o que é o peso do ensinamento da geração anterior. E também sei a delícia que é libertar-se desses conceitos que só nos trazem infelicidade. Sim, a grande maioria se permite ser infeliz por pura conveniência, porque a felicidade tem o seu preço. Ser alguém completo exige um alto preço de reflexão, autoconhecimento, e até mesmo o preço de "botar" algum conhecimento dentro da "cuca", seja por meio de leitura, por vivência, conhecer pessoas que tenham uma bagagem legal de vida - um psicólogo, por exemplo. Duas leituras me ajudaram muito: "Como se livrar de pessoas tóxicas" e "Para sempre a menininha do papai". E vamos defender a pessoa INTEIRA!!!

[Sobre "Metade da laranja ou tampa da panela?"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
1/8/2010 às
22h12 189.110.228.243
 
Quem sai perdendo?
Me lembrou de uma frase que ouvi ou li em algum lugar, sobre essa coisa de Deus, céu e vida eterna existirem ou não - quem sai perdendo? Se, de fato, nada disso existir, mesmo que eu acredite que exista, nada tenho a perder, já que não passava de uma "ilusão". Agora, se tudo isso for verdade... tenho muito a perder se não acreditar, e uma vida eterna a ganhar se crer.

[Sobre "Antony Flew, o ateu convertido"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
22/4/2010 às
18h14 189.110.200.217
 
Amor não é coração acelerado
Marcelo, vejo os amores antigos exatamente como seu amigo. Não é porque não deu certo que aquela pessoa não tem importância qualquer em nossa vida presente. Querendo ou não, a gente sempre leva um pouco da pessoa e deixa um pouco da gente. "Foi bom enquanto durou"... rs. É sempre ruim quando acaba, mas se quando acaba é ruim é porque era bom antes de acabar. Enfim... às vezes a gente vive muitos "amores possíveis", mas não está pronto para que ele dure muito. Então, dá um jeito de sabotar a relação. O interessante é que mesmo isso pode nos ajudar a amadurecer e nos preparar para finalmente estarmos prontos para algum amor verdadeiro. E, acredite: amor não é coração acelerado, não é friozinho na barriga, não é sentir tesão em cada beijo e abraço. Amor é muito mais do que isso... e só quem descobre o que está além pode-se dizer pronto para o amor verdadeiro. Quem já passou por todas essas fases sabe o que estou dizendo. Boa sorte em sua busca! (Lindo texto).

[Sobre "Dos amores possíveis"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
20/4/2010 às
14h32 189.110.200.217
 
Assino embaixo desse texto!
Assino embaixo desse texto! E acrescento que, na transição do "cristianismo" para "ICAR", ou melhor, nesse processo de "corrupção" a Igreja deixou de ser Cristã. Sendo assim, tudo o que fez em nome do cristianismo não foi cristão. Vejo isso como "falsidade ideológica", mentira, dizer que é o que não é; que age em nome de alguém que é totalmente contra o que está sendo feito. E, por incrível que pareça, tudo isso já estava profetizado na própria Bíblia... "cuidará em mudar os tempos e a Lei", "derramará sangue", "perseguirá os fiéis". Esse cristianismo falso, com certeza foi e é uma maldição para a humanidade, com todas as suas mentiras e práticas abomináveis.

[Sobre "O cristianismo para Nietzsche"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
20/4/2010 às
14h17 189.110.200.217
 
Sendo assim, tudo é arte
Sendo assim, tudo é arte... conforme os olhos de quem vê.

[Sobre "Pessoa sobre Arte"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
16/4/2010 às
11h14 189.110.232.167
 
Sem e-mail e celular
São 39! Outro dia queria entrevistar um psiquiatra. Não estava no consultório. Pedi o celular e a secretária disse que ele tinha mas jogou fora, porque não o deixavam e paz. Também não tinha mais e-mail, porque não dava mesmo conta de ler todos. E o cara cobra 700 reais a consulta. Atende público que tem grana. Já assisti a trocentas palestras dele, e não dá pra imaginar que um senhor com tanto conhecimento não tenha e-mail nem celular, porque não conseguiu se adaptar. Já eu... rs

[Sobre "Os sem-celular"]

por Débora Carvalho
http://www.beeview.com.br
23/3/2010 às
11h56 189.110.225.28
 
Tenho um tio esquizofrênico
Texto lúcido. É muito fácil criar teorias ridículas para satisfazer os próprios interesses. Também tenho um tio esquizofrênico que sem remédios ficaria agressivo, mas não fica porque a família cuida dele. Chega a parecer piada dizer que o cara está em surto até agora, como disse o pai do criminoso que não quer aceitar a índole do filho. Alguém em surto age e pronto. Depois fica chorando de arrependimento ou não se lembra do que fez. Nunca ouvi falar de surtos esquizofrênicos tão complexos, com tanto planejamento... / Obs: só não acho que a Record encare o Santo Daime como rival, pois é uma comunidade pequena e o público é outro. Acho mais que esta é uma oportunidade para focar escândalos de outro quintal, não importa qual.

[Sobre "Glauco: culpado ou inocente?"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
23/3/2010 às
11h50 189.110.225.28
 
Trocamos 6 por meia dúzia
Pode apostar. Trocamos 6 por meia dúzia. De nada adiantou. Ainda continuam existindo diferenças entre o Português do Brasil e o dos demais países. E o custo editorial disso... nem se fala. Gigantes como o Pascoale Cipro Neto são contra esse novo acordo, em função do custo-benefício. Me parece uma atitude um tanto suspeita... quem são os maiores beneficiados com isso? Os países ou as gráficas? Enquanto isso, projetos como o de gestão de resíduos e lixo eletrônico estão na gaveta há 19 anos.

[Sobre "Nova ortografia: tira dúvidas"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
8/3/2010 às
13h20 189.110.196.252
 
Carambola!
Carambola! Eu sempre ouvi e li na Bíblia que "Lúcifer" era o nome do anjo de luz, que tornou-se Diabo, Satanás, Dragão e Antiga Serpente (etc.) quando rebelou-se contra Deus e arrastou consigo um terço dos anjos do Céu. A luta entre o bem e o mal de fato existe. Mas ela acontece dentro da nossa mente e do nosso coração.

[Sobre "Quem acredita em Sobrenatural?"]

por Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
8/3/2010 às
10h53 189.110.196.252
 
Piada que ouvi na infância
"Quando Deus fez o mundo, dividiu os continentes e decidiu colocar problemas para as pessoas se lembrarem d'Ele. Então, em alguns lugares colocou vulcões. Noutros, furacões. Noutros, terremotos. Noutros, seca. Noutros, neve. Satanás, vendo que o Brasil era perfeito, logo questionou: - Deus, e o Brasil? Não tem neve, vulcão ou terremoto. A terra é fértil, tem ouro e muitas riquezas naturais. Esse país vai ser um pedaço do Céu na Terra? - Não. - Respondeu Deus. - No Brasil eu vou colocar os políticos corruptos. - Ah, tá. - respondeu o Diabo, satisfeito."

[Sobre "Preconceitos"]

por Débora Carvalho
http://www.beeview.com.br
1/3/2010 às
14h41 189.110.200.123
 
Coragem para agir
Em algumas situações isso pode ser verdade. Mas, em muitas outras, para fazer o que sabemos que deve ser feito é preciso coragem. Talvez mais coragem do que antes de descobrir o que se tem que fazer. Fazer a coisa certa conscientemente, em alguns casos, pode ser mais aterrorizante e difícil do que fazer a coisa errada inconscientemente...

[Sobre "Sobre o que deve ser feito"]

por Débora Carvalho
http://www.beeview.com.br
1/3/2010 às
14h09 189.110.200.123
 
A origem do mal
Porque, se a maldade não existisse, talvez o mundo pudesse ser um lugar muito melhor. Sem guerras, sem assassinatos, sem crimes. Poderíamos investir mais em qualidade de vida. E eu não ouviria minha sobrinha de 3 anos com medo de levar meu cãozinho no jardim do prédio, com as seguintes palavras: "- Não, tia. Eu não posso ir ali no mato porque está escuro. E vai que me pegam e me matam igual aquela menininha que passou na televisão"... [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção: Segredos de O Símbolo Perdido"]

por Débora Carvalho
10/2/2010 às
09h02 189.110.214.196
 

Julio Daio Borges
Editor
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