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>>> Ventos sem Rumo de Belva Plain pela Record (1981)
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Segunda-feira, 18/11/2002
Comentários
Isabel


Colisões gramaticais
Menina Olga, "batida dolorosa" parece uma ótima expressão para descrever seu encontro com a língua portuguesa (se é que você realmente trombou com ela algum dia). Certamente, foi uma colisão traumática. Só isso pode explicar o fato de você não acertar uma só concordância ("bando de burguêses metido" etc.) e desconhecer regras básicas de pontuação e acentuação. Volte a gritar nas ruas, com a boca cheia do seu "popular" sanduíche de mortadela, porque ler e escrever é tarefa muito além da sua capacidade intelectual. Abraços da Isabel.

[Sobre "Lula Já É Um Coitado"]

por Isabel
18/11/2002 às
19h26 200.221.28.204
 
Humor involuntário
Manifestações como a dessa moça Vanessa são, de longe, o melhor momento de humor involuntário deste site. Ela anuncia a intenção de "nunca mais" ler o Digestivo, mas logo depois deixa três mensagens no fórum (duas aqui e uma sob o texto do Julio Daio Borges); afirma não estar "revoltadíssima", mas alinhava uma série de insultos ao colunista ("intelectualzinho ridículo", "ego inflado", "pretensioso" etc.). Querida, talvez você devesse recorrer a um analista para tentar resolver suas contradições -e ir embora mesmo, porque como leitora e "comentarista" você não faz falta nenhuma. Deixe este site para os maiores de 18 anos e/ou os que possuem mais de dois neurônios. Abraços da Isabel.

[Sobre "Lula Já É Um Coitado"]

por Isabel
5/11/2002 às
21h22 200.221.28.204
 
Gente "ipócrita" é um problema
Alexandre, quero cumprimentá-lo pelos textos, que sempre foram uma de minhas leituras preferidas no Digestivo. Quanto ao Mansur, sou obrigada a admitir que ele está certo. Nos últimos 20 anos, Lula não apenas lutou por "reformas sociais" e "distribuição de renda" como as obteve, em grande estilo -só que para si mesmo. Hoje, ele é um integrante da elite política e econômica, mas não dispensa o "discurso da vítima". E por que deveria fazê-lo, se ele funciona até com gente brilhante como Mansur e Carina -essa moça com autoridade lingüística suficiente para dispensar o "h" de "hipócrita"? Abraços da Isabel.

[Sobre "Lula Já É Um Coitado"]

por Isabel
23/10/2002 às
16h41 200.221.28.204
 
Respondendo à "cobrança"
Muito bem, Fina! Bravos pela lembrança do Rosa; pondero apenas que ela não muda em nada o que afirmei sobre o gongorismo do seu discurso (pelo contrário, arrisco-me a dizer que reforça: citar Rosa para dar algum peso intelectual às nossas opiniões é sempre interessante). Não sei se você quis me incluir no grupo dos "filhos de maio de 68" -mas, já que eu nasci em junho de 70 e não concordo com muitas das besteiras ditas e feitas dois anos antes, esse não é um clube de que eu me considere integrante. Quanto à sua "cobrança" ("mande-me o que você escreveu de original"), equivale a dizer que você deveria ter jogado futebol -e bem- antes de palpitar sobre o esporte. Se você dispensa essa experiência para escrever seus lugares-comuns, eu também me sinto desobrigada de lhe mandar meus "textos originais". Ademais, a colunista é você, não? Abraços da Isabel.

[Sobre "Ludopédio em Pindorama"]

por Isabel
10/7/2002 às
12h49 200.221.28.204
 
Criatividade lingüística
Olá de novo, Fina. Bem, "ser marginal" é um rótulo tão confortável quanto autolisonjeiro. Ele permite que você, de seu posto de observação fantasticamente superior, lance o mesmo olhar de desprezo a "débeis mentais" e "pseudo-intelectuais" -coisa que, por si só, já a qualifica como integrante do segundo grupo (além da criatividade lingüística expressa na invenção do verbo "perspicar", que não consta de nenhum dicionário de língua portuguesa. Esse tipo de discurso gongórico, desnecessariamente rebuscado, é um dos traços distintivos dos pseudo-intelectuais). Soa simpático acreditar-se um gênio incompreendido: essa é uma das muitas modalidades do auto-engano. Advirto, porém, que você talvez não seja tão mal compreendida por aqueles que a lêem. O que acho do seu texto, com toda a sinceridade, é que, embora ele toque em pontos importantes, não se descola dos surradíssimos lugares-comuns da esquerda sobre a "alienação" futebolística. O futebol e as reações que ele suscita são coisa bem mais interessante e complexa. Sugiro aos leitores que procurem por uma coluna escrita por Hélio Schwartsman, no final de junho, no site da Folha Online. Sem deixar de lado o aspecto "alienante" do futebol, ele lembra o historiador holandês Huizinga e seu conceito de "homo ludens" -isto é, o jogo como idéia central da civilização. Na minha opinião, é uma abordagem mais rica e multifacetada do que a repetição de clichês (por mais verdade que haja neles) sobre futebol e miséria. Abraços da Isabel.

[Sobre "Ludopédio em Pindorama"]

por Isabel
9/7/2002 às
12h57 200.221.28.204
 
Seguidores ou "heterônimos"?
É muito bom que a Mônica Waldvogel tenha se manifestado (de modo, aliás, claro e elegante). Mas convém fazer alguns reparos. Não acho que as opiniões do Eduardo cheguem a constituir uma "seita" para que ele tenha "seguidores". Eu, por exemplo, concordo com muito do que ele disse, mas discordo de alguns pontos. Minhas reações deveram-se à absoluta grosseria e à falta de argumentos da maioria das pessoas que defenderam o programa (com a exceção, muitíssimo bem-vinda, do José Maria). Penso que a Mônica deveria prestar atenção não só ao caráter "implacável" das críticas, mas à pobreza intelectual de algumas das pessoas que elogiam seu programa. Quanto à moça Daniela Brusco, é realmente impressionante o que a falta de senso de realidade pode fazer com algumas pessoas. No mesmo texto em que chama o colunista de "mal-educado", qualifica suas opiniões como "ridículas" e "grosseiras", sua mente como "doente" e sugere sua expulsão do Digestivo. Além disso, insiste na história das "múltiplas personalidades". Mocinha, eu já disse isso num e-mail a você, mas repito: NÃO SOU o Eduardo. É muito difícil que isso entre na sua cabeça? Quer marcar um encontro comigo para comprovar? Abraços da Isabel.

[Sobre "Com a calcinha aparecendo"]

por Isabel
9/7/2002 às
12h35 200.221.28.204
 
Sem terceira opção
É mesmo, Fina? E em qual dessas duas categorias você acha que está?

[Sobre "Ludopédio em Pindorama"]

por Isabel Bispo
27/6/2002 às
13h45 200.221.28.204
 
considerações finais
Thompson, não se engane: você, só você, é o centro do picadeiro aqui. Só posso lhe desejar o que para nós é impossível, que é a felicidade das hienas -aqueles bichos que comem o próprio excremento e vivem dando risada. Enjoy it. Quanto ao Clóvis, cujo textinho pífio deveria ser eliminado do site de acordo com as regras que estão aqui embaixo ("linguagem chula"), não creio que saiba sequer o que é "cônjuge". Não para ele, mas para quem sabe ler, explico de novo que não sou "casada" com o Eduardo nem "parente" dele. Nem sequer o conheço; achei apenas que ele merecia saber que nem todos os leitores de seu texto são imbecis irredimíveis. Um beijo para você, Sue. Isabel.

[Sobre "Com a calcinha aparecendo"]

por Isabel
5/6/2002 às
19h00 200.221.28.204
 
Quem é mesmo o Thompson?
Thompson, já que eu não me enquadro em nenhuma das curiosas categorias que você cita (Eduardo, amigas, parentes, passarinhos, gato ou papagaio do próprio), acho que posso responder. Até admito que as nossas mensagens sejam "divertidas". Mas as suas, decididamente, não o são: prolixas, maçantes, simplórias e agressivas (a primeira, aliás, chamava o colunista de "mongol". Que argumento inteligente, não?). Elas demonstram, sobretudo, que você é incapaz de pensar com o próprio cérebro -na hipótese otimista de que você tenha mesmo um. As "muletas" que o artigo do Arnaldo Jabor lhe oferece parecem imprescindíveis. Eu, ao contrário de você, não acho que a voz do Jabor seja a Palavra de Deus revelada ao mundo. Volte ao ensino fundamental, aprenda a ler e escrever e depois a gente conversa. Beijos da Isabel.

[Sobre "Com a calcinha aparecendo"]

por Isabel
5/6/2002 às
13h34 200.221.28.204
 
Lamentável...
Daniela, não conheço o Eduardo nem tenho razões pessoais para defendê-lo. Mas, sendo no mínimo tão mulher quanto você, posso dizer: você é, SIM, uma analfabeta funcional. O colunista escreve coisas como "é impossível que essas participantes sejam a única alternativa. Mulheres verdadeiramente cultas e sensatas devem estar, além de desprezadas, ofendidas pela imagem que fazem delas" -e você lê, "nas entrelinhas", uma apologia à suposta superioridade masculina. Ora, faça-me o favor! As "entrelinhas" não existem para que você invente significados e atribua ao colunista o que ele não disse. E o que Eduardo escreveu pode até ser contestado, mas com argumentos -não com agressões e ataques pessoais, como tem sido a regra aqui (a propósito, é perfeitamente possível empregar o verbo "afirmar" do modo que ele foi usado no comentário 37 -você é que desconhece noções elementares de português, como as regras sobre o uso da vírgula). Parabéns ao colunista -e força na inglória luta contra o analfabetismo funcional.

[Sobre "Com a calcinha aparecendo"]

por Isabel
4/6/2002 às
18h29 200.221.28.204
 
Julio Daio Borges
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