Fredric March x Damas x Oscar | J.Valentim de Carval

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COMENTÁRIOS

Segunda-feira, 1/4/2002
Comentários
Leitores


Fredric March x Damas x Oscar
Alexandre SSilva Sem duvida o Fredric March deve estar exultante pelo seu voto, embora dado após o fechamento das urnas, e até talvez, mais ainda por isso mesmo. Para ser mais preciso, não só mais por ser voto atrasado, mas por ser "TÃO" atrasado. Onde quer que ele esteja deve estar comemorando como se hoje, finalmente, estivesse recebendo o premio nunca dantes esperado por alguém por tempo tanto. Ao seu voto permita-me juntar o meu, tardio como o seu, e quanto. Coisas que você não gosta. Quanto ao Oscar Wilde, é minha opinião que a percentagem de gays que o leu deve ser mais alta do que a percentagem dos não-gays que também o não leram. Será que estou errado ? Quanto a atores e atrizes não serem artistas, acho que há aí uma generalização inaceitável. Ingrid Bergman não me perdoaria se eu não fizesse esse reparo. Ela até perdoaria, pois está muito acima desses pequenos detalhes. Quanto à sua proposta número 5, concordo com a senteça dada, que sejam soltos em paraquedas sôbre Kandahar, embora eu nada tenha contra os habitantes dessa outrora linda cidade. Obs: Os para-quedas são mesmo necessários? Sobre o item 6, - Playboy - estou um pouco confuso. Acho que os encarregados de fazer as propostas, jamais as fizeram a uma dama. Porém, ocasiões há em que, contráriamente, acho que eles só convidam damas. "Penso eu de que". No mais, senhor Alexandre, estamos plenamente de acordo e apreciei muito o seu estilo, que aliás, é bem diferente, não melhor e nem pior, mas diferente, do que eu tinha já apreciado em "A Origem dos Irmãos Coyote"

[Sobre "Furo! Furo! Furo!"]

por J.Valentim de Carval
1/4/2002 às
19h50 195.23.129.38
(+) J.Valentim de Carval no Digestivo...
 
Ausências
Oi Vinicius, infelizmente não vi Vanilla Sky! Tenho certeza que deve ser um filme bom, vi muitas críticas boas a respeito. Mas você levantou uma coisa importante - há muitas outras ausências que são sentidas e que eu nem mencionei. Eu falei só por cima no texto, mas o novo filme do David Lynch, Mulholland Drive, é maravilhoso (estréia em abril no Brasil). Pelo menos para fãs do Lynch. Eu fico muito triste de ver que não foi tão premiado quanto merecia... Mas, como disse, não se pode esperar muito da academia, mesmo...

[Sobre "Ausências no Oscar deste ano..."]

por Arcano9
1/4/2002 às
18h46 195.92.168.172
(+) Arcano9 no Digestivo...
 
o melhor dos melhores!
o que eu mais gosto em anos incríveis é a naturalidade com que são feitos os episódios,parece que o diretor viveu cada uma das fases da série e nos passa isso de maneira simples e mais perto da realidade que nós os jovens passamos, com certeza anos incríveis marcou minha vida,me arrependo de não ter gravado os episódios... parabéns aos criadores da série vcs transformaram em seriado todas as maravilhas da melhor época de nossas vidas.

[Sobre "Anos Incríveis"]

por francisco chaves
1/4/2002 às
18h04 200.176.246.6
(+) francisco chaves no Digestivo...
 
Indicados ?
Legal sua crítica! Porém não sei se concordas vanilla sky que é uma adaptação do original, me rendeu um bom tempo de reflexão, achei um ótimo filme. E você?

[Sobre "Ausências no Oscar deste ano..."]

por Vinicius Brown
1/4/2002 às
17h45 200.19.104.124
(+) Vinicius Brown no Digestivo...
 
Bom texto!!!
Caro Edu, Li sua apresentação por acaso e quão grande foi minha surpresa ao ver tua idade. Parabéns pela sua humildade tão latente e sua expressiva emoção tão bem aflorada neste texto. Fiquei seu fã!Costumo conhecer poucas pessoas nessa faixa etária com interesse pela cultura verdadeira. Cordialmente, Arq. Anilson De Salvador

[Sobre "Apresentação; ou, O prazer foi meu"]

por Anilson Roberto C. G
1/4/2002 às
17h31 200.254.245.1
(+) Anilson Roberto C. G no Digestivo...
 
Simples como a vida
O mundo é cheio de coisas equisitas. Tem quem diz que Carnaval é a melhor coisa que ja existiu outros dizem que é pura babaquise. Mas na minha opiniao Carnaval é uma desculpa que usamos para fazer em cinco dias o que a gente não faz em um ano. Basta enxergar o entusiamo que todos esperam os 5 dias mais famosos no Brasil!

[Sobre "Eu não pulei carnaval"]

por Ana Paula Matsuguma
1/4/2002 às
16h23 200.227.183.9
(+) Ana Paula Matsuguma no Digestivo...
 
O papel aceita tudo
Voce escreve bem, Eduardo. Ja havia lido seus textos aqui e me divertido com a maioria. Nao que tenha me sentido ofendido como alguns pelas suas criticas `a nossa FGV, mas acredito que voce se preocupe muito em nao se "acomodar" como o "barrigudo tatuado" do seu texto Carnaval. De qualquer forma, parabens. Mas lembre-se que para sobrevivermos nesse mundo, devemos ganhar dinheiro de alguma forma... Abraco

[Sobre "Obrigado, GV"]

por Alexandre Bossi
1/4/2002 às
15h31 208.5.238.226
(+) Alexandre Bossi no Digestivo...
 
Na veia
Sensacional! É a mais lúcida descrição da escola onde estudamos.

[Sobre "Obrigado, GV"]

por Julia
1/4/2002 às
14h42 200.221.28.204
(+) Julia no Digestivo...
 
É de longa data...
O ofício da tradução não recebe a devida atenção há milênios e a má tradução tem causado e perpetuado pequenas imperfeições nas relações entre culturas, além de ter criado hermetismos desnecessários - o termo vem de Hermes Trismegistus, cujos textos nunca foram bem traduzidos, daí serem incompreensíveis e herméticos. É, a saída é clássica, com bem define Paulo Salles, isto é, a saída típica desde os tempos clássicos para quem não tem talento de tradutor e não consegue outra atividade profissional. Classicamente, quem perde é sempre o leitor. Realmente, poucos tradutores - sem referir-me necessariamente aos juramentados - têm credenciais sólidas para traduzir. Traduzir não deveria ser um passatempo de pretensos intelectuais, a miúde remunerado, mas algo que seja levado a sério, fiscalizado por uma entidade credenciada. (É utopia, não me iludo.) Mas o papel da tradução deveria ser entendido melhor e visto como canal de comunicação entre culturas, por isso a tradução tem que ser bem feita. Se, há milênios, os textos importantes, como a Bíblia, o Organon, entre outros clássicos, deveriam ter recebido a maior atenção na tradução para sua propagação eficiente, imaginem hoje em dia com a globalização, que é - imagino - a era do auge das relações inter-culturais. Bem, é uma discussão que pode estender-se "ad nauseam". Mas acrescentaria, para finalizar, que há cursos de idiomas estrangeiros e dicionários péssimos, usados por alunos que, mais adiante, tornar-se-ão tradutores, repetindo e perpetuando erros graves.

[Sobre "A saída clássica"]

por Antonio Oliveira
31/3/2002 às
22h03 200.163.13.62
(+) Antonio Oliveira no Digestivo...
 
Quanto mais quente melhor!!!
Peço desculpas por ter trocado a palavra "desconhecer" por "desconsiderar". Compartilho com o Sr. Olavo de Carvalho (que não tenho lido, confesso) e com Pedro Paulo Rocha o horror à forma insidiosa com que certos grupos ideológicos interferem no ensino, principalmente nas universidades. Ninguém mais aguenta "neo-liberalismos"e globalização. Discordo da generalização excessiva, que beira a intolerância. Combater a pobreza com palavras e conceitos é muito pouco. Lerei o artigo do Estadão com atenção e horror.

[Sobre "Educação versus Marxismo"]

por Jose Maria Silveira
31/3/2002 às
18h14 143.106.37.196
(+) Jose Maria Silveira no Digestivo...
 
Raivosos, uni-vos
O Sr. Olavo de Carvalho não está em discussão. Discuto o artigo que foi publicado e que motivou os debates. Não discordo da maioria dos pontos do artigo, mas acho que ele praticamente exclui a possibilidade de que autores de linha marxista sejam ensinados, ponto de minha discordância. Quanto à contribuição de O.de C. para o combate à pobreza, sinceramente, nunca vi (e acho que ele nunca se propôs a isso). Ele, certamente contribui ao combate da pobreza cultural. Nisso estamos de acordo.

[Sobre "Educação versus Marxismo"]

por Jose Maria da SIlvei
31/3/2002 às
18h10 143.106.37.196
(+) Jose Maria da SIlvei no Digestivo...
 
Ignorância concreta
Ao senhor José Maria é preciso lembrar que a revolução cultural em andamento no Brasil - ainda que possa não vir a ter os resultados que prevê Olavo de Carvalho - é coisa bem concreta, embora (semi) oculta aos olhos da maioria. De onde ele tirou que o autor ignora Bourdieu e Habermas, isso não sei. Parece-me mesmo desconhecimento da sua obra. Aliás, este é o maior problema de quem critica os outros nesse país, juntamente com a mania de exigir as "ações concretas", que faz dos intelectuais gente da mesma corja que os políticos, inclusive porque formam "partidinhos" coletivos para impor ideologias. No mais, o problema da pobreza se resolverá mais com um resgate da sanidade mental desse país, coisa que não virá de outro lugar que não da crítica cultural. Enfim, dizer que os textos de Olavo de Carvalho não são ações concretas contra a pobreza no Brasil é admitir, como o fazem os intelectuais esquerdistas mais típicos, que o único meio de agir socialmente é a política. Talvez seja por isso que nossos sociólogos estejam mais preocupados em criar planos para o futuro do que em entender nossas origens e nossa identidade. Se seguissem mais o exemplo de Gilberto Freyre, talvez a essa altura nós brasileiros já tivéssemos uma vaga idéia de quem somos, o que seria um ótimo ponto de partida para "ações concretas". Inclusive, quanto a estas, não era preciso que eu falasse nada aqui, mas apenas que remetesse ao texto de Montaner no Estadão de hoje (Domingo), onde ele mostra como foi inútil injetar U$ 30 bilhões para eliminar a pobreza, em um continente culturalmente imbecilizado.

[Sobre "Educação versus Marxismo"]

por Evandro Ferreira
31/3/2002 às
16h58 200.167.242.83
(+) Evandro Ferreira no Digestivo...
 
Amigo, a Pauta Atual É Outra
Não sou dono da verdade nem tenho tal pretensão. Porém, imagino o que pode significar a sintomática tentativa de alguém a insistir na mudança de assunto. Eu mesmo, quando algo me desagrada e não posso contestar, e for possível, pretenderei mudar a pauta. É o que o Sr. José Maria Silveira tem feito neste debate, que confesso, está bastante adulto (o debate). Em sua primeira intervenção, o convite foi para falarmos de música (tema bom, também). Agora, pede para falarmos de arte e cultura (assuntos muito gostosos, sem dúvida). Mas, e sobre o tema, ainda ativo... Sofismar, não adianta. Já ultrapassamos, há muito tempo, as nossas condições para "massa de manobra". Você é boa gente. Embora, em paralelos opostos. Bom Dia!

[Sobre "Educação versus Marxismo"]

por JOSÉ PEREIRA
31/3/2002 às
11h57 200.161.189.90
(+) JOSÉ PEREIRA no Digestivo...
 
Vamos falar de arte e cultura
Agradeço o light left. Acho sinceramente que o Olavo de Carvalho se perdeu. Até um certo ponto foi um bom crítico (um pouco ressentido) das academias e do marxismo de segunda de alguns de seus representantes (ex. Fiori, Plinio Sampaio, Plinio Sampaio Filho, este inominável Arrighi, etc). Mas daí desconhecer gente como Habermas ou Bourdieu há um caminho cujo nome é intolerância. Sou light que pede ações concretas e eficientes contra a pobreza. Isto me afasta dos reacionários e da esquerda doidivanas. Um abraço. Vamos falar de arte e cultura.

[Sobre "Educação versus Marxismo"]

por Jose Maria Silveira
31/3/2002 às
11h43 143.106.37.196
(+) Jose Maria Silveira no Digestivo...
 
Bons Tempos Aqueles
Simplestemente, perfeito! Parabéns Jualiano pelo texto que diz tudo aquilo que o seriado foi, de fato! Anos Incríves reflete aquilo que passou com cada um de nós, de maneira simples e emocionate! Fazem com que a gente lembre de como aquela fase era boa, de como "éramos felizes e não sabíamos"

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Tarin
31/3/2002 à
00h50 200.176.62.163
(+) Tarin no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
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