Grandeza e Servidão | eugenia zerbini

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COMENTÁRIOS

Quinta-feira, 5/7/2007
Comentários
Leitores


Grandeza e Servidão
No sec. XIX, Alfred de Vigny escreveu "Grandeza e servidão da vida militar". Hoje, se jornalista, ele endossaria seu texto. De uma forma ou de outra, todas as profissões não passam, com as suas variantes específicas, pelas linhas que você traçou com tanto humor?

[Sobre "Práticas inconfessáveis de jornalismo"]

por eugenia zerbini
5/7/2007 às
09h01 201.27.80.52
(+) eugenia zerbini no Digestivo...
 
lendo em voz alta
Li seu texto com interesse e prazer. Lembrou-me de um conselho de um velho professor de grego: a Ilíada e a Odisséia - como a maior parte das obras antigas - devem ser lidas em voz alta. E o "pai" do romance moderno, Flaubert, passava horas a fio lendo também em voz alta trechos de suas obras, enquanto as escrevia e reescrevia. Renato Mezan, em seu magistral "Escrever a clínica" (Casa do Psicólogo, 1998), frisa a importância do "orechiabile" em um texto. Parabéns pela idéia.

[Sobre "Ler em voz alta"]

por eugenia
5/7/2007 às
08h43 201.27.80.52
(+) eugenia no Digestivo...
 
A educação da minha filha
Fantasiei muito a educação que daria a um filho. Em primeiro lugar, abri temporariamente mão da minha carreira por 2 anos para ficar com a bambina. Só eu fazia as papinhas (a educação dos sabores). Como só escuto a rádio Cultura, desde bebê foi exposta ao erudito. Sempre li antes dela dormir, contos de fada e poesia. Além da minha biblioteca, teve a do avô. Aos quatro anos, primeira matinê no Municipal. Aos 7, o primeiro tour pelos museus do mundo. Mente ilustrada em um corpo bacana: no meio disso, idas a parques, natação, ballet etc. Ela ADORA futebol (joga inclusive), nunca se ligou em ler, não gosta de ir aos concertos (vai para me fazer companhia, é o que diz, ligando-se apenas nas óperas), mas parece ser muito feliz. Bem na pele dela. Um dia, com 10 anos, chamou-me para um "diálogo": - Mãe, nós somos muito diferentes. O que é importante para você não é para mim. (Percebi que eu não era Narciso, e ela, um reflexo no espelho.)

[Sobre "Um plano"]

por eugenia
http://netasdaema.zip.net
5/7/2007 às
08h31 201.27.80.52
(+) eugenia no Digestivo...
 
Obrigada pelas verdades
Me perdoe, mas não li os posts, estou aqui embevecida recebendo o carinho de tuas palavras ao som de uma voz tão conhecida minha e tão amada. Obrigada pelo respeito, e pelas verdades reveladas, obrigada por apaziguar meu coração. Beijos, querido.

[Sobre "A blague do blog"]

por Claudia Telles
http://claudiatelles.festim.net
4/7/2007 às
19h05 201.17.69.97
(+) Claudia Telles no Digestivo...
 
quando me trancava no quarto
Adorei o texto, Adriana. Fiz uma viagem para a minha infância, adolescência.... Boas lembranças dos momentos "trancada no quarto" com os livros que me levavam para lugares maravilhosos. Adorava Agatha Christie, Machado de Assis... Acho que vou reler alguns.

[Sobre "Minhas caixas de bombons"]

por Fabíola Bessa
4/7/2007 às
17h08 201.79.181.61
(+) Fabíola Bessa no Digestivo...
 
Cabelo, barba e bigode
Super divertido, Guga! Já tinha gostado do seu texto sobre cabelos, esse está bárbaro também! E a ilustração idem. beijos!

[Sobre "Barba e bigode"]

por Adriana Carvalho
4/7/2007 às
14h46 200.225.94.130
(+) Adriana Carvalho no Digestivo...
 
um quê de Pedro de Lara
Muito bom, isso! Ri muito. Eu nunca entendi o bigode. Como pode alguém, principalmente as mulheres, gostar? Sempre achei que caras do tipo Olivio Dutra, Aloizio Mercadante, José Sarney e quase todos os nossos intrépidos senadores, têm alguma coisa a menos (ou a mais, dependendo da coisa) na cabeça. Todos têm, no fundo, um quê de Pedro de Lara...

[Sobre "Barba e bigode"]

por Jose Bueno Franco Ne
4/7/2007 às
14h26 201.63.121.154
(+) Jose Bueno Franco Ne no Digestivo...
 
Minha tara por petistas
Parabéns, Guga. Você conseguiu fazer uma interessante visão histórica dessa questão. Gostei muito de tentar entender desde os nobres, passando pelos piratas, até Nietzsche, senti falta só dos comunistas e socialistas, que sempre envergaram barba e bigode. Bigode é uma questão de estilo, até mais do que de barba. Atualmente, para um homem envergar apenas um bigode, ele geralmente é porteiro ou cobrador. Há alguns casos de músicos novatos no samba-rock de raiz, mas vá lá, bigode é algo muito estiloso mesmo. Já barba é algo que confesso, sempre gostei. Não sei explicar bem, mas homens que a deixam crescer simplesmente por preguiça evocam uma aura de primitivismo. Além de cócegas e arranhões no rosto da amada. Piercings, tô fora, mas concordo com você, envergar pêlos no rosto é uma atitude hoje em dia.

[Sobre "Barba e bigode"]

por Bia Cardoso
http://groselha.wordpress.com
4/7/2007 às
12h20 201.14.100.170
(+) Bia Cardoso no Digestivo...
 
Reler é importante
Outro dia, mexendo em papéis guardados há muito tempo, encontrei uma carta que escrevi em 1989. Li com vergonha( era uma carta de amor) e não me reconheci como o autor daquele texto. Hoje, aquela carta seria completamente diferente. Se é assim com uma simples carta...

[Sobre "Revisitar-se ou não, eis a questão"]

por Marcos Reis
http://astrosaber.blogspot.com/
4/7/2007 às
11h54 200.147.17.113
(+) Marcos Reis no Digestivo...
 
Bela crônica da profissão
Uma crônica bem humorada das agruras do cotidiano jornalístico, Adriana. É bom que desmistifica a profissão. Todos passam por isso, seja em relação a fontes e editores, motoristas e fotógrafos, etc. Acaba que as histórias dentro da própria redação às vezes nos ficam mais gravadas que as próprias histórias impressas nas reportagens. Mas, enfim, no papel, no ar, no vídeo, o mundo é belo, positivo, afirmativo, não quer ter nada de muito "jeca". Se o feijão com arroz (e os jabás) viessem acompanhados com uma pitadinha desses bastidores pro leitor, quem sabe seria mais divertido e engraçado ler/ouvir/ver jornal... Bela crônica mais uma vez. Abraço

[Sobre "Práticas inconfessáveis de jornalismo"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogspot.com
4/7/2007 às
08h53 201.11.92.95
(+) Rogério Kreidlow no Digestivo...
 
Você esta sendo bondosa
Existem práticas (corriqueiras) muito piores...

[Sobre "Práticas inconfessáveis de jornalismo"]

por Rene
http://ethylliel.multiply.com/
4/7/2007 às
06h24 201.52.150.67
(+) Rene no Digestivo...
 
Mais bebida aos moralistas
O pasquim era um jornal que criticava a moralidade e não se importava em se auto-acusar de jornal bêbado, não vendo isso como um termo pejorativo, mas provocativo para que pessoas que não dão valor ao conteúdo e sim à representatividades morais o julguem. Era um jornal aberto, sobretudo, às idéias, claramente contra o regime, mas aberto a argumentos. Usava do humor, do scarcamso, da sátira e da ironia, pra burlar a burrice da censura. Quem julga os outros por serem bêbados ou não, realmente não deve entender, e nem precisa, o pasquim. Em relação ao Simonal, que dava valor a carrões e a mulheres, às representatividades do poder monetário, cantava muito bem, mas vacilou. Foi delatar e o pasquim simplesmente publicou. Se deram as costas pra ele, paciência. Ele que tivesse pensado bem antes de falar, porque num regime como aquele não se pode ficar em cima do muro ou fingir que não vê.

[Sobre "Simonal e O Pasquim: nem vem que não tem"]

por Amaro Francisco
3/7/2007 às
23h58 189.13.172.243
(+) Amaro Francisco no Digestivo...
 
Adorei o seu texto, Veronica
Voce sabe expressar o que vivemos em nossa imaginacao. Em relacao 'a leitura, eu acho que os melhores livros sao aqueles que acordam nosso espirito em busca ao crescimento. Isso e' sentido atraves da leitura, e assim as portas se abrem. Porem, cada um tem a sua hora, ou seja, cada um vai encontrar o blog ou livro que mais lhe agrada naquela fase da vida. Eu adoro este web site, e acho que estacionarei por aqui! Hugs, Milton

[Sobre "Publique, mas não seja estúpido"]

por Milton Laene Araujo
3/7/2007 às
19h56 65.11.202.208
(+) Milton Laene Araujo no Digestivo...
 
A luta de um brasileiro
O Brasil é um país de verdadeiros artisas que se encontram, na maioria das vezes, anônimos em sua poesia. São eles os verdadeiros lutadores, sonhadores, que fazem acontecer a história deste jovem país. Coque é um exemplo anônimo, esquecido no interior do Brasil, e que às vezes é descoberto por pessoas que, com sensibilidade, de alguma forma ajudam o seu povo e mergulham na cultura da nossa história real. Histórias de brasileiros que vivem e sobrevivem à margem da modernidade, infiltrando-se nas sensíveis veias daqueles que percorrem o ainda não descoberto sertão brasileiro. Sertão das violas, da lua, dos pássaros, das fogueiras, cachoeiras, da sincera amizade e do puro coração. Parabéns a todos aqueles que têm em seu coração a humildade e o amor que nosso Coque possui em seu reino na Natividade. E que novos anjos visitem sua casa, sempre que possível...

[Sobre "Coque, o violeiro de uma mão só"]

por Luis Salvatore
http://www.brasilsolidario.org.br
3/7/2007 às
18h49 201.87.21.80
(+) Luis Salvatore no Digestivo...
 
Irene, preta
Pensar Manuel Bandeira, além do medo que ele tinha de morrer, mas lembrar de suas palavras, dizendo pra São Pedro, da Irene preta, e sabendo que mesmo bonachão, lá no céu, São Pedro daria um sorriso, dizendo, pode entrar, Irene, a casa é sua, minha preta.

[Sobre "Alguns poemas traduzidos, de Manuel Bandeira"]

por manoel messias perei
3/7/2007 às
17h47 201.42.162.118
(+) manoel messias perei no Digestivo...
 
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