Músicas que não dizem nada | Paola Fajonni

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COMENTÁRIOS

Domingo, 2/1/2011
Comentários
Leitores


Músicas que não dizem nada
Concordo plenamente com o texto. As músicas de hoje em dia têm letras pobres, que não dizem nada. Mas se fazem sucesso é porque o público gosta e este, por sua vez, se contenta com barulho e clichês. A falta de senso crítico reina no pop.

[Sobre "As letras de música de hoje"]

por Paola Fajonni
http://www.twitter.com/pfajonni
2/1/2011 às
15h40 187.118.50.235
(+) Paola Fajonni no Digestivo...
 
Também faço minhas listas
Gostei do texto! Legal, também faço minhas listas de filmes vistos, mas as minhas são escritas no computador. Fiquei impressionada com seus números de filmes que viu, pois esse ano anotei 101 filmes (apesar de não ter anotado todos) assistidos até o dia 31 de dezembro - e olha que pensava que estava assistindo filmes demais! Especialmente agora nas férias! Muito bom!

[Sobre "Meu cinema em 2010 ― 1/2"]

por Angélica
1/1/2011 às
19h21 189.107.106.135
(+) Angélica no Digestivo...
 
Avaliemos a presidenta
Nossa! Ouvi comentários bem menos conservadores e preconceituosos dos "comentaristas imparciais" da Globo do que por aqui... Débora, sei que é difícil, nos tempos atuais do politicamente correto (muito chato às vezes), nos referirmos sem preconceito sobre qualquer profisssional, mas aqui em casa tenho uma "empregada doméstica" super respeitada, carteira assinada que soube alimentar uma relação profissional e pessoal de mão dupla. Nunca me referi a ela como secretária. No mais achei seu texto pertinente, que se avalie a presidenta e não o seu sexo.

[Sobre "Mulher no comando do país! E agora?"]

por Márcia Braga
1/1/2011 às
12h55 189.71.78.45
(+) Márcia Braga no Digestivo...
 
Os caminhos das reflexões
Há uma confusa mistura de racional com comportamental nesta reflexão, sobretudo quando tenta apartar valores e convicções cobrando um posicionamento que espera do público em geral um mínimo de atenção para com a cena política. Existe um ciclo de contato, domínio e uso pleno para toda novidade tecnológica, e tal ordenação é mensurável em qualquer recorte em que seja possível atestar a fluência do público com tais elementos. Cabe conjecturar quais caminhos levaram a estas reflexões.

[Sobre "Obama ou Olama?"]

por Dudu Oliveira
30/12/2010 às
14h17 187.126.221.23
(+) Dudu Oliveira no Digestivo...
 
O clube do livro
Ótimo texto. Enquanto os estudantes não forem bons leitores, não escreverão bem, não terão repertório diversificado, consequentemente não produzirão conhecimento, não contribuirão plenamente como cidadãos. A leitura deve estar no centro do currículo escolar, como via de crescimento científico, cultural e cidadão. Há um ótimo livro da professora Luzia de Maria que se chama "O clube do livro - Ser leitor, que diferença faz" em que ela discute justamente a importância da formação de leitores na escola - não com livros canônicos que são "enfiados goela abaixo" dos alunos, sem nenhum prazer e sem nenhum sentido, mas com títulos que os instiguem, façam pensar e procurar por mais... Promover a leitura um desafio que nós, professores, temos que enfrentar ano a ano.

[Sobre "O que mata o prazer de ler?"]

por Letícia de Freitas S
30/12/2010 à
01h48 187.21.238.2
(+) Letícia de Freitas S no Digestivo...
 
Vou ler o livro!
Adorei o texto e vou querer ler este livro urgente...

[Sobre "Freedom, de Jonathan Franzen"]

por Ana Vasconcelos
http://www.saldaterraluzdomundo.net
29/12/2010 às
12h15 201.82.178.145
(+) Ana Vasconcelos no Digestivo...
 
Ninguém se salva
O que se observa é que, passada uma certa época, sempre tem alguém para valorizar o que foi feito então e criticar o que é feito atualmente. Ora, se formos rigorosos, medíocres não são apenas Xuxa, Ivete Sangalo, Luan Santana e quejandos: bem pouca coisa gravada pela Gal e pela Bethânia escapa, p. ex, e do Gilberto Gil creio que não escapa nada. O rock brasileiro sempre foi péssimo, mas hoje já tem gente falando bem daquelas bandinhas merdas dos anos 80. Daqui a 30 anos, alguém, pra dizer que os artistas de então são ruins, dirão que Xuxa e Ivete Sangalo foram brilhantes. Sabe o que penso? Falta firmeza de opinião. Quem tem coragem de dizer abertamente que João Gilberto é um pé no saco? Que a Clara Nunes era uma droga?

[Sobre "As letras de música de hoje"]

por Gil Cleber
http://www.gilcleber.com.br
29/12/2010 às
11h44 189.25.87.225
(+) Gil Cleber no Digestivo...
 
O grau de compaixão
Não seria justamente este o ponto que nos separa deles? O grau de sentimento de compaixão? Podemos reduzir tudo o que falaram em praticamente isto: a distinção de sentimentos leva à distinção de apreensão ao mesmo fato. Assim, Jesus veio apresentar a Nietzsche o sentido da piedade ou veio ensiná-lo a senti-la? A potencializá-la? Aceitamos que um homem simples não entenda o sentido - o sentido! - de peça literária de Proust ou Marivaux, por não ter maturidade emocional para alcançar as sutilezas sensíveis nos textos, embora o sujeito saiba ler com perfeição. Aceitamos a graduação para baixo de nós. Todavia, não, para cima. Insensatez pura. Não só é provável que existam pessoas em maior desenvolvimento emocional que nós, como é inerente que assim se proceda. Existir o menos, implica em existir o mais.

[Sobre "A Auto-desajuda de Nietzsche"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
28/12/2010 às
14h32 201.93.70.32
(+) mauro judice no Digestivo...
 
Homens sem sentimentos
Contudo, para falar, mensurar, supor, abranger este sentimento, é preciso senti-lo. E para saber em que amplitude dele mencionaram os homens grandes, é preciso senti-lo grande. Jesus ou Buda não podiam falar de piedade de um modo pequeno. Como também do amor. Nietzsche teria sentido grande qualquer destes sentimentos? A grandeza intelectual do filósofo não o assegura. Pululam pela História inteligências luminosas, miseráveis de sentimentos. Perversas, até. Aqui, clamo a um ponto a mim caro no que tomo por Filosofia. A apreensão intelectual se desenvolve com o refinamento emocional. Ponto que ainda me parece parcamente explorado pelo pensamento humano. Não nos constrange e, mesmo, revoltam as inúmeras descrições gratuitas de homens trucidados na "Ilíada", escrita por Homero? Homero, o maior vate da História? A inteligência pura? Por este prisma, não seria um posicionamento honesto relativizarmos nossas convicções sobre o Cristo ou o Buda, por não sentirmos o que eles sentiram?

[Sobre "A Auto-desajuda de Nietzsche"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
28/12/2010 às
14h30 201.93.70.32
(+) mauro judice no Digestivo...
 
Nietzsche estava certo
"A piedade é um sentimento apenas para os décadents" (Nietzsche). Em incontáveis demãos de piedade e grandeza, a cristandade pintou sua covardia. Nietzsche estava certo. Mas degradar a piedade em impostura, até que ela se torne mais que um gesto amplo e vazio, já seria ir demasiado longe. A verdade sempre foi reivindicada para justificar toda mentira e nem por isso deixou de existir. A piedade é sentimento característico de indivíduos sensíveis, porque sobretudo enxergam a fraqueza que está atrás de toda a ofensa. Seria possível que Nietzsche não tivesse compreendido isto? Custa crer, pois, se confirmada tal insensibilidade do filósofo, toda a verdade nietzschiana assentar-se-ia numa mentira escandalosa: os homens travestem sua covardia em compaixão (ou humildade), o que reclama a negação deste sentimento, para aquele que deseja mudar, transmutar-se, fortalecer-se, deixando para trás toda a pusilanimidade. O que precisa mudar não é a compaixão, mas a impostura de compaixão.

[Sobre "A Auto-desajuda de Nietzsche"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
28/12/2010 às
14h26 201.93.70.32
(+) mauro judice no Digestivo...
 
Música brasileira em silêncio
Musicalmente o Brasil estabelece o silêncio quando trata-se de música que combinem harmonia, letras e ritmo. Que explore a cultura de um povo, que estabeleça a arte do cantar e encantar com a trasformação científica e tecnológica. Havia uma música brasileira que tinha um refrão "a música, alta sensibilidade espirituosidade..." É... foi um tempo que passou.

[Sobre "As letras de música de hoje"]

por Manoel Messias Perei
http://www.pop.com.br
28/12/2010 às
12h10 189.79.220.206
(+) Manoel Messias Perei no Digestivo...
 
Cada um escuta o que quer
Particularmente, não concordo com isso. Amo música, desfruto de todos os ritmos e a prioridade para mim é o que diz a letra. Acredito que cada pessoa é livre para escutar o que bem quer. Você não pode julgar alguém por ouvir canções pobres e cheias de bobagens, nem agir como se estivesse encurralado por músicas ruins. Eu digo a você que meus ouvidos só escutam músicas realmente dignas e edificantes. Mas essa é a minha opinião, a sua pode ser diferente. Mas para melhor esclarecimento, quero te apresentar alguns cantores/cantoras que fazem muito sucesso em todo canto no Brasil e exterior há muito tempo, cantores que realmente usam com sabedoria suas vozes para levar reflexão, conteúdo e claro, muito ritmo e diversão para quem escuta: André Valadão, Oficina G3 (rock), Fruto Sagrado (rock), Banda Shalom (forró, muito bom), Bruna Karla, Nengo Vieira (reggae), Apocalipse 16 (rap/ hip-hop), Ao Cubo (rap), Aline Barros, Kleber Lucas, Fernandinho, Pierre Onassis (axé), entre outros.

[Sobre "As letras de música de hoje"]

por Tamyres
27/12/2010 às
22h32 201.8.93.17
(+) Tamyres no Digestivo...
 
Basta ter dinheiro
Será que o termo "universitário" se refere ao que pensa e ao que faz o univeritário de hoje? Se assim for, está explicado o porquê de tantas universidades particulares se espalharem pelo País: proporcionar acesso fácil a milhares de "estudantes" que não precisam pensar nem se esforçar muito pra conseguir um diploma de doutor. Basta que o pai tenha dinheiro.

[Sobre "Os piores músicos da década"]

por gilson macedo dias
26/12/2010 às
20h08 201.10.162.42
(+) gilson macedo dias no Digestivo...
 
Coração tatuado pela dor
Caro autor, li o seu texto e visualizei-me como protagonista... Realmente, quando temos um amor bem amado, sentimos muito a perda, porque essa é realmente a palavra: PERDA! A dor da rejeição e da eventual "troca" nos destrói. No início sentimos como se nosso coração fosse dilacerado, a hemorragia causada pelas palavras da outra pessoa escorre pelo peito de forma fria. Depois sentimos uma mescla de ódio e amor, tentamos ser racionais - eu pelo menos tentei, busquei tentar reconquistar... -, porém a notícia de que a outra pessoa já está num novo relacionamento soa algo fúnebre. Morri uma, duas, três, talvez seja uma morte diária! Logo após passar esta fase de aceitação, tudo que queremos é a felicidade do próximo, pois não mais queremos enraizar sentimentos deletérios... Meu coração encontra-se tatuado pela dor, marca indelével que carregarei pelos anos, mas como disse: sempre sofrerei, e se for, que seja por amor!

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Phelipe Martins
http://twitter.com/Mr_Phel
26/12/2010 às
13h12 187.16.241.231
(+) Phelipe Martins no Digestivo...
 
Juventude ignorante
Na verdade, o cronista apresenta uma tese, mas ela é pouco plausível. Não é o que ele chama de pulverização cultural o responsável pelo divertido episódio com o Ferreira Gullar, mas sim a ignorância do jovem: na realidade, o que se tem é uma juventude profundamente ignorante. Se o poeta tivesse sido abordado por pessoas de mais idade, certamente seria reconhecido. Além do mais, antes da internet nem sempre prevaleciam os grandes: quantos nomes se consagraram na música, nas artes plásticas etc. e não passam de mediocridades? A "pulverização cultural" pelo menos abre espaço a todos, e a facilidade de obter informação na Web apenas demonstra uma vez mais a profunda ignorância da juventude, mais preocupada com os bate-papos vazios dos "chats de conversa fiada" do que com o que é de fato importante.

[Sobre "Ferreira Gullar ou João Goulart?"]

por Gil Cleber
http://www.gilcleber.com.br
25/12/2010 às
19h05 200.165.160.106
(+) Gil Cleber no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
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