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COMENTÁRIOS

Sexta-feira, 16/9/2011
Comentários
Leitores


O maior e o melhor
"Passas em exposição/ passas sem ver teu vigia/ catando a poesia que entornas no chão". É isso. Ele não sabe e nem imagina o que eu penso da sua obra, mas tudo bem. Chico é sem dívida o maior e o melhor compositor do seu tempo.

[Sobre "A obra de Chico Buarque"]

por Orleans Branco
16/9/2011 às
16h45 189.106.108.136
(+) Orleans Branco no Digestivo...
 
A coisa é mais tenebrosa
Quando um usuário de crack, de olhos virados e arma na mão, agredir sua família, prezado João P. Coutinho, volte e diga se o discurso anti-drogas é somente uma questão moralizante. Agora, - já comento antes que venha resposta besta - sei que você disse as belas palavras sobre "não havendo danos a terceiros". Mas, caro escritor, no papel isso é lindo e funciona, mas, na prática de nossas cidades, a coisa é mais tenebrosa. Tudo bem, você está em Londres. Aí, droga é outra realidade. Aqui (droga!) um pouco de discurso "moralizante" pode ser uma questão de sobrevivência da sociedade. Ah, claro, resta dizer que, para mim, diferente do que muitos jornalistas pensam, "sociedade" inclui também os mais pobres. Vem aqui numa favela de Belo Horizonte pra dizer a um moleque de treze anos que ele pode usar drogas À vontade desde que não roube ninguém para tanto. Vem aqui, na Savassi, dizer a um playboy que ele pode cheirar cocaína à vontade, desde que não atropele ninguém na volta. Abraço, Cesar

[Sobre "Sermão ao cadáver de Amy"]

por Cesar
http://www.abuscadosaborososaber.blogspot.com
16/9/2011 às
09h36 201.80.131.6
(+) Cesar no Digestivo...
 
Jornalismo ácido
É bom ver que ainda existe uma boa parcela que acredita no jornalismo ácido e espera que ele continue crescendo. Pretendo fazer Jornalismo próximo ano e meu objetivo também é mudar esse modo de jornalismo que domina a atualidade, principalmente a internet, onde a pessoa é paga para falar aquilo que agrada a alguém. Mas o jornalismo não é pra agradar, mas sim para dizer a verdade no ponto de vista do jornalista!

[Sobre "Por um jornalismo mais crítico"]

por Lima Júnior
http://transmetropolithanos.blogspot.com
15/9/2011 às
20h37 201.9.99.87
(+) Lima Júnior no Digestivo...
 
Literatura é como chocolate
Excelente texto, Castello! Sua análise revela uma visão profunda do assunto, foge do lugar comum e nos ensina a obervar as atitudes humanas. Literatura é como chocolate, para o "chocólatra" uma paixão sem fim.

[Sobre "Crítica literária ainda existe?"]

por Isabel Furini
http://www.isabelfurini.blogspot.com
15/9/2011 às
15h23 189.4.57.35
(+) Isabel Furini no Digestivo...
 
O que penso sobre o assunto
Recentemente tenho me deparado com muitos "críticos" que ultrapassam a linha do bom senso com suas resenhas rancorosas e esse texto fala exatamente o que penso sobre o assunto. Gostaria de saber se posso divulgá-lo em meu blog com os devidos créditos. Grata.

[Sobre "Crítica literária ainda existe?"]

por Marcia
http://www.apaixonadaporlivros.com/
14/9/2011 às
19h46 187.37.240.245
(+) Marcia no Digestivo...
 
Não ler as resenhas
Como isso é impossível na atualidade, pensemos que o mais razoável é não ler as resenhas e as "críticas". Passa-se muito bem sem elas. Abraços!

[Sobre "Como resenhar sem ler o livro"]

por Cilas Medi
http://www.cilasmedi.com.br
14/9/2011 às
17h13 201.1.218.201
(+) Cilas Medi no Digestivo...
 
Seco, molhado, inchado
É nas sinopses - quase obrigatórias para se vender os livros e as histórias - que encontramos a maioria das frases e quase a finalização do enredo, quando não o deparamos no título, por exemplo, "A morte da Arara" (porque não só "Arara Azul" - o que vai acontecer com ela? Leia). E assim por diante. Deveria ser proibido contar o que o livro se refere para manter a curiosidade. Para os leitores, um ler a primeira página - para os bons escritores - é suficiente para despertar o interesse. Assim, por questão de precisar fazer a resenha, o digníssimo jornalista estaria obrigado a ler, completamente, todo ele para expressar a sua "humilde" opinião, restringindo-se a comentar sobre os característicos - seco, molhado, inchado no ego, etc. - do autor e seu estilo inconfundível de ótimo, bom, regular ou péssimo. E se quiser apimentar, contar fatos da sua vida pessoal, incluindo o que acha que seria interessante para os seus fãs. Como isso é impossível na atualidade, pensemos que o mais razoável

[Sobre "Como resenhar sem ler o livro"]

por Cilas Medi
http://www.cilasmedi.com.br
14/9/2011 às
17h06 201.1.218.201
(+) Cilas Medi no Digestivo...
 
Ávido leitor e cronista
É realmente estranha a situação do dizer "crítica" para tudo o que se faz. Bem ou mal. A literatura é uma arma que nos faz crer, ver, sentir, colecionar fatos e fotos, conhecimentos mil e um de utilidades ou simplesmente a função "ficção" e nos deixar felizes pelos fatos narrados. É um emaranhado de coisas e situações, ditas pelo escritor e depois "bem" ou "mal" descrito pelo "crítico". Como leitor, sim, ele se compraz. Como crítico não. E você acertou corretamente. Melhor ser um ávido leitor e cronista, do que alimentar o ego demais, sendo um crítico de obra alheia. Nunca se sabe, bem, o que o escritor quis dizer. E se não agrada a um, talvez a dois à seguida o levem ao estrelato. Parabéns pelo artigo e continue assim, coerente. Abraços!

[Sobre "Crítica literária ainda existe?"]

por Cilas Medi
http://www.cilasmedi.com.br
14/9/2011 às
16h46 201.1.218.201
(+) Cilas Medi no Digestivo...
 
Crítica é apenas opinião
Não acredito em crítica, seja de arte, seja literária, como algo determinante para descrever a qualidade de um livro ou de um quadro. Os críticos de arte são unânimes quanto à beleza das "Senhoritas de Avignon", de Picasso, ou quanto à grandiosidade do "Ulisses", de Joyce. Para mim, são dois lixos, completamente descartáveis. Críticos, de um modo geral, falam como se fossem donos da verdade, sem saber o que motiva o artista a produzir sua obra, seus processos criativos, enfim, seu pensamento, e dizem "isto é bom", ou "isto é ruim", ou então escrevem textos repletos de clichês e "palavras difíceis" para parecerem profundos: se despidos de sua falsa retórica, não dizem nada. Crítica é apenas opinião pessoal, e para emitir uma opinião não é preciso ser crítico.

[Sobre "Crítica literária ainda existe?"]

por Gil Cleber
http://www.gilcleber.com.br
14/9/2011 às
12h04 200.165.160.106
(+) Gil Cleber no Digestivo...
 
Leitores pela metade
Torero: Só te conhecia de nome e li isso agora, me deliciando. Na verdade, como contista, desde meu primeiro livro, "Nó de sombras" (IMS/SP, 2000), tenho me deparado com esses leitores pela metade ou por alto que são, em geral, os resenhistas. Não diga que não haja leitores cuidadosos e que realmente leêm os livros da gente do começo ao fim, dando-nos, aliás, ótimas sugestões, fornecendo reparos e observações pertinentes (tive algumas experiências felizes assim também). Mas, no geral, o que há é chute, chute "impressionista", como se queira, preguiça, má vontade, enrolação, falta de tempo. Assim, por conta das "sombras" do título do meu primeiro livro, não há quem não me rotule como "sombrio". E o curioso, então, é o capítulo das influências - já foi dito que tive influências de gente que nunca, nunca li, como Juan Rulfo e Carpentier. O samba-do-crioulo-doido é completo. Daí se explica o teu verme, que acabou sendo o de Brás Cubas. Só mesmo rindo...

[Sobre "Como resenhar sem ler o livro"]

por chico lopes
14/9/2011 às
10h55 187.127.0.174
(+) chico lopes no Digestivo...
 
Temos que ser humildes
Ótimo. Sou escritor (três livros de contos publicados), escrevo sobre filmes e às vezes sobre livros também. Meu empenho é exatamente este: dividir com o leitor uma paixão que sinto, sem maiores compromissos teóricos e ideológicos, por um determinado livro. O resto (a classificação como crítico literário) me parece pompa, pretensão, ou, como foi observado por Castelo, algo parecido com intimidação. Temos que ser humildes, quero dizer: gostar do que gostamos sem maiores frescuras, e desprezar o que desprezamos com a mesma atitude. Eu, francamente, prefiro a admiração ao desprezo. Até porque a admiração é mais fecunda e, admirando, crescemos.

[Sobre "Crítica literária ainda existe?"]

por francisco lopes
14/9/2011 às
10h43 187.127.0.174
(+) francisco lopes no Digestivo...
 
O mundo maluco dos escritores
Por essas e outras, a gente compreende o mundo maluco dos escritores. De uma tortilha lá se vai todo o conteúdo de um grande livro e empaca a vontade de ler. Bem, rir sobre isso é mesmo pontual e, talvez, exagerado, mas que é sóbrio e digestivo para quem come outras substâncias nocivas à saúde. Fora o chocolate. Ele faz parte do trivial obrigatório para as pessoas que adoram o prazer da vida. E não tem contra indicação, mesmo sendo com muito açúcar. Prazer duplo. Escrever e saborear o chocolate. Ah, o chocolate... em barras, em cubinhos, em bombons, em grandes lotes de brancos, com crocante, com... bem, chega, não gosto de ser exagerado na defesa do que adoro fazer. Escrever e comer chocolate. Tem vaga para mais um maluco? Onde é a casa que nos autoriza ser internados? Precisa de referências? Abraços!

[Sobre "Pequenos combustíveis para leitores e escritores."]

por Cilas Medi
http://www.cilasmedi.com.br
14/9/2011 às
10h14 201.1.218.201
(+) Cilas Medi no Digestivo...
 
Drogas para quem precisa
Perfeito. O argumento e as drogas, para quem as quer ou precisa. Destruição de um entre bilhões de seres é pouco. A guerra acaba com milhares todos os dias, e outros se acabam com a fome. Portanto, uma só, coitadinha, não vai fazer falta a não ser para os seus fãs, durante um tempo. Depois tudo é esquecido. Concordo com a argumentação. E mais, com a moralização do setor, fazendo a legislação vitimar de vez os "viciados" com a regularização, pagamento de impostos (como o cigarro e as outras drogas atualmente "lícitas") e permitir o usuário "plantar e colher" a sua maconha de todos os dias. Acabou a polícia atrás de traficantes e a consequente perda da sua influência na política e outros envolvidos (não precisamos enumerar) e malefício do seu contágio. Problema resolvido. Parabéns pelo artigo. Abraços!

[Sobre "Sermão ao cadáver de Amy"]

por Cilas Medi
http://www.cilasmedi.com.br
14/9/2011 às
09h58 201.1.218.201
(+) Cilas Medi no Digestivo...
 
Um ídolo por outro
A frase que eu escrevi foi esboçada de uma outra maneira no aforismo 108 em Gaia Ciência, quando N diz que a sombra de Deus ainda irá durar muitos séculos. O que quer dizer: sempre substituímos um ídolo por outro, porque é muito cruel para o homem viver sem ídolos. Daí um de seus últimos livros se chamar O Crepúsculos dos Ídolos. Quem foi nosso primeiro ídolo? A figura paterna dentro de casa e depois transferimos ela para instituições, times de futebol, literatos, filósofos, mas sempre continuamos transferindo esse impulso que não para de gritar dentro de nós... O que significa hoje essa defesa das plantas, dos rios, do mar, do Planeta? O que significa então essa moda ecológica? Está claro.

[Sobre "Wagner, Tristão e Isolda, Nietzsche"]

por Noah
14/9/2011 às
07h40 91.181.229.182
(+) Noah no Digestivo...
 
Deus não existe
Noah, pode acreditar, Deus não existe.

[Sobre "Wagner, Tristão e Isolda, Nietzsche"]

por jardel dias
13/9/2011 às
23h54 187.112.211.100
(+) jardel dias no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
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