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COMENTÁRIOS
Terça-feira,
27/9/2011
Comentários
Leitores
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Mil vezes melhor em casa
Eu odeio quando vou a um restaurante badalado, vejo meu marido pagar uma conta absurdamente cara, para comer uma comida que eu faço mil vezes melhor em casa. Só que não sirvo no prato...
[Sobre "Delírios da baixa gastronomia"]
por
Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
27/9/2011 às
18h30
187.77.57.161
(+) Débora Carvalho no Digestivo...
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Só pela coragem
Acho que Richard Dawkins sabe muita coisa relacionada a genética, o cara vem trabalhando em pesquisas cientificas Há décadas, mas em questões filosóficas, como essa, ele não pode ir muito longe. Seria muito pedir que ele se aproximasse do nível intelectual de Nietzsche, assim como seria muito pedir a Nietzsche para compreender a teoria neo-darwinista (pois esta pressupõe um conhecimento profundo de genética e química). Em todo caso, não me importo com a ingenuidade com que Dawkins trata o tema, pelo menos ele teve coragem, foi lá e fez, deu a cara pra bater, saiu da gaiola que se chama "Scientific Society". Só pela coragem em não ter medo do ridículo, em não ter medo de perder seus amigos de trabalho, só por isso, ele se coloca acima de muito geneticista descobridor de DNA.
[Sobre "Deus, um delírio, de Richard Dawkins"]
por
Noah
27/9/2011 às
18h27
91.181.207.9
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Ateísmo fundamentalista
Vocês não consideraram o outro lado da moeda, leiam "O Delírio de Dawkins" de Alister McGrath (Universidade de Oxford), Doutor em Biofísica. Nesse compêndio, Alister revela sua perplexidade pela guinada irracional de seu colega de Oxford, não tanto pelo ateísmo em si, mas pela absoluta inconsistência de seus argumentos, aliados à intolerância desmedida. A respeito do livro de Alister McGrath, declara Francis Collins (Diretor do Projeto Genoma): "Alister McGrath (Universidade de Oxford) analisa as conclusões do livro 'Deus, um delírio' e desmantela o argumento de que a ciência deve levar ao ateísmo. McGrath demonstra como Richard Dawkins abandonou sua usual racionalidade para abraçar o amargo e dogmático manifesto do ateísmo fundamentalista."
[Sobre "Deus, um delírio, de Richard Dawkins"]
por
Jr.
27/9/2011 às
15h45
187.12.55.44
(+) Jr. no Digestivo...
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Sair do quadrado e aproveitar
Espetacular ! Sou fã de ovo colorido no balcão desde que acompanhado de cerveja estupidamente gelada ! Pra complementar, semanalmente vou em busca de feijoadas pela cidade do Rio de Janeiro, na tentativa de fazer o carioca sair do seu quadrado e aproveitar o que há de melhor na cidade, a sua cultura e sua gente.
Aquele abraço !
André
[Sobre "Delírios da baixa gastronomia"]
por
André Paranhos
http://feijoadascariocas.blogspot.com/
26/9/2011 às
15h35
201.19.180.23
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E aí? O que resta?
Perfeito!!!! Também me preocupa muito as pessoas não saberem lidar com a tristeza, com a vulnerabilidade humana! Penso que vamos nos distanciando do que nos torna mais Humanos... e aí? o que resta?
[Sobre "Iris, ou por que precisamos da tristeza"]
por
marcia
23/9/2011 às
17h40
201.86.29.64
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A mais pura realidade
A mais pura realidade, infelizmente...
[Sobre "Desabafo de uma quase ex-professora"]
por
André Gonçalves
22/9/2011 às
12h08
201.0.146.240
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Bukowski*
Bukowski*
[Sobre "A Banda Mais Bonita da Internet e a Memética"]
por
Matheus Santana
19/9/2011 às
14h09
187.59.242.174
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O maior e o melhor
"Passas em exposição/ passas sem ver teu vigia/ catando a poesia que entornas no chão". É isso. Ele não sabe e nem imagina o que eu penso da sua obra, mas tudo bem. Chico é sem dívida o maior e o melhor compositor do seu tempo.
[Sobre "A obra de Chico Buarque"]
por
Orleans Branco
16/9/2011 às
16h45
189.106.108.136
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A coisa é mais tenebrosa
Quando um usuário de crack, de olhos virados e arma na mão, agredir sua família, prezado João P. Coutinho, volte e diga se o discurso anti-drogas é somente uma questão moralizante. Agora, - já comento antes que venha resposta besta - sei que você disse as belas palavras sobre "não havendo danos a terceiros". Mas, caro escritor, no papel isso é lindo e funciona, mas, na prática de nossas cidades, a coisa é mais tenebrosa. Tudo bem, você está em Londres. Aí, droga é outra realidade. Aqui (droga!) um pouco de discurso "moralizante" pode ser uma questão de sobrevivência da sociedade. Ah, claro, resta dizer que, para mim, diferente do que muitos jornalistas pensam, "sociedade" inclui também os mais pobres. Vem aqui numa favela de Belo Horizonte pra dizer a um moleque de treze anos que ele pode usar drogas À vontade desde que não roube ninguém para tanto. Vem aqui, na Savassi, dizer a um playboy que ele pode cheirar cocaína à vontade, desde que não atropele ninguém na volta.
Abraço,
Cesar
[Sobre "Sermão ao cadáver de Amy"]
por
Cesar
http://www.abuscadosaborososaber.blogspot.com
16/9/2011 às
09h36
201.80.131.6
(+) Cesar no Digestivo...
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Jornalismo ácido
É bom ver que ainda existe uma boa parcela que acredita no jornalismo ácido e espera que ele continue crescendo. Pretendo fazer Jornalismo próximo ano e meu objetivo também é mudar esse modo de jornalismo que domina a atualidade, principalmente a internet, onde a pessoa é paga para falar aquilo que agrada a alguém. Mas o jornalismo não é pra agradar, mas sim para dizer a verdade no ponto de vista do jornalista!
[Sobre "Por um jornalismo mais crítico"]
por
Lima Júnior
http://transmetropolithanos.blogspot.com
15/9/2011 às
20h37
201.9.99.87
(+) Lima Júnior no Digestivo...
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Literatura é como chocolate
Excelente texto, Castello! Sua análise revela uma visão profunda do assunto, foge do lugar comum e nos ensina a obervar as atitudes humanas. Literatura é como chocolate, para o "chocólatra" uma paixão sem fim.
[Sobre "Crítica literária ainda existe?"]
por
Isabel Furini
http://www.isabelfurini.blogspot.com
15/9/2011 às
15h23
189.4.57.35
(+) Isabel Furini no Digestivo...
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O que penso sobre o assunto
Recentemente tenho me deparado com muitos "críticos" que ultrapassam a linha do bom senso com suas resenhas rancorosas e esse texto fala exatamente o que penso sobre o assunto.
Gostaria de saber se posso divulgá-lo em meu blog com os devidos créditos.
Grata.
[Sobre "Crítica literária ainda existe?"]
por
Marcia
http://www.apaixonadaporlivros.com/
14/9/2011 às
19h46
187.37.240.245
(+) Marcia no Digestivo...
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Não ler as resenhas
Como isso é impossível na atualidade, pensemos que o mais razoável é não ler as resenhas e as "críticas". Passa-se muito bem sem elas. Abraços!
[Sobre "Como resenhar sem ler o livro"]
por
Cilas Medi
http://www.cilasmedi.com.br
14/9/2011 às
17h13
201.1.218.201
(+) Cilas Medi no Digestivo...
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Seco, molhado, inchado
É nas sinopses - quase obrigatórias para se vender os livros e as histórias - que encontramos a maioria das frases e quase a finalização do enredo, quando não o deparamos no título, por exemplo, "A morte da Arara" (porque não só "Arara Azul" - o que vai acontecer com ela? Leia). E assim por diante. Deveria ser proibido contar o que o livro se refere para manter a curiosidade. Para os leitores, um ler a primeira página - para os bons escritores - é suficiente para despertar o interesse. Assim, por questão de precisar fazer a resenha, o digníssimo jornalista estaria obrigado a ler, completamente, todo ele para expressar a sua "humilde" opinião, restringindo-se a comentar sobre os característicos - seco, molhado, inchado no ego, etc. - do autor e seu estilo inconfundível de ótimo, bom, regular ou péssimo. E se quiser apimentar, contar fatos da sua vida pessoal, incluindo o que acha que seria interessante para os seus fãs. Como isso é impossível na atualidade, pensemos que o mais razoável
[Sobre "Como resenhar sem ler o livro"]
por
Cilas Medi
http://www.cilasmedi.com.br
14/9/2011 às
17h06
201.1.218.201
(+) Cilas Medi no Digestivo...
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Ávido leitor e cronista
É realmente estranha a situação do dizer "crítica" para tudo o que se faz. Bem ou mal. A literatura é uma arma que nos faz crer, ver, sentir, colecionar fatos e fotos, conhecimentos mil e um de utilidades ou simplesmente a função "ficção" e nos deixar felizes pelos fatos narrados. É um emaranhado de coisas e situações, ditas pelo escritor e depois "bem" ou "mal" descrito pelo "crítico". Como leitor, sim, ele se compraz. Como crítico não. E você acertou corretamente. Melhor ser um ávido leitor e cronista, do que alimentar o ego demais, sendo um crítico de obra alheia. Nunca se sabe, bem, o que o escritor quis dizer. E se não agrada a um, talvez a dois à seguida o levem ao estrelato. Parabéns pelo artigo e continue assim, coerente. Abraços!
[Sobre "Crítica literária ainda existe?"]
por
Cilas Medi
http://www.cilasmedi.com.br
14/9/2011 às
16h46
201.1.218.201
(+) Cilas Medi no Digestivo...
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Julio Daio Borges
Editor
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