Gosto do desafio q você propõe | Gisele Lemper

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COMENTÁRIOS

Quinta-feira, 4/6/2009
Comentários
Leitores


Gosto do desafio q você propõe
Não sou jornalista, mas cada jornal que fecha é terrível para seus profissionais, assim como na Web deve ter sido o encerramento do NoMínimo. Mas gosto do desafio que voce propõe... rs. Da crise, não tanto de interesse quanto de grana (para adquirir revistas e jornais), eu entendo, é muito real e não é de hoje... Mas papel, lápis e banca de jornal, como espaço de convivência, não vai acabar só porque dizem que vai. Parece que tem gente torcendo por isso por aí... ou não. Beijo da amiga do Df. Gisele.

[Sobre "Fim dos jornais? Desconfie"]

por Gisele Lemper
http://cartasdacigana.blogspot.com
4/6/2009 às
22h23 189.27.1.75
(+) Gisele Lemper no Digestivo...
 
Viva todas as mídias
Análise esclarecedora e com um ótimo texto a sustentá-la! Como repórter de jornal diário e blogueiro, confesso que adoto postura passional sobre este assunto. Por um lado, fico feliz e satisfeito ao constatar que a internet está revigorando e oxigenando o espírito jornalístico. Por outro, torço ferozmente para que o papel nunca acabe. Café morno, banheiro (perdão) e poltrona pedem a companhia de um bom jornal. Abraços!

[Sobre "Fim dos jornais? Desconfie"]

por Luiz Augusto Lima
http://www.esportefino.net
4/6/2009 às
21h39 200.244.157.20
(+) Luiz Augusto Lima no Digestivo...
 
Imbecilidade coletiva
Muito legal o comentário do Sílvio Medeiros, acima. Assino! Olha, confesso que, de início, estive entre os que malharam o erro de avaliação da secretaria. Embora continue criticando por não ser exatamente uma obra para crianças, eis que me vejo de olhos abertos para outro episódio de imbecilidade coletiva. É o politicamente correto! Viva a leitura! Viva os quadrinhos!

[Sobre "10 palavrões 1 livro didático e ninguém no governo"]

por Luiz Augusto Lima
http://www.esportefino.net
4/6/2009 às
21h37 200.244.157.20
(+) Luiz Augusto Lima no Digestivo...
 
Crítica demolidora
É para evitar esse tipo de problema que só publico ficção em lugares obscuros, onde nenhum crítico vai encontrar. E, por via das dúvidas, chamo um pseudônimo amigo para escrever uma crítica demolidora avacalhando a obra.

[Sobre "Wierzchowski processa blog"]

por Felipe Pait
http://fmpait.blogspot.com/
4/6/2009 às
11h38 70.19.141.129
(+) Felipe Pait no Digestivo...
 
Citação providencial
Yuri: sim, entendi o que quis dizer. E também não quis ser agressiva, ou coisa parecida... Se passou isso, me desculpe. Na verdade, até fiquei interessada neste sistema de livro sob demanda. É confiável? Quem sabe você ter citado a Hilda nesta matéria não veio a calhar, já que eu havia decidido hoje mesmo voltar a me dedicar a este livro e eis que vejo tua matéria... Quem sabe não foi uma boa chance? Abração.

[Sobre "Impressão sob demanda"]

por Ana L.Vasconcelos
http://www.saldaterraluzdomundo.net
3/6/2009 às
22h38 201.53.195.109
(+) Ana L.Vasconcelos no Digestivo...
 
Editor ou gráfico?
Olá, Ana. Veja o que escrevi: "escritora Hilda Hilst, a quem dei a notícia, e que tinha então um longo histórico de decepções com editores: aos 69 anos de idade, ela ainda não tinha contrato com uma boa editora". E mais adiante: "finalmente ser publicada por alguém que, além de imprimir o livro, ainda o distribuiu e divulgou". Em momento algum disse que ela nunca foi publicada. E é exatamente por ter ouvido as mil e uma reclamações dela sobre os mil e um editores que teve e que nunca divulgavam e distribuíam seus livros apropriadamente que escrevi o que escrevi. Ela mesma vivia telefonando a um deles dizendo: "Ô gráfico, cadê meu livro?" Eu dizia: "Hilda, por que gráfico? Ele vai ficar chateado". E ela: "Ele diagrama, imprime e guarda os livros debaixo da cama dele, um editor de verdade deveria distribuí-los e divulgá-los..." Taí o "Tio Lalao" (editor que aparece em "O caderno rosa" de Lori Lamby) que não me deixa mentir sobre a opinião dela em relação a seus editores. Abraços.

[Sobre "Impressão sob demanda"]

por Yuri Vieira
http://karaloka.net
3/6/2009 às
19h11 189.123.147.251
(+) Yuri Vieira no Digestivo...
 
Arquiteto de um universo
A leitura do universo encontra-se nas linhas da própria natureza. Gosto das obras desenhadas por esse arquiteto, que deve sonhar com a liberdade e coloca tudo no cimento. Oscar Niemeyer, com seus 101 anos, está com tudo.

[Sobre "Niemeyer na Piauí"]

por Manoel Messias Perei
3/6/2009 às
18h51 189.19.2.200
(+) Manoel Messias Perei no Digestivo...
 
Ana E me faz acreditar
Por causa de entrevistas como esta é que continuo a acreditar e a ler o Digestivo.

[Sobre "Ana Elisa Ribeiro"]

por MarcFlav
3/6/2009 às
15h38 189.83.172.209
(+) MarcFlav no Digestivo...
 
Steve Ballmer: um bom exemplo
Olá, Julio, muito boa a resenha. Me reforçou a vontade de ler esse livro, se não me engano se chama "Talent is Overrated" em inglês. Discordo que o Steve Ballmer seja um mau exemplo. Ele é um dos líderes mais resilientes e que tem trazido resultados para a MS (mesmo eu não sendo fã dela). Uma de suas melhores performances pode ser vista na entrevista que ele deu ao famoso "maczeiro" Guy Kawasaki, guru para empreendedores. Abs, Miguel

[Sobre "Desafiando o Talento, de Geoff Colvin"]

por Miguel Cavalcanti
http://blog.miguelcavalcanti.com
3/6/2009 às
14h32 189.35.37.34
(+) Miguel Cavalcanti no Digestivo...
 
Inútil, para mim
Realmente não vejo utilidade neste aplicativo. Isso é apenas mais uma coisa para nós humanos perdermos nosso tempo na internet...

[Sobre "Xexéo: Twitter é uma besteira"]

por Danillo Gómez
http://danillocara.blogspot.com
3/6/2009 às
12h17 189.71.97.254
(+) Danillo Gómez no Digestivo...
 
Mais uma que o pai não deixou
Oi, Ana! Meu pai também não deixou eu furar a orelha com o mesmo argumento pejorativo "coisa de índio". Até se antecipou à moda e falava pra mim e para minha irmã "quando vocês crescerem, podem até furar o nariz". Dizia isso pra chocar, pois era algo inexistente - eis que surge o piercing... Enfim, diferente de você, não tive interesse em furar a orelha, até o momento. Agora, beirando meus 28 anos e com uma filha de 7 meses à tiracolo, o interesse apareceu. Como quero furar a orelhinha dela, e normalmente sou solidária às suas dores (faço assim com as vacinas, também tomo uma picadinha para lembrar de como dói), procurei um acupunturista e vou furar antes. Dependendo do "grau de dor", furo a dela também. Se mais pra frente ela decidir por não usar brincos, é só esperar o buraquinho fechar. Simples assim.

[Sobre "Eu não uso brincos"]

por Aline
http://amorinhadamamae.blogspot.com/
3/6/2009 às
11h45 201.26.104.191
(+) Aline no Digestivo...
 
Alguns retoques na tua fala
Yuri: como vai? Gostaria de fazer algumas ressalvas ao teu depoimento neste texto sobre a Hilda Hilst. Quem não a conheceu, pensa, pelo que você diz, que ela nunca conseguiu publicar nada, e só às portas da morte conseguiu editar "o livro", como você diz. Ora, como amiga dela e até autora de "um livro" sobre ela ainda inédito, onde você, aliás, é um dos meus entrevistados, conto que graças a batalha do José Luis Mora Fuentes, ela conseguiu, no fim da vida, mas ainda lúcida para curtir o lance, ver reeditada toda a sua obra pela Globo. Reeditada, já que todos seus livros haviam sido editados e estavam já - alguns, pelo menos - sendo traduzidos para vários idiomas... Interessante que você conviveu com ela, não exatamente nesta época, mas deve saber disso. Abração.

[Sobre "Impressão sob demanda"]

por Ana L.Vasconcelos
http://www.saldaterraluzdomundo.net
3/6/2009 às
11h43 201.53.195.109
(+) Ana L.Vasconcelos no Digestivo...
 
O Catarro nunca mostra a cara
O Sergio se acha e só ama o próprio umbigo ou da sua restrita panelinha. Xinga a todos que não concordam com sua opinião mas nunca mostra a cara. Talvez ele seja apenas um avatar...

[Sobre "Fui xingado pelo Catarro Verde"]

por Zé Maria
3/6/2009 às
11h20 200.234.208.37
(+) Zé Maria no Digestivo...
 
O antigo amigo negro...
Uma história bastante "engraçada" foi a da minha irmã. Ela é relativamente branca e um dia apresentou à famí­lia o namorado, o antigo amigo negro. Eu, a minha mãe, algumas tias e a minha avó (por experiência própria, já que ela é loira e se casou com um mulato no iní­cio dos anos 50) fomos os únicos que pensaram na situação racionalmente. Nós o ví­amos como uma pessoa, um esportista (ele era nadador na época), um rapaz inteligente e esforçado e não como uma cor ou raça. O mais engraçado da história foram meus parentes de outra cidade (do lado do meu avô mulato) que poderiam ser considerados pardos que fizeram uma corrente de oração para a minha irmã terminar o namoro (a adorável hipocrisia evangélica). Era engraçado o drama que alguns parentes faziam, falando que iria precisar alisar o cabelo das crianças (como se as mulheres da nossa famí­lia já não espichassem os próprios cabelos) que nascessem do relacionamento, que eles eram muito diferentes (mas engraçado é que na época em que eles eram amigos e ele a ajudava nas provas niguém falava um "a"). Não sei se foi a vida ou a corrente de oração, mas em um ano e meio o namoro acabou. Veio a choradeira, o "volta, não volta". O motivo do fim do namoro é que ele se mostrou grosso, estúpido e machista. Não queria que ela trabalhasse e era muito ciumento. No fim foi uma boa revisão de valores para a minha famí­lia e principalmente para a minha irmã, que se sentiu marginalizada pela primeira vez na vida, os parentes racistas continuam racistas (a mulherada continua fazendo escova progressiva). [Cabo Frio - RJ]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Carlos Eduardo
3/6/2009 às
11h17 200.220.202.2
(+) Carlos Eduardo no Digestivo...
 
Tente e dará certo!
Sim! Conhecemo-nos na academia, foi paixão à primeira vista o que senti. Apenas nos olhávamos... Uma semana depois ele levou um papelzinho na academia, fingiu que este estava caí­do no chão, e se aproximou de mim, perguntando se era meu, e eu respondi que não. Logo no outro dia, fingi que não conseguia colocar um peso no aparelho de roldana, e chamei ele pra me ajudar. No dia seguinte, sexta-feira, convidei-o para sair, e ele disse que iria, mas não foi... Então, na segunda-feira, tentou me agarrar à força, isto é, tentou me beijar, mas eu virei o rosto e não deixei, só pra fazer um charminho (na verdade, eu não sabia como estava meu hálito, então, achei melhor não facilitar... hehehe). Saí­mos juntos várias vezes, sem que acontecesse nada, nem um aperto de mão sequer! Certo dia, na academia, depois de um mês, mais ou menos, que estávamos saindo juntos, eu beijei ele. Ficamos uma semana, até ele me contar que tinha um filho, pequeno... Eu achei ótimo, pois seria uma experiência singular para mim. Depois de mostrar-me fotos do filho, eu só queria conhecê-lo, ansiosa. Mas, então, a casa caiu: ele voltou pra namorada, mãe do filho dele... E queria continuar comigo, mas eu não quis. Só que eu não aguentei, e acabei ficando com ele, de novo. Era um amor proibido, porque eu estava desmanchando uma famí­lia, constituí­da antes mesmo de eu conhecê-lo... Um horror! Mas eu já estava envolvida, gostava dele, do filho dele (que eu ainda não conhecia)... Tempos depois, ele terminou o namoro, e continuamos ficando. Levou o filho dele no meu apartamento, o que ocorreu durante meses, todos os finais de semana, até o dia em que ele me pediu em namoro. Mas, antes disso, a ex dele ligava dia e noite pra ele, fazia ameaças, incomodava, aprontava pra ele, mentia, mandava mensagens ofensivas, fazia chantagem psicológica... Mas ele continuou comigo, sem ela saber... Os pais dele insistiam pra me conhecer, porque diziam que eu o mudei completamente, pra melhor e, inclusive, estavam apavorados de como o filho dele podia gostar e confiar tanto em mim! Hoje, ela já sabe que estamos namorando, mas não sabe que eu frequento a casa dele, tampouco que o filho deles me ama. Temos planos de casamento e mais filhos... Tente e dará certo! O que era proibido agora já não é mais, por força do nosso amor, que nos uniu, de corpo e alma, talvez pra sempre. [Santa Maria - RS]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Keula Machado
3/6/2009 às
11h14 201.7.130.13
(+) Keula Machado no Digestivo...
 
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