COMENTÁRIOS
Quarta-feira,
31/3/2010
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Leitores
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Má-fé disfarçada de jornalismo
Estou com a Débora, realmente um texto de lucidez implacável. Aliás, a comparação inicial com aquela aberração de vitimizar a crueldade e a covardia dos "defensores da honra"... já é bastante esclarecedora. Mas tudo bem, um advogado defensor agir assim seria até justificável, é da função dele. Mas quando profissionais do jornalismo, ainda mais de empresas do porte da Record e da Veja, se arrogam a cumprir esse papel... isso é absolutamente injustificável. Já passou da hora dessa prática recorrente de manipulação dos argumentos, que leva invariavelmente à distorção dos fatos (leia-se: má-fé travestida de jornalismo), receber uma vigorosa condenação pública. Texto supimpa, Gian. P.S.: Mas não se engane, Débora, a Universal nasceu e cresceu assim, arregimentando fiéis através desse seu "pecado original", cruel e covarde, de demonizar a fé das outras comunidades religiosas. Aliás, nem mesmo a imensa e adversária igreja católica escapou disso, não?
[Sobre "Glauco: culpado ou inocente?"]
por
Cícero Soares
31/3/2010 à
00h33
201.87.65.243
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Não se esquece um grande amor
Eu achei que poderia em suas palavras encontrar o que ainda não existe: a cura para esquecer um grande amor. Acho que chego à conclusão de que não esquecemos, porque não podemos esquecer algo que desejamos estar perto, o lembrar torna-se a única maneira de ainda o outro estar em nós... Mas, de qualquer forma, se um dia ainda descobrir a receita do esquecimento não esqueca de me avisar. Abraço.
[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]
por
Silvia
30/3/2010 às
16h08
201.92.156.177
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Uma saída para os jornais
Se os periódicos se afastassem do modelo de notícias da internet teriam maiores chances de sobreviver. A internet, por seu próprio formato, traz as notícias mastigadas, resumidas, com pouco trabalho investigativo. Os jornais impressos poderiam se afastar disso: matérias mais longas, mais aprofundadas. É verdade que, cada vez mais, podemos procurar veículos especializados, mas não vamos procurar aquilo que não sabemos que existe, aí pode estar a sobrevivência do jornalismo impresso.
[Sobre "Como os jornais vão sobreviver na era da internet?, por Hal Varian"]
por
kelly marciano
http://kellymarciano
30/3/2010 às
14h23
187.27.5.62
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Que o Glauco descanse em paz
Que o Glauco descanse em paz. Se tem alguém inocente nessa história, é ele. A Veja é uma bosta, só vi a capa na banca e já lamentei a reportagem, pois sabia que abordariam demonizando o chá e a religião.
[Sobre "Glauco: culpado ou inocente?"]
por
Thiago Peixoto
http://espacothiagopeixoto.blogspot.com
30/3/2010 às
11h22
201.83.50.228
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Amar sempre vale a pena
Amar sempre vale a pena. Aliás, não só a pena, mas a caneta, o lápis, a tecla... O que mais traria tanto sentido a uma bela história, seja contatada ou vivida, do que o amor?
[Sobre "Dos amores possíveis"]
por
Eliana de Freitas
http://www.elianadefreitas.recantodasletras.com.br
30/3/2010 às
08h52
200.171.248.6
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Música para olhar e ouvir!
Música para olhar e ouvir! Lindíssimo!!! Entrou na minha alma e nos meus olhos! Não encontro mais palavras para descrever o que vi e ouvi! Parabéns!
[Sobre "Música para olhar"]
por
fernanda flores
29/3/2010 às
23h06
189.87.141.152
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Não esquenta!
Marcelo, você não é arrogante... Você é verdadeiro e honesto consigo!!! Você diz que escreve pra você mesmo... Penso que é exatamente aí onde eu vou ou não me identificar com você. Se positivo, prossigo com a leitura, se negativo, encerro, certo? Quando estamos expostos, como no seu caso, nossa, como surgem pessoas para tentar nos desanimar!!! Marcelo, você faz uma coisa que hoje em dia é previlégio de poucos: faz o que gosta! Continue fazendo, porque, assim como eu, com certeza existem mil que amam o que você escreve! Um beijo... e não esquente não!
[Sobre "Confissões de um jovem arrogante"]
por
fernanda flores
29/3/2010 às
22h23
189.87.141.152
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Cartas cheias de carinho
Saudades do tempo em que eu me sentava com um bloco para cartas e escrevia para minha avó, meu padrinho... Quando recebia uma resposta de alguém que mandava, eu a pegava nas mãos e sentia o carinho que havia ali. Eu sabia que aquela carta esteve nas mãos daquela pessoa, que ela a tinha tocado... Enfim, uma coisa que ficou para trás, pois hoje o carteiro, que tanto era nosso amigo nessas horas, se limita a entregar somente cartas comerciais...
[Sobre "Cartas@de.papel"]
por
fernanda flores
29/3/2010 às
21h29
189.87.141.152
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O papiro nunca matou nada...
Até hoje não ouvi ninguém reclamar que o papiro matou a linguagem falada.
[Sobre "Como a fita cassete matou o LP"]
por
Renato
http://www.oerratico.com
29/3/2010 às
20h44
187.37.9.200
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Os livros permanecem
As plataformas digitais nunca se compararão com o físico. O cheiro dos livros novos, a sensação única e prazerosa de "pegar" o livro nas mãos é indescritível (assim como os musicófilos têm essas mesmas tendências pelos discos de vinil), sem falar na possibilidade de poder vê-los juntos em estantes super-limpas dentro de nossas salas de estar; tudo isso faz parte de um "ritual literário" pós-literatura. Para os loucos ou ávidos, a leitura acaba, mas os livros permanecem.
[Sobre "Cultura do livro digital?"]
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Lucas Feat
http://twitter.com/lucasfeat
29/3/2010 às
10h36
200.101.118.207
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Um processo em curso
O mundo faz parte do dinamismo do processo dialético e o mercado também. Nenhum dia é igual ao outro. Quando temos um mercado musical, no qual antes havia o Bolachão, que foi substituído pelo long play, que foi substituído pelas duas faixas dos compactos, que foi substituído pela fita-cassete, que foi substituída pelo LP, que foi substituído pelo CD, que foi substiuído pelo MP3, que teve que curvar-se ao MP4, agora as novas tecnologias já vêm com um novo produto, e, neste meio, sempre a pirataria faz parte do jogo e do negócio. Não quero me posicionar a favor ou contra do mercado, quero apenas mostrar que há um processo dialético em curso, que faz parte da vida, da indústria, do trabalho e do dinamismo real da atividade humana.
[Sobre "Como a fita cassete matou o LP"]
por
Manoel Messias Perei
http://www.manmessias21.blogspot.com/
29/3/2010 às
06h22
189.79.195.182
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Grande Faulkner
Maravilhoso. Depois de ler o discurso do Faulkner, meu dia terminará melhor do que começou.
[Sobre "Discurso de William Faulkner"]
por
Gustavo
http://www.gb.pro.br
28/3/2010 às
23h08
187.89.138.44
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Cheguei por acaso
Procurando justificativas para contar aos pais de meus alunos a importância do trabalho corporal que realizo na escola, cheguei neste seu bom texto de 5 anos de idade. Que bom que as palavras driblam o Deus Cronos que rege nosso planeta.
[Sobre "A importância do nome das coisas"]
por
dafne michellepis
http://balangandanca.wordpress.com
28/3/2010 às
17h03
201.52.37.86
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Saudade das cartas
Ana, também já escreví muitas cartas. Lá em Caratinga as casas da minha rua não tinham caixa de correio, e o carteiro batia na porta, entregava as cartas em mãos e tomava um café ou um copo de água. Já fiz envelope com folha de papel "sufiti" porque não havia papelaria perto para comprar envelope. Um dos destinatários estava na cidade mesmo, mais exatamente no meu colégio, e quando a gente ficava na dúvida sobre o que responder fingia que não havia recebido o gênero. O destinatário mais distante estava na África. Era um missionário marista, poeta e amigo que me enviou centenas de cartas que guardo até hoje. A cola melecada que você falou é goma arábica que a gente improvisava com água, farinha de trigo e um pouquinho de açúcar. Último detalhe: era chique ir ao Correio. Quem enviava e recebia cartas eram os mais cultos da cidade. Além de propagandas por email, recebo hoje muitas cartinhas do Unicef, falando de missões que precisam da minha forcinha. Nada mais. Que saudade!
[Sobre "Cartas@de.papel"]
por
marta rocha costa
27/3/2010 às
11h37
201.17.155.248
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Afinadora de palavras
Muito bom. Você escreveu bonito sobre o meu tema preferido. Silêncio exige afinação; e Mariana é uma "afinadora" das palavras. Continue afinando, e por certo, uma orquestra irá surgir.
[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]
por
Mariza L. da Costa
27/3/2010 às
08h40
200.206.228.28
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Julio Daio Borges
Editor
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