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COMENTÁRIOS
Terça-feira,
20/4/2010
Comentários
Leitores
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Amor não é coração acelerado
Marcelo, vejo os amores antigos exatamente como seu amigo. Não é porque não deu certo que aquela pessoa não tem importância qualquer em nossa vida presente. Querendo ou não, a gente sempre leva um pouco da pessoa e deixa um pouco da gente. "Foi bom enquanto durou"... rs. É sempre ruim quando acaba, mas se quando acaba é ruim é porque era bom antes de acabar. Enfim... às vezes a gente vive muitos "amores possíveis", mas não está pronto para que ele dure muito. Então, dá um jeito de sabotar a relação. O interessante é que mesmo isso pode nos ajudar a amadurecer e nos preparar para finalmente estarmos prontos para algum amor verdadeiro. E, acredite: amor não é coração acelerado, não é friozinho na barriga, não é sentir tesão em cada beijo e abraço. Amor é muito mais do que isso... e só quem descobre o que está além pode-se dizer pronto para o amor verdadeiro. Quem já passou por todas essas fases sabe o que estou dizendo. Boa sorte em sua busca! (Lindo texto).
[Sobre "Dos amores possíveis"]
por
Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
20/4/2010 às
14h32
189.110.200.217
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Assino embaixo desse texto!
Assino embaixo desse texto! E acrescento que, na transição do "cristianismo" para "ICAR", ou melhor, nesse processo de "corrupção" a Igreja deixou de ser Cristã. Sendo assim, tudo o que fez em nome do cristianismo não foi cristão. Vejo isso como "falsidade ideológica", mentira, dizer que é o que não é; que age em nome de alguém que é totalmente contra o que está sendo feito. E, por incrível que pareça, tudo isso já estava profetizado na própria Bíblia... "cuidará em mudar os tempos e a Lei", "derramará sangue", "perseguirá os fiéis". Esse cristianismo falso, com certeza foi e é uma maldição para a humanidade, com todas as suas mentiras e práticas abomináveis.
[Sobre "O cristianismo para Nietzsche"]
por
Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
20/4/2010 às
14h17
189.110.200.217
(+) Débora Carvalho no Digestivo...
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Nemo me impune lacessi
A família pode, se quiser justiça, adotar o lema de Poe - desde o antigo Reino da Escócia - (O barril de Amontillado): "Nemo me impune lacessit".
[Sobre "Glauco: culpado ou inocente?"]
por
Joseph Shafan
http://www.shafan.prosaeverso.net/
20/4/2010 às
10h49
201.68.15.68
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Sinal de loucura?
Belo artigo, mas você forçou um pouco. Desde quando "Gritar e gargalhar sozinho enquanto tece suas frases diabólicas" é sinal de loucura?
[Sobre "Uma vida para James Joyce"]
por
Amâncio Siqueira
http://amanciosiqueira.wordpress.com
20/4/2010 às
10h28
200.196.168.40
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Clapton is God!
Genial! Concordo em gênero, número e grau... Clapton is (definitly) God!!!
[Sobre "Eric Clapton ― envelhecendo como um bluesman"]
por
Daniela
19/4/2010 às
14h00
187.65.202.147
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Não convence
Abordagem correta, com uma única imprecisão: há drogas que permanecem por longo tempo no corpo, como o LSD. Quanto ao preconceito referente ao chá do Santo Daime, é provável exista, e não duvido de que haja uma nefasta influência do Tio Sam, já que a maconha, no começo do século XX, era de uso livre nos EUA, mas utilizada principalmente por negros. Quando resolveram proibir, o móvel principal foi o preconceito, e a campanha foi recheada de mentiras. Nada posso afirmar acerca do assassino, porém milhares de pessoas fazem uso do chá do Santo Daime, e esta foi a primeira relação do mesmo com um crime. Com efeito, não convence.
[Sobre "Glauco: culpado ou inocente?"]
por
Gil Cleber
http://www.gilcleber.com.br
19/4/2010 às
12h02
189.25.80.55
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Veja saiu ilesa
Acho que Veja foi uma das que saíram ilesas dessa estatísticas.
[Sobre "Anúncios em revistas caindo"]
por
Antoine
19/4/2010 às
10h32
200.160.20.205
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Vida que parece ficção
Abomino Paulo Coelho por minha própria opinião e gosto (li-o em si, não a crítica). A biografia, entretanto, comprei-a e é fantástica, ótima leitura, parece ficção em suas internações em hospício e degolação de cabrito.
[Sobre "O mago"]
por
Antoine
http://novosescritos.wordpress.com
19/4/2010 às
10h31
200.160.20.205
(+) Antoine no Digestivo...
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Novas formas literárias
Excelente o artigo de Marcelo Spalding "O hiperconto e a Literatura Digital". O formato, cabe, sem dúvida, para o texto curto e as experiências com novas formas de prosa que possam ser criadas. Isso acontece com a poesia há pelo menos 50 anos. No caso, com a poesia eletrônica e digital. Recomendo aos leitores o livro de Jorge Luiz Antonio "Poesia Eletrônica: negociações com os processos digitais".
[Sobre "O hiperconto e a literatura digital"]
por
Hugo Pontes
19/4/2010 às
07h01
200.150.58.60
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Glória após a morte
Gostei muito desse texto. Não escrevo muito bem, mas consigo admirar algo bem escrito. Sobre a trajetória de grandes escritores, o texto relata uma verdade. Muitos obtiveram a glória após a morte, e isso me soa um tanto triste. Pois, lutaram muito pelo que buscavam, até morreram com esse empenho, sem ao menos ver ou obter a tão sonhada glória. Parabéns...
[Sobre "Poesia para os ouvidos e futebol de perebas"]
por
Ronaldo Bernardes
http://www.tonaboa.net
19/4/2010 à
00h22
189.15.46.21
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Espero que um dia passe
Marcelo, li seu texto e vi que você possui uma inquietude e umas perguntas talvez sem respostas, como eu. Estou tentando esquecer um grande amor mas até agora não consegui. Vivo os dias assim, uns dias acordo melhor, outros em prantos. E assim vai. Espero que um dia isso passe. E, se amar de novo, sei que vou sofrer. É assim... Abraços,Cibele.
[Sobre "Dos amores possíveis"]
por
cibele
18/4/2010 às
22h49
189.47.40.248
(+) cibele no Digestivo...
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Oceano chamado Ayn Rand
Não sei quantas vezes já li esse texto. Cada leitura é um mergulho nas profundezas desse oceano chamado Ayn Rand. Somente na hora em que volto à superfície é que me dou conta de tanta beleza e honestidade, aliadas a um posicionamento firme e destoante do emaranhado de discursos eivados daquilo que se convencionou chamar de politicamente correto. Confesso que à primeira vista (ou lida) tal retidão de ideias atordoa. Passado o primeiro impacto, em mentes que são ferramentas ou se deixam se escravizar por terceiros, essa retidão fere de morte os que assim se acham. Aos que se mantêm fora do alcance de palavras envelhecidas em livros de conteúdo secular essa leitura cai como um bálsamo, libertando-os de amarras carcomidas. Posso não me encaixar na pureza do discurso randiano, mas encontrei em suas palavras mais do que motivos suficientes para acreditar cada vez mais no ser humano como causa e efeito de tudo o que acontece consigo e na natureza que o rodeia.
[Sobre "Ayn Rand ou o primado da razão"]
por
Pepê Mattos
http://www.pepemattos.zip.net
18/4/2010 às
02h03
189.59.10.98
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Os filmes dos Coen
Ótima resenha. Os Coen não fazem filmes para imbecis e vivemos num mundo cada vez mais imbecializado. A tendência é aceitar a primeira impressão. Adoro diretores que não entregam tudo de bandeja. Abraço.
[Sobre "Ausência do mal?"]
por
Julio Corrêa
http://jccbalaperdida.blogspot.com
17/4/2010 às
15h31
187.67.161.180
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Fantasias frustradas
A fofoca sobre Nono como fauno ("Afinal, ele vivia correndo atrás das belas e jovens instrumentistas, compositoras e participantes do curso") é totalmente idiota, além de falsa. Nono nunca teve que ser "chamado às falas para o assunto principal, a música". Sempre teve muito claro o que era primordial. Ninguém tem direito de projetar no homem morto as fantasias frustradas próprias.
[Sobre "68 e a Música Nova"]
por
C. A.
16/4/2010 às
23h00
190.134.65.176
(+) C. A. no Digestivo...
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Murdoch é um grande dinossauro
Murdoch é um grande dinossauro (assim como seus primos Civitas, Frias, Marinhos, Mesquitas...). Como todo grande dinossauro, impressiona pela aparência poderosa, mas sua extinção é parte incontornável da História do mundo.
[Sobre "Jeff Jarvis atacando Rupert Murdoch no Guardian"]
por
Paulo Cezar
16/4/2010 às
15h47
189.68.13.199
(+) Paulo Cezar no Digestivo...
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Julio Daio Borges
Editor
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