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Quarta-feira,
5/5/2010
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São os tempos
Caro Rafael, você acertou no texto. Acho uma besteira essas conversas em fóruns, e-mail e Twitter, sobre Kindle e outros bichos. Tudo pode ser marketing das empresas, ninguém sabe. Como já sou bem velhinho, fico lembrando do meu tempo de Ginásio: caderno feinho, capa de papel vagabundo, todas rasgavam com dois meses de uso. Colégio: melhorou a capa, durinha (epa!), de aspiral e tudo mais. Faculdade: Tudo bem melhor, cadernões de mais de 100 folhas e capa a quatro cores. Pós-Graduação: um Notebook (para os que podiam) no colo e MP3 com fone de ouvido (ouvindo aulas/música). Lembram daqueles gravadores tijolão? E hoje a gente grava com um aparelhinho pequenino (tamanho de cartão de crédito) que cabe na palma da mão. São os tempos. Mas parece que hoje tudo mudou. Tem muita gente que não acordou, outros ouviram o galo cantar mas não sabem onde e os que sabem não fazem escândalos.
[Sobre "iPad, Kindle, salvação e histeria"]
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Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com
5/5/2010 às
06h46
189.107.90.122
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O que é ruim, eu deleto
Seguinte: tudo nessa vida que realmente importa em qualquer situação é o bom humor. Tendo isso, já vale. Concordo que existem picaretas na seção autoajuda. Mas discordo que todos o sejam. Faz sentido achar errado que a vida é feita de regras prontas. Mas se alguém chegou lá e isso é possível, terei a curiosidade de saber como foi. O que é bom eu guardo e o que é ruim eu deleto. Assim como farei com seu texto. Até mais!
[Sobre "Parodiando a autoajuda"]
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André Crevilaro
4/5/2010 às
22h43
201.3.117.72
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Blogueiros impressos?
Como assim? Ser escritor agora foi reduzido a ser editado? Devemos concluir, então, que muitos escritores não descobertos em sua época, apenas editados muitos anos depois, não eram escritores; tornaram-se depois de mortos. É isso? Um músico só é músico se grava um CD por uma gravadora? Um pintor só o é se expõe uma galeria? E que são os colunistas, então? Nesta ótica não seriam escritores, porque escritores publicam por uma editora, não é isso? E nem jornalistas, porque jornalistas veiculam notícias, não é? Como classificar? Blogueiros impressos? Acredito eu que ser escritor não signifique apenas publicar pela editora. É reducionismo demais! Não digo que todo aquele que publique um comentário em um blog possa ser considerado escritor... Mas um escritor pode ser blogueiro. E pode, até mesmo, não ser nem blogueiro e nem coisa alguma. Pode simplesmente ser escritor, rabiscando nas horas vagas de seu trabalho, enquanto o patrão reclama dessa sua mania...
[Sobre "Novos escritores? Onde?"]
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Fernando Lago
http://twitter.com/NandoLago
4/5/2010 às
13h25
189.104.151.108
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Sobre Pierre et Gilles
Estou pesquisando sobre Pierre et Gilles. É difícil encontrar textos inéditos ou autorais sobre eles na internet. O que encontramos é sempre cópia da cópia. Um site copiando outro.
Finalmente aqui encontrei algo novo. Infelizmente eu não concordo com a maneira como a obra da dupla francesa foi aqui analisada. De qualquer maneira vale pela originalidade.
[Sobre "A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles"]
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Branco Chiacchio
2/5/2010 às
13h14
201.95.155.132
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Crer ou não crer?
A crença gira em torno do subjetivo: crer ou não crer, eis a questão. Como não há nada de objetivo, a mudança de Flew é irrelevante. Cada ser humano continuará sua caminhada com a "sua" verdade, o que lhe garante suportar a sua existência. Flew não terá a oportunidade de dizer que errou ao mudar de opinião...
[Sobre "Antony Flew, o ateu convertido"]
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eduardo sarno
1/5/2010 às
10h04
189.104.85.201
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Efeitos especiais do vulcão
O vulcão roubou a cena com efeitos especiais que jamais nenhum cineasta conseguiu.
[Sobre "As Melhores Fotos do Vulcão"]
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Manoel Messias Perei
http://www.ig.com.br
1/5/2010 às
07h42
189.79.192.151
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Mães pela paz
Oi, Débora. O que seria mais valioso se lembrar é que o dia não é apenas um dia em que as mães vivas ou mortas recebem presentes dos filhos, queiram elas presentes grandes ou pequenos. Mesmo porque Anna Jarvis, que comercializou esse dia, percebeu tarde demais que o que fez - transformar o dia das mães em um dia de férias e de comércio - não foi a melhor coisa que fez na vida.
O significado mais bonito desse dia é o de ser um dia sobre a responsabilidade e importância da contribuição das mulheres para a paz mundial. Quem souber ingles, de uma olhada neste filme, é lindo!
[Sobre "Por que comemorar o dia das mães?"]
por
Claudia
http://www.tatiweb.org/blog
1/5/2010 às
06h59
82.95.105.12
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Kindle nas escolas
Não discuto aqui a substituição dos livros impessos por digital (e-books). Gostaria que as escolas adquirissem o mais rápido possível uma versão brasileira do Kindle (alguém já pirateou?).
Diminuiria (e quanto!) as despesas dos pais. Só este ano (2010) gastei quase R$1.000,00 com livros da escola. E já descobri a Estante Virtual há tempos. Sem contar o peso das mochilia que diminuiria bastante, de 15 quilos para três ou quatro.
[Sobre "Cultura do livro digital?"]
por
Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com
1/5/2010 às
06h36
189.107.38.63
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O peso dos livros
Não me preocupo com o que virá depois do livro eletrônico (e-book), pois já vendia livros em disquete há muito tempo.
Gostaria que estes Kindles da vida custassem mais barato.
Poderiam ser usados, com sucesso, na escola, na faculdade. Onde viesse um livro de R$ 150,00, poderiam comprá-los por R$10, ou R$15,00 e diminuiria o peso da mochila das meninas e meninos de 12 a 15 anos que carregam um peso que o velhinho aqui não consegue nem suspender... Quanto ao prejuizo das editoras, elas que se danem, pois já tiraram o emprego do brasileiro indo encomendar livros mais baratos na China. Deem uma olhada nos livros de seus filhos e façam esta constatação.
[Sobre "O futuro (incerto?) dos livros"]
por
Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com
1/5/2010 às
06h22
189.107.38.63
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Quero ir ao Museu também
Ai, Ana, vi outro dia no Futura a divulgação da exposição e já fiquei querendo ir, depois do seu texto, então, quero inda mais. Pena que a grana anda curta (se é que anda...). Uma amiga que ia a SP me perguntou dicas e eu sugeri o Museu e esta exposição, ela num entendeu... falou "pra que ir no Museu pra ver erro da língua portuguesa?" Deixei quieto, ela provocou: "imagina, Dayse, uma exposição todinha sobre a ABNT? você ia ficar doida, hein?" Fazer o que... Cada 1 é cada 1.
[Sobre "Ainda volto ao Museu (com 'menas' pressa)"]
por
Dayse Vilas Boas
30/4/2010 às
14h08
187.20.249.24
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Corpo, pensamento e alma
O importante num homem é todo o corpo, pensamento e alma. O corpo físico um dia vira pó, o pensamento eterniza, e alma é coisa deste e de outro mundo, nem religioso ou físico matemático sabem convergir suas explicações. Italo se instalou na prosperidade, embora esteja vivendo ou poeirando numa outra dimensão.
[Sobre "Propostas para o nosso milênio (I)"]
por
Manoel Messias Perei
http://www.manmessias21.blogspot.com/
30/4/2010 às
04h26
189.79.192.188
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Eu não disse?
Viu? Eu não disse?!
[Sobre "Diz-que-diz"]
por
Lemon
29/4/2010 às
17h50
161.148.106.174
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Pela valorização da cultura
"(...)saber ver sem estar a pensar/ (...)E nem pensar quando se vê/ Nem ver quando se pensa/ (...)Uma aprendizagem do desaprender(...)" Ótima ligação das palavras de Fernando Pessoa com a arte contemporânea. Com certeza foram escritas em um contexto e uma época que não existem mais hoje em dia. A desconstrução, o desaprender... Hoje isso não faz mais sentido, ou será que a arte não quer que ninguém pense? É preciso desaprender para poder compreender a arte de hoje? Não se pode pensar diante das obras! Qual então o sentido desta arte? Mantermos o público "ignorante" para que a arte seja valorizada? Este parece ser o pensamento vigente. Se os artistas não possuem conteúdo para suas obras abstratas, e estas precisam de manuais para serem explicadas, deveriam se arriscar pela literatura! Todos os valores e objetivos da arte e sociedade foram perdidos ou eliminados. O que mais ainda temos que desaprender? A arte deve sim é lutar pela valorização da cultura, fazer pensar. Pense nisso!
[Sobre "Danillo Villa, quadros de uma exposição"]
por
QUIM Alcantara
http://quim.com.br
29/4/2010 às
13h09
189.47.172.58
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O barateamento dos livros
Julio, falou pouco e acertado! Como dizem aqui no interior.
Acabei de ler sobre o iPad, o fim dos jornais, revistas e livros impressos. Acho que você tem toda razão. Os escritores de verdade devem buscar alternativas. Eu já não trabalho com livros impressos, passei para e-book há um bom tempo (2006) e já vendia em disquetes, CD e DVD, muito antes. Tenho cinco e-books, com belas capas e vendo por R$5,90 cada, envio por e-mail. Não gasto com gráfica, nem correios e outras despesas. Estou feliz, escrevo dois a três contos por semana, publico no meu blog e estamos aí para o que der e vier. Olha que não sou mais jovem, tenho 66 anos e só agora consegui entrar para a Academia Divinopolitana de Letras. Acho que com isso tudo uma coisa boa vai acontecer: o barateamento do preço dos livros.
Já estou vendo livrarias vendendo livros pela metade dos preços. Na internet também. Manoel
[Sobre "Não existe pote de ouro no arco-íris do escritor"]
por
Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com
29/4/2010 às
05h57
189.107.125.201
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Salve o iPad!
Há algum tempo já esperava isso. A queda da venda dos jornais, revistas e livros só teria uma solução parcial e por pequeno período se resolvessem baixar os preços. Os livros, principalmente, que ainda são muito caros no Brasil. É um absurdo um livro de 176 p. custar R$ 42,00. Tem revistas muito caras (sem chiste!). Aqui em Minas o Jornal O Tempo conseguiu emplacar com um jornalzinho de poucas "letras" e muitas fotos a um preço de R$0,25.
Salve o iPad, que pelo menos para isso serviu! Manoel
[Sobre "E o iPad não salvou os jornais e as revistas..."]
por
Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com
29/4/2010 às
05h30
189.107.125.201
(+) Manoel Amaral no Digestivo...
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Julio Daio Borges
Editor
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