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Segunda-feira, 3/10/2011
De Kooning em retrospectiva
Sonia Nolasco

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Na entrada da retrospectiva do pintor Willem de Kooning no Museu de Arte Moderna, MoMA, uma tela perturbadora, Woman Sitting (1943-4), que faz pensar no que ele disse quando críticos de arte o batizaram de expressionista abstrato: “Antes de tudo, pintura é uma ilusão. O conteúdo é uma alusão a alguma coisa. Há uma mulher nessa paisagem, tanto quanto a paisagem está na mulher”.

A beleza está nos olhos de quem vê. Importante é seus olhos ficarem hipnotizados pela criatura imaginada/pintada por de Kooning, e você ter uma forte reação emocional. Em Woman Sitting ela parece uma figura apocalíptica de expressão feroz e desesperada, como as mulheres de Picasso em Guernica se fossem repintadas com as cores de Matisse e Miró. As roupas, uma orgia de tons laranja e amarelo. Seios imensos, expostos. Cabelos vermelhos. A cabeça apavorante parece deslocada do torso, e o corpo inteiro parece saltar da cadeira em três dimensões.

Com tamanho impacto, o visitante já entra nas próximas sete galerias (todo o sexto andar do museu) sabendo que vai se chocar, ficar emocionalmente exausto, mas tambem extasiado. E depois talvez concorde com certos críticos de arte americanos que consideram de Kooning o maior pintor (só um pouco atrás de Picasso e Matisse) e um dos artistas mais importantes do século XX.

Willem de Kooning: A Retrospective (até 9 de janeiro 2012) é a primeira exposição do MoMA que cobre toda a carreira do pintor, nascido na Holanda (1904) e naturalizado americano. Pouco antes da morte do artista, aos 92 anos, em 1997, o MoMA exibiu seus últimos trabalhos, de quando ele já sofria de Alzheimer. Nunca mais se ocupou de sua obra porque, disse um crítico, museus não sabem o que fazer de de Kooning, que não se enquadra no Abstracionismo, no Expressionismo, etc. Agora, a retrospectiva apresenta cerca de 200 trabalhos do artista ― pinturas, esculturas, desenhos, litografias ― selecionados de coleções publicas e particulares, representando quase todas as fases da carreira inigualável de de Kooning. Uma oportunidade sem precedentes para se estudar o desenvolvimento do artista em sete décadas, de seus trabalhos acadêmicos na Holanda (1920) a suas telas abstratas dos anos 80.

Abstratas coisa nenhuma, ele diria. “Estilo é uma fraude”; declarou, certa vez. “Em arte, uma ideia é tão boa quanto a outra”. De Kooning se recusou a ser símbolo de qualquer estilo, como os grandes pintores de sua época, Jackson Pollock (expressionista abstrato que consideravam seu rival), Picasso, e Matisse. Richard Shiff, conhecido estudioso de Cézanne e que acaba de publicar um novo livro sobre de Kooning, escreveu: “A amplitude do talento e da criatividade de de Kooning se equipara à de Cézanne. A variedade de de Kooning e sua inteligência intensa, que explorava mais as coisas e as visões do que palavras e pensamentos, continuam a desafiar o espectador de hoje”. E John Elderfield, curador chefe emérito de Pintura e Escultura do MoMA, e organizador da mostra, diz em seu excelente catálogo da exposicao que o pintor “incluía dificuldade, resistência, e ambiguidade” em seus trabalhos.

Willem de Kooning nasceu em Rotterdam e aos 22 anos emigrou ilegalmente para Nova York. Empregou-se como pintor de paredes, ilustrador, e figurinista de vitrine de loja até conseguir se sustentar e dedicar-se à arte. No inicio da retrospectiva há uma tela que ele pintou aos 12-13 anos de idade (1916-17), quando era aprendiz de arte comercial numa firma em Roterdã. Parece simples, um bule de café e a xícara; mas a audaciosa combinação de cores e a composição inesperadamente realçada por pinceladas redondas, criativas, fazem o espectador reconhecer logo um verdadeiro artista debutante.

Os outros trabalhos datam de alguns anos depois, quando de Kooning estudava na Academia de Arte de Roterdã, e demonstrava talento incomum. Os desenhos em crayon e carvão são surpreendentes para um jovem iniciante. Observa-se que a variedade de estilos do grande artista futuro já se delineava. Ele chegou a Nova York em 1926, disposto a desafiar o convencionalismo e a tal da “arte moderna”. Seu treino em design comercial, incluindo tecnicas de paste-up (artigos colados numa folha de papel para depois serem copiados), e sua habilidade em criar figuras semelhantes a formas orgânicas foram cruciais no inicio da carreira. É o que exibe uma galeria: telas insólitas de natureza morta sobre temas enigmáticos, em matizes escuros. Em 1931 ele encontrou um mentor, o pintor Arshile Gorky, que também se recusava a abraçar Cubismo e outros “ismos”. O talento de de Kooning desabrochou. A sala seguinte mostra um de Kooning diferente: suas primeiras telas abstratas ― completadas entre 1937-1939 ― são delicadas (Cow jumps over the moon), ou retratam cenas internas, e lembram figuras recortadas do papel (decoupage), estilo que ele iria empregar na década seguinte, em abstrações em preto-e-branco.

Nos trabalhos do início dos anos 40, de Kooning provou que era mestre do desenho a carvão. Em seguida, explorou o figurativo, mas suas imgens de homens e mulheres eram primeiro desconstruídas e dissecadas para depois serem reconfiguradas, como se ele usasse uma tela de monitor capaz de justapor imagens criadas por Ingres, Rubens e Picasso. Em cima ou por baixo das pinturas, de Kooning colou recortes de jornal: histórias em quadrinhos, anúncios de cinema, reportagens de polícia. O efeito é estonteante, como na tela Pink Lady (1944), em que o desenho a carvão é, sem dúvida, elemento primordial, mas é a pintura que define a forma da mulher nua reclinada na cadeira.

Da mesma fase, mas de impacto superior, Pink Angels (1945) mistura, com óbvia zombaria, formas copiadas de Matisse e Picasso, com toques de Miró, para criar uma figura monstruosa, como se um corpo humano cor-de-rosa tivesse explodido e seus fragmentos se juntassem desordenadamente e extravazassem os contornos delineados a carvão. A figura tem a força do Cubismo clássico, mas não se enquadra no estilo. Elaine de Kooning, mulher do artista e também pintora, posou para a tela.

Os estudos de de Kooning sobre a forma feminina comecaram em 1947, sob influência de Picasso. Seu processo permaneceu o mesmo: de Kooning primeiro desenhava a carvão, pintava em cima, desenhava por cima da pintura, raspava fora trechos da superfície, desenhava mais imagens, copiava ou colava figuras e objetos de outra tela ou de jornal, pintava por cima, e pintava mais até atingir a composição que o satisfizesse. Em Pink Angels de Kooning fundiu abstração e figurativo. A imagem da mulher na cadeira (Pink Lady) foi perdendo os contornos e as roupas, e acabou se dissolvendo no background. Em Pink Angels ela não mais tem rosto, mas sua forma voluptuosa sugere uma mulher.

Antes de começar a segunda serie de telas sobre mulher, de Kooning produziu uma obra prima colossal, Excavation (1950), onde explorou a estrutura lógica do Cubismo em contraste com a irracionalidade do Surrealismo. Nessa tela de 3 metros de largura estão de volta os corpos biofórmicos do início da carreira do artista, agora parecendo em movimento, se chocando uns aos outros, se juntando, e se separando, como que movidos por uma energia contagiante.

Mas nada prepara o espectador para as 19 telas magníficas e desenhos complexos da sala seguinte, de 1950-1953. O tema é mulher. Mas não do jeito que a conhecemos. Woman I lembra um monstro de filme de ficção científica no momento em que se transforma em ser humano, em mulher primitiva: roupas espalhafatosas, o rosto borrado de pintura contorcido em careta ameacadora, olhos chamejantes de ódio fixando o espectador.

A metamorfose dessa figura acontece de uma tela para a outra. Seus traços assimétricos parecem se derreter na pintura, e sobra um olho do lado esquerdo, a dentadura a direita, lembrando um corpo em decomposição. Em Woman VI (1953), a hostilidade da imagem inicial se fundiu no seu background e tudo virou um carnaval de formas geométricas. É hilariante. Mas de Kooning foi acusado de reacionário e misógino. Mesmo anos depois, muitas feministas ainda protestavam. Entretanto, alguns críticos viram a série como elogio a mulher: em seis tempos ela se torna cada vez mais sarcástica e poderosa, até dominar a composição inteira e deixa o pintor esmagado por sua presença.

Harold Rosenberg, crítico de arte americano mais influente da decada de 50, definiu o estilo de de Kooning como “action painting”. O termo caracterizava criações baseadas em total liberdade, como se pintar fosse um gesto de liberação do artista. De Kooning protestou. Na retrospectiva, em telas imensas como Easter Monday (1955-1956), vemos que o artista incorporou textos e imagens de jornal. Nas telas seguintes, ele usou paisagens urbanas em composicoes de intensidade feroz ― Gotham News (1955) e The Time of Fire (1956). As criações dessa fase e das anteriores não transpiram liberdade; mais parecem cuidadosamente construídas, planejadas, como nas telas dos Velhos Mestres.

De Kooning seguia esse estilo, o de sua formação. Não era compulsivo, jogando tinta na tela, como Pollock. As pinceladas longas, braço no alto, de de Kooning cobriam as telas quando elas já estavam definidas, depois que ele dispunha, e até empilhava se quisesse, os objetos que selecionara, e depois que ele revisava a criação e mudava tudo. Cada tela do artista era uma experiêcia controlada. E nenhuma delas é puramente abstrata ou totalmente figurativa.

“Eu pinto desse jeito porque posso continuar a colocar mais e mais coisas em cima, como dor, drama, raiva, amor, uma figura, um cavalo, minhas ideias de espaço”, declarou de Kooning. “Não importa se isso diverge de minhas ideias e sentimentos, desde que seja expresso pela pintura, que tem sua propria integridade e intensidade”. Ele podia trabalhar assim devido a sua formação europeia, muito bem fundada em história da arte, e porque era capaz de desenhar como um mestre da velha guarda.

Em 1963 de Kooning deixou Nova York e uma vida boemia destrutiva. Instalou-se em Long Island, a cerca de uma hora da cidade mas longe o suficiente das tentações. Sexo e alcoolismo em excesso tinham minado sua produção artística. Havia rumores de que ele estava liquidado. De Kooning ignorou a crítica e aproveitou a paisagem bucólica a beira mar para produzir telas de cores luminosas, explorando os alegres amarelos, rosas e azuis dos mestres europeus do passsado. Two figures in a landscape (1967) é um exemplo de que sua visão do mundo estava sendo filtrada através de dias ensolarados, de que ele diminuiu o uso do desenho para deixar entrar mais luz nos espaços criados.

Entre 1970-1980 de Kooning buscou novas direções. Foi uma fase de experiências extravagantes. Ele fundiu abstração e paisagem. Misturou tinta a óleo e água para obter uma textura enrugada. Produziu uma série de litografias, desenhos a carvão e esculturas de bronze (lembram corpos biofórmicos) que, nessa exibição, estão reunidos na mesma galeria. De Kooning não esqueceu as mulheres. Elas voltaram, discretamente, às suas telas, apenas delineadas, em partes do corpo sem ossos, em volumes sensuais; figuras reclinadas e confortáveis em sua voluptuosidade. Foi quando de Kooning fez a declaração imortal: “Carne (prazer carnal) é a razão de terem inventado a pintura a óleo”.

Os anos produtivos finais do artista ainda são polêmicos. No início da década de 80 ele já mostrava sintomas de demência; em 1987, data de suas últimas telas na galeria conclusiva da mostra, foi diagnosticado com mal de Alzheimer. No entanto, nos anos 80 ele produziu cerca de 300 telas, das quais 40 foram exibidas no MoMA em 1997, e fizeram a crítica engolir tudo que tinha dito sobre a decadência de de Kooning. As telas dessa nova retrospectiva parecem ter sido escolhidas para provar que de Kooning naquele período estava ainda lúcido e criativo.

Embora as legendas na parede da galeria do MoMA descrevam a técnica do artista naquela fase como “drasticamente simplificada”, incluindo a limitação de cores, as telas são da maior vitalidade. Nas primeiras, de Kooning usou a simplicidade e as três cores primárias de seu compatriota Mondrian ― azul, vermelho, e amarelo ― para criar composições flamejantes, intensamente coloridas. Aqui, não são mais as pinceladas longas, vigorosas, braço no alto, dos verdes anos 40-50. Nota-se que a energia do artista diminuiu. Ele minimalizou as pinceledas atrevidas para atingir um certo lirismo bem comportado. Mas as cores radiantes ― verdes e roxos violentos ― realcadas pelo fundo branco, ainda são referências às figuras sensuais e às formas biomorfas que ele nunca abandonou.

Outras telas são liricas, e fazem pensar num poeta envelhecendo. A maioria não tem título e nem foi assinada, pois de Kooning não mais conseguia escrever. Mas uma tela, The Cat's Meow (1987), foi batizada. É a mensagem final do artista, numa composição harmoniosa, divertida, em tons suntuosos de amarelo e vermelho. O mestre em total controle. Quando Oliver Sacks a viu, em 1997, não acreditou no declínio artisico de de Kooning como consequência do mal de Alzheimer, e disse: ”Estilo é a parte mais profunda do ser humano e, na demência, pode ser preservada até quase o fim”.


Sonia Nolasco
Nova York, 3/10/2011

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