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Quinta-feira, 23/3/2006
Google
Colunistas e Colaboradores


Mordaça virtual: o Google na China
>>> Se o espírito da internet é facilitar o acesso a informação, o Google é a sua própria encarnação. Mas, para entrar no mercado chinês, o site aceitou a imposição daquele governo e a versão chinesa do Google funciona com os cortes necessários para assegurar que o cidadão chinês não saberá coisas que não deve. Agora, a internet faz parte dos meios de comunicação que servem aos “ideais da revolução”.
por Celso Augusto Uequed Pitol
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Sem receio do monolito
>>> Os recursos oferecidos pelo Google, ou mesmo outras ferramentas de pesquisa, não poderão substituir o ato de pensar. O prazer estará sempre na descoberta e, não, na imitação. E os milhões de arquivos concentrados na Rede nada seriam se, diante deles, pairasse apenas a nossa incompreensão. Caso contrário, seremos símios temerosos diante do monolito negro, como no filme 2001.
por Vitor Nuzzi
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Google: a ferramenta
>>> Imagine-se há dez anos. À meia-noite, você tenta encontrar um texto sobre “indústria cultural”. Havia poucas alternativas. Hoje uma simples busca no Google oferece não só um, mas vários textos sobre o tema em questão de segundos. Porque, se você está procurando alguma coisa, poderá achá-la imediatamente usando a ferramenta. E isso tem implicações de várias ordens: econômica, sociológica, existencial.
por Jardel Dias Cavalcanti
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Deixa estar, ou uma conversa com o Google
>>> Como é difícil simplesmente "deixar estar". Num mundo em que não se encontram respostas simples para as dúvidas mais elementares, em que estamos enfastiados de informação, em que as relações humanas aos poucos perdem o que têm de melhor para se transformar em objeto de simples troca, autoglorificação, o que é "deixar estar"? Digitei no Google: “Should I Let it Be?”, e a resposta que ele me deu foi...
por Ram Rajagopal
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Google e o obscurantismo
>>> Digo, com pessimismo e alguma rabugice, que vivemos tempos obscuros. E nada exemplifica melhor o presente e meu prognóstico sinistro quanto o Google. O motivo? Ora, por mais que haja informação hoje em dia, disponível facilmente por meio de um clique, este volume todo de dados não serve de nada se, do outro lado do computador, não houver uma pessoa com cérebro.
por Paulo Polzonoff Jr
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A Barsa versus o Google
>>> O Google está longe de ser a Barsa, assim como a Barsa está longe de ser o Google. Nem um nem outro querem ser como o outro. Querem apenas ser referências em seus ramos de atuação. Uma como compilação de verbetes e conhecimento, o outro como intermediário entre o internauta e sua busca. Cada um a seu modo, em seu meio (um via meio impresso, outro na internet), ambos estão em expansão.
por Lucas Rodrigues Pires
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Google: utopia ou distopia?
>>> Lembro-me que, antigamente, os buscadores chegavam a cobrar de quem quisesse inscrever seus sites neles. Eu me recordo, também, que o Altavista já foi uma tremenda mudança, para a época, pois permitia decidir em que língua eu queria pesquisar. Mas, ainda assim, os buscadores eram lentos e imprecisos, pouco práticos. Então, quando apareceu o Google, a revolução foi absoluta. A diferença era gritante.
por Gian Danton
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Como o Google funciona
>>> Muitos amigos meus me pediram uma explicação sucinta e sem jargões de como o Google funciona. Qual é a receita mágica que determina as páginas que o Google deve mostrar quando você faz a sua busca? Em primeiro lugar, vale esclarecer que o Google não é dono de nenhum grande mistério tecnológico. Mas possui uma tecnologia interessante, a qual vamos entender um pouco melhor a seguir...
por Ram Rajagopal
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Dicas para você aparecer no Google
>>> O Google é o maior e mais eficiente sistema de buscas da internet. Seu ranking de resultados está baseado na relevância, de acordo com os termos que você digitou no campo "pesquisa". Então, pense comigo: se os primeiros resultados são os mais relevantes, estar no alto da página de pesquisa do Google é o equivalente internético de aparecer na TV Globo. É como um atestado de credibilidade.
por Adriana Baggio
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Digite seu nome no Google
>>> Veja lá por onde seu nome anda. Atualmente, me digito no Google e o Digestivo Cultural aparece em primeiro lugar. Digite seu nome, leitor, no Google e veja no que dá: aprovação em concursos, listas de colégio, blogs amigos. O Google costuma ser preciso. Eis uma característica mirabolante do mundo digital: você está em todos os lugares e não desgasta, não tem cheiro e não solta tiras por aí.
por Ana Elisa Ribeiro
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Sr. Google, não perca essa chance
>>> Encarem este texto como uma carta aberta ao Sr. Google, seja ele quem for, sejam meia dúzia de jovens milionários ou ricos executivos engravatados. E quem escreve esta carta é um escritor que ganha dinheiro com a Web, produzindo sites, e alguém que estudou a Grande Rede mais ou menos a fundo antes de se formar em jornalismo. Que o Sr. Google ensine para tantos o que é a democracia.
por Marcelo Spalding
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O Gmail (e o E-mail)
>>> É meio esquisito escrever uma Coluna inteira sobre um serviço de e-mail, mas eu acho o Gmail tão revolucionário – ao menos, para a minha histórica relação com o e-mail – que eu resolvi me arriscar, mesmo que soasse como propaganda. Aos acusadores, já respondo: o Gmail não precisa de mim. Muito menos, o Google. O seu approach ao e-mail, independentemente do nosso apoio, é o que vai prevalecer.
por Julio Daio Borges
+ 19 comentário(s)
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Google: aprecie com moderação
>>> Creio que o Google é uma das grandes criações e que está relacionado não somente à tecnologia, mas, sobretudo, ao dia-a-dia das pessoas, transformando as relações humanas e a maneira como lidamos com nossos trabalho e afazeres. É por isso mesmo que não se deve criar uma expectativa no sentido de transformar a ferramenta de busca numa tábua de salvação para todos os nossos problemas.
por Fabio Silvestre Cardoso
+ 9 comentário(s)
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