<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Gian Danton</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Gian Danton</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Tue, 07 May 2013 15:08:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>Billy Wilder: o mestre do cinema, parte II</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3738</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[Billy Wilder é um dos mais importantes diretores do cinema mundial. Judeu austríaco, mudou-se para a América fugindo do nazismo e fez obras-primas, como <i>Crepúsculo dos Deuses</i>. Conhecido por seu ecletismo, ele dirigia tanto ótimas comédias (a melhor delas, <i>Quanto Mais Quente, Melhor</i>) e ótimos dramas (como o filme sobre alcoolismo <i>Farrapo Humano</i>). Com Billy Wilder chega a ser impressionante a coerência de sua carreira no que se trata de tramas bem construídas e bem encerradas.]]></description><pubDate>Mon, 29 Apr 2013 10:17:00 -0300</pubDate></item><item><title>Billy Wilder: o mestre do cinema, parte I</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3724</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[Billy Wilder é um dos melhores diretores de todos os tempos. Sua inventividade e ousadia marcaram o cinema norte-americano. Algumas das cenas mais marcantes, como a de Marilyn segurando a saia levantada pelo vento, são criações suas. Ele era conservador quanto a movimentos de câmera, mas compensava isso criando cenas com composições extremamente inteligentes. Também não hesitava em utilizar novidades, como a profundidade de campo. Suas comédias com um humor ousado e irônico dispensavam puritanismo e talvez tenham sido precursoras da revolução sexual no cinema. Mas suas maiores ousadias se encontram mesmo nos roteiros.]]></description><pubDate>Mon, 08 Apr 2013 16:03:00 -0300</pubDate></item><item><title>Mano Juan, de Marcos Rey</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3704</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[Em <i>Mano Juan</i>, Marcos Rey constrói um <i>thriller</i> de humor com personagens marcantes: o guerrilheiro saudoso da infância, o jornalista que o tempo todo divide o pensamento entre o medo de ser preso e a possibilidade de levar a atriz para a cama; a atriz de pornochanchadas que se deslumbra com a fama, mas se apaixona pelo guerrilheiro; o líder sindical que é respeitado pelos trabalhadores, mas em casa é tiranizado pela mulher... O autor apresenta tipos que vão desfilando  num verdadeiro plano sequência.]]></description><pubDate>Mon, 11 Mar 2013 20:38:00 -0300</pubDate></item><item><title>A Farsa de 2012</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3683</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[2012 foi um ano <i>sui generis</i>. Foi o ano em que a população brasileira deixou de acreditar na mídia, por conta das relações entre a revista <i>Veja</i> e o contraventor Carlinhos Cachoeira. Foi também o ano em que uma restauração desastrosa se transformou em uma obra de arte: o caso do <i>Ecce Homo</i>. Foi o ano de ótimos filmes pipoca, como <i>Os Vingadores</i>, e humorísticos que fogem do convencional, como <i>Ted</i> (famoso pela polêmica com o deputado Protógenes Queiroz) e <i>O Ditador</i>, de Sacha Baron Cohen, o mesmo de <i>Borat</i>.]]></description><pubDate>Mon, 28 Jan 2013 11:10:00 -0300</pubDate></item><item><title>O homem que inventou o Natal</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3670</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[Publicados em folhetins nos jornais londrinos, os textos de Charles Dickens fizeram chorar e rir. Encantaram milhões de pessoas e moldaram o imaginário popular, em especial sobre o Natal. Sua importância pode ser percebida não nos prêmios que recebeu ou nos livros que vendeu, mas numa história singela. Dizem que ao receber a notícia de que o escritor havia morrido, uma pobre menina, vendedora de flores na porta de um teatro, indagou: "Papai Noel também morreu?". ]]></description><pubDate>Mon, 24 Dec 2012 21:04:00 -0300</pubDate></item><item><title>Cleópatra, a rainha enigmática </title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3655</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[Cleópatra é uma das figuras mais fascinantes na história. Sua vida mistura mito e história e tem inspirado pintores, cineastas e escritores. As dúvidas sobre ela são maiores que as certezas: Ela teria sido tão bonita quanto Elizabeth Taylor? Teria realmente morrido ao ser picada por uma cobra? São essas algumas das perguntas que a jornalista Arlete Salvador tenta responder no livro <I>Cleópatra</I>, da editora Contexto.]]></description><pubDate>Mon, 26 Nov 2012 17:58:00 -0300</pubDate></item><item><title>Negrinha e os donos do sentido</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3637</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[Antônio Gomes da Costa Neto entrou com uma ação na Controladoria Geral da União contra a compra do livro <I>Negrinha</I>, de Monteiro Lobato, para bibliotecas. O autor do requerimento considera que o conto que dá nome ao volume é um exemplo de racismo e sexismo. Para entender o caso, é interessante conhecer o conteúdo do polêmico conto. Os autores da petição ignoram completamente que Lobato está sendo irônico.]]></description><pubDate>Mon, 15 Oct 2012 09:27:00 -0300</pubDate></item><item><title>A invenção da imprensa</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3623</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[As novas gerações lidam com informação como se fosse um vício: é a novidade que virá a qualquer momento no Facebook ou no Twitter, é o <I>e-mail</I> essencial que surgirá na caixa de entrada a qualquer momento e que exige constante vigilância. As mensagens não são mais procuradas e recebidas de maneira linear, como na galáxia de Gutemberg, em que as informações vinham na mesma sequência das páginas dos livros.]]></description><pubDate>Mon, 24 Sep 2012 10:57:00 -0300</pubDate></item><item><title>Superdeuses, de Grant Morrison</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3608</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[Grant Morrison é um dos mais importantes roteiristas de quadrinhos da atualidade. Foi um dos primeiros a experimentar a metalinguagem nos super-heróis, com o Homem-animal. Sua passagem por séries como <I>Liga da Justiça</I> e <I>X-Men</I> são tanto memoráveis quanto polêmicas. Polêmicas, aliás, são também algumas de suas atitudes e declarações. Em outras palavras: é uma figura tão interessante quanto seus personagens.]]></description><pubDate>Mon, 03 Sep 2012 14:34:00 -0300</pubDate></item><item><title>O desenvolvimento dos meios de comunicação</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3604</link><dc:creator>Gian Danton</dc:creator><description><![CDATA[Uma das ideias básicas do filósofo canadense Marshall McLuhan era a de que pouco importava o conteúdo dos meios de comunicação. O que era realmente importante era o fato desses meios existirem. Essa ideia foi resumida na frase "O meio é a mensagem". Para McLuhan, a forma como nos comunicamos determina a maneira como nos organizamos socialmente. Mais: a forma como nos comunicamos muda nossos processos mentais.]]></description><pubDate>Mon, 27 Aug 2012 23:11:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
