<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Mariana Portela</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Mariana Portela</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Tue, 12 Feb 2013 23:03:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>Autoajuda e Poesia</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3695</link><dc:creator>Mariana Portela</dc:creator><description><![CDATA[Estima-se que o mercado da "Auto-Melhoria" movimentou cerca de US$11 bilhões em 2008. São palestras, livros, vídeos, catálogos, treinamentos e cursos destinados a grupos. As pílulas da felicidade instantânea são espalhadas como as pestes nos precários tempos de outrora. No entanto, a procura por medicamentos que aliviam as angústias tem crescido em progressões geométricas. Sentir-se entristecido tem sido compreendido como doença. A Humanidade não estaria melhor nas mãos dos poetas do que na ditadura imperativa da autoajuda?]]></description><pubDate>Mon, 11 Feb 2013 12:35:00 -0300</pubDate></item><item><title>A casa da Poesia</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3452</link><dc:creator>Mariana Portela</dc:creator><description><![CDATA[Saraus foram preparados para salvar-nos da lucidez. Ah, se eu fosse capaz de remontá-los todos, em varais suspensos da memória. Quanta alegria me remetem essas centelhas galácticas de plenitude. Reencontrar o devaneio morto. Reacender as estranhezas. Doar-se ao inusitado. Compartilhar o amadorismo, tão mais próximo ao viver. Sem ensaios. Tudo alimenta e nada faz muito sentido. Uma reunião de pessoas absurdas, obtusas, vaidosas ou plácidas.]]></description><pubDate>Mon, 11 Jun 2012 14:49:00 -0300</pubDate></item><item><title>Fahrenheit 451, Oralidade e Memória</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3036</link><dc:creator>Mariana Portela</dc:creator><description><![CDATA[Já nos anunciava Ray Douglas Bradbury, escritor do romance que deu origem à obra-prima de François Truffaut, o filme <I>Fahrenheit 451</I> (1966), que a televisão nos deixaria órfãos do prazer literário. Embriagados pelo imediatismo dos videoclipes, em poucos anos não só deixaríamos de ler, como passaríamos a repreender aqueles que quisessem passar horas solitárias na companhia de um livro.]]></description><pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:18:00 -0300</pubDate></item><item><title>Os Blogs e o Espetáculo</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3031</link><dc:creator>Mariana Portela</dc:creator><description><![CDATA[Com o surgimento dos <I>blogs</I>, a privacidade perdeu seus contornos. As paredes sucumbiram ao exibicionismo. As relações humanas tornaram-se um jogo de <I>personas</I>, de aparências mais belas. Os nossos defeitos puderam ser &#8213; a partir de fotos felizes e relatos fantasiosos &#8213; apagados. O teclado assume o papel de narrador da história que se gostaria de contar. A realidade é feia, cheia de cicatrizes e errâncias.]]></description><pubDate>Thu, 25 Mar 2010 18:51:00 -0300</pubDate></item><item><title>O silêncio e o segredo na Literatura</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3023</link><dc:creator>Mariana Portela</dc:creator><description><![CDATA[Impossibilitada de ter um fim, a literatura é muda: tanto para quem a desvenda &#8213; nunca através da passividade televisiva &#8213; quanto para quem a desenrola. A comunicação é tão densa que não pode utilizar os sons, tal como a música. Porque toda imaginação em letras é envolvida pelo mistério primeiro, pela ausência de barulhos, pela explosão ancestral do universo que carregamos em nosso imaginário.]]></description><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 20:31:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
