<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Paulo Polzonoff Jr</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Paulo Polzonoff Jr</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Wed, 26 May 2010 18:42:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>O mau legado de Paulo Francis</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2459</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Eu gostava de Paulo Francis. Poderia até dizer que o idolatrava. Mas não posso deixar de mencionar um dos seus legados mais funestos. Não, não me refiro aos imitadores do seu estilo combativo &#8213; até porque acho boboca isso de classificar todo mundo que pretende escrever com um mínimo de combatividade como imitador de Paulo Francis. Me refiro a todo um modo de encarar a cultura.]]></description><pubDate>Thu, 24 Jan 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>As sementes de Flowerville, de Sérgio Rodrigues</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2140</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Abri um longo e redentor sorriso ao terminar de ler <i>As sementes de Flowerville</i>, de Sérgio Rodrigues. O livro me fez perceber que, apesar do ninho de cobras que é o mercado editorial brasileiro, apesar da falta de profissionalismo, apesar das desonestidades, apesar de necessidade de auto-afirmação, apesar de tudo (e de mim), a literatura brasileira continua a nos dar momentos únicos de realização.]]></description><pubDate>Thu, 14 Dec 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Relativismos literários</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1934</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Seria justo analisar qualquer lançamento literário tendo em vista tudo o que já foi publicado e é reconhecidamente considerado "obra-prima"? Isto é: perto de um Marques Rebelo ou mesmo de um Lima Barreto, que valor teria um Rubem Fonseca ou um Dalton Trevisan? E, perto deles, que valor teria Daniel Galera ou André Sant'Anna, só para citar dois autores bastante elogiados hoje em dia?]]></description><pubDate>Fri, 09 Jun 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Não existem autores novos</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1912</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Eis que a novidade dos autores novos acabou e é hora de contar os prejuízos. O esforço de se criar uma nova geração literária foi em vão. Deram a esta nova geração títulos que pareciam nomes de boates da moda, como 00. Mas, infelizmente, os escritores desta fornada mal assada se mostraram mesmo zeros à esquerda. Tenho batido nesta tecla há algum tempo, mas já não tenho esperança de ser compreendido.]]></description><pubDate>Mon, 08 May 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Grande Sertão: Veredas (uma aventura)</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1883</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Na verdade, é um pequeno milagre que eu tenha lido e gostado de <I>Grande Sertão: Veredas</I>. Há muito tempo eu venho querendo escrever sobre a experiência de ter apreciado esse livro, capaz de mudar a vida da gente. Mas eu nunca tinha um motivo suficientemente bom para isso. Agora o romance de Guimarães Rosa completa 50 anos. Não é motivo o suficiente, mas mesmo assim me animei. E tome texto!]]></description><pubDate>Thu, 13 Apr 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Google e o obscurantismo</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1858</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Digo, com pessimismo e alguma rabugice, que vivemos tempos obscuros. E nada exemplifica melhor o presente e meu prognóstico sinistro quanto o Google. O motivo? Ora, por mais que haja informação hoje em dia, disponível facilmente por meio de um clique, este volume todo de dados não serve de nada se, do outro lado do computador, não houver uma pessoa com cérebro.]]></description><pubDate>Mon, 20 Mar 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Orkut: terra de ninguém</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1824</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[O problema do Orkut foi que ele chegou até o povo. O povão, este Leviatã que consegue destruir tudo com seu mau-gosto epidêmico. No começo, as comunidades do Orkut tratavam de assuntos que, se não eram elevados, tampouco eram tão rasteiros quanto a discussão de telenovelas ou a idolatria de cantoras de <I>funk</I>. Naquela época, as pessoas respeitavam uma característica fundamental do <I>site</I>: a verdade.]]></description><pubDate>Thu, 09 Feb 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>A volta</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1650</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Eu voltei. Passei dois anos me resignando. O silêncio me soterrou. Até que eu percebi que tentava fugir de mim mesmo. A injustiça me dá engulhos. E o silêncio pode até ser arma eficaz para os monges do Tibete. Eu, que sou fogo puro com lua em Escorpião, não consigo me calar. É possível que pague por minhas palavras. Mas acho que o preço que estava pagando pelo meu silêncio era ainda maior. Espero que me entendam...]]></description><pubDate>Tue, 14 Jun 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Reinaldo Azevedo Contra o Consenso</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1625</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Reinaldo Azevedo fala de literatura, cinema e política. Seu texto é agressivo, mas elegante. Ele é combativo, mas não se mancha no sangue alheio. Fala com propriedade e convence o leitor de um modo que eu só vi Paulo Francis convencer. Dou um veredicto que me é muito caro: Azevedo é a melhor coisa que li, em jornalismo, desde a morte de Francis. O melhor é que ele não padece do mal de querer imitar Francis.]]></description><pubDate>Thu, 19 May 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Medir palavras</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1617</link><dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator><description><![CDATA[Repare como a gente vive medindo as palavras que usa para elogiar os outros. Eu posso amar alguém, mas não convém dizer-lhe. É triste. Acho que o mundo seria muito melhor se não medíssemos as palavras para dizer o quanto admiramos, somos gratos e estimamos certas pessoas. Que eu saiba, não tem nenhuma contra-indicação. Ao menos, jamais conheci alguém que se sentisse ofendido com coisas assim.]]></description><pubDate>Fri, 06 May 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
