<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Comentários de Dudu Oliveira</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios</link><description>Dudu Oliveira</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Thu, 03 Feb 2011 14:30:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>O ataque ao reconhecimento</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=125072</link><dc:creator>Dudu Oliveira</dc:creator><description><![CDATA[Julio, hÃ¡ uma certa confusÃ£o nesta relaÃ§Ã£o entre prÃªmio literÃ¡rio e literatura, mas best-seller deve ser interpretado como referencial de sucesso comercial. O nosso ambiente cultural Ã© muito semelhante ao que se encontra no mundo todo, analfabetos funcionais buscando resgatar a autoestima atravÃ©s do consumo de livros recomendados. As maiores vendagens estÃ£o alavancadas por estratÃ©gias de marketing e o pÃºblico em geral busca sentir-se incluÃ­do nas modas e rodas culturais, sem considerar todas as variÃ¡veis decorrentes da relaÃ§Ã£o livro e leitor, e aÃ­ as anÃ¡lises ficam relativamente viciadas. Literatura faz parte da alta cultura; dependendo do gÃªnero literÃ¡rio, o acesso pode ser considerado restrito, mas vender livro tambÃ©m Ã© uma atividade  econÃ´mica, cujo exito Ã© dimensionado pela relaÃ§Ã£o custo-benefÃ­cio. HÃ¡ muito a dizer sobre o tema, o que hÃ¡ de menos pertinente Ã© o ataque a iniciativas de reconhecimento pelo "mercado" e seus agentes, este posicionamento sectÃ¡rio me parece mais dor de corno.]]></description><pubDate>Thu, 03 Feb 2011 11:29:00 -0300</pubDate></item><item><title>Os caminhos das reflexÃµes</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=118237</link><dc:creator>Dudu Oliveira</dc:creator><description><![CDATA[HÃ¡ uma confusa mistura de racional com comportamental nesta reflexÃ£o, sobretudo quando tenta apartar valores e convicÃ§Ãµes cobrando um posicionamento que espera do pÃºblico em geral um mÃ­nimo de atenÃ§Ã£o para com a cena polÃ­tica. Existe um ciclo de contato, domÃ­nio e uso pleno para toda novidade tecnolÃ³gica, e tal ordenaÃ§Ã£o Ã© mensurÃ¡vel em qualquer recorte em que seja possÃ­vel atestar a fluÃªncia do pÃºblico com tais elementos. Cabe conjecturar quais caminhos levaram a estas reflexÃµes.]]></description><pubDate>Thu, 30 Dec 2010 14:17:00 -0300</pubDate></item><item><title>Um texto infeliz</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=100191</link><dc:creator>Dudu Oliveira</dc:creator><description><![CDATA[Fabio, achei que o Saul Bellow te atrapalhou, dava para emplacar mais um montÃ£o de asneiras e depois voltar com a desculpa esfarrapada que "nada nestas linhas Ã© tÃ£o sÃ©rio", afinal, o DC Ã© humorÃ­stico e cultural... A qualidade do texto Ã© sofrÃ­vel, parecia os projetos da professoras primÃ¡rias que ele detonara, o tema de uma originalidade inquestionÃ¡vel, porÃ©m nada me pareceu mais pertinente que os elementos e as conclusÃµes que ele utilizou para caracterizar seus personagens: comunistas, nordestinos, peruas, velhos e as garotas bonitas e vulgares; sei nÃ£o... NÃ£o posso deixar de registrar a completa desconexÃ£o com a cena polÃ­Â­tica, utilizando-se de estereÃ³tipos da guerra fria de quando a AmÃ©rica Latina era a latrina oficial do Tio Sam. O que possa haver da proveitoso nesta prosa rala e juvenil talvez seja a animosidade que provoque, mas nem neste aspecto percebo o humor Ã¡cido que costuma permear este gÃªnero. Enfim, uma oportunidade infeliz oferecida a alguÃ©m que desconhece o que seja texto em forma e conteÃºdo e que teve oitenta por cento do lixo redigido resgatado por vinte por cento do Saul Bellow. Fabio, caso vocÃª algum dia escreva algum texto que se pretenda sÃ©rio, e que contenha ao menos dois parÃ¡grafos escritos de forma adulta e consequente, por favor, submeta-o ao bom senso para que nÃ£o tenhamos que falar mal das universidades responsÃ¡veis (?) pela sua formaÃ§Ã£o. 


]]></description><pubDate>Mon, 01 Nov 2010 12:04:00 -0300</pubDate></item><item><title>Preconceituoso e coerente</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=99150</link><dc:creator>Dudu Oliveira.</dc:creator><description><![CDATA[A campanha estÃ¡ no nÃ­vel do eleitorado, este vÃ­deo Ã© prova disto, a opÃ§Ã£o do autor se justifica na impossibilidade de resolver a questÃ£o que ele propÃµe, nÃ£o pelas virtudes da candidatura que apÃ³ia.
Importa a ele quem seja Dilma, mas nÃ£o apresenta as razÃµes para votar em Serra, Ã© o preconceito de sempre com as fitas coloridas de uma ediÃ§Ã£o caseira, tem o valor da liberdade de expressÃ£o, privada e individual, mas passa ao largo do que seja informaÃ§Ã£o, pois falta critÃ©rio.
Ainda que Lula tenha alterado a lÃ³gica do preconceito no paÃ­s, ao se eleger sem atender ao estereÃ³tipo, hÃ¡ muito ainda para evoluirmos nesta matÃ©ria, pois nosso amigo, democrata tenta mediante o que se chama contra propaganda desqualificar uma candidatura enquanto num processo limpo e democrÃ¡tico ele deveria estar promovendo o seu candidato...
NÃ£o basta se dizer civilizado Ã© necessÃ¡rio viver a civilidade, a honestidade e a democracia.
Preconceituoso e coerente no nÃ­vel desta campanha.]]></description><pubDate>Fri, 29 Oct 2010 12:16:00 -0300</pubDate></item><item><title>O filho eterno Ã© obra de ca...</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=99142</link><dc:creator>Dudu Oliveira.</dc:creator><description><![CDATA[O filho eterno Ã© obra de carpintaria hÃ¡ o ritmo da prosa que se desdobra sem maltratar o leitor, hÃ¡ a distancia confessional que mostra o protagonista sem reservas escapando da catarse maniqueista, mas aos meus olhos, o que predomina Ã© a maturidade do autor em traduzir expectativas em experiencia crÃ­vel dotando sua personagem da humanidade construida pelos eventos aleatÃ³rios. Aos que exigem a catarse de ultimo capitulo, nada melhor que perceber que a vida continua apÃ³s o romance. A minha melhor leitura no genero romance no ano que passou.]]></description><pubDate>Fri, 29 Oct 2010 11:48:00 -0300</pubDate></item><item><title>Escrever para quem?</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=82417</link><dc:creator>Dudu Oliveira</dc:creator><description><![CDATA[Estas estatÃ­sticas de livros per capita sÃ£o puro engodo. Sem diferenciar os diversos nichos que geram publicaÃ§Ãµes, obras paradidÃ¡ticas acabam sendo registradas como obra literÃ¡ria. Literatura tem alguma relaÃ§Ã£o com livro, mas seu limite Ã© o propÃ³sito. Outra questÃ£o interessante Ã© se o autor deve escrever motivado pelo mercado leitor ou deve buscar conformar a sua obra? Escrever em cima das demandas criadas por um projeto editorial Ã© uma coisa, conformar uma peÃ§a literÃ¡ria baseando-se no apetite leitor fica parecendo clichÃª de um certo escritor que dÃ¡ expediente na Academia Brasileira de Letras... ]]></description><pubDate>Mon, 06 Sep 2010 01:16:00 -0300</pubDate></item><item><title>Outras minorias</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=39638</link><dc:creator>Carlos E F Oliveira</dc:creator><description><![CDATA[Ã‰ risÃ­vel e primÃ¡ria a confusÃ£o de arte com historiografia, sÃ£o inÃºmeros os eventos narrados pela cinematografia com excessos e omissÃµes para atender o interesse do narrador. Um romance histÃ³rico, um filme, uma peÃ§a correspondem a uma abordagem qualquer sobre um determinado tema ou evento. Talvez vocÃª nÃ£o se recorde de "Primavera para Hitler" e a forÃ§a como esta representaÃ§Ã£o satÃ­rica realinhou olhares de uma outra geraÃ§Ã£o sobre os eventos da guerra. Percebo lateralmente a atitude presente na maior parte da populaÃ§Ã£o judia em defender a primazia pelas atrocidades do Terceiro Reich, mas pouco se fala das outras minorias massacradas... NÃ£o Ã© discurso antissemita, estou mais para o desengajamento da cinematografia, desobrigada de registrar a crÃ´nica nem sempre imparcial das mazelas ocidentais. Ocorrem outras distorÃ§Ãµes gritantes na descriÃ§Ã£o das personagens e atos no Oriente MÃ©dio, mas a indÃºstria do cinema e a crÃ­tica chapa branca tem o conhecimento das regras do jogo.]]></description><pubDate>Mon, 31 May 2010 12:28:00 -0300</pubDate></item><item><title>PalavrÃµes e circunstÃ¢ncias</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=22455</link><dc:creator>carlos E.F. Oliveira</dc:creator><description><![CDATA[Nelson Rodrigues dizia que palavrÃ£o era obsceno na cabeÃ§a de quem entendia, talvez tivesse razÃ£o... Fico pensando na educaÃ§Ã£o que recebi e na orientaÃ§Ã£o que passo para meus filhos, algumas ironias sÃ£o mais cruÃ©is que certas ofensas... E valendo-se do contexto, o palavrÃ£o tem inÃºmeras circunstÃ¢ncias, serve para agredir, para distender e, sobretudo, para comunicar estados de espÃ­rito, que com a leitura adequada um palavrÃ£o revela inveja, hipocrisia, soberba e falta de civilidade tambÃ©m. Pensando o palavrÃ£o como elemento de comunicaÃ§Ã£o ele cabe tanto na prosa quanto na poesia, basta que esteja dentro do contexto apresentado. LÃºcio, leia "A cÃ³pula" do Bandeira e um tantinho de Bocage...]]></description><pubDate>Wed, 10 Mar 2010 23:29:00 -0300</pubDate></item><item><title>Quero ser John Malkovich</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=21245</link><dc:creator>Carlos Oliveira</dc:creator><description><![CDATA[Charlie Kaufman, provavelmente o roteirista mais criativo da indÃºstria americana do cinema, levou para o grande pÃºblico uma fÃ¡bula sobre consciÃªncia de uma maneira sutil e leve, possibilitando inÃºmeras interpretaÃ§Ãµes e dando acesso a uma temÃ¡tica raramente tratada pela indÃºstria do cinema. Entretenimento e arte dentro de uma justa medida. [Rio de Janeiro - RJ]]]></description><pubDate>Tue, 15 Sep 2009 15:10:00 -0300</pubDate></item><item><title>CrÃ­tica ou marketing?</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=18897</link><dc:creator>Carlos E F Oliveira</dc:creator><description><![CDATA[Camilo, Ã© difÃ­cil ler um texto que expresse com clareza a finalidade da crÃ­tica. A situaÃ§Ã£o piora Ã  medida que o objeto observado se encontre envolvido na subjetividade do gosto pessoal, nÃ£o encontre referÃªncia acadÃªmica por ser notadamente um produto de vanguarda, derive de experimentaÃ§Ãµes estÃ©ticas e licenÃ§as artÃ­sticas e, principalmente, na forma que o novo propÃµe sÃ­ntese. A crÃ­tica contemporÃ¢nea celebrou o fetiche produto transformando o artista em artÃ­fice, agregando ao resultado do seu trabalho um valor contemporÃ¢neo capitalista que nÃ£o estabelece um valor real artÃ­stico. O consumo em massa despersonifica e todos ficam Ã¡vidos para dar um verniz de originalidade na continuidade do Ã³bvio. Li outro dia que determinada banda tinha "atitude", Ã© certo que tal declaraÃ§Ã£o tem muito da espontaneidade que se ajusta a uma determinada faixa de pÃºblico, nÃ£o favoreceu em nada na compreensÃ£o do conteÃºdo do objeto observado. Marketing Ã© um dos vÃ­cios destas prÃ¡ticas e nada tem de arte.]]></description><pubDate>Mon, 02 Mar 2009 10:25:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
