<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Comentários de DÃ©bora Carvalho</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios</link><description>DÃ©bora Carvalho</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Tue, 12 Jun 2012 16:25:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>A galera que cresceu aprend...</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=176740</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[A galera que cresceu aprendendo sexo com vÃ­deo pornÃ´ nÃ£o sabe lidar com uma mulher de verdade na cama. Na vida real mulher nÃ£o gosta de ser "pegada" nem de "pegar" do jeito que aparece nesse tipo de vÃ­deo. AÃ­ abrem-se as portas do brejo dentro do relacionamento. Pior - o homem tambÃ©m nÃ£o gosta, sÃ³ que, se foi assim que aprendeu, demora um tempo para desaprender e aprender a ter uma relaÃ§Ã£o mais quente, bem mais quente e apimentada do que o que se mostra nesses vÃ­deos. ]]></description><pubDate>Tue, 12 Jun 2012 15:50:00 -0300</pubDate></item><item><title>Aha, vou dar essa dica para...</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=174900</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[Aha, vou dar essa dica para meu marido. Ele fica meia cerca de meia hora cada aguardando o excremento... sem fazer nada. Pobre coitado. E quanto a vc, cague rapidinho e vÃ¡ ler no sofÃ¡ ou na cama, que Ã© muito mais confortÃ¡vel, uÃ©. rs]]></description><pubDate>Mon, 21 May 2012 12:33:00 -0300</pubDate></item><item><title>NÃ£o desde cedo</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=145376</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[Eu demorei para aprender a dizer nÃ£o. Mas acho que minha filha nÃ£o sofre desse problema. Aos 8 meses ela jÃ¡ acenava o nÃ£o com a cabeÃ§a e com 12 jÃ¡ falava nÃ£o. Agora, com 17 meses ela fala nÃ£o em vÃ¡rios tons diferentes, inclusive de raiva quando a gente insiste. (TÃ´ muito orgulhosa dela).]]></description><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 16:15:00 -0300</pubDate></item><item><title>Mil vezes melhor em casa</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=144721</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[Eu odeio quando vou a um restaurante badalado, vejo meu marido pagar uma conta absurdamente cara, para comer uma comida que eu faÃ§o mil vezes melhor em casa. SÃ³ que nÃ£o sirvo no prato... ]]></description><pubDate>Tue, 27 Sep 2011 18:30:00 -0300</pubDate></item><item><title>Vamos evoluir!</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=132445</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[Socorro! Conceito de "raÃ§a" nÃ£o existe cientificamente. Somos todos a "raÃ§a" humana. Ã‰ incrÃ­vel perceber que, nas relaÃ§Ãµes humanas, apenas a tecnologia evolui e integra - ao passo que o cÃ©rebro de muitos continua na Ã©poca dos tempos da segregaÃ§Ã£o. Vamos evoluir! Vamos todos ser humanos - o que implica todas as nossas diferenÃ§as. A igualdade estÃ¡ no direito a ser diferente, em todos os sentidos.]]></description><pubDate>Tue, 07 Jun 2011 12:48:00 -0300</pubDate></item><item><title>Me preparando psicologicamente</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=129049</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[Como me identifiquei com este texto. A minha jÃ¡ vai fazer um ano e eu fico aqui me preparando psicologicamente para quando ela crescer. JÃ¡ Ã© difÃ­cil aguentar como ela aceita ir no colo de todo mundo, fica de boa com a babÃ¡... e ama ficar no chÃ£o brincando. Mas quando decidi ter um filho, fiz isso depois de pensar muito que gostaria de ter alguÃ©m para esperar no Natal. E sÃ³. ]]></description><pubDate>Mon, 16 May 2011 14:45:00 -0300</pubDate></item><item><title>Qual o valor do livro?</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=125872</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[AhÃ¡, Samantha! Quer dizer que vocÃª nunca perdeu um livro de papel ou emprestou para alguÃ©m que nÃ£o devolveu, deu fim e jura que nÃ£o pegou o livro emprestado de vocÃª? E-book eu nunca perdi. Mas o Ãºltimo livro que estraguei foi um que comprei pelo Submarino e... lendo na rua, caiu o maior torÃ³. A chuva que me pegou de surpresa deu um banho em nÃ³s dois. Quanto ao preÃ§o... na condiÃ§Ã£o de pessoa que vive das palavras, acho justo que o valor seja o mesmo. DÃ¡ o maior trabalho escrever um texto decente, digno de ser lido. Agora, papel? Quanto vale uma Ã¡rvore derrubada? O valor do livro estÃ¡ no papel, na mÃ­dia ou nas palavras que ele trÃ¡s?]]></description><pubDate>Thu, 10 Mar 2011 17:59:00 -0300</pubDate></item><item><title>O resto Ã© enrolaÃ§Ã£o</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=125868</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[Por isso, eu acho que, por mais que a escola nada ensine, ela pode abrir a porta para o aprendizado. No meu caso, poderia ter estudado apenas o Ensino MÃ©dio e depois a faculdade, que para mim deveria ser de apenas 2 anos porque o resto Ã© enrolaÃ§Ã£o. Por saber como Ã© a vida dentro e fora da escola, na condiÃ§Ã£o de alguÃ©m que ficou do lado de fora atÃ© os 15 anos de idade, Ã© que concordo em parte com o autor desse artigo. AtÃ© por concordar 100% com a frase: "NinguÃ©m ensina nada. Ã‰ a gente que aprende ou nÃ£o." EntÃ£o, se os alunos se prestam a passar tanto tempo na escola para aprender nada, talvez a culpa nÃ£o seja dos professores. Eles podem atÃ© ensinar do jeito errado, arcaico... mas ao menos eles indicam algo para se aprender alÃ©m de destruir o corpo, ser violento e fazer um monte de bobagens.]]></description><pubDate>Thu, 10 Mar 2011 13:34:00 -0300</pubDate></item><item><title>EstÃ¡ explicado</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=125867</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[Ao saber que entrei na escola com 15 anos, ele disse: "EstÃ¡ explicado. VocÃª nÃ£o foi estragada pelo sistema engessado da escola. A escola nÃ£o estragou sua forma de pensar, de aprender, de se comunicar. Seus pais foram muito corajosos. AgradeÃ§a a eles por isso." Perdi a vergonha de ter entrado na faculdade aos 21. Eu morria de vergonha de sempre estar com gente mais nova. Fiz muitos amigos, ajudava os colegas a passarem de ano com grupos de estudo - voluntariamente. Na faculdade - mesmo nÃ£o a tendo concluÃ­do por falta de paciÃªncia (fiz 3 anos) - descobri a biblioteca do Ensino Superior, os autores que importam e o que eu precisaria saber para seguir na minha profissÃ£o. Aprendi a ter mais confianÃ§a em mim, na minha capacidade. Foi Ã³timo para minha independÃªncia, para a autoestima e para que eu tivesse certeza de estar no caminho certo. Esse feedback foi fundamental para mim. Do Fundamental o que fez a diferenÃ§a foi o livro "Sonhando Alto", de Ben Carson.]]></description><pubDate>Thu, 10 Mar 2011 13:30:00 -0300</pubDate></item><item><title>Perdi tempo</title><link>http://www.digestivocultural.com/comentarios/default.asp?codigo=125866</link><dc:creator>DÃ©bora Carvalho</dc:creator><description><![CDATA[Minha frustraÃ§Ã£o veio com a primeira prova de geografia: eram 5 capÃ­tulos do livro. Mas sÃ³ cairam as perguntas dos questionÃ¡rios, igualzinho. "Pra que estudei os 5 capÃ­tulos se sÃ³ iria cair os questionÃ¡rios do livro? Perdi tempo." O incrÃ­vel era ter que explicar minhas respostas aos professores que corrigiam tudo pelo gabarito do livro do professor e sÃ³ olhavam as palavras-chave. Eu escrevia com minhas palavras, e ia alÃ©m. Ao pedir explicaÃ§Ã£o para o meio certo, minha nota sempre mudava para 100% certo, com um elogio - vocÃª vai longe, menina. VocÃª sabe pensar. Nas respostas dos deveres de casa era a mesma coisa. Terminei o Ensino MÃ©dio com trabalhos chamados de "nÃ­vel superior" pelos professores. E minha monografia experimental na faculdade de jornalismo foi comparada a uma tese de mestrado. Na faculdade, sÃ³ eu acertei a resenha de primeira porque sÃ³ eu entendi o conceito de crÃ­tica dado pelo professor que quis conversar comigo para saber quem eu era - sÃ³ por causa das minhas palavras...]]></description><pubDate>Thu, 10 Mar 2011 13:23:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
