<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Ensaios de Ronaldo Correia de Brito</title><link>http://www.digestivocultural.com/ensaios</link><description>Ronaldo Correia de Brito</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Sun, 09 Jan 2011 23:00:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>Para onde estão me levando?</title><link>http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=390</link><dc:creator>Ronaldo Correia de Brito</dc:creator><description><![CDATA[Quando eu era menino, vivia a lembrança aterrorizante dos cangaceiros, no sertão onde nasci e na fazenda de minha avó, lá no Ceará, que nem possuía bandos de cangaço. Quando cheguei ao Recife, em 1969, um ano após o AI-5, conheci o braço pesado da ditadura e a luta clandestina da esquerda. Mas todas essas vivências se apequenam se comparadas ao atual cenário de violência das cidades brasileiras. Deprime, dá vontade de fugir.]]></description><pubDate>Mon, 03 Jan 2011 01:28:00 -0300</pubDate></item><item><title>Onde botar os livros?</title><link>http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=363</link><dc:creator>Ronaldo Correia de Brito</dc:creator><description><![CDATA[Por que teimo em guardar os livros se tenho certeza que nunca os lerei? Por cupidez ou esquecimento. Mais provavelmente porque os deixei na oitava prateleira de minha estante monumental, onde quase nunca os alcanço. Amamos até mesmo os que nunca lemos, pois eles fazem parte de nossa história. O desmonte de uma biblioteca nos obriga a repensar o significado dos livros, a avaliar se continuamos ou não com eles, a desfazer um contrato amoroso que dura trinta ou quarenta anos.]]></description><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 22:05:00 -0300</pubDate></item><item><title>Entre o jornalismo e a academia</title><link>http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=336</link><dc:creator>Ronaldo Correia de Brito</dc:creator><description><![CDATA[No jornalismo, os espaços reservados à literatura foram ocupados pelas resenhas, um tipo de texto que se afasta do ensaio acadêmico. Os leitores preferem informações ligeiras e superficiais. Ou talvez a literatura tenha perdido o prestígio em relação às outras artes. Há excesso de informação e escassez de tempo para ler. A crítica literária talvez ocupe, nos dias de hoje, um espaço limitado a um pequeno universo de leitores.]]></description><pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>O legado de Graciliano Ramos</title><link>http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=327</link><dc:creator>Ronaldo Correia de Brito</dc:creator><description><![CDATA[Qual o legado de <I>Vidas Secas</I> para a literatura brasileira? São muitas as respostas. Tornou-se quase estereótipo referir a exatidão, as frases curtas e limpas de excessos humanos, o ritmo dado às frases, a escolha certa das palavras, a eliminação de tudo o que não é essencial. Porém, o maior legado de <I>Vidas Secas</I> é o de uma escrita em que é possível reconhecer a linguagem no processo de tornar-se literatura.]]></description><pubDate>Mon, 19 Oct 2009 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Machado e os contemporâneos</title><link>http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=273</link><dc:creator>Ronaldo Correia de Brito</dc:creator><description><![CDATA[Muitos escreveram sobre Machado de Assis no aniversário de cem anos de sua morte. São inumeráveis os ensaios críticos, as teses de mestrado e doutorado, os estudos de personagens. Essa polissemia demonstra a força e a atualidade da obra machadiana, seu poder de multiplicar-se em novos livros e também em filmes, especiais de televisão e revistas em quadrinhos. Machado está mais vivo do que nunca; virou unanimidade brasileira, um cânone internacional. Mas nem sempre foi assim.]]></description><pubDate>Mon, 29 Sep 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Artistas não são pirados</title><link>http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=179</link><dc:creator>Ronaldo Correia de Brito</dc:creator><description><![CDATA[Entre as balelas inventadas pela modernidade, uma foi estabelecer nexo entre arte e loucura, como se o artista fosse necessariamente um alucinado. O verbo "surtar", do jargão psiquiátrico  que significa a perda de controle sobre si mesmo, a entrada num estado paranóide ou delirante com todas as dores próprias da alucinação , ganhou <I>status</I> e <I>glamour</I>. Hoje em dia todos surtam. É a moda...]]></description><pubDate>Mon, 23 Oct 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
