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Segunda-feira, 16/3/2009
Epicentro, o TED brasileiro?

Julio Daio Borges




Digestivo nº 407 >>> A internet tem mania de lançar coisas novas. Quase a exemplo das obras públicas no Brasil, parece sempre mais fácil começar algo "do zero" do que manter o que já existe, corrigir ou simplesmente aperfeiçoar. Talvez seja um problema do mundo virtual, onde, para apagar — ou melhor, "deletar" —, alguns toques no teclado ou cliques no mouse costumam bastar. Nesse mar de inovação on-line, como não se confundir com iniciativas lançadas no ritmo do Twitter? Ricardo João Magalhães encontrou uma forma — inovadora? —, mas pode ter se complicado na mesma medida em que adquiriu súbita notoriedade. Ricardo organizou o Epicentro, que acontece dia 19 de março agora, em São Paulo, reunindo 16 palestrantes com o objetivo de "trocar ideias que valem a pena espalhar". Tudo bem, se o slogan não fosse a tradução literal de "Ideas worth spreading" e se o Epicentro não se incomodasse em receber a alcunha (ou mesmo autointitular-se) "o TED brasileiro". O TED —"Technology, Entertainment, Design" —, além de, originalmente, ter esse slogan, nasceu na Califórnia, nos anos 80, mas ficou efetivamente conhecido por disponibilizar palestras com luminares on-line. O TED acontece "ao vivo", naturalmente, mas seu alcance é muito maior graças à geração YouTube, iPod e das redes sociais. O Epicentro vai ter Aleksander Mandic, Pedro Mello e Christian Barbosa, entre outros, mas seu real valor pode estar nas discussões que já andou gerando, em blogs como os de Fabio Seixas e Cris Dias (o primeiro igualmente palestrante).
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>>> Julio Daio Borges
Editor
 

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