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Quarta-feira, 29/8/2001
Amélia: mulher de verdade?
Julio Daio Borges

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Digestivo nº 47 >>> Gore Vidal causou alvoroço na "America" ao exercitar sua verve de polemista profissional e, mais uma vez, defender o terrorista Timothy McVeigh (aquele da bomba de Oklahoma City, recentemente executado em cadeia mundial de rádio e tevê). Não à toa, Vidal escolheu (como palco) as páginas de uma das bíblias do Império Yankee: a Vanity Fair. Pinçar seu ensaio, portanto, e reproduzi-lo fora de seu contexto original (como o Estadão fez, por exemplo) tira do leitor a chance de imaginar o que é dividir espaço com Penélope Cruz, Martha Stewart e Woody Allen, os "sweethearts" da America. Gore Vidal é hoje um senhor em idade avançada e atacá-lo seria uma temeridade. De qualquer jeito, será que ele não percebe que (embora critique o Tio Sam com veemência há décadas) também desempenha o seu papel no imaginário dos Estados Unidos da América? O grande feito dos EUA, durante todo o século XX (e provavelmente século XXI), não foi vencer as guerras, muito menos tornar-se potência hegemônica, foi, isso sim, vender beleza, gosto e inteligência. Exatamente como a Vanity Fair. Os Estados Unidos foi muito menos uma imposição tirânica (como as esquerdas querem crer) do que uma alternativa sedutora: desde o Faroeste até o Jazz, desde Hollywood até o Pop, desde Walt Disney até Bill Gates. Gore Vidal deve estar brincando se quer mesmo fazer política em meio a anúncios de Calvin Klein, Prada, Saks, Donna Karan, DKNY, Tommy Hilfiger e Victoria's Secret. E os saudosos do Muro de Berlim devem continuar se iludindo se acham que o "inimigo" está encastelado na Casa Branca, quando, na verdade, os USA vão fazer a cabeça de crianças, jovens e adultos como sempre fizeram: vendendo civilização. Se Vidal e os socialistas querem derrotar Big Brother, deveriam, antes, verificar se existe alternativa a ele.
>>> http://www.vanityfair.com
 
Julio Daio Borges
Editor

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