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Sábado, 6/4/2019
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Porque dizer adeus?

Amor, apego ou afeição profunda,
Sentimento do corpo e da alma,
Luz que clareia nossos caminhos,
Eleva o espirito e ao corpo acalma.

Popularizado como coisa pegajosa,
Gruda nas paredes das entranhas,
Enraizando-se por todo o corpo,
Produzindo sensações estranhas.

Ele dói, enquanto anima a vida,
Alegra, transborda, eleva e vivifica,
Rejuvenesce e explora sentimentos,
Provoca, acaricia, paralisa, mortifica.

Quando lembramos de um adeus,
A razão foge, a emoção trás o louco,
O coração reduz o seu pulsar,
O físico por certo, morre um pouco.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
6/4/2019 às 16h50

 
Direções da véspera IV

Fora-se o brilho dos tempos dourados.
Em esquiva das penas, o viajante sorvia
insânia. E se alimentava da própria carne.
Naqueles lugares de angústia, – entre mortos
e feridos – salvou-se a Arca de Noé.
Os homens? Se salvariam?
Alguns perderam a memória. Outros,
na pele gravaram lembranças.

No calendário, mudaram-se as datas.

Mas, que vestígios são esses
no miolo do pão, esfriando sempre?

(Do livro Travessias

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Postado por Blog da Mirian
6/4/2019 às 09h12

 
Direções da véspera IV

Fora-se o brilho dos tempos dourados.
Em esquiva das penas, o viajante sorvia
insânia. E se alimentava da própria carne.
Naqueles lugares de angústia, – entre mortos
e feridos – salvou-se a Arca de Noé.BR> Os homens? Se salvariam?
Alguns perderam a memória. Outros,
na pele gravaram lembranças.

No calendário, mudaram-se as datas.

Mas, que vestígios são esses
no miolo do pão, esfriando sempre?

(Do livro Travessias

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Postado por Blog da Mirian
6/4/2019 às 09h12

 
A pílula da felicidade

Ser feliz é o que buscamos,
Não importa onde e com quem,
Esse intento é instintivo,
Não sendo privilégio de ninguém.

Por vezes vamos além,
Na busca da felicidade,
Ultrapassamos os nossos limites,
Utilizando-nos da velha vaidade.

Deus, porém, usando sua bondade,
Tudo pôs ao alcance da mão,
A natureza é pródiga,
Prontamente nos mostra a solução.

Veja como Deus tem a razão,
Bons frutos e belas flores,
O sombreiro das árvores copadas,
Nelas, passarinhos trovadores.

Lagos e rios em resplendores,
Cachoeira decantando os sentimentos,
Das grandes as pequenas criaturas,
Vão cumprindo na terra seus intentos.

De rosto livre aos ventos,
Não me canso de a todos contemplar,
A natureza é a minha paz de espirito,
O meu porto, aonde eu posso atracar.

A felicidade não é difícil de achar,
Deus nos deu a natureza,
Nos deu o som, o cheiro e a visão,
Para ouvir, sentir e admirar a beleza.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
5/4/2019 às 15h34

 
Dispendioso

Os
ventos
varreram
tudo
e
todos

chegando
exaurir-se
em
si
mesmo
e
ainda
assim
permanecem
intactos...

Ante
blocos
de
concreto
os
ventos
se
eternizam
e
pedras
viram
areia

Alísios
alisam
ou
nos
despenteiam...

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Postado por Metáforas do Zé
5/4/2019 às 09h47

 
O mês do Cinemão

Março foi um mês diferente. Fui pouco ao cinema e algumas dessas sessões foram no que chamamos de Cinemão. Blockbusters que são exibidos nos cinemas convencionais. Foi uma experiência que não tinha havia meses, pouco me lembrava de como era, mas logo lembrei porque tinha deixado isso de lado.

Os filmes que assisti foram Sai de Baixo (dirigido por Cris D’Amato e roteiro de Miguel Falabella), Escape Room (de Adam Robitel) e Nós (de Jordan Peele, mesmo diretor de Corra!). Todos esses me agradaram, embora seja uma sequência de clichês e cenas previsíveis, são bons filmes. Sai de Baixo continua com aquela comédia dos anos 1990, que ainda nos dias de hoje foi recebida com muitas risadas do espectador. Já Escape Room é um filme que traz alguma coisa de Jogos Mortais, e foi isso que vi muita gente comentando. Mas se afasta dos filmes de James Wan quando notamos que sobreviver as salas não é uma questão de aprendizado e superação, mas uma coisa impossível, pois você será morto pelos criadores do jogo de qualquer maneira. Nós foi o que mais gostei. Assisti Corra! na TV e achei que valeria a pena ver esse novo filme de Peele no cinema, não me arrependi, gostei de todo aquele suspense e tensão. Talvez seja a tela grande, mas no fim achei melhor que Corra!.

Mas como eu disse, logo lembrei porque fazia tanto tempo que não ia nesses cinemas. Para começar, eles ficam em shopping, um espaço pequeno para a quantidade de pessoas que vão lá ao mesmo tempo. Depois de uma fila de 20 minutos para conseguir comprar o ingresso, você assiste mais 15 de trailers e propagandas (trailer é uma coisa que evito o máximo que posso, prefiro correr o risco de ver o filme completo no cinema). Não gosto de ficar reclamando das coisas, mas isso acaba em pequenos ataques de ansiedade e algumas vezes já desisti de ver o filme, mesmo com o ingresso em mãos.

Mas no fim foi uma experiência boa, que devo repetir uma vez ou outra. Nas três ocasiões as salas estavam cheias e isso me deixou bem feliz, é bom ver que muita gente ainda vai ao cinema. A sensação de estar diante da tela grande é maior do que qualquer conforto de assistir um filme em casa. Espero que esse mês consiga ir ao cinema mais vezes, qualquer um deles, e voltar a escrever com mais frequência. Acho que esse conjunto (cinema e escrever) é o melhor remédio para os longos dias de trabalho.

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Postado por A Lanterna Mágica
2/4/2019 às 08h42

 
O NAVEGANTE DO TEMPO

Tomou o bonde circular e embarcou para o século passado. O condutor com a destreza de um malabarista aproximou-se, equilibrando-se no estribo como se já tivesse nascido ali. Balançou para ele a mão direita onde as antigas moedas de níquel chacoalhavam unidas umas às outras, feito soldados numa parada militar, cobrando a passagem.

O passageiro enfiou os dedos no bolso da calça, onde só havia moedas atuais, mas o condutor que o conhecia de há muito disse não haver problema algum. Amanhã o senhor acerta tudo, doutor. E levou a mão direita à pala do quepe de seu uniforme azul-marinho num gesto de deferência.

Está tudo muito estranho neste trajeto, pensou o passageiro, vários são meus contemporâneos, mas voltaram todos ao tempo de criança e nem sequer me reconhecem...

São fantasmas do passado ou estou delirando? Não sabia responder à própria pergunta nem como embarcara naquele veículo elétrico anacrônico, cujos trilhos tinham sido removidos da cidade fazia mais de meio século.

Deteve-se então no exame minucioso do interior do coletivo, onde os longos bancos de ripas de madeira envernizada causaram-lhe a sensação de familiaridade de quem neles se sentara incontáveis vezes. No teto do veículo, os mesmos reclames de antigamente propalavam a excelência dos produtos anunciados, inclusive a propaganda de um famoso elixir cujo nome ele guardara na memória: Rum Creosotado.

Após essa inspeção interna, lançou o olhar para a paisagem urbana que se desenrolava ao longo do percurso como num filme antigo que resgatasse a arquitetura das desaparecidas casas de centro de terreno, com árvores frondosas e flores nos jardins, enquanto o velho bonde sacolejava e rangia na bitola estreita dos trilhos. Comparando-o a uma caravela em mar revolto, chegou a esboçar um arremedo de sorriso ao se considerar uma espécie de navegante do tempo. Nisso, um insólito lampejo de consciência, como se, de repente, emergisse de um sonho, sacudiu-o de cabeça aos pés -- diabos, como vim parar aqui?

Jamais deixamos de fazer este trajeto, doutor, mas só os escolhidos se apercebem disso, pareceu-lhe escutar a voz do motorneiro que, bem distante dele, movia a manivela de direção, concentrado no comando do bonde.

Daqui a duas paradas, vai subir no bonde aquele viúvo, que levava sempre consigo o seu violino para tocar no túmulo da esposa a mesma música, ele se surpreendeu pensando, com uma certeza premonitória, e, ao mesmo tempo, recriminando-se por ter, quando menino, seguido secretamente aquele homem até o cemitério, junto com uma malta de colegas do ginásio, para depois imitarem, entre risos e zombarias, numa mímica grotesca, um recital de violino.

Estava ainda às voltas com esses pensamentos terríveis quando o bonde parou para que o violinista subisse no estribo e se acomodasse no mesmo banco onde se encontrava o passageiro idoso, que, olhando-o de soslaio, surpreendeu-se ao ver que o viúvo não envelhecera como ele, era, sim, o menino de outrora, carregando o estojo do violino para aula de música. É preciso ter calma e ponderação: na verdade esse garoto que vejo é muito mais velho que eu, e pelos meus cálculos o garoto e futuro viúvo já deveria estar debaixo da terra. E esses outros passageiros também permanecem imunes à passagem das décadas, inclusive o condutor e o motorneiro, enquanto ele já velho a tudo assistia através das grossas lentes dos óculos de grau que agora usava como um apêndice indispensável. Engoliu a custo um silêncio amargo - o que fizera outrora, quando adolescente, tinha requintes de uma crueldade inominável. Sentiu-se tremendamente envergonhado. Sim, estava pagando por isso um alto preço. Teve que fazer um esforço sobre-humano para não confidenciar ao menino e futuro viúvo que não se casasse com a mulher que morreria na flor da idade. Não queria passar por maluco e nem poderia imaginar como seria a reação do estudante de violino, agora apenas uma criança. Seria certamente internado num hospício como um louco perigoso e de lá só sairia morto. 

Esse dilema trágico aumentou ainda mais seu sentimento de culpa, quando voltou à realidade absurda do retrocesso no tempo, quem sabe por escapismo ou talvez por um gesto desesperado de autodefesa, como algo que ficaria dentro de si sem resposta alguma, sob a forma de uma eterna interrogação. Matar-se, cometer suicídio? Era covarde demais para isso.

Buscava febrilmente outra solução, algo pragmático, que não iria decerto aplacar suas insônias que viraram uma constante em suas noites, e quando cochilava de pura exaustão era pior ainda, acordava berrando em agonia por causa dos pesadelos persecutórios.

Preciso encontrar, preciso encontrar, está aqui dentro de minha cabeça. Dizem que quem procura, acha, embora haja controvérsias.

Mas ele achou, pois essas coisas acontecem no universo ficcional, se o personagem conseguir impressionar o autor que o criou...

E foi isso que se deu, precedido dos toques de trombetas bíblicas que só o idoso escutou.

Vou consultar urgentemente o oculista, pois essas lentes estão fracas demais. Em seguida, retirou os óculos para limpar as lentes com o lenço, pensando que, além de fracas, estavam completamente embaçadas...

Ayrton Pereira da Silva



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Postado por Impressões Digitais
1/4/2019 às 16h38

 
A vida, eterna brincadeira

Eu sempre bendigo a vida,
Cuido dela com carinho,
Sem espinho, Deus me deu.
Fui criança, fui menino
E tive os prazeres meus.

Quando bem pequenininho,
Com meus irmão eu brincava,
Com bola de couro e meia,
Tampão de dedos deixava,
Junto as pedras da areia.

Meu existir? sempre intenso,
Na cidade ou no campo,
Com os amigos eu brincava,
Com carrinhos ou pirilampos,
Brincadeiras? Eu criava.

Com os meus irmãos brinquei,
Com os amigos, oh! felicidade.
Com meus filhos brinquei demais
E disso eu sinto saudades,
Síndrome do amor de pai.

A vida é eterna brincadeira,
O tempo confisca as amizades,
Mas sigo brincando com a neta,
Isso, para mim é felicidade,
Digo, minha vida está completa.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/4/2019 às 08h07

 
Da amizade

Com palavras não há como expressar,
Um sentimento fiel de afeição,
Será quase nada o que diz uma palavra,
Diante da sensibilidade do coração.

De apreço, estima ou ternura não se fala.
A verdadeira amizade é para se viver.
Quão difícil é associar a palavra amigo,
Em conformidade com um bem querer.

Amigo, amiga, palavra que aconchega
E acalenta aquele que está mais perto,
A amizade não se vê, sente-se.
Com atos e fatos, deveras concreto.

A amizade é uma palavra sublime,
Tem corpo, tem alma e pulsa emoção.
Não nasce do dia e tão pouco da noite,
Mas do ato sentir, no íntimo do coração.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/4/2019 às 08h00

 
Siameses

Ramos
&
Raízes

Uns
exploram
os
sais
da
terra

Outros,
o
canto
dos
pássaros

Irmandados,
Benditos
sejam
os
frutos

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Postado por Metáforas do Zé
31/3/2019 às 22h30

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