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Terça-feira, 15/4/2003
O que o cowboy texano não sabe
Daniel Aurelio

+ de 4000 Acessos
+ 3 Comentário(s)

Começemos com uma verdade irrefutável, causa mortis de um punhado dos cidadãos de (bom) senso pré-cartesiano na Idade Média: a terra não é o centro do universo. Assimilado? Fácil, né? Verdade irrefutável dois: este planeta é algo oval, ou seja, não é, pasmem, esférico como uma bola de futebol. Até ai sem problemas, ok? Agora, aumentemos o grau de informação deste artigo com uma evidencia elementar da geografia: o Planeta Terra é cortado por grandes oceanos e bipartido em ocidente e oriente. Pronto para um grande desafio? Pois ocidente e oriente, por um conjunto de razões históricas, acabaram por assimilar elementos culturais absolutamente distintos, constituindo-se em universos paralelos numa mesma atmosfera.

Antes que o afortunado visitante do Digestivo Cultural indigne-se com o suposto caráter ofensivamente tatibitati destas linhas e profane a memória de minha família, faço tremular a bandeira branca.

Permita-me, entretanto, uma última afirmação de básico empirismo: se tu tens duas teorias que comprovam um mesmo fenômeno, a resposta mais correta é a que parece mais modesta. Afinal, toda gordura de cientifismo deve ser eliminada em face á maior objetividade. Em linguagem popular, que é a válida em tempos caóticos, diria que a vida é feita de detalhes simples. E óbvios, como as afirmações acima postuladas.

Agora, a transposição: assim que o primeiro míssil da coalizão anglo-americana atingiu o território iraquiano, um editorial brilhante de Matinas Suzuki Jr, no IG, entrou pelos ares virtuais. Nele, o jornalista pontuava considerações visceralmente contrárias à guerra (caixa de ressonância da opinião pública pacífica que representa), acertando com a precisão de um B-52 o ponto nevrálgico do conflito: seja qual for o resultado da investida norte-americana, se culminará com o aniquilamento da força politica vigente no Iraque, se Saddam e sua turma estarão mortos ou não, o fim será idêntico: derrota dos EUA acachapante. Porque isto está no gene da outra forma de viver que não a nossa e sobretudo em seus livros de história, que contarão o quão sanguinário foi o líder do "Império", George W. Bush. E, como até o mais displicente leitor de Freud sabe, o processo de educação é fundamental, onde se definem e modulam os homens, e por extensão, o comportamento de seu povo. Surgirão outros Saddans, outros Bin Ladens e as máximas do nacionalismo yanque ficarão perdidamente abaladas.

Questão de prisma. Com que olhos você vê isso tudo. Você não pode vislumbrar o Oriente Médio como um conjunto de nações (só) aparentemente autônomas e homogêneas, como é o Reino Unido, a America do Sul, etc. Qualquer divagação que não leve em conta que este pedaço do mundo é retalhado em etnias e não Estados (convenções protocolares) é inócua. Logo, percebe-se que a possiblidade de reestruturação nestes países é baixíssima, ainda mais quando se deseja impor um modelo ocidental, de raízes gregas, mas cuja democracia é extremamente duvidosa. José Simão, em caustico e jocoso comentário na Folha de São Paulo, questionava-se de quantos foram os governos democráticos, pacíficos e respeitadores dos direitos humanos que se sucederam aos países bombardeados pela máquina bélica americana no pós II Guerra Mundial: Nenhum. Na retórica eloqüente dos presidentes republicanos ou democratas, todos. O que sobrou deles, ademais, foram ruínas, embargos econômicos, ditaduras de outro viés, descentralizações, guerrilhas civís e muita confusão.

Se o buscapé republicano, atualmente hospedado na Casa Branca, tivesse um mísero quinhão de lógica, não atearia fogo em vão. Nada mudará do lado de lá, ou melhor, todas as "desgraças" aplicadas pelo "gigante imperialista" serão devolvidas com mais ódio no futuro, com mais gente disposta a morrer pelos fundamentos de sua fé. E é muito razoável que um único homem-bomba possa provocar um belíssimo estrago em uma unidade militar, mesmo que aprumada com o supra-sumo da industria tecnológica de guerra.

Caso exemplar é a invasão sorrateira do exército turco ao pedaço iraquiano majorativamente dominado pelos curdos. Não é uma afronta ao poderio de ninguém, não é uma questão Iraque vs. Turquia, o assunto é entre etnias - no limite, entre partidos políticos nascidos no ventre deles - o que demonstra a panela de pressão fervilhante que é o Oriente Médio, inadvertidamente atacado pela obra de mentes perturbadas do ramo petrolífero, curiosamente tripulantes da nave-mãe do capitalismo: o governo dos Estados Unidos da América.

O que fazer então? Passar como um rolo compressor por eles e apagar este naco espacial, dito "atrasado", de uma vez? Na teoria do liberalismo, por definição, existirão sempre os vencedores e os perdedores. Então isto poderia ser explicado em falácias acadêmicas no futuro? Alguém teria de ser sacrificado nessa terra de gigantes?

Em ocasião da primeira Guerra do Golfo, em 1991, este mesmo autor, aos dez anos, diria que sim. E seguramente o resto do mundo ocidental compactuava com a tese maniqueísta. Saddam fora pintado pela propaganda dos EUA como o próprio demonio, o que de fato é. O problema estava, porém, nas cores fortes utilizadas pelos artistas belicosos. O filho e sua trupe (basicamente a da época) recorreram ao mesmo procedimento, mas derraparam feio no quesito "momento de atacar" (papai sabiamente aguardou a invasão iraquiana ao território kwaitiano). E acabaram por mostrar que as vestes de super-herois eram do mais barato e vulgar tecido. Maquinaram de tudo um pouco: forjaram documentos, cooptaram seus asseclas de fidelidade mais canina e desrespeitaram ordens expressas da ONU. Ao esbofetear a cara da diplomacia internacional, Bush e Blair poderiam, sem exagero, provocar a extinção da raça humana, se determinados países se sentissem insultados e partissem para o troco insano. E olha que não faltam potencias prontas para lutar contra o que há tempos denominam de "Império do mal".

Os EUA possuem o maior poderio político e econômico da história da humanidade, desde o Império Romano, com a vantagem de expandir seu domínio facilmente por uma das metades da bola de futebol, numa bem arquitetada fórmula subliminar, agindo na educação e na formação das massas sem que nós, injetados neste universo, esboçemos uma reação eficaz. A dinâmica do mercado, a frivolidade das deturpadas idéias de democracia e liberdade e sua hipnótica industria cultural acarretam a "lenta e gradual" diluição de nossas raízes.

Mais do que uma quantidade dantesca de petróleo, azeite do sistema vigente por excelência, os EUA buscam a afirmação de sua supremacia estrutural e super-estrutural (leia-se sentidos, simbologias, tradições, instituições, e modos de socialização), ironicamente partindo da mesma premissa famigerada de Hilter (o "bem" contra o "mal" é uma atualização para o conceito ariano de "superior" e "inferior"). E para aqueles que resistem em não sê-los servis, restam-lhes as restrições econômicas, a miséria e o convívio natural com a morte anunciada. E, no caso de possuir em seu governo um ditador facínora que há 23 anos está no comando, bombas cirugicas que irrompem o céu de chumbo, e divertem a asséptica plebe ocidental, explodirão.

E não serão bandeirinhas brancas, clamores de paz multirraciais, canções de Lennon e crianças placidamente sorridentes que os comoverão a cessar essa matança. Não se espante, portanto, se o sangue derramado por G. W Bush for retrucado com mais sangue despejado por ataques terroristas. Assim como o lamentável 11 de setembro (cicatriz exposta no coração estadunidense) fora uma resposta às décadas de opressão do sistema econômico do qual os EUA são os porta-vozes e maiores entusiastas.

Well...Elementary, Mr. Bush.


Daniel Aurelio
São Paulo, 15/4/2003


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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
22/4/2003
09h54min
Só um exemplo de democracia surgida depois de uma guerra americana: Coréia do Sul. Existem inúmeros outros exemplos, só não vê quem não quer.
[Leia outros Comentários de Roque Villalba]
22/4/2003
17h36min
Saudações, Roque! Vamos lá: Saddam era aplaudido pelos EUA durante os anos de conflito entre Irã e Iraque, assim como os guerrilheiros afegãos então capitaneados pelo árabe Bin Laden, foram financiados pela Casa Branca na sua resistência à URSS nos anos 80. Ok, que democracias são essas? Precisou a máquina bélica enfiar torpedos nas fuças dessas cobras, criadas com a sua própria ajuda! Burrice? Jogo politico decerto. Quem vai lembrar desses detalhes, a nossa memória anda tão periclitante...Democracia moderna, em sua definição, é romântica, utópica, totalmente voltada a noção iluminista de emancipação do homem. Desconfie, porém, de qualquer nação que lute em nome dela. Onde há fraude eleitoral (ops! USA?)e fervor dogmático religioso (Islã? Mas e o protestantismo republicano da familia yanque média?), não há homens efetivamente livres. Tudo bem, usurparam a palavra democracia, legal...Coréia do Sul é democrata. Na lógica do capital, só tenho que concordar contigo. É bom abrir as fronteiras. Agora, mudando de assunto: vc viu quem o governo americano quer colocar como futuro presidente do novo Iraque? Um paspalhão condenado por corrupção. Tudo a ver. Rouba mas faz. Deus me livre. P.S: bom, de todo modo, devemos fechar em uma coisa: ditaduras de esquerda ou direita são repugnantes e injustificaveis. Assim como as guerras. Fecha a conta, garçom! Democracia é isso. Um bom debate como esse. Valeu pelas considerações sagazes Roque.
[Leia outros Comentários de Daniel R Aurelio]
2/5/2003
11h46min
Saudações,Daniel. Saddam foi apoiado por ser o "mal menor". Entre ele e o Aiatolá Khomeini, quem você escolheria? Bin Laden ao contrário do que é dito por aí não foi financiado pela Casa Branca,mas sim por seu próprio dinheiro. Os americanos ajudaram outros mujahedin na época da luta contra a URSS,mais especificamente a Aliança do Norte,que foram aliados deles nesta última guerra. Esta presença de militantes não-afegãos lá,aliás sempre os preocupou,mas o que podiam fazer? Outra coisa,você não acha que comparar o fundamentalismo islâmico,que gera homens-bomba,com o protestantismo republicano é absurdamente exagerado? Eu acho. Sobre o Chalabi,o tipo condenado por corrupção,duvido que os americanos deixariam alguem desse nível assumir o poder lá. Seria uma bala no prórpio pé. A "fraude eleitoral" que tanto se fala nas últimas eleições americanas nunca foi suficientemente provada. O fato é que discordo dessa demonização que se faz dos USA,eles tem pontos bons e ruins como qualquer outra nação do mundo. Mas a mídia parece nos querer fazer acreditar que os americanos erram, por serem malvados,cobiçosos e perversos.
[Leia outros Comentários de Roque Villalba]
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