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Segunda-feira, 16/7/2001
aqui só vale a arte
Fabio Danesi Rossi

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Yara Mitsuishi

1924. O mais importante festival de música wagneriana do mundo, o Festival de Bayreuth, abre suas portas pela primeira vez após a Primeira Grande Guerra. Ao final da apresentação da ópera Os Mestres Cantores de Nuremberg, um grupo de nazistas entoa o Deutschlandlied, o hino nacional alemão. Siegfried, filho de Wagner e então diretor do Festival, sente um certo desagrado ao ver uma manifestação política tão explícita naquele templo da música. Manda fazer uma pequena bandeira e a coloca sobre a entrada do teatro. Nela se lê: "Hier gilt's der Kunst!". Ou seja: "Aqui só vale a arte!"

2001. Um dos melhores pianistas e maestros da atualidade, o judeu Daniel Barenboim, é convidado para reger o primeiro ato da ópera A Valquíria, de Wagner, no Festival de Israel, em Jerusalém. Muitos judeus não gostam da idéia, pois, dizem, Wagner foi o compositor predileto de Hitler, suas idéias influenciaram os nazistas, e suas músicas eram tocadas em campos de concentração e em propagandas anti-semitas. Em maio, Barenboim é obrigado a mudar o programa do concerto. No lugar de A Valquíria, a Sinfonia nº 4 em ré menor de Schumann e a Sagração da Primavera, de Stravinski. O concerto ocorre no dia 7 de julho. É um sucesso. Após os aplausos, Barenboim vira-se pra platéia e diz que irá reger, de bis, a abertura de Tristão e Isolda, uma das obras-primas de Wagner. Todos são surpreendidos. Não há nenhuma lei que proíba a execução das músicas de Wagner em Israel, mas, digamos assim, não é de bom tom executá-las. Nunca uma nota wagneriana havia sido ouvida no Festival de Israel. Barenboim discute o assunto com a platéia. Alguns o chamam de fascista. Outros saem da sala batendo a porta. A maioria aceita ouvir a música. Meia hora de debate, e a abertura é finalmente executada. Barenboim é ovacionado durante vários minutos.

A proibição da música de Wagner em Israel é assunto bastante interessante. Wagner era realmente anti-semita, mas é necessário analisar a extensão do seu anti-semitismo. Também devemos nos perguntar se uma obra de arte pode ser julgada pelo caráter e pelas opiniões pessoais do autor. Essa pergunta incorre em outra: até que ponto é possível separar o artista de sua obra? Poderia Wagner ter composto a música mais tocante de amor já feita e ao mesmo tempo ser uma pessoa absolutamente odiável?

Um dos maiores estudiosos de Wagner, Barry Millington, escreve em seu compêndio sobre o compositor*:

"A imagem quase universal de Wagner, em termos de seu caráter e comportamento, é a de um oportunista e sibarita arrogante, auto-centrado e manipulador, que 'aliviava' outros homens de suas esposas tão rapidamente quanto fazia com a carteira dos ricos. Existe mais do que um grão de verdade em tudo isto, mas a imagem convencional que se apóia indevidamente em clichês e em repetições negligentes precisa ser colocada mais precisamente em foco. É bem verdade que Wagner não tolerava imbecis com facilidade. Nem fingia admirar a obra daqueles seus contemporâneos por quem não tinha simpatia artística. Mas também não continha o elogio onde achasse que era devido. E, contrariamente à opinião consagrada, Wagner não pode ser acusado com justiça de ingratidão. Suas cartas transbordam com suas expressões de agradecimentos efusivos: às vezes por dinheiro recebido, mas com frequência ainda maior por demonstrações de amor e compreensão. Ele esperava muito dos amigos, mas dava generosamente em troca, não apenas presentes, mas também ajuda, afeto e apoio moral. O acordo financeiro que fez com sua primeira esposa, Minna, após a separação, e em benefício da filha de Minna, Natalie, foi muito além daquilo a que ele era obrigado. Suas cartas ardentes a amigos que eram seus adeptos tão decididos, como Lizt, Anton Pusinelli e Eliza Wille, desmentem a idéia de que fosse indiferente aos sentimentos dos outros, e os cínicos que invariavelmente interpretam tais documentos como motivados por puro oportunismo revelam mais a respeito de si próprios do que a respeito de Wagner."

Após ler um razoável número de páginas sobre Wagner, e ainda algumas de suas cartas e ensaios, me parece que a imagem difundida do compositor como mau caráter é enormemente exagerada, se não equivocada. Mas me pergunto se isso vem ao caso. Pois, se formos proibir obras de artistas de caráter duvidoso, teríamos que abrir mão de vários monumentos de nossa civilização. Nem é necessário dar exemplos, que são muitos, pensemos apenas hipoteticamente: se tivéssemos conhecido Shakespeare na intimidade, suas obras mudariam de valor? Hamlet passaria a ser o produto ignóbil de um pulha? Ou, caso ele fosse uma pessoa de admirável bondade, A Comédia dos Erros seria melhor do que realmente é?

Mas vamos nos manter à principal e mais grave acusação que os judeus fazem contra Wagner e que serve como justificação ao banimento de sua música em Israel: a de que ele, de alguma forma, incentivou o holocausto nazista.

Acredito que devemos contextualizar o anti-semitismo de Wagner, buscar suas causas e analisar suas consequências. De 1839 a 1842, o jovem Wagner esteve em Paris, atrás de reconhecimento e sucesso. À época, o músico que mais tinha reconhecimento e sucesso era o compositor judeu Meyerbeer, autor de óperas leves e divertidas. Meyerbeer recebeu Wagner com muita gentileza e prometeu ajudá-lo. Wagner havia escrito apenas uma ópera, e enquanto esteve em Paris começou e concluiu a composição de outras duas, Rienzi e O Navio Fantasma. Aparentemente não viu as promessas cumpridas, e sim o constante agravamento de sua condição financeira. Em 1842, Wagner conseguiu com que Rienzi fosse encenada em Dresden e abandonou Paris. Mais tarde se referiu a esse período como "o mais negro - eu poderia dizer quase o mais cruel - de minha vida, quando ele (Meyerbeer) ainda fazia todo aquele alarde de me proteger; foi um período de igrejinhas e maquinações clandestinas."

Além da raiva e ressentimento contra Meyerbeer, é preciso levar em conta o momento histórico, que incentivava o nacionalismo e a busca de uma identidade nacional ao povo alemão, os constantes avanços científicos, que estimulavam o debate sobre a superioridade das raças, e, após 1873, a depressão da economia alemã, que fortaleceu o preconceito contra as minorias.

Foi a partir dessas circunstâncias que Wagner começou a demonstrar seus sentimentos anti-semitas. Nos anos seguintes a sua fracassada estada em Paris, Wagner desenvolveu sua composição, criou o chamado drama musical, e em 1850 publicou o polêmico ensaio "O Judaísmo na Música". Nele, acusava os artistas judeus de terem muitos interesses comerciais e pouca cultura própria. Considerava os judeus um povo errante, sem raízes, que se infiltrava em cultura alheia e a desfigurava de maneira a torná-la superficial. Vamos voltar a ouvir o Barry Millington:

"Os verdadeiros alemães, afirmou Wagner, não podiam sentir senão repulsa pela desagradável aparência física dos judeus, pelo zumbido estridente e sibilante de suas vozes e pelo gorgolejar grotesco que se ouvia em suas sinagogas. Era só renunciando ao seu judaísmo que os judeus podiam ser redimidos. Ao lado da ofensa racial, que estava de acordo com os estereótipos anti-semitas tradicionais, Wagner propôs uma tese de uma certa originalidade. Wagner afirmou que era a própria falta de raízes dos artistas judeus que os impedia de falar com uma voz natural, instintiva e, assim, articular os sentimentos mais íntimos do povo alemão. Sua arte, portanto, não tinha como penetrar nas profundezas da alma, do modo como Wagner acreditava que a verdadeira arte deveria; em vez disso, tratava meramente de aparências superficiais. Não fosse pela insidiosa invectiva racista, poderíamos nos sentir mais inclinados a reconhecer a verdade pelo menos parcial das observações de Wagner. Conforme destacou Brian Magee (1968), existe uma certa verdade na argumentação de Wagner, no sentido de que ela se relaciona a um período de transição - o período da época de Wagner em que os artistas judeus estavam entre os primeiros a serem emancipados dos guetos e a assumir seu lugar no que havia sido até então uma sociedade fechada para eles."

Nas duas décadas de forte depressão que se seguiram à queda da bolsa de valores, em 1873, o anti-semitismo de Wagner se tornou, como bem diz Millington, mais vulgar. Mas é preciso notar que Wagner nunca desceu do seu campo teórico, nunca sujou suas mãos com atos práticos. Em 1880, se recusou a assinar a "Petição em massa contra os excessos do judaísmo". Em 1882, convidou um judeu, Hermann Levi, para reger a estréia de sua última ópera, Parsifal. Sempre teve vários amigos judeus, e não há por que achar que condenaria alguém apenas por sua raça ou religião, nem que defenderia o massacre de sua família ou o confisco inapropriado de suas propriedades.

Me parece que os nazistas fizeram com que o anti-semitismo de Wagner fosse exageradamente ampliado. Muitos judeus não apenas o consideram um louco com idéias esdrúxulas, mas também um genocida, co-responsável pelo massacre dos judeus na Segunda Grande Guerra. Já perguntei anteriormente, mas pergunto de novo: será a música terna e dolorida de Tristão e Isolda ou a música celestial de Parsifal tão desvinculadas assim do verdadeiro Wagner? Pode a mesma pessoa que compôs o Idílio de Siegfried apoiar o massacre em massa de seres humanos?

Quero crer que não. Nenhum desses grandes tiranos e assassinos, como Hitler ou Stalin, entendia de música ou arte. Se entendessem, acredito que não perderiam tempo promovendo genocídios.

Mas mesmo que Wagner fosse um grande crápula e desmerecesse qualquer tipo de perdão, por que proibir suas músicas em Israel? Quando as pessoas ouvem a Cavalgada das Valquírias elas sentem um irresistível ímpeto de queimar judeus? A Canção do Prêmio dos Mestres Cantores incita alguém a explodir sinagogas? São apenas música, e expressam uma ordem bem diversa de sentimentos.

Quem não quiser ouvi-las, pode muito bem abster-se de ir ao teatro. Que, aliás, deveria ter, sobre sua porta, os dizeres: "Aqui só vale a arte!".

* Wagner, um compêndio (Jorge Zahar Editor, tradução de Luiz Paulo Sampaio e Eduardo Francisco Alves - ISBN 85-7110-338-0)

citação da semana

"A presunção é doença natural e inata em nós. De todas as criaturas, a mais frágil e miserável é o homem, mas ao mesmo tempo, como diz Plínio, a mais orgulhosa. Ele se sente e se vê colocado na lama e no esterco do mundo, amarrado, pregado à pior parte do universo, à mais morta, à mais afastada dos céus, junto com os animais da mais baixa categoria das três existentes, e ei-lo que pela imaginação se alça acima da órbita da lua e supõe o céu a seus pés!"

Montaigne, em "Apologia de Raymond Sebond" (editora Ediouro, tradução de Sérgio Milliet)


Fabio Danesi Rossi
São Paulo, 16/7/2001


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