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Segunda-feira, 7/5/2007
Comentários
Leitores

O que incomoda é o excesso
A incorporação de termos estrangeiros em nossa língua existe, existiu e sempre existirá. Basta lembrar a origem da nossa língua, quando da invasão romana, na Península Ibérica, a influência dos termos árabes, e por aí vai. A língua é uma entidade viva e, portanto, sujeita a mudanças, ainda bem! O que me incomoda é o excesso, é a inadequação de certos termos da Língua Inglesa no nosso cotidiano. Imagina como isso cria uma barreira maior ainda, para aqueles que têm grandes dificuldades de entender o Português escrito, o que diremos então, das palavras em Inglês? É mais uma vez a elite ditando as regras, e o povão se contorcendo para entrar nesse meio, pronunciando termos em Inglês, de uma maneira hilária, grotesca. Bem, muito interessante a sua pesquisa e demonstra mais uma vez como é distante a língua falada da língua escrita. Pena que só uns poucos conheçam bem o segundo registro. Parabéns, pelo seu artigo. Um abraço. Adriana

[Sobre "Estrangeirismos, empréstimos ou neocolonialismo?"]

por Adriana
7/5/2007 às
11h19

Seguro e sem vacilos
Mais uma entrevista interessante com um cara que nem conhecia! Não sei se li algum artigo nele na Bravo, não me lembro. Parece que ele é muito seguro em suas respostas, sem vacilos. Bateu uma vontade de ler o "Longe das àguas", deve ser interessante. A entrevista foi bem conduzida, você soube extrair a essência desse escritor, o que não é novidade. Só posso dizer: Parabéns! Um abraço, Adriana

[Sobre "Michel Laub"]

por Adriana
7/5/2007 às
10h46

O Jô já era...
Jô Soares era bom quando estava no SBT, quando passou para a Globo ele ganhou o direito de entrevistar qualquer artista Global... Aí, foi o fim do programa. No SBT ele entrevistava gente comum e engraçada e não tinha o hábito de humilhar tais pessoas.. Certa vez assisti no programa do João Gordo uma entrevista com Tony Garrido e Derico. Tony Garrido perguntou a Derico se ele recebia algo mais por ser ridicularizado no programa. A resposta foi um contrangido "não"... O principal sinal da decadência do programa é o fato de só haver agora duas entrevistas. Eles provavelmente não tem mais dinheiro pra deslocar três entrevistadores...

[Sobre "Anti-Jô Soares"]

por Darlan Moreira
7/5/2007 às
04h30

Escrevo um livro...
Gostei bastante do texto. Informativo. Mas... Estou escrevendo um livro, e me assustei quando li isso. Será que tb terei esse tipo de problema para publicá-lo?

[Sobre "Os desafios de publicar o primeiro livro"]

por Gabrielle C. Torres
6/5/2007 às
17h11

BLOGS e blogs
Julio, os blogs muito tem contribuido para difundir idéias. É o canal mais democrático que existe no mundo. Tem de tudo e podemos escolher os melhores pela qualidade. Os ruins morrem por falta de visitas. Acontece, infelizmente, que tem muitas pessoas totalmente desqualificadas para um comentário sério, crítico e produtivo. Apelam com palavrões e não aceitam idéias contrárias. Mas, tudo bem, democracia é isto. Tem lugar para todos inclusive para os tolos. Abraço, Ivo Samel

[Sobre "Sobre os blogs de jornalistas"]

por Ivo Samel
5/5/2007 às
23h49

Existe fronteira para língua?
Tema oportuno considerando a aceleração que as novas tecnologias possibilitaram. A adoção de verbetes e as influências de outras raízes idiomáticas é, desde sempre, uma das razões dinâmicas da construção e constituição da linguagem. É preciso que o nosso magistrado, quando julgue estas ações, que carecem de conhecimento específico, peça perícia de ligüístas e até dos gramáticos antes de assinar uma sentença que revogue a lei da gravidade. Culturas predominantes por valor material ou cultural deixam marcas nas culturas mais abertas com as quais se relacionam. Podemos por posicionamento ideológico acreditar neste fenômeno de neocolonialismo, embora, honestamente, esta caracterização não se sustente. A língua é dinâmica e quanto mais plástica e permeável ela for, mais expressiva tornar-se-á, possibilitando comunicação efetiva e estreitando as distâncias entre o universo representado por cada indivíduo. Positivo é saber do seu trabalho na faculdade registando e qualificando estas influências.

[Sobre "Estrangeirismos, empréstimos ou neocolonialismo?"]

por Carlos E. F. Oliveir
5/5/2007 às
21h19

Tempos miseráveis.
Ana, ainda outro dia usei com uma amiga a expressão "tempos miseráveis" que de tão usada virou clichê. A sociedade na sua forma atual celebrizou acima de tudo o sucesso na sua expressão patrimonial, que chamamos de riqueza, acumulação ou mobilidade social. A civilidade caiu de moda, a confiança ficou enclausurada em ambientes estanques, das confrarias e facções. Porém, isto não acontece sem o elemento moderador da tolerância com o intolerável; as pequenas violências são as sementes das grandes transgressões. Acredito que a sociedade deva se depurar e substituir valores e conceitos que já não se justificam diante dos propósitos vigentes. O que não significa revogar a sensação de realização ao tratar o semelhante com dignidade, não submete-lo a uma avaliação preconceituosa, buscar garantias e não a pratica da violência preventiva a pretexto de legítima defesa. Os dois comportamentos são exemplares de um tempo muito duro, quando cada um deva fazer uma opção, tendo o outro como espelho.

[Sobre "Contato com o freguês"]

por Carlos E. F. Oliveir
5/5/2007 às
20h36

SA: farol iluminista
Mais uma aula não só de erudição mas também, e, principalmente, de espírito aberto e sagaz para sacar o inovador e democrático na internet. Sérgio Augusto é um farol iluminista que nunca deixou cair a peteca nem, como diz Fausto Wolff, se aburguesou na caminhada como muitos outros. Parabéns!

[Sobre "Na Web 2.0, WeAllTube"]

por Jorge Alberto Benitz
5/5/2007 às
17h12

Um fim saturniano para 2006
Gostei muito do texto, mas 2006 foi ponte para as transformações, um fim saturniano. Como resultado um curta metragem "Questões de Pele". Daniela, assista - entre em contato: Papillon Videos ou no meu perfil do orkut, Julia Albergaria.

[Sobre "2006, o ano que não aconteceu"]

por Julia Albergaria
5/5/2007 às
02h26

O nome do freguês é leitor
AnaElisa: e não é que um livreiro também belo-horizontino ali da avenida Getúlio Vargas agiu outro dia tal & qual esse livreiro do seu saboroso relato? E até ofereceu funcionário para ir comigo ao banco, quando, desolado, resignou-se diante de suas máquinas de cartão em destrambelhada pane? Sim, esses livreiros ainda existem. Em Belo Horizonte e algures. Eles são, acho eu, livreiros acumpliciados com os livros e, não, acumpliciados com as caixas registradoras. Melhor ainda: freguês (ou cliente) para esses livreiros tem outro nome. O nome é leitor. Parabéns pela história.

[Sobre "Contato com o freguês"]

por Paulinho Assunção
4/5/2007 às
15h20

Julio Daio Borges
Editor

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