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Sábado, 20/11/2010
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Leitores

A simplicidade do instante
A crônica nasce do instante, do olhar apurado, de quem comenta a flor, o edifício, a rua, o beijo, a prostituta e a bicicleta. Existe uma magia no comentário e uma riqueza de interpretação que possibilita-nos viajar nas palavras e na simplicidade exuberante do instante. Para mim o melhor cronista que li foi Roberto do Vale, o poeta ganhador do Premio Nacional de Poesia de 1979, se não falha-me a memória. Da última vez que o li, ele trabalhava num jornal da cidade de Campinas, onde mantinha uma coluna que, para mim, era um show.

[Sobre "Crônica, um gênero brasileiro"]

por Manoel Messias Perei
20/11/2010 às
11h12

Achei pelo Google!
Olá, Adriana! Muito bom o texto sobre o sistema de busca do Google, tão bom que vim parar aqui. Abraço!

[Sobre "Dicas para você aparecer no Google"]

por Carlos Marcelo Ribei
19/11/2010 às
15h26

O problema é profundo
É triste constatar que existem diversas dessas "explicadoras" por aí. Em várias esferas as pessoas se acham inteligentes e cultas o suficiente, mas toda essa "ajuda" é superficial. Talvez o Brasil mude quando as pessoas perceberem que o problema é profundo.

[Sobre "Com ventilador, mas sem educação"]

por Samantha Abreu
19/11/2010 às
15h02

Informativo e articulado
Cadu, excelente o texto. Muito informativo e articulado. Você é um jornalista em potencial, hein?! Parabéns!

[Sobre "Cheiro de papel podre"]

por Carolina Fellet
19/11/2010 às
11h59

Parabéns ao Digestivo
Os textos inteligentes de Marcelo Spalding são sempre uma referência, principalmente a respeito de micronarrativas, sobre as quais é especialista. Sou grato a ele pela gentileza com que sempre atendeu às minhas mensagens. Parabéns, Marcelo, Julio e os que fazem deste Digestivo um ponto de encontro de amigos! Um abraço, José Marins (Curitiba).

[Sobre "Minhas 10 melhores digestões"]

por José Marins
19/11/2010 às
10h10

Parágrafo especial
Parabéns pelo seu texto, especialmente o penúltimo parágrafo.

[Sobre "Professoras, maçãs e outras tentações"]

por marcelo
19/11/2010 às
09h42

Leitores ocupados
Quando comecei a ler este texto, pensei, ela vai deletar o blog? Tive um medo, pois foi a senhora quem me incentivou a escrever um blog mesmo sem leitores ou comentários, e assim o fiz. É tanto que dele resultou três livros de crônicas, e lá ainda estou escrevendo, sem leitores, sem comentário, é a minha terapia. E acho que estou no final do seu texto, quando pergunta por seus leitores/internautas, estou nas estatísticas, sempre lá ou para sempre lá. Não sei dizer. Acho que a corrência, não com outros blogs, mas com o Facebook, Twitter, Orkut ocupam os leitores. O povo já lê pouco, e agora prefere ler apenas posts de 140 caracteres. Mas estamos aí.

[Sobre "O blog no espelho"]

por Ronaldo Magella
19/11/2010 às
08h51

Tropa de Elite e a elite
O filme inicialmente já demonstra seu caráter documental, abordando, no ligeiro esclarecimento do representante dos Direitos Humanos, a dura realidade brasileira em face às condições do seu sistema prisional. Porém o filme revela em seu desenrolar uma outra ótica acerca da situação lamentável encontrada no Brasil nos dias atuais, obviamente usando para tal a Cidade Maravilhosa, remetendo o problema ao grande sistema que marginaliza o indivíduo, colocando-o na condição de "enfeite" da bela paisagem carioca (será o morro?). Para, assim, um grupo de elite da polícia invadir e, temporariamente, deixar tudo em ordem, com muitos vagabundos estendidos em meio ao sangue derramado. A história evidencia, através do caos da favela e da "vontade" do Estado agir, o resultado puramente vantajoso que é manter a situação como se encontra, para maior benefício da elite.

[Sobre "Tropa de Elite 2: realidade como osso duro de roer"]

por Jean Scheifer Correa
19/11/2010 às
02h23

O melhor até agora
Melhor comentário sobre o filme que vi até agora. Parabéns!

[Sobre "Ausência do mal?"]

por Melk
17/11/2010 às
14h06

O livro ainda resiste
O livro de papel é um meio de informação, um objeto de decoração, e é com certeza uma obra de arte. Tem todo o trabalho artesanal, tem o trabalho científico, gráfico, na qual insere desenhos e fotografias. Independemente de hoje se escrever muito em computador. Podemos até escrever nas estrelas. A arte existe, e o livro como obra ainda resiste.

[Sobre "Cheiro de papel podre"]

por Manoel Messias Perei
16/11/2010 às
07h24

Julio Daio Borges
Editor

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