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Sexta-feira, 15/6/2007
Comentários
Leitores

ficamos todos órfãos
Caiporismos à parte, é melhor você parar de elogiar esse pessoal, meu caro. Não caberia um processinho no traseiro hipertrofiado desse pessoal, não? É grave o que eles fizeram, ficamos todos órfãos desse blog genial que vc mantinha e eles descumpriram acintosamente a parte deles no contrato. Mas já é consolo poder lê-lo aqui até que a pendenga seja resolvida. abração

[Sobre "A insustentável leveza do site"]

por bruno costa
15/6/2007 às
21h32

O Alquimista e O Alienista
Li de Paulo Coelho O Alquimista, surpreendi-me que um livro com este titulo pudesse ser tão valorizado. Tem um vai e vem de viagens que no final acaba remetendo o leitor às primeiras 3 ou 4 páginas do livro. A mim não acrescentou nada; até porque eu conhecia um outro Alienista, nada literário, mas reflexivo/informativo que realmwente merecia e ainda merece o renome do título. Chego até supor que muita gente aponta O Alquimista de Paulo Coelho como seu melhor livro por recordar e/ou lembrar a fama do outro (reflexivo). Ou seja, quem não leu nada do autor e pretende dar uma opinião se reporta ao título - O Alquimista.

[Sobre "Paulo Coelho para o Nobel"]

por Cicero Coelho Lapa
15/6/2007 às
15h35

apagado e desconhecido
Excelente a materia no site. Apenas lamento que os amigos, a midia e as gravadoras tenham-o esquecido. Qualquer reportagem especial sobre ele seria suficiente para muitos jovens procurarewm conhecê-lo. Tenho 41 anos e "viajo" quando ouço Caminhando e cantando...

[Sobre "Geraldo Vandré, 70 anos"]

por kleber_de_fortaleza
15/6/2007 às
14h13

Blogueiro não é escritor
Se algum novo escritor publica, podem acreditar, provavelmente ele já é do "meio" editorial, conhece algum escritor, tem algum parente lá, namora alguma editora, trabalha com alguém que conhece alguém lá, enfim, essas relações oligárquicas. Ok, não deixam de ser "novos" escritores, afinal, são debutantes, mas, todavia, não se constituem na nova literatura... Os novos escritores, que eu imagino, não chegam às livrarias, nem são recebidos nos corredores editoriais, e, portanto, infelizmente não os considero escritores. É triste isso, mas é verdade. Se o sujeito escreve divinamente no seu blog, ele é um blogueiro, jamais um escritor. Escritor implica, até o presente momento, em ter um papel impresso com seu nome na capa. Blogueiro não tem isso. Kara vc falou tudo!!!

[Sobre "Novos escritores? Onde?"]

por Ronaldo Teles
15/6/2007 às
13h20

Rio das Ostras é puro Jazz!
Rio das Ostras realmente é um cenário maravilhoso para o Jazz!!! Grande evento e boa cobertura com detalhes interessantes. Marialia Almeida relata com requinte de preciosidade todos os acontecimentos, desde o início até os respiros das ostras... Parabéns!!!

[Sobre "Rio das Ostras Jazz&Blues I"]

por Clovis Ribeiro
15/6/2007 às
12h51

Me senti na roda de viola
Um belíssima crônica e retrato do interior deste grande país. Me senti na roda de viola no quintal da casa de terra batida. O mais notável deste país é sua imensidão que possibilita esse tipo de descoberta, e, mais do que tudo, seus personagens. Você está de parabéns!

[Sobre "Coque, o violeiro de uma mão só"]

por Daniel M. Lisboa
15/6/2007 às
11h47

internet jamais vai substituir
Concordo com você, o prazer de ler um livro escrito é completamente diferente, é uma viagem que a internet jamais vai substituir.

[Sobre "Obsessão por livros"]

por semiramis fernandes
15/6/2007 às
09h36

Polêmicas da 1ª publicação
As primeiras publicações parecem gerar polêmica: o livro merece ou não ser lido? O autor tem ou não o direito a estar entre os já conhecidos? Lygia Fagundes Telles não permite a reedição do seu primeiro livro e é uma grande escritora. Concordo que o resultado inicial pode ser frustrante, até pela falta de incentivo; a visão que se tem é a de que o escritor nasce pronto, e isso é verdade? Então por que o primeiro da Lygia não foi tão bom? Será que a palavra aperfeiçoamento não tem sentido em literatura? Os jovens conseguem esperar por esse aperfeiçoamento? Não apenas de maturação da escrita, no sentido técnico, de domínio das regras e possibilidades, mas também de amadurecimento das vivências, para ter o que escrever? Já dizia Nelson Rodrigues que não existe escritor sem assunto ou que o assunto pode fazer um escritor. Escrever, por certo, é muito mais do que ter um assunto ou conhecer bem as regras da linguagem, mas talvez um bom começo passe por aí. Abraço, Cristina

[Sobre "Publicar um livro pode ser uma encrenca"]

por Cristina Sampaio
15/6/2007 às
08h25

Correção
Valeu, Julio. Só para reiterar: desestimulei-me com o formato poesia, mas não com a linguagem poética. Abraços.

[Sobre "Não leio mais poesia"]

por Rodrigo Xavier
15/6/2007 às
02h44

a literatura e o fogo
Rafael, creio que a relação sinestésica com o livro impresso é insubstituível. Como você, adoro o cheiro das páginas de livros, mas tenho preferência pelo das dos mais velhos. E não esqueçamos que as lombadas na estante a dialogar conosco têm uma presença muito mais forte do que um arquivo num disco rígido ou cd. E qual é o fim mais digno para uma obra literária: sumir devido a uma "pane" no computador ou ser consumida pelo fogo? Ah, o Borges soube captar muito bem o eterno embate entre a literatura e o fogo em seu conto O Congresso. Não sou contra a literatura em meio eletrônico, pelo contrário, só que a palavra impressa no papel tem presença muito mais forte em minha vida do que aquela digitalizada.

[Sobre "Obsessão por livros"]

por Marcelo Bueno
15/6/2007 à
01h24

Julio Daio Borges
Editor

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