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Sábado, 14/7/2007
Comentários
Leitores

Já vimos antes...
Mulheres de Areia de Ivani Ribeiro já tinha feito isso em 1973 com Eva Wilma, nos papéis das gêmeas Ruth e Rachel, e em 1993, com Glória Pires. Glória Pires aparece agora na novela, mas em outro papel. Uma boa idéia, mas nada original, apesar do sarcasmo do comentário acima... Preferia uma história que falasse mais de como o Gilberto Braga aprendeu sobre a classe alta brasileira indo tomar Coca-Cola no Pérgola. Cultura popular brasileira é sensacional!

[Sobre "Sobre Paraíso Tropical"]

por Ram
14/7/2007 às
07h37

A magia do imaginar
Pra que escolher uma pilha de livros a indicar, colocando-os direto sobre a mesa e gritando: LEIAM!!!, se a imaginação proporciona a maravilha de convidar a passear por ambientes de fantasia, venham, venham, é isso que os aguarda caso entrem inteiros nas páginas dos livros? Que importância tem a hierarquia, o estilo, os melhores? Muito mais importante a entrega, o que é melhor pra mim, quem sabe, sou eu, o que me agrada, me fascina, pode ser nada para os outros. Boa escolha a sua, Escudero. Mágica a forma de indicar livros a iniciantes. E escolher é tão difícil, dá uma pena não haver lugar pra todos, não poder selecionar um montão de uma vez só... sem falar no desespero de encontrar, mesmo só em pensamento, algum fantasma reclamando por ter ficado de fora, fazendo doer a consciência: ele devia ter sido incluído... Cada pessoa deveria ter direito a possuir uma biblioteca; pode ser sem elevador, piso único está bom, porque alguma seleção é importante. Parabéns!

[Sobre "Ascensorista para o arranha-céu da literatura"]

por Cristina Sampaio
13/7/2007 às
21h41

curiosidades sobre os EUA
Nesta semana finalizei minha leitura do Livro “Como é viver nos Estados Unidos” e adorei!!!. Leitura fácil e muito curiosa. A cada página que eu lia, ia querendo mais e mais, são muitas curiosidades sobre os EUA, muitas diferenças. É impressionante como, lendo um livro desses, percebemos as diferenças entre os dois países. Parabéns pela resenha!

[Sobre "Como é viver nos EUA"]

por Clarice Moraes
13/7/2007 às
17h55

Viver nos Estados Unidos
Conheço o livro da Aline Tonini ("Como é viver nos Estados Unidos?"), cuja leitura considero agradável, útil, enriquecedora e muito prazerosa. E fiquei muito contente em verificar a sutileza de André Pires em sua resenha do livro, visto que apontou inúmeros méritos indiscutíveis deste texto. Concordo com André quando diz que o livro da Aline assume tom prático mas sem perder o sabor de texto mais descontraído, que convida à leitura, o que é maravilhoso. Por ter vivido por dois anos na região de Massachussets, a autora pôde firmar opinião e impressão muito maduras do ritmo de vida daquela comunidade. É bem diferente do que um mero olhar de turista. Por outro lado, isso agregou um gostoso calor de livro de viagens. Este talvez seja o gênero por essência da literatura, essa viagem sem limites por tempos e espaços. É uma verdadeira viagem o que o leitor faz percorrendo as páginas de Aline, e numa leitura que jamais cansa (são 112 páginas). Fica aquele gostinho de quero mais...

[Sobre "Como é viver nos EUA"]

por Romar Beling
13/7/2007 às
17h34

vale até o Pato Donald
Considerando que é a seleção de Joaquim Ferreira dos Santos, é aceitável que ele coloque como melhor cronista até o Pato Donald; senão o que temos é bajulação, jabá ou uma piada irresistível com o leitor.

[Sobre "As Cem Melhores Crônicas Brasileiras"]

por Carlos E.F.Oliveir
12/7/2007 às
17h59

Em defesa do Coetzee
Não fui à FLIP e li apenas um livro do Coetzee, então não sei se o meu pensamento faz sentido, mas... Eu li, acho que foi no Globo, que o Coetzee já teria anunciado antes de vir a FLIP que não faria debates, conversas e não aceitaria perguntas. Viria para ler seu livro. E ponto. Chato? Sim, é chato que um vencedor de Nobel, Booker Prize, e, além de tudo isso, bom escritor, não aceite de falar com o (seu?) público. Mas se é uma opção dele, devemos respeitá-la. Se ele não o faz por não gostar da dimensão comercial dessas "palestras" ou porquê não teria nada a dizer além do que está nos seus livros, devemos respeitá-lo. Há lugar aqui para à decepção? Sim, mas apenas para aqueles que não tinham lido seus avisos prévios de que não debateria nada, que eu acho que é o caso aqui... Fora isso, o texto está ótimo, e me motivou à ir na FLIP do ano que vem. Dependendo de quem estiver lá, também estarei.

[Sobre "A Flip como Ela é... III"]

por Bruno Larragoiti
12/7/2007 às
17h04

Internet e sexo (explicado)
O mais assustador nessa história toda de internet e sexo é saber que a palavra mais pesquisada por brasileiros no Google a uns anos atrás (que foi quando eu vi a pesquisa, não sei se houveram outras) foi "sexo". Mas não seria o objetivo da internet o de ser, por exelência, o local onde se pode encontrar qualquer coisa sobre qualquer coisa e um pouco mais? E como o pensamento humano é, uma vez sobre três, ligado à sexo, é o que nós encontraremos primordialemnte na internet.

[Sobre "Internet e Sexo"]

por Bruno Larragoiti
12/7/2007 às
16h54

Chico e Caetano, defesa II
Vou reforçar a defesa, iniciada com o comentário da Adriana. Caetano Veloso escreve muito melhor do que sua figura de cantor popular deixa entrever. Como observou muito bem a Adriana, o que ia ser estranho seria a inclusão de outros menos gabaritados. A inclusão de Chico e Caetano pode até funcionar como marketing, e daí? O que vale é que a organização do livro teve a percepção necessária para inclui-los no rol dos bons escritores nacionais.

[Sobre "As Cem Melhores Crônicas Brasileiras"]

por Guga Schultze
12/7/2007 às
16h24

Hoje ainda é dia de rock!
"Eu tô doidim/ por um pianim/ mãe e pai, com caixa Leslie e amplificador/ pra mim poder tocar lá na cidade, mãe e pai/ um roquezinho para o meu amor/ Depois formar a minha eletro-banda/ que vai deixar as outras no roncó/ Eu descobri/ acho que foi a tempo, mãe e pai/ que hoje ainda é dia de rock." Sá e Guarabyra, "Hoje ainda é dia de rock". Oh, yeah!

[Sobre "Dia do Rock em São Paulo"]

por Guga Schultze
12/7/2007 às
16h04

um dia você morre, mesmo
Você está certo: algum dia você morre mesmo, é inevitável, meu caro Werther.

[Sobre "eu vou morrer"]

por Bruno Larragoiti
12/7/2007 às
14h12

Julio Daio Borges
Editor

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