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Quinta-feira, 19/7/2007
Comentários
Leitores

em doses homeopáticas...
Brilhante a sua análise dessa "obra". Eu não teria a mesma elegância, como o Guga disse. Iria detonar com vontade, de um só fôlego, e não como você fez, em doses homeopáticas, mas consistentes e eficazes. Fui obrigada a ver esse filme, pois meus alunos (jovens e adultos) insistiram. Como não queria destruir os sonhos deles, apenas elaborei umas questões que os ajudassem a pensar melhor sobre o assunto. Se na época tivesse o seu artigo, certamente o usaria. Poderia causar mais efeito. Parabéns!

[Sobre "Qual é O Segredo?"]

por Adriana
19/7/2007 às
14h26

eu nem sei como parar
eu confesso que eu mui devagar nem captei muita contradição entre os dois textos, e vi nos dois um tanto de verdades e sensatez, mas acabei esquecendo de conversar com o Biajoni para descobrir o que é que ele tinha visto. e eu por aqui ainda não tenho tanta certeza do que pensar. meu livro publicado está aí, mas a mídia (e a editora, principalmente) não estão nem aí. e eu fico então tentando descobrir o que eu estava querendo com a publicação e cada vez penso uma coisa e nunca chego a nenhuma conclusão. conversando com o evandro affonso ferreira ele comentou que essa era uma crise por qual todos escritores passam. aí resolvi que ia então passar pela minha crise e ver o que acontecia quando ela passasse ;) e continuo escrevendo, porque, buena, acho que eu nem sei como parar.

[Sobre "Ainda sobre publicar em papel"]

por Olivia Maia
19/7/2007 às
14h07

esse tipo de leitura...
Parabéns Tais, pela ótima crítica do livro e do que ele representa e também pela coragem de enfrentar esse tipo de leitura... Bjs.

[Sobre "Qual é O Segredo?"]

por Flávia Imoto
19/7/2007 às
13h47

a atual situação do jornalismo
Olá, Guga. Seu texto está excelente. Uma crônica leve e mordaz que revela uma face dos bastidores do jornalismo que poucos conhecem. Nos faz refletir de forma realista sobre a atual situação do jornalismo tradicional e seu futuro. Parabéns e um grande abraço!

[Sobre "Retrato 3X4 de um velho jornalismo"]

por Luis Eduardo Matta
19/7/2007 às
12h51

O que eu penso é o seguinte
Sabe, mano, parece que há uma grande confusão em tudo isso. Senão, vejamos: reclama-se que há muita "porcaria" sendo publicada, e que, em função disso, o mercado editorial está saturado e contaminado. Mas, por outro lado, reclama-se também de que não há espaço para novas publicações, em função de uma série de questões já bastante discutidas. O que eu penso é o seguinte: quem tem grana, banca sua própria publicação; quem não tem, deve insistir. Uma boa "saída" são os prêmios literários, principalmente para os escritores que ainda não são muito conhecidos e reconhecidos.

[Sobre "Ainda sobre publicar em papel"]

por Américo Leal Viana
19/7/2007 às
09h23

Mudando o ângulo, ou o olhar
Escritor, jornalista, todos que expõem opiniões pessoais correm risco de incompreensão, Julio, por não se ter controle sobre a interpretação dos outros, assim como quem tenta falar do mesmo assunto por mais de um ângulo pode ser visto como contraditório. Não terá ocorrido isso com você? A mim pareceu que os seus textos pretendiam informar, conscientizar iniciantes de uma dura realidade, que infelizmente é fato, mas eu, em particular, mesmo tendo compreendido, acho absurdo ninguém ajudar a ser diferente, aceitarem que um escritor, por exemplo, não possa viver da sua produção, mesmo quando os livros têm boa vendagem, porque recebe apenas 10% do valor de cada um, porque quando vem a ser reconhecido já está velho, perto de morrer, ou já morreu; os frutos do trabalho, do seu esforço e dedicação vão pra outros. E todos acham que deve ser assim mesmo, aceitam, não fazem nada pra ser diferente. Será que já não é hora disso mudar, de se escrever com a mesma força em defesa desse outro lado? Bjs

[Sobre "Ainda sobre publicar em papel"]

por Cristina Sampaio
18/7/2007 às
18h09

O tédio da ilustração
Será que somente eu não consigo inventar um enredo quando vejo uma pintura? O que você irá fazer quando bater os olhos num Klein??? Abs!!!

[Sobre "Comum como uma tela perfeita"]

por José Mianutti
18/7/2007 às
17h50

A crônica
O jornalismo escrito pede leitor: se você estabelecer a arte, seja da crônica, da poesia e dos pequenos contos e artigos, verá que uma série imensa de informações estão a serviço do processo de comunicação. Escrever a crônica é narrar os acertos os conflitos, a contradições sociais e estabelecer uma forma humana de jornalismo. Não que o sangue das matérias policiais não seja importante, não que os espaços políticos tradicionais não seja importante, mas, além disso, temos que ter a arte, e as relações sociais longe do foco oficial. Ou seja: um local na qual quem manda é o bandido não será importante retratar, pra mostrar que o governo é de apenas um segmento social, e não da população como um todo. É preciso socializar a notícia, de forma que ela seja abrangente... Mas é preciso trazer a arte para o cotidiano das pessoas!

[Sobre "Crônica: o novo jornalismo?"]

por manoel messias perei
18/7/2007 às
17h12

o declínio da literatura BR
O fenômeno que você disse que acontece com a poesia, não acontece só com ela, mas com a literatura em geral. Com a baixa demanda, o preço dos livros aumenta cada vez mais (40 reais por um livro não é um preço aceitável) e, assim, o leitor compra menos livros ainda... É o declínio crônico da literatura do país, que só acompanha o descaso total da educação.

[Sobre "Bate-papo com Rodrigo Capella"]

por Bruno Larragoiti
18/7/2007 às
15h03

Elegância
Não pensei que fosse possível falar de um livro desses com essa elegância, ou seja, sem compactuar com a obra e sem malhar explicitamente. Só uma fina ironia. Já é o suficiente, conforme o chavão: para bom entendedor, meia palavra basta. Eu, como sempre, lembro do Millôr: "o inacreditável é até crível, mas o impossível não é possível." Beleza de texto, Tais.

[Sobre "Qual é O Segredo?"]

por Guga Schultze
18/7/2007 às
14h04

Julio Daio Borges
Editor

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