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Terça-feira, 24/7/2007
Comentários
Leitores

Leio cada vez menos jornal
O problema é que lendo jornal impresso a gente cai naquele "você leu isso no Estadão. Ah, mas eu li na Folha." Isso quem ainda tem sorte de morar em um cidade com dois jornais. Pela internet posso, por exemplo, acompanhar os acontecimentos no Oriente Médio lendo o Haaretz de Israel e o L'Orient - Le Jour do Líbano, sem saber línguas mais exóticas do que o inglês e o francês. Tenho um amigo botafoguense que só lê futebol internacional no Clarín de Buenos Aires, segundo ele a imprensa esportiva platina é tão superior à brasileira quanto o futebol brasileiro é superior ao platino. Papel é bom para ler o NYTimes no trem, ou A Economist no avião. Em S. Paulo, onde quem lê jornal não usa transporte coletivo, tem pouco futuro. Eu uso cada vez menos.

[Sobre "Os Jornais Acabam? IV"]

por F Pait
24/7/2007 às
09h40

Resposta à pergunta
Seria alguém sem talento!

[Sobre "A Origem das Espécies"]

por Eduardo
24/7/2007 às
09h00

Sem volta no iPod
Parece que a música volta, aos poucos, para o nada, de onde veio. Amigos meus têm cerca de duas mil músicas dentro do iPod. Supondo que seja três minutos a média de duração de cada faixa, isso dá um total de cem horas de audição. Sabe-se que, em poucas horas de audição contínua, a música perde seu poder e vira ruído de fundo, a mente se recusa a acompanhar uma idéia musical por tempo indeterminado. A música não gera mais um feedback emocional. E as capas dos antigos LPs devem ser preservadas por quem ainda as possui, como obras de uma arte sem retorno.

[Sobre "A música que surge do nada"]

por Guga Schultze
23/7/2007 às
23h56

Mui belo!
Que delícia ler um texto que nos provoca sensações táteis, gustativas, visuais... e que nos remete, inevitavelmente, às nossas próprias lembranças!

[Sobre "De cima da goiabeira"]

por Flavia Cardoso
23/7/2007 às
15h28

A coisa está feia na novela
A grande surpresa dessa novela é surpresa também até para o Gilberto Braga, autor de Paraíso Tropical: a popularidade dos personagens do núcleo mais perverso da trama, Bebel (Camila Pitanga), Olavo (Wagner Moura), Marion (Vera Holtz) e Taís (Alessandra Negrini). Em suas próprias palavras: "A grande surpresa, ao menos para mim, é que eles não são vistos propriamente como vilões. Acho que muita gente perdeu completamente o sentido de ética. A coisa está feia, viu?"

[Sobre "Sobre Paraíso Tropical"]

por Joel Rogerio
23/7/2007 às
07h12

a mídia impressa está acabada
Comentando o texto, se depender de mim, a mídia impressa está acabada, prefiro mesmo a mídia virtual, se atualiza rápido e gera menos lixo. Quanto à profundidade, a própria Carta Capital pode ser lida on-line. Algumas matérias que as revistas deixam como privativas para assinantes acabam vazando para o mundo virtual... quanto ao fato de o texto ser bem escrito, encontrei uma reportagem na Veja sobre o ACM em que usam o termo AUTISMO no lugar de ALTISMO, esse é o erro que mais me aborrece, pois me dá trabalho quando vou pesquisar sobre autismo e me aparece um monte de notícias que nada tem a ver. Acho que não tem jeito, a mídia impressa está mesmo com os dias contados. Essa é minha opinião.

[Sobre "Não queimem os jornais, ainda"]

por Rita Louzeiro
22/7/2007 às
22h30

o maior poeta vivo
Herberto Helder é simplesmente o maior poeta vivo. Um exemplo é o que ele faz com o soneto de Camões, que apanha um verso e transforma tudo com apenas uma supressão: "Transforma-se o amador na coisa amada" e Helder diz "Transforma-se o amador". Fora o grandioso livro de contos.

[Sobre "Benditos Malditos"]

por Leandro Oliveira
21/7/2007 às
23h26

quadros inspiram a escrita
Caros amigos! Recomendo um singelo livrinho "Histórias de quadros e leitores", da Ed. Moderna, organizado por Marisa Lajolo. O livro trata justamente de textos escritos a partir de impressões que certos quadros nos trazem. São vários os autores e as obras que os inspiraram. Vale a pena dar uma olhadinha, quem sabe vocês não mudam de opinião. Um abraço, Sônia Maris

[Sobre "Comum como uma tela perfeita"]

por sonia maris
21/7/2007 às
22h10

a mídia impressa já morreu
Diogo, acredito que o papel ainda vá continuar por algum tempo (senão as empresas de papel vão falir) mas a mídia impressa já morreu, só se recusa a ser enterrada. Basta ver o caso dessa semana, da queda do avião. A TV e a internet comandaram as notícias, mais uma vez. Eu acompanhei o caso, inclusive, assistindo TV via internet. A questão da interatividade na internet é velha, mas esse seu argumento sobre a "democracia on-line" me fez sorrir, parece até meu avô falando (e olha que ele faleceu há 20 anos) sobre os perigos da juventude transviada e as motocicletas. A internet está se desenvolvendo numa velocidade espantosa (só temos 12 anos de internet no Brasil e veja o que já temos) e, em espaço democrático e interativo, claro que os trolls se manifestam. Mas isso acontece nas redações de jornais também, só que era invisível, porque era através de cartas. ERA. Porque tudo está na internet. Acabou o papel.

[Sobre "A internet e a arte marginal"]

por Daniela Castilho
21/7/2007 às
12h09

vaia só em campo de futebol
Fazia tempo que eu não via uma crítica tão lúcida, sobre esse tipo de comportamento. Realmente, vaia só cabe, mesmo, em campo de futebol, jamais num encontro de gente inteligente

[Sobre "Maniqueísmo"]

por jaques
21/7/2007 às
11h24

Julio Daio Borges
Editor

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