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Quinta-feira, 26/7/2007
Comentários
Leitores

Harry Potter? Francamente!
Eu imaginava que não apareceriam mais filmes de Harry Potter. É preciso gostar muito de banalidades para assistir estes tipos de filme... O que acrescenta nas pessoas, nas crianças? Na verdade, 90% dos filmes passados nos circuitos dos shopping centers são banais, idiotas, e sem qualquer valor cultural. Pobres jovens que engolem estes filmezinhos influenciados também por um inteligente sistema de marketing. Ivo Samel

[Sobre "O fim de Harry Potter"]

por Ivo Samel
26/7/2007 às
23h11

Vivas a Emile Zola
Acessei o google digitei Germinal. Tenho buscado uma cópia do filme para trabalhar com alunos da administração. Como aspirar mudanças se esquecemos o que fomos e vivemos, o germinar de uma luta por dignidade, na qual ainda continuamos. Ou não fazemos todos parte de tudo isso, de toda uma história da humanidade repleta de atrocidades, grandes gestos, sonhos, aspirações e magníficos "vasos gregos"? Li pela primeira vez um texto seu, como não conheço seu estilo, prefiro crer que seus comentários sejam motivados pela intenção de instigar à leitura desse formidável clássico de forma irônica e certeira. Continuarei a leitura de outros textos seus.

[Sobre "Um conselho: não leia Germinal"]

por Cinthya
26/7/2007 às
15h31

primeiro o título ou o texto?
Sempre fui hipnotizada por títulos... E aí quando inventei de escrever, fiquei me questionando o que vem primeiro o título ou ou o texto? Acabei de aprender. Agora, a escrever ainda estou aprendendo. Nem um monte de Diários foram suficientes. Então é melhor ler os textos de Ana Elisa e aprender mais e mais. Tudo que foi dito aí acima, já aconteceu comigo. Então o negócio é esperar a minha hora acontecer.

[Sobre "Dar títulos aos textos, dar nome aos bois"]

por Anna
26/7/2007 às
13h40

Show de bola 24 horas
Adoro o Seriado 24 horas, acho o máximo. Assisti aos episódios na televisão e aluguei as temporadas mais recentes nas locadoras. É impressionante como nos envolvemos na história, que é surpreendemente escrita.

[Sobre "24 Horas: os medos e a fragilidade da América"]

por Natasha
26/7/2007 à
01h57

a base de qualquer relação
Lamentável pessoas desse escalão com atitudes de zé povinho... Depois o povo segue essa atitude e ninguém sabe por quê... Educação é a base de qualquer relação!

[Sobre "Maniqueísmo"]

por Hellen Marquesini
25/7/2007 às
21h17

O Movimento Cultural da Vela
Não dá para individualizar um produto que pertence ao povo, como é o caso do samba. Quando se cria, ou desemvolve algo em torno da cultuura popular, a tedência é que isto se espalhe e se agigante, tanto é verdade que até a rainha do nosso samba apadrinhou o movimento. Parabéns à rapaziada. Damião Marques de Sousa, Vitória/ES.

[Sobre "Samba da Vela"]

por marques dms
25/7/2007 às
17h22

O casal Garcia-Roza
Olá, Luis Eduardo, conheço bastante bem os livros de Luiz Alfredo. Você analisa muito bem o detetive Espinosa. Concordo quando diz que ele é um dos personagens mais carismáticos da nossa literatura. Também essa idéia de um casal envolvido com literatura sempre me pareceu muito interessante. Dos meus tempos de escola, lembro a fascinação que sentia por Sartre e Simone de Beauvoir. O compartilhamento de idéias torna o relacionamento interessante e estável. Confesso que ainda não conheço o trabalho da Lívia. Seus comentários sobre ele me deixaram bastante curiosa. Você conseguiu aguçar minha vontade de ler a Lívia. Assim que a chuva passar, vou até a Livraria Cutura comprar!

[Sobre "O Casal 2000 da literatura brasileira"]

por vera carvalho assump
25/7/2007 às
16h43

Maquiavel: auto-ajuda?
Taí uma verdade incontestável, logo no início do texto: Maquiavel, se escrevesse nos dias de hoje, iria entrar direto na lista dos livros de auto-ajuda. E certamente os politicos não o leriam, simplesmente porque politicos não lêem, nem as normas que os regem, muito menos livros, seja lá do que forem. E aqui não há segredo nenhum. Quanto ao "The Secret" propriamente dito, nada há também de novo, a não ser o fato de que há sangue novo em busca do cálice sagrado, ou, na lista de mais vendidos em auto-ajuda. Sem querer entrar para a lista dos detonadores dos livros de auto-ajuda, mas é um filão inesgotável, pois o rol dos desamparados por tudo quanto é espezinhações de origem diversa só aumenta a cada Jornal Nacional e Linha Direta da vida. E ainda tem o fantasma do des e do sub-emprego, das contas que só aumentam, do senhorio que vive alerta, do embarque em Congonhas, das vacas do Renan. Mas Taís, você deu mostras exuberantes de que com um belo texto se consegue dizer tudo com classe.

[Sobre "Qual é O Segredo?"]

por Pepê Mattos
25/7/2007 às
16h22

É como transar sem camisinha
Sem dúvida o bom humor é seu ponto forte. Mas achei o tom "politicamente incorreto" um pouco além do habitual, em se tratando de um assunto que envolve a saúde das pessoas. Falar que comida que faz mal pra a saúde é "tudo de bom" é como fazer apologia de transar sem camisinha...

[Sobre "Combates culinários"]

por sidnei
25/7/2007 às
14h51

Sexo Anal: é um título ruim?
olha, vou dizer... eu tenho esse livro, esse e-book, chamado SEXO ANAL. o livro foi rejeitado por 16 editoras e acho que boa parte da culpa é do título. Eu era inflexível, mas agora estou considerando mudá-lo... é um título ruim? de mau gosto? muita gente diz que sim. muita gente diz que é apelativo. mas só quem lê o livro entende pq o nome é tão cabível; ele tem realmente tudo a ver com a obra, não é chamativo no sentido, digamos, lúbrico. eu me ofendo com quem diz: "ah, botou esse nome pra chamar a atenção presse livrinho pornô!". ora, se eu escrevesse um livro pornô chamaria de, hmmm, PLEONASMO, ou algo assim... muitas vezes duvidam do nosso bom senso, vai dizer? eu adoro títulos e acho que eles devem sempre apontar para o quem vem a seguir - independente do viés.

[Sobre "Dar títulos aos textos, dar nome aos bois"]

por Biajoni
25/7/2007 às
12h50

Julio Daio Borges
Editor

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