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Segunda-feira, 8/4/2002
Comentários
Leitores

Tolkien tinha muito tempo!
Alexandre, meu querido general do exército do Pedro (sem querer misturar os mundos literários), é alentador saber que ALGUÉM acha que ir ao cinema é um passatempo solitário. Acho muito chato ter de dar atenção ao amigo ou namorado na hora em que Gandalf está sendo puxado para o abismo por um balrog... imagina se tenho tempo para esta dimensão quando Tolkien me chama! Fábio, quando você considera uma construção literária do tamanho da de Tolkien um "passatempo", você está por acaso usando a escala de tempo geológica? O homem levou a VIDA INTEIRA desenvolvendo alfabetos, literatura, guias de pronúncia, mapas e lendas para seus personagens incontáveis (Você já leu O Silmarilion? Tenta contar o número de personagens que aparece lá!), toda uma cosmologia, para você oferecer como opção a leitura de livros de economia? Tolkien deu mais atenção ao seu passatempo que a maioria dos homens dá às suas carreiras. Mas Tolkien não é como a maioria dos homens. Nem C.S. Lewis, Alexandre. Eles são especiais.

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Assunção Medeiros
8/4/2002 às
18h43

Aritmética da Emília
Meninos! Essa discussão "Mulheres somam ou multiplicam tempo e dinheiro" está hilária!!! Qual de vocês já viu uma ao vivo e a cores? Na revista não vale! Escutem o Rafaelzinho, por favor, que está tentando falar de outra coisa... Que tal então falar de ESTERIOTIPOS, nos quais vocês querem moldar a mulheres e nos quais parecem cair tão facilmente? Abraços de uma mulher que tem seu próprio dinheiro e infelizmente menos tempo que gostaria para brincar.

[Sobre "Os Homens são de Varte, as Mulheres são de Mênus"]

por Assunção Medeiros
8/4/2002 às
18h27

Parei a cadeira e rodei a mesa
Alexandre, uma beijoca da sua recruta Narizinho... Rafael, quero conhecer mais textos seus... Otávio, tem razão... Sérgio Tadeu, se sua mamãe é opressora eu sinto muito, mas eu tive uma mãe-Dona-Benta... não generalize.

[Sobre "O Exército de Pedro"]

por Assunção Medeiros
8/4/2002 às
18h17

CORNOS E BURROS
Esse é efetivamente o pensamento de grande maioria do povo brasileiro, mesmo daqueles menos esclarecidos. Parabens à autora pela lucidez e coragem apresentada no texto.

[Sobre "Cornos e burros"]

por ´Marcílio Lima
8/4/2002 às
17h42

A Coisa Não Deus
Penso igual a você, Fábio, eu também não sou homossexual.O Alexandre Soares escrevi muito bem e tem conteúdo agradável, ou melhor, o livro claro. o Livro é bom pra Coisa Não Deus também. Quem sabe o personagem não renasce em matéria psi no universo paralelo das Coisas Não Deus...

[Sobre "bbb"]

por Sérgio Tadeu
8/4/2002 às
17h08

Rodar a Cadeira ...
É muito raro e estranho só gostar de "Música Clássica ". Alguns poucos declaram, mas não estão sendo sinceros. Toda música clássica nasce simplismente música. Na literatura, Monteiro Lobato não é Grego, tão pouco nasceu em Roma, mas é Clássico, um exemplo da melhor qualidade.Quanto as mulheres opressoras, ou serão as mães..." Amor de Mãe É Diferente " Confesso que já fui mais saudável, entretanto após o seu texto, viva as bobagens ! resolvi rodar a cadeira...

[Sobre "O Exército de Pedro"]

por Sérgio Tadeu
8/4/2002 às
16h11

PAREI !!!!!!!!!!!!!
Ok Francoi & Rafael, a pedido vou parar aqui , já não sairá mais nada mesmo dessa nossa argumentação. Mas uma retirada não é uma derrota. E me retiro “combatendo”. Quando fez a melhor oferta, ficando com os tais 5% q vc julga ingenuidade, Ehud Barak foi claro q ele só teria condições políticas de evacuar as dezenas e dezenas (para ser conservador) de colônias judaicas montadas “dentro” da atual área onde seria o Estado da Palestina. Contudo ele deixou também bem claro q as dezenas e dezenas de colônias montadas na fronteira, isso é, com a retaguarda dentro de Israel, e a frente na “terra ocupada”, essas ele não teria força política para erradicar. O exército dificilmente cumpriria as ordens necessárias. Quanto a Jerusalém então nem se fala. Em resumo: se está para nascer o palestino disposto a aceitar a proposta feita (os ingênuos 5%), são pouquíssimos os israelense q topariam retirar “manu militari” seus compatriotas q estão dentro desses “ingênuos” 5% (Jerusalém incluso). Muitos estarão dispostos a morrer a abandonarem a "herança de Abraão". A desocupação desses 5% não poderá ser incruenta. Quanto a aceitar as perdas territóriais q formaram o atual Israel, é claro q a comunidade árabe nunca aceitará (os judeus em 2000 anos não aceitaram a conquista romana). No entanto, já se deram por vencidos (nunca convencidos) e já ofereceram a aceitação formal de Israel , exatamente ao preço dele cumprir as 2 resoluções da ONU. Agora , já com a mão na porta de saída, vou dar uma de profeta. Não resta outra opção a Israel senão oferecer “tudo” (inclusive os ingênuos 5%), porque o USA precisam o OK dos árabes para fazer no Iraque o q fizeram no Afganistão, ou seja trocar o atual governo por outro mais palatável a eles. E o estado judeu vai ter q ranger os dentes e calar à força (até à bala)os seus fundamentalistas porque agora: ROMA LOCUTA... CAUSA FINITA. Entendo toda a atual encrenca apenas como a colocação "do bode" na casa palestina só para retira-lo depois e os USA poderem posar de heróis para os árabes. PAREI!!!!!!!!!!!!

[Sobre "Intolerâncias e inconsequências"]

por PEDROSERVIO
8/4/2002 às
10h48

É tudo ou nada
Pedro, volto a dizer - a questão NÃO se resume a esses 5%. É simplista e ingênuo acreditar que ninguém em Israel teria cedido, se a questão fossem só esses tais 5% - a pressão em Sharon seria insuportável. Mas os palestinos não querem só esses 5%, que inclusive já lhes foi oferecido por governos israelenses anteriores; querem tudo ou nada, e se você ler algum jornal árabe (há muitos em inglês pela internet) descobrirá. Os discursos de Arafat e de outros líderes árabes para seu próprio povo (os discursos em árabe, não o que ele diz em inglês para a CNN) dizem isso, as cartilhas das escolhas públicas palestinas dizem isso: eles só ficarão plenamentee satisfeitos quando Israel for empurrado pro mar e todos os judeus mortos. Os mapas deles trazem a Palestina como se estendendo de Golan a Gaza, ou seja, todo o território israelense, e não apenas esse território que a ONU lhes determinou. O que os israelenses estão fazendo é ocupando militarmente um território que lhes é hostil, que envia a morte à suas cidades num ritmo cotidiano; é como a PM do Rio ocupar uma favela quando traficantes ficam atirando e jogando granadas nas pessoas em baixo do morro, algo perfeitamente compreensível e desejável. Quanto a Israel estar "pisando em terras alheias", recomendo-lhe urgentemente a leitura do livro de Joan Peters que menciono em meu artigo, para esclarecer seus conceitos sobre a região. Saudações, Rafael.

[Sobre "Intolerâncias e inconsequências"]

por Rafael Azevedo
8/4/2002 às
09h16

Os Maias
Para quando a passagem da minissérie "Os Maias" em Portugal?

[Sobre "Os males da TV"]

por Miguel Santos
8/4/2002 às
06h47

Os números são:242 , 338 e 5%
Rafael Como já disse antes, para mim nada há de muito especial no q ocorre, é puro blá blá blá e bum bum bum. Seria fácil constestar um por um teus argumentos e iniarmos uma digressão infinita. Israel é um estado "fora da lei". Não está pisando apenas em terras alheias, está também pisando nas resoluções da ONU, ou seja, pisando em toda comunidade internacional. É lamentável, mas os argumentos q usa para tentar se justificar, tem exatamente o mesmo conteúdo dos argumentos de todos ocupantes. Os alemães matavam 10 habitantes para cada um dos seus q era morto pela "resistência francesa" (ou terrorismo frances!). Talvez pela primeira vez na história, na Diáspora também se encontra repúdio à Israel. E nunca se esqueça, o Estado Palestino não existe, nem existem forças armadas. O q o estado Israelense faz é inominável, é como se nossa força aérea bombardeasse uma favela , desculpas não faltariam. Estão "colonizando manu militari" terras alheias. O q poderiam esperar de volta?. Por mais custoso q seja para eles tem q devolver os 5% colonizados "na marra". Volto a insistir q tudo se resume nesses 5%. Os países árabes já ofereceram aceitar o "statu quo" definido pela ONU, mas Israel quer esses malditos 5% a mais. Eu só estou disposto a entender Israel em relação a metade de Jerusalém, também invadida, incluida nesses 5%. Realmente será dificil abrir mão de algo tão simbólico!

[Sobre "Intolerâncias e inconsequências"]

por pedroservio
8/4/2002 às
04h57

Julio Daio Borges
Editor

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