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Terça-feira, 9/4/2002
Comentários
Leitores

Bom, Belo, Bonito e Bem Bolado
Fábio Ás vezes é desagradável elogiar a alguém o próprio dito cujo - parece que não soa bem - mas vez em quando precisamos nos vencer. Apreciei muitíssimo seu artigo e nas suas diversas camadas. Gosto do seu estilo escorreito (ainda se usa isso ?) a) achei muito bacana sua crítica ao colega (concorrente ?) (sei que não) Alexandre SS e seu "Coisa Não Deus". Na época em que estamos parece estranho elogiar o trabalho do oficial do mesmo oficio. Por isso mesmo é bonito e esperançoso ver isso acontecer. Meus parabéns duplos. A propósito do "Coisa Não Deus" procurei em várias livrarias e não tenho encontrado...pena. b)Dudley Moore. Fiquei triste por sua partida e já estava por sua doença. Tenho dêle muito boas lembranças e só boas. Quando lembrava dele ficava de bom humor, agora com saudade. Que seja feliz, pelos tão bons momentos que nos deu. c) Billy Wilder - eu não sou um entendedor de cinema. Cinema, para mim, ou gosto ou não gosto, sem me preocupar com quem fez. Sei que estou errado, mas é assim. Mas se "Se Meu Apartamento Falasse" e Quanto Mais Quente Melhor" se devem a êle, eu tiro o meu chapeu, me curvo e bato no peito e digo: me perdoe. Me perdoe por não ter sabido de você mais cedo, embora só eu tenha sido o prejudicado. d) Rainha Mãe. Não importa o Partido. Não importa a nacionalidade. Não importa a cor. Como tão bem você diz em seu texto, a classe, a educação, o charme e a beleza dessa Senhora, foram um encantamento para todos os felizes que ainda tenham um pouco de sensibilidade. Continue a nos deleitar com seus pensamentos. Obrigado por eles. V. de Carval

[Sobre "bbb"]

por Valentim de Carval
9/4/2002 às
21h04

Digestivo fica mais Cultural
É surpreendente o Oswald em cissiparidade de acordo com a teoria de Giron. Fiquei com vontade de ler mais sobre a personalidade angustiada do autor de João Miramar. Congratulações a Julio D. Borges pela iniciativa de dar espaço a ensaios em seu prestigioso site.

[Sobre "Um homem sem profissão nem esperança"]

por Silvio Brandão
9/4/2002 às
19h19

Satisfeito, general?
Pronto, General. Dei um lustre no rifle, ele está lubrificado e pronto para uso! Não engasga mais! Agora posso voltar sossegada meu nariz para dentro do livro e viajar junto com a Companhia do Anel. A! Elbereth Gilthoniel!/silivren penna míriel /o menel aglar elenath,/ Gilthoniel, A! Elbereth! / We still remember, we who dwell / In this far land beneath the trees / The starlight on the Western Seas.

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Assunção Medeiros
9/4/2002 às
17h23

Errata
Errata. A última frase de meu comentário acima tem um "não" a mais. Leia-se: Portanto, não creio que a paz esteja por trás das intenções de Sharon.

[Sobre "O Conflito do Oriente Médio"]

por Antonio Oliveira
9/4/2002 às
16h33

Que venga el Snr. Burgess!!!
Aceito suas condições, Fabio. ( Ainda está sujo aqui em cima, Soldado Sue. Ops. Obrigado). Anthony Burgess vai poder tocar piano para mim nas noites frias passadas na trincheira. O problema, é claro, é que ele também já morreu. Mas aceito os seus termos em retribuição à sua galanteria de sempre. Um abraço- Alexandre -PS: Algum dia você ainda lê Tolkien, está bem? E eu prometo que dou uma segunda chance para o Sr. Burns- digo, Roberto Campos?

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Alexandre
9/4/2002 às
16h50

Paz é a última meta de Sharon
Discordo que a "ofensiva das Forças de Defesa de Israel visa a estabelecer uma Paz mais real e definitiva, baseada na destruição dos principais centros de terror na área palestina." Essa diretriz implicaria em que o quartel-general do Arafat é um centro de terror. E, portanto, já deveria ter sido destruído pelo bem da paz. Não, não é por aí. Não vejo Ariel Sharon motivado pela Paz, mas sim em vencer um conflito, pois é um militar; ele foi treinado para ver e interpretar a realidade de uma forma bélica. A atual ofensiva nos territórios palestinos é uma resposta direta aos atentados suicidas, não uma busca da paz. O que Israel deseja é inviabilizar o diálogo, isolando e, se puder fazê-lo impunemente, destruindo o interlocutor. Sharon acredita que quebrando Arafat (física ou moralmente) quebrará a unidade palestina ou desorientará o povo palestino, fazendo-o mais facilmente se render a Israel. Isso é hipotético, mas Sharon acha que acontecerá. Então, nessa lógica, onde o discurso é de guerra aos terroristas para alcançar a, conclui-se que terá de destruir tudo que é potencialmente terrorista, inclusive escolas de crianças, as quais um dia poderão vir a ser terroristas. Isso é almejar algum tipo de paz real e definitiva? Nessa lógica não há um resultado equilibrado, mas apenas a destruição da Palestina inteira. E, no final, para os espanto geral, terá arrasado o povo palestino e, de quebra, despertado todos os vizinhos numa guerra generalizada. Isso é um projeto estranho de paz. Acho que nem o próprio Sharon sabia originalmente quando iria parar a destruição – agora está freando um pouco, por influência externa, porque Bush elevou a voz, pedindo a retirada dos territórios. Se Sharon quisesse a paz, ele daria o que os Palestinos querem. Isso seria lógica (utopia, também), mas obviamente uma negociação com vistas à paz seria mais realista. E não parece haver paz no fim deste túnel. Portanto, não creio que a paz não está por trás das intenções de Sharon.

[Sobre "O Conflito do Oriente Médio"]

por Antonio Oliveira
9/4/2002 às
16h16

A adultice manchou a vida
Parabens pelo texto Alexandre! Simples e que diz uma verdade muito grande. Sabe o que eu acho engraçado, é que este texto está num site "tipo adulto", intelectual. É engraçado isso. Mas concordo plenamente com você. Neste século XX o homem "inteligente" achou que devia ser triste para ser alguém, caso contrário ele seria boçal e apenas mais um na massa. Fazer a pose tipo personagem do Dostoiévisk, agoniado com a existência, dava razão para existir. Os intelectuais declararam guerra a felicidade, se divertir ou era coisas de burro, de classe média americana ou pertencia ao mundo infantil, se divertir virou coisa de gente burra, e o máximo que um adulto inteligente podia fazer era se reunir para discutir os relacionamentos do ser humano, com outros adultos intelectuais mais agoniados ainda. Woddy Allen virou herói com suas olheiras urbanas. O suicídio virou a glória! Eu estudo na FFLCH/USP e vejo esse povo "adulto" de perto, e vejo como eles estão perdidos na sua adultice. Viva o Guerra nas Estrelas! Viva o Indiana Jones! Viva o Falcon! Viva fazer guerra de lama! Jogar futebol! Subir em árvore e correr no jardim.

[Sobre "O Exército de Pedro"]

por Pedro Ghirotti
9/4/2002 às
14h36

Você fica bonitinho atônito...
Não tem nada mais encantador que um homem atônito com uma pedrinha na mão... Desperta logo sentimentos maternais... Seus termos de rendição, Fábio, têm de ser aceitos pelo general Alexandre, mas desde já eu lhe digo que acredito piamente no que o Anthony Burgess disse a respeito do velho JR. Os gênios são assim, não conseguem entender qual é a grande confusão causada pelo que para eles é uma coisinha assim pequenina... O que não diminui em nada o tamanho de seus feitos. Sabe, Fábio, as pessoas geralmente têm um problema sério para se auto-avaliar. Tolkien não era diferente. Agora, com licença, tenho de ir limpar o rifle do meu general para que ele nunca mais engasgue! Hehehehe

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Assunção Medeiros
9/4/2002 às
14h10

A guerra do Oriente Médio
Heitor Achei excelente o teu artigo. Lúcido e verdadeiro. Com respeito a Arafat penso que ninguem poderia ter prejudicado mais os palestinos do que ele. Presos à miséria de uma liderança estúpida, acabou por validar o suicídio de seus deprimidos, oferecendo a eles um martírio glamourizado. Parabens.

[Sobre "O Conflito do Oriente Médio"]

por Waldemar Zusman
9/4/2002 às
12h22

rendição!
Estou cercado! Me sinto um palestino com pedrinha na mão, olhando atônito os tanques ao meu redor. Ok, vamos negociar minha rendição. Eu entrego o Anthony Burgess, que foi quem me disse que o Tolkien escrevia suas historinhas como passatempo e não entendia a devoção que suscitavam, e vocês poupam minha vida. Negócio fechado? Não é um crime tão sério ter dado crédito às palavras do velho Burgess. Confesso que quis confirmá-las com o próprio Tolkien, mas quando tive a oportunidade de ir a Inglaterra, Tolkien já estava irresponsavelmente morto há 17 anos - e se recusou a comentar o assunto.

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Fabio
9/4/2002 às
11h49

Julio Daio Borges
Editor

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