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Quinta-feira, 11/4/2002
Comentários
Leitores

Vontade de ler
Nossa Rafael como eu sou ignorante nesse assunto, mas teu texto me deu uma vontade enorme de me iniciar, mesmo sabendo que como neófita vou passar batida por um monte de coisas... Valeu mesmo! Beijos.

[Sobre "O Canto de cisne dos Super Heróis"]

por Tânia Nara
11/4/2002 às
07h02

Fanta Uva nuuunnca
Nãããããoooo Fanta Uva nunca!!!! A laranja tudo bem, tinha fanta guaraná e Crush também, guaraná Antártica... mas o cheirinho deixado na garrafa plástica da lancheira era o mesmo sempre... Beijos

[Sobre "O Exército de Pedro"]

por Tânia Nara
11/4/2002 às
06h53

Cidades pequenas, Fanta Uva...
Fred, concordo completamente quanto às "cidades pequeninas e infantis com cheiro de chuva". Se Deus quisesse que vivêssemos em cidades como São Paulo, nos teria feito como gigantes, para que a cidade parecesse menor. Não parece lógico? Obrigado e um abraço. E ah, Tânia- qual era o refrigerante? Fanta Laranja? Fanta Uva? Obrigado mesmo por ter gostado do meu texto, e um beijo- Alexandre

[Sobre "O Exército de Pedro"]

por Alexandre
10/4/2002 às
22h54

Propagação da Cultura
O Julio Daio Borges merece todos os elogios por lançar a seção Ensaio na Internet. É uma prova cabal de que a web não precisa conter textos pequenos e burros. Dei minha modesta contribuição ao site esperando que outras pessoas o façam, em nome da propagação da cultura através do texto eletrônico. Fico honrado de dar início a uma longa série. Acho que nomes importantes da cultura podiam mandar textos para Ensaio. A repercussão do Digestivo Cultural tem sido enorme. É hoje o mais importante site de cultura na Internet brasileira. Auguri!

[Sobre "Um homem sem profissão nem esperança"]

por Luís Antônio Giron
10/4/2002 às
20h49

Tribuna da Cultura
Como sociólogo e interessado em cultura, quero dar parabéns a Julio Daio Borges pela iniciativa de fornecer uma instância de discussão de alto nível na internet. Vou recomendar a coluna Ensaio para meus alunos e amigos.

[Sobre "Um homem sem profissão nem esperança"]

por Jorge Megale
10/4/2002 às
19h31

Finalmente....
Daniela Eu fiquei muito feliz de ler o que escrevestes , pois tenho notado uma pequena reaçao das pessoas em relaçao ao agora evidente odio a existencia de Israel.É impressionante como tanta gente se sente bem de finalmente poder se extrebuchar de falar mal de Israel sem ter medo de ser politicamente incorreto.É um momento esquisito, mas certamente artigos como o teu sao fundamentais no minimo para dois tipos de pessoas:os que querem refletir sobre nossa condiçao precaria e instavel de civilizados e para aqueles que , como pude ver pelos comentarios ao seu texto, se sentem bem em exibir finalmente o odio que sempre sentiram aos judeus.Fique com um abraço meu e continue escrevendo, pois esta cada vez melhor.Jacques

[Sobre "Nas garras do Iluminismo fácil "]

por Jacques Stifelman
10/4/2002 às
19h08

Nas garras do iluminismo fácil
Cara Daniela O seu artigo é tão abrangente que para comenta-lo seria necessário outro. Parabéns, a sua visão do conflito é bem equilibrada e imagino como você se sente aí em Rochester com este ambiente como você descreve. Aqui no Brasil também o clima é mais ou menos igual. Lamentavelmente nosso Presidente fez declarações muito graves ontem. Aonde? Em Foz do Iguaçú, conhecido reduto de Palestinos radicais nos três lados da fronteira. Inclusive os Serviços Secretos Argentinos descobriram que o ataque à Sinagoga em Buenos Aires foi areuitetado lá e delá sairam os terroristas, avisaram ao Brasil que fez o que? Rigorosamente nada! O nosso Chanceler declarou, contra todas as normas diplomáticas, que o povo israelense não merece Sharon! Ao que eu saiba, só eu protestei em carta ao Globo, que a redação mutilou mas ao menos o esencial saiu. O título do seu artigo é 'iluminante' pois é disto mesmo que se trata: ninguém tem idéia da história recente, muito menos da antiga, daquela região. É de irritar ver como não se consegue mostrar nada diferente. Comparar Israel com os Nazistas é uma ironia de humor negro da pior espécie, um escárnio contra todos os que pereceram sem poder esboçar um gesto de protesto. Para finalizar, acho que a história conturbada da região deve ser introduzida e pretendo faze-lo mas isto não modificará nada. Combater o 'iluminismo' fácilmente consumivel deste tipo é quase impossivel. Mas a repercussão que eu tive ao meu artigo de ontem aqui no Digestivo me animou, muitas pessoas estão ávidas de luz verdadeira e nisto você está de parabéns. Seguimos? Um grande abraço do Heitor

[Sobre "Nas garras do Iluminismo fácil "]

por Heitor De Paola
10/4/2002 às
16h09

shalom!
Parabéns, Daniela. Mais uma vez admiro sua sensatez e inteligência e a forma brilhante com que você as expressa. Apenas uma ressalva: você diz que o Afeganistão, como "entidade nacional", não cometeu agressões a outros países. Well, na minha modesta opinião, financiar e proteger grupos terroristas é evidentemente uma agressão. Um beijo, Fabio.

[Sobre "Nas garras do Iluminismo fácil "]

por Fabio
10/4/2002 às
15h09

Obrigado
Prezados Anselmo Drummond e Silvio Brandão, muito obrigado pela aprovação e pelo apoio! Agradeço novamente ao Giron, que muito me incentivou para criar esta nova Seção Ensaios. Um abraço, Julio

[Sobre "Um homem sem profissão nem esperança"]

por Julio Daio Borges
10/4/2002 às
15h13

Paz e bolinhos
Querido Fábio, todos nós passamos por isso. Quando somos crianças, achamos que ser criança é muito chato. Só depois que descobrimos que ser adulto pode ser muito mais chato é que percebemos o quanto é bom ser criança. Mas desde já lhe aviso que Tolkien, apesar das más línguas, NÃO É livro para crianças. A não ser, é claro, que o objetivo seja causar pesadelos terríveis no pimpolho. Como já assinamos todos o tratado de paz, vamos até a cozinha de Tia Nastácia comer uns bolinhos que ela acabou de fazer! Estão quentinhos do forno, e vou já buscar laranja no pomar para fazer um suco! Claro que você gosta de Asterix, nem podia ser diferente, com sua ironia fina. "Eu me amo. O Diabo é que não sou correspondido"!!! Hehehehehe... um beijo.

[Sobre "bbb"]

por Assunção Medeiros
10/4/2002 às
13h42

Julio Daio Borges
Editor

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