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Sábado, 22/9/2007
Comentários
Leitores

Crônica cegonheira
Essa crônica me lembrou duas coisas. Uma: que o Eduardo Almeida Reis escreve coisas bem engraçadas também no Estado de Minas, só que ao invés do Aurélio ele prefere o Mr. Google para amarrar os textos. Dois: essas crônicas elefantes, cangurus, ou cegonheiras (tipo assim aqueles caminhões), principalmente essa do chiclê, me fizeram engasgar com a lembrança de quando coloquei de uma vez só toda a mesada de 10 pingue-pongues de hortelã dentro da boca e tentei mascar. Nunca babei tanto. Nem quando dormi sem o meu chiclete.

[Sobre "Chicletes"]

por eassis
22/9/2007 às
20h36

rir faz parte da rotina
olá, Júlio, obrigadíssima pelo link! valeu mesmo, adoro o Digestivo, e rir faz parte da minha rotina. ;-)

[Sobre "Ser intelectual dói"]

por Sarah K
22/9/2007 às
15h51

Reciclando o papel
Rafa, estou de pleno acordo. Vejo muita gente que há anos diz "o papel vai acabar" e o que vemos é que ele não acaba. Está sim, diminuindo, perdendo o fôlego, buscando uma reciclagem, mas acabando não. Eu também não acredito nessa briga "internet x papel" porque eles tem públicos diferentes para situações diferentes, como você citou bem no texto.

[Sobre "O bom e velho jornalismo de sempre"]

por Diogo Salles
22/9/2007 às
13h59

Media in via erat lapis
Recitem o poema "No meio do caminho" do nosso querido Drummond em latim! Eles ficam apavorados, talvez pensando que é um canto de orixá ou uma manobra para que eles desliguem mesmo. O bom é que sempre resolve, não precisa de pronúncia perfeita, é curtinho e eles devem ficar furiosos por não conseguirem falar.

[Sobre "Telemarketing, o anti-marketing dos idiotas"]

por Pablo
22/9/2007 às
11h07

Ditadura das mega corporações
Belo texto. Concordo plenamente. Tem um outro agravante: diversas vezes eles dizem que a ligação será gravada por motivos de segurança. Só que, quando o problema é da empresa e você já está ligando na central pela enésima vez, eles não recorrem ao que já foi gravado, somente quando é do interesse da S.A. E não tem muito o que fazer. Sites, rótulos de produtos - seja lá o que for - apenas informam os telefones do SAC. Ou seja, ou passamos ou passamos pela bateria de telefonistas maltreinados. E, do jeito que as coisas vão, só vai piorar. Vejo um capitalismo futuro com empresas que dá pra contar nas mãos. 2 ou 3 grupos por segmento - no máximo. Me dá desespero ver uma Unilever entrando EM TODOS OS SEGMENTOS DE NEGÓCIOS: limpeza, sorvetes, comidinhas, doces, etc... Com a telefonia fixa também é assim (dane-se que um dia foi uma única estatal). A Telefonica faz o que quer. Te cobra errado, te põe no pau porque vc. não pagou a conta que nem deveria ter recebido... Enfim, será a ditadura.

[Sobre "Telemarketing, o anti-marketing dos idiotas"]

por Cássio Britto
21/9/2007 às
18h01

Notas digestivas culturais
Bach, Les Miserables e estou com uma preguiça desgraçada de desenvolver qualquer raciocínio, porque acabei de devorar um filé à parmigiana.

[Sobre "A propósito de Chapolin e Chaves"]

por mauro
21/9/2007 às
15h56

Vou estar agradecendo
Tentei colocar em palavras o sentimento que temos ao receber uma ligação de telemarketing. Acreditem ou não, eu recebi várias ligações de telemarketing enquanto escrevia esta coluna. E eu deixava o operador falar sem parar para ver se eu conseguia algo novo para o texto, para que eles me dessem ainda mais munição. O resultado desta "pesquisa" é que alguns trechos desta coluna foram salpicados com o teor destas ligações, que me faziam lembrar dos tristes "Josefa Days". Mesmo assim, enquanto o telemarketeiro falava que eu receberia "uma série de vantagens e serviços", eu não podia esconder que estava achando graça da ironia daquela situação. Eles estavam avalizando tudo o que eu escrevia. Obrigado pelos comentários.

[Sobre "Telemarketing, o anti-marketing dos idiotas"]

por Diogo Salles
21/9/2007 às
12h00

Onde está o empurrão?
É verdade, as coisas aqui só vão na base do "jabá". Creio que existem muitos escritores que deveriam estar num merecido patamar, mas infelizmente é preciso ser mais que um escritor e a parte mais difícil está aí. Como tudo por aqui. Não basta ser um gênio no que faz, é preciso ter "cartucho" para mostrar o que faz.

[Sobre "Novos escritores? Onde?"]

por Extrema Online
21/9/2007 às
08h48

O todo e a parte
Tanto a busca de semelhanças quanto a de diferenças é um bom pretexto para investigar a trajetória destes dois escritores. Gostei mesmo foi de perceber o quanto esta nossa época politicamente correta é conservadora e castradora na acepção mais radical destas expressões. Acredito que Dodgson falava mais como alguém que ele gostaria de ser ao menos integralmente e encontrou a expressividade mais intensa em Carroll. Quanto a Marx, sinto que falava para o seu tempo numa reflexão sobre a conseqüência da sociedade hierarquizada. O aspecto messiânico tem a ver com a construção de uma utopia e elas só encontram força no íntimo do homem crédulo, sobre o ateísmo de Marx ainda falta qualificar em quem ele não acreditava, pois a área que o seu pensamento delimitou é dos que tem sim a ingenuidade e a generosidade como elemento humano. Marx dizia do homem de forma geral e da relação possível no seu tempo, enquanto Carroll sorvia o individuo numa espiral de desejos e compulsões. Nada mais humano...

[Sobre "O Leão e o Unicórnio II"]

por Carlos E. Oliveira
20/9/2007 às
22h46

Mongolia
Gostaria de parabenizar o jornalista por esta mensagem informativa entusiasmante e realmente encantadora, pois está revelando todas as dimensões de um país que tem muito a contribuir com suas riquezas juntamente com seu povo e suas culturtas. O mundo só tem a agradecer toda a diversidade desse país. Seu rabalho informativo só tem a merecer todos os elogios. PARABÉNS! Tiarles Auto de Oliveira

[Sobre "Mongólia: terra estrangeira"]

por Tiarles
20/9/2007 às
19h42

Julio Daio Borges
Editor

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